Dois oficiais SEAL da Marinha dos EUA, que lideraram a unidade de operações especiais mais condecorada da Guerra do Iraque, demonstram como os poderosos princípios de liderança SEAL se aplicam aos negócios e à vida.
Enviada para o campo de batalha mais violento e perigoso do Iraque, a unidade de tarefas SEAL de Jocko Willink e Leif Babin enfrentou uma missão quase impossí ajudar as forças dos EUA a protegerem Ramadi, uma cidade "perdida". Em relatos em primeira mão de heroísmo, perdas trágicas e vitórias conquistadas a duras penas, eles aprenderam que a liderança — em todos os níveis — é o principal fator para o sucesso ou o fracasso de uma equipe. Willink e Babin retornaram dessa mobilização e instituíram o treinamento de liderança que criou a próxima geração de líderes SEAL. Após deixarem as equipes SEAL, lançaram a Echelon Front, uma empresa que ensina os mesmos princípios de liderança para organizações. De startups promissoras a empresas Fortune 500, Babin e Willink ajudaram muitos clientes em uma ampla gama de setores a construírem suas próprias equipes de alto desempenho e a dominarem seus campos de batalha. Agora, detalhando a mentalidade e os princípios que permitem às unidades SEAL realizarem as missões de combate mais difíceis, Responsabilidade Extrema mostra como aplicá-los a qualquer equipe ou organização. Cada capítulo foca um tópico, como cobrir e mobilizar, descentralizar o comando e liderar a cadeia, explicando o que são, por que são importantes e como implementá-los em qualquer /altabooks ambiente de liderança.
Uma narrativa atraente com orientações poderosas e aplicação prática, Responsabilidade Extrema revoluciona a gestão de negócios e desafia os líderes de todo canto a cumprirem seu propósito liderar e vencer.
Entre os muitos líderes excepcionais a que servimos em nossas carreiras militares, o diferencial que os levou à excelência foi exercer o domínio absoluto – Responsabilidade Extrema – não apenas pelo que eram responsáveis, mas por tudo que influenciava a missão. Esses líderes assumiam toda a responsabilidade. Não arranjavam desculpas. Em vez de reclamar das dificuldades ou contratempos, desenvolviam soluções para os problemas. Eles alavancavam ativos, relações e recursos para concluir o trabalho. Silenciavam os próprios egos em prol da missão e de suas tropas. Esses líderes realmente lideravam.
Quando as pessoas para de inventar desculpas e de culpar os outros, e dominam tudo em suas vidas, são obrigadas a agir para resolver os seus problemas.
A liderança é vital no campo de batalha, e os princípios da boa liderança não mudam, independente da missão, do ambiente ou das personalidades envolvidas. Liderar é liderar.
Não há liderança onde não há espírito de equipe.
A liderança exige acreditar na missão e perseverança inflexível para alcançar a vitória, principalmente quando os duvidosos questionam se a vitória é mesmo possível.
A única medida significativa do líder é se a equipe é bem-sucedida ou fracassa.
O combate é um reflexo da vida, só que amplificado e intensificado. As decisões têm consequências imediatas, e tudo – absolutamente tudo – está em jogo. A decisão certa, mesmo quando tudo parece perdido, arranca a vitória das garras da derrota. A decisão errada, mesmo quando a vitória parece certa, resulta em uma falha fatal e catastrófica.
O líder é verdadeiramente e, em última instância, responsável por tudo.
A responsabilidade direta de um líder incluía fazer as pessoas ouvirem, apoiarem e executarem planos.
O sucesso resulta da determinação e vontade, mas também da inovação e comunicação com a equipe.
Liderança é o fator mais importante no desempenho de qualquer equipe.
Se um desempenho abaixo do padrão for aceito e ninguém for responsabilizado – se não houver consequências -, ele se tornará o novo padrão.
Quando se trata de padrões, a questão não é o que o líder prega, mas o que ele tolera.
O líder deve explicar não apenas o que fazer, mas por quê.
