O Deus cristão não pode ser domesticado Uma tentação constante que cerca a vida cristã é a inversão do a presunção de que Deus precisa abençoar o meu caminho e me seguir em meus planos e sonhos. Essa postura é enganosa e faz parecer que Deus só é fiel quando me abençoa. Mas e se Deus derrubar o meu sorvete, ele deixa de ser fiel? Claro que não. Às vezes, ele só quer chamar a minha atenção para o caminho certo. Eu já testemunhei gente adulta se comportando como criança por não ter a vida que pediu a Deus. Pediu errado! Neste livro, apresento o caminho do discipulado, o caminho para "sonhar" o que Deus já planejou.
me senti ouvindo um btcast de uma pessoa só lendo esse livro, a linguagem informal e única de rodrigo bibo foi mantida intacta. com a proposta de criticar a teologia da prosperidade afetiva (que é um nome bem mais interessante do que teologia coach), bibo mostra que o nosso Deus é soberano e fiel a si mesmo e seus propósitos. nós, de forma graciosa e imerecida, recebemos o privilégio de fazer parte de Sua missão e isso deve ser o suficiente para que coloquemos nossos sonhos aos pés do Senhor e o deixemos destruí-los se for preciso. a missão de Deus é muito maior e mais importante do que qualquer outra coisa que possamos desejar nessa vida. eu espero que esse livro chegue às mãos de pessoas que tem sido escravas de um “evangelho” antropocêntrico e nada bíblico nesse país. esse livro é uma ótima opção pra dar de presente pra aquele amigo ou parente que está se deixando enganar por falsas doutrinas.
Sinceramente, eu não entendo o motivo de esse livro ser recebido como um bom livro. É ruim. Teologia feita de qualquer jeito, sem rigor, apenas para agradar os "ouvidos" de uma massa. Há uma plêiade de outras exposições do Pai Nosso que são muito melhores e mais indicadas. Pensei em fazer uma resenha bem circunstanciada, mas vi que era melhor usar meu tempo com algo melhor.
Um livro muito bom e uma leitura super válida. Baseado na oração do Pai Nosso, podemos ver quantos equívocos foram perpetuados ao longo do tempo sobre a sua interpretação. Leitura simples e como muita referência bibliográfica - o que me agrada muito!
Primeiro de tudo quero deixar claro, apesar de ser óbvio, que essa é a minha opinião sobre o livro. E obviamente, outras pessoas terão opiniões diferentes.
Comecei a ler esse livro sem saber muito bem do que se travava, eu sabia o principal, mas não sabia como seria desenvolvido. E sim, preciso concordar com as várias pessoas que leram o livro e falam que ele possui muitas reflexões interessantes. E ele realmente possui, mas não posso deixar de discordar de muitas afirmações do autor.
Logo no início do livro eu percebi que ele não iria me impactar da mesma forma que fez com outras pessoas. Na minha opinião, o livro é repetitivo em vários momentos, afirmando de formas diferentes a mesma coisa. Além disso, acho que o livro foge muito para alguns extremos. Outra coisa que me incomodou foi que durante o livro o autor fala que algumas pessoas não entendem a bíblia porque só analisam alguns versículos, sendo que ele faz o mesmo em vários momentos.
Eu realmente odeio criticar algum livro, sempre espero gostar de todos os livros que eu leio, mas assim como todos os outros, quando eu termino eu quero deixar minha opinião. Acho que se você tem interesse em ler esse livro, leia. Pode ser que para você ele traga reflexões muito boas, mas não funcionou para mim.
Leitura super fluída e envolvente. Amei cada capítulo, foi muito além do que eu imaginava; é basicamente a apresentação dos pilares da fé, como serviço, discipulado, oração, deixando de lado os interesses egocêntricos e colocando Deus como centro, trazendo o holofote para Ele que é quem realmente importa, já que sua vontade é soberana, boa, perfeita e agradável.
Assim, o autor escreve bem o suficiente pra pregação que ele apresenta não parecer monótona, ou arrastada. O livro também é curto então isso ajuda. Tem seus pontos bons, mas também tem pontos BEM EXTREMOS. Um pouco radical demais pro meu gosto. Muitas vezes parece que o autor fecha os olhos pra outras interpretações e termos que facilitariam o entendimento da palavra que ele traz. Não sei se ele fez isso por ignorância ou teimosia, mas acho preocupante que ele tenha feito isso em boa parte do livro. É uma boa leitura, mas é importante que o leitor mantenha o senso crítico ligado.
Comecei o livro com a certeza de que o terminaria com uma visão ainda mais impossível do discipulado, mas graças a Deus não foi isso o que aconteceu e a realidade é que agora os meus pés estão mais firmados pelo amor de Cristo no caminho para os braços do Pai. Livro necessário e graças a Deus pela vida do Rodrigo Bibo.💖
Contém a visão essencial a quem quer ser discípulo em vez de apenas multidão! Alerta sobre a postura que transforma uma miríade de cristãos em idólatras em vez de adoradores do Deus verdadeiro.
Leitura fácil e fluida, em tom de conversa.
Recomendo!
"Jesus Cristo morreu em meu lugar não para que eu me sinta bem e seja salvo, mas para que eu seja salvo e servo." Pág. 48
Apesar do título um tanto quanto polêmico, Rodrigo Bibo toca em uma das maiores feridas do critianismo evangélico brasileiro. Ele vai de encontro com as diversas "teologias" por aí pregadas que falam de um Deus criado por nós mesmos, à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Ao longo de toda obra, os argumentos e conceitos de teologias como "de coach", "da xuxa" e "good vibes" são desconstruídas, e Bibo vai além, ao expor como, na verdade, essas ideologias são fruto do nosso coração egoísta que se nega a aceitar o Deus bíblico, como ele é. Com linguagem extremamente acessível e objetiva (e até demais kkk), o livro nos mostra como o Deus cristão, de fato, é: soberano. Isso implica que nossa vontade não é realizada a todo momento, mas a de Deus. E nem sempre (maioria das vezes) a vontade dele coincide com a nossa. E aí nós temos um problema. Nesta obra, Bibo se ocupa em desmascarar nosso coração ambicioso e revelar como devemos, enquanto discípulos de Cristo, renunciar nossos desejos para vivermos em submissão aos decretos perfeitos do Senhor, um Deus que destrói sonhos. Obrigado, Taube, por ter me presenteado com o livro. Realmente é um tapa na nossa cara, mas um tapa merecido.
“O evangelho é a boa notícia. É uma boa notícia que cria uma vida de amor mas a vida de amor não é, em si, o evangelho.”
penso agora que não teria melhor livro pra começar as leituras do ano. me tirou do lugar de pensar até mesmo sobre a oração do “faça a tua vontade, Senhor.” mais uma vez constrangida e movida a sair do raso.
em tão poucas páginas, explora a teologia da propôs prosperidade e a nossa falsa devoção em amor e obediência. questiona o amor do “maranata” da nossa geração e põe em jogo uma fidelidade que não depende de sentir o arrepio do sobrenatural.
é biblicamente bem embasado e queria muito que a leticia “do manto” de 20114 tivesse tido a chance de repensar tanto do relacionamento dela com o Senhor. ainda bem que há recomeços na jornada.
pra quem ama o btcast, é uma leitura indispensável! 💗
Lord is not my steward, but my Lord. He isn’t there to solve all my problems and answer all my prayers. Is not He serving me, but me serving Him. All glory to the Lord.
acho que teria conseguido aproveitar um pouco mais o livro se o tivesse lido noutra altura da minha vida, mas um livro muito bom e que sem dúvida marcou!
I gave this book three stars. While I appreciate the author’s intentions and some of the reflections presented, it felt a bit repetitive and the themes didn’t connect as well as I expected Maybe it just didn’t hit me at the right time, I’m currently looking for something with more depth (?) Still, I recognize that it might resonate more deeply with others, especially readers who are navigating disillusionment or reevaluating their expectations of God
“Tudo que eu quiser o cara lá de cima vai me dar.”
Será???
Essa é a premissa básica desse livro. O Deus que destrói sonhos é, na verdade, um Deus que quer moldar o homem cada vez mais para o louvor de Sua glória. E isso nem sempre será por meio de alegrias e bênçãos, mas, muitas vezes, através do vale das provações. Esse livro veio exatamente num momento que eu precisava.
Excelente, um livro muito bom para tirar de nós a ideia que Deus pretende atender todas as orações, desejos e ansiedades. Deus é soberano e nós somos salvos por Graça.
