What do you think?
Rate this book


Era uma vez uma terra em que as pessoas ansiavam por se libertar da miséria do capitalismo. Como poderiam os seus sonhos tornar-se realidade? Este pequeno livro propõe um tipo diferente de comunismo, fiel às suas raízes e livre de autoritarismo. Aliviando muitos que se deixaram entorpecer pela exegese marxista ou pela pomposidade fervorosa da política socialista, apresenta a teoria política nos termos simples de uma história infantil, acompanhada por ilustrações de adoráveis pequenos revolucionários experimentando o seu despertar político.
Tudo se desenrola como uma história com princesas ciumentas, espadas extravagantes, camponeses deslocados, patrões malvados e trabalhadores cansados, ou um tabuleiro Ouija, uma cadeira falante e uma grande panela chamada “o Estado”. Um modo animado de discutir a história económica do feudalismo, as lutas de classes no capitalismo, as diferentes ideias sobre o comunismo e muito mais. A competição entre duas fábricas acaba por levar a uma crise que os trabalhadores tentam resolver de seis formas diferentes (a maioria delas decalcada de modelos históricos de transformação comunista ou socialista). Todas as tentativas falham, uma vez que o comunismo é mais difícil do que poderia parecer. Por fim, as pessoas tomam tudo nas suas próprias mãos e decidem por si próprias como continuar. Final feliz? Só o futuro o dirá. Com um epílogo que aprofunda as questões teóricas por detrás da história, este livro é perfeito para todas as idades e todos quantos desejem um mundo melhor.
110 pages, Paperback
First published January 1, 2004
The capitalist construction of labour is accompanied by the transformation of two separate spheres, production and reproduction, which in turn necessitate two distinct social complexes of knowledge, activity and effect. And with that comes two distinct subjectivities, gendered and dichotomized.
The "eternal present" of capital has ended, for now. Under conditions of crisis, there is no mere defense of the status quo. It is bad enough to prevent the worst and get the bad. The most effective protection against the return of fascism is not to preserve the world it ostensibly fights, but to create a different world. The politics of separation can only be challenged by a politics of solidarity. For the first time in ages, history is open once again - for suggestions.
As you can see, the people don't always agree. You could even say they're all quite different - more different than before. But they can handle that pretty well. It makes them happy that there are so many differences between them. Otherwise it would get boring pretty fast. Finally, the people stop shaking their heads, and instead of saying "no," they start to say - HELLO - !"
For the first time in ages, history is open once again — for suggestions.And this is one that everyone must take.