O ego obscurece e atrapalha tudo: o processo de planejamento e a capacidade de seguir bons conselhos e de aceitar críticas construtivas.
O foco é a missão e a melhor forna de cumpri-la.
Os planos e ordens devem ser comunicados de maneira simples, clara e concisa,
Se não houver uma correlação substancial entre o comportamento e a recompensa ou a punição, o comportamento nunca será modificado.
Os seres humanos não são capazes de gerenciar mais de dez pessoas, principalmente, quando as coisas dão errado e surgem contingências inevitáveis.
Descentralização de comando. É a simplificação da ideia de comando e controle. É uma das estratégias mais complexas de se executar corretamente. Como líder, é preciso força para abrir mão. É preciso fé e confiança nos líderes subordinados na linha de frente e em suas habilidades. Acima de tudo, requer confiança na cadeia de comando: confiança de que os subordinados farão a coisa certa; confiança de que os superiores apoiarão os subordinados se agirem de acordo com a declaração de missão e intuito do comandante.
Furtividade é mais importante do que velocidade.
Para qualquer equipe de qualquer empresa ou setor, é essencial desenvolver um padrão de planejamento.
Após um bom resumo, todos os participantes da operação entenderão a missão estratégica, o intuito do comandante, a missão específica da equipe e seus papéis.
Sem uma execução bem-sucedida, mesmo os melhores planos não valiam de nada.
Os líderes devem instituir uma rotina de comunicação com os membros de sua equipe para ajudá-los a entender seu papel na missão geral.
Assuma a responsabilidade de liderar todos em seu mundo, subordinados e superiores. Se alguém não estiver fazendo o que você quer ou precisa, olho primeiro para si mesmo e descubra como mudar isso. Não pergunte a seu líder o que você deve fazer, dia a ele o que você fará.
Conheça o seu alvo e seu entorno.
No combate e na vida, o resultado nunca é certo, o quadro nunca é claro. Não há garantias de sucesso. Mas, para ter sucesso, os líderes devem se sentir à vontade sob pressão e agir com lógica, não com emoção. Esse é um elemento crítico para a vitória.
Os líderes não podem ser paralisados pelo medo. Isso resulta em inércia.
Disciplina é liberdade.
Se tem disciplina para sair da cama, você vence.
O equilíbrio entre disciplina e liberdade deve ser encontrado e cuidadosamente mantido. Nisto reside a dicotomia: a disciplina – ordem, regime e controle estritos – parece oposta à liberdade total – o poder de agir, falar ou pensar sem restrições. Mas, na verdade, a disciplina é o caminho para a liberdade.
A maior força de uma pessoa pode ser sua maior fraqueza quando ela não sabe equilibrá-la.
Como se constroem relacionamentos? Você faz isso respeitando as pessoas. Sendo humilde. Escutando. Falando a verdade. Tendo integridade e lhes falando a verdade.
Um líder precisa ser como um artesão de madeira. Ele precisa aprender quais ferramentas usar com diferentes tipos de madeira.
Se cometer um erro, assuma. A pior coisa que você pode fazer se cometer um erro é fugir da culpa.
Um livro muito bem montado e com lições importantes de liderança, mas principalmente como lidar com pessoas ao mesmo tempo com situações extremamente estressantes e difíceis. O livro tem o contexto de guerra, que muitos não concordam que foi bem assim que aconteceu, mas do ponto de vista de quem estava lá, é bem interessante ver as decisões tomadas e como elas afetaram a vida que temos hoje. Os capitulos tem uma história um principio e uma aplicação nos negócios, torna a leitura interessante.
Gostei da ideia central e de fazer uma analogia a hierarquia militar ou das táticas de guerra. Elas fazem sentido para o dia a dia sim. Porém, o livro não é denso e com muitas histórias para chegar nos pontos principais.
O livro faz um paralelo da lógica militar com a do trabalho, especificamente o mundo corporativo. Existem relações, mas o livro não é nada vertical, e traz mensagens óbvias, porém que precisam ser ditas. Algo para usar para exemplo em reuniões, ou 1:1.