Um livro bastante sóbrio, na minha opinião. Trata de princípios óbvios, mas por vezes esquecidos ou ignorados por muitos de nós. Acredito que posso resumir a mensagem central do livro em: Deus não nos deve nada, e a Sua vontade e propósito são soberanos.
No começo me assustei um pouco com a linguagem e com o ritmo do livro que é rápido demais, mas o tema é excelente. É uma crítica direta (mas muito gentil) a atual teologia da moda de um Deus servil e domesticado que concede desejos (e principalmente sucesso) aos seres humanos. Ele te faz refletir como é bom ser comum, ordinário, e que não precisamos viver em função de encontrar um grande propósito. Além disso, ressalta a importância da soberania de Deus e de reconhecermos que somos servos, não ao contrário.
O livro traz o verdadeiro Evangelho com uma linguagem simples, clara, direta. Muitas verdades confrontantes, afinal é o Evangelho.
“Evangelho não é o ser humano em direção a Deus, com mãos cheias de boas obras para trocar por uma coroa. Evangelho é Deus em direção à criação, com mãos cheias de sangue, trocando a coroa pela cruz!”
Esse pequeno livro traz verdades que vêm sendo ignoradas muitas vezes até mesmo propositalmente, inclusive pelos cristãos. Numa era digital que nos causa uma sensação de estarmos no centro do mundo o autor Rodrigo Bibo nos traz à memória a essência do que é ser cristão. E não... não somos o centro de tudo. Nossas vontades e sonhos não são o que há de mais importante na caminhada cristã, em contrapartida somos chamados à serventia e renúncia. No começo achei o livro meio raso, com conceitos que para mim, que nasci e cresci no evangelho, são velhos conhecidos. Mas ao decorrer da leitura fui chegando à conclusão de que por mais óbvias que fossem aquelas lições ainda assim é importante que sejam reforçadas pois na época em que vivemos facilmente nos perdemos em meio a tanta informação e esquecemos de coisas básicas porém primordiais. A cultura em que vivemos, principalmente a parte da internet e redes sociais, nos leva a ter a falsa sensação de que podemos nos conectar com qualquer parte do planeta com apenas um clique, mas na realidade o que está acontecendo é que estamos nos fechando cada vez mais em nós mesmos, cultivando a adulação do eu, conquistando likes, presos em telas. A nossa vontade, a nossa autoestima, a autoafirmação, nossos sonhos são centro e principal meta de vida e temos ficado mal acostumados a ter validação constante e quase que instantânea. Mas ao voltarmos nossos olhos para fé cristã nos deparamos com um Deus que não se dobra à nossas vontades, que nos diz "negue-se a si mesmo e siga-me", que nos contraria e muitas vezes destrói nossos sonhos para que sua vontade prevaleça. E é aí que muitos são confrontados, alguns até fazem birra. Mas o livro mostra que, apesar de contrariar nossas expectativas, seguir a Cristo é um caminho de muita renúncia mas também de muito contentamento. Claramente essa leitura é bastante nichada, reservando-se ao público cristão. O que não significa que o livro não possa ser lido por ateus ou pessoas de outras religiões, mas ele traz princípios para a vida daqueles que passaram por uma conversão e decidiram de fato trilhar a jornada do evangelho, seguir os passos de Jesus. Dito isso, é um livro bem fácil de ler, com uma linguagem muitíssimo acessível e atual, é bem pequeno (em dimensões e número de páginas), daqueles que você lê de uma vez só numa tarde de sábado. Achei ele perfeito para quem ainda não tem um hábito de leitura bem estabelecido e também para aqueles novos convertidos que talvez tenham sido atraídos por uma roupagem totalmente equivocada de um Deus "gênio da lâmpada" que só serve para conceder desejos. Ou pra dar aquela situada, realinhar a rota daqueles cristãos de longa data que possam ter se perdido em doutrinas vãs. É o tipo de leitura que com certeza em algum momento, ou em vários, você pode parar e pensar "mas eu já sei disso". Mas saber e praticar são coisas beeeem diferentes. Um atrativo é que o autor do livro também tem um podcast onde ele se aprofunda mais em conceitos e discussões que são rapidamente pincelados no livro. Então um serve como complemento para outro. Amei a experiência. Acho bastante válida a leitura. :)