Luciene Nascimento é poeta e escritora, e seus vídeos de pedagopoesia somam mais de 3 milhões de visualizações na internet. Foi citada pela imprensa como inspiração para novas gerações na literatura.
“Luciene Nascimento é uma explosão em forma de poesia. Foi o que percebi quando tive contato com o seu jeito de compreender a identidade. Ali estavam as questões relacionadas à autoestima, à necessidade de se posicionar ou não, à saúde mental...
No entanto, tudo isso vinha impregnado de algo inédito, absolutamente a voz dela. Que bom que vocês terão contato com as palavras de Luciene. Ela ajuda a criar caminhos.” – Lázaro Ramos
Nunca mais me esquecerei do dia em que ouvi da boca e da alma de Luciene Nascimento o poema “Tudo nela é de se amar”, que dá título a este livro de estreia. Dita em voz límpida e serena, a poesia produziu em mim a sensação de estar em contato não apenas com a voz dessa moça, mas com as vozes de muitas outras mulheres ancestrais.
Era como se Luciene pudesse amalgamar tantas outras vozes silenciadas pela história e fizesse de sua poesia uma porta para um mundo historicamente desprezado, violentado.
A voz de Luciene não pede revanche, mas atenção. A voz de Luciene não quer intimidar, mas se impõe pela inteligência, maturidade e potência com que traduz, a partir da sua, a jornada das mulheres negras do Brasil.
Luciene Nascimento é nome a ser guardado em lugar especial.
Nasce uma voz brilhante na poesia brasileira. — Pascoal Soto
Luciene Nascimento é poeta e escritora, e seus vídeos de pedagopoesia somam mais de 3 milhões de visualizações na internet. Foi citada pela imprensa como inspiração para novas gerações na literatura.
O livro em si é muito bonito e necessário. As aquarelas que ilustram alguns escritos ao longo da obra são de uma delicadeza. Alem disso, os poemas são lindos e tocantes, principalmente os últimos. Os textos que sucedem os poemas são pertinentes, outros, cansativos.
Ainda assim a obra é um choque de realidade sobre como o racismo está presente nas entrelinhas.
"Aprendi recentemente que vivo no caos, que é preciso estar lúcida do caos vivido"