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The Boys volume 6: A sociedade da autopreservação

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A turma barra-pesada da CIA vai ter que encarar a Liga da Revanche uma superequipe superada apenas pelos poderosos Sete. Como os nossos heróis vão se virar contra o Jovem Soldado, Mentaldroide, Insetus, Condessa Escarlatee a potência nazista conhecida como Trovoada? O sangue jorra e ossos são esmigalhados a rodo. E as origens secretas do Leite Materno, do Francês e da Fêmea. Este sexto volume traz, além da dupla premiada Garth Ennis e Darick Robertson, a participação especial do cocriador do Juiz Dredd, Carlos Ezquerra (1947-2018).Reúne The Boys # 31-38.

Paperback

Published January 1, 2020

About the author

Garth Ennis

2,627 books3,178 followers
Ennis began his comic-writing career in 1989 with the series Troubled Souls. Appearing in the short-lived but critically-acclaimed British anthology Crisis and illustrated by McCrea, it told the story of a young, apolitical Protestant man caught up by fate in the violence of the Irish 'Troubles'. It spawned a sequel, For a Few Troubles More, a broad Belfast-based comedy featuring two supporting characters from Troubled Souls, Dougie and Ivor, who would later get their own American comics series, Dicks, from Caliber in 1997, and several follow-ups from Avatar.

Another series for Crisis was True Faith, a religious satire inspired by his schooldays, this time drawn by Warren Pleece. Ennis shortly after began to write for Crisis' parent publication, 2000 AD. He quickly graduated on to the title's flagship character, Judge Dredd, taking over from original creator John Wagner for a period of several years.

Ennis' first work on an American comic came in 1991 when he took over DC Comics's horror title Hellblazer, which he wrote until 1994, and for which he currently holds the title for most issues written. Steve Dillon became the regular artist during the second half of Ennis's run.

Ennis' landmark work to date is the 66-issue epic Preacher, which he co-created with artist Steve Dillon. