Para destruir as correntes, eles precisam tentar não destruir a si mesmos.
Por muito tempo, Alpheus au Deighton não soube a diferença entre destruir e amar. Até conhecer Bellamy WInterbourne. Então, tudo mudou. Mas eles não puderam ficar juntos por muito tempo.
Em um piscar de olhos, Bellamy foi levado embora, e Alpheus ficou para trás, com uma promessa a cumprir.
Callum Copeland não tinha uma promessa, mas sim um dever. Após a destruição da Resistência, o lunar tomou a tarefa de reconstruir a organização rebelde em suas próprias mãos.
E isso está custando mais caro do que esperava.
Preenchidos pelo desejo de vingança contra a Guarda, e pela tarefa de resgatar o garoto que amam, Alpheus e Callum precisarão deixar suas diferenças de lado para reconstruir a Resistência a partir de destroços e cinzas.
Um passo em falso, um erro mínimo, pode acabar em tragédia para Bellamy e todos os lunares capturados no dia do massacre.
E eles precisam se apressar, antes que seja tarde demais.
A primeira novela da trilogia Além Da Fronteira, perfeita para os fãs de Sarah J. Maas e estilhaça-me, traz uma nova perspectiva, uma promessa de vingança, e um processo de cura destrutivo e eletrizante, situado após Além Da Escuridão, e antes do grande final da série.
Se no segundo livro os personagens estavam no limite, neste conto podemos ver seu desenvolvimento. O foco sai do protagonista e essa foi uma escolha acertada do autor, focar nos dois interesses amorosos de Bellamy. O desenrolar dos fatos e a proximidade de Alpheus e Callum são muito bem desenvolvidos, o final não entrega um ponto alto, muito pelo contrário, ele prepara para o ponto alto que será o terceiro livro com o encerramento da história.
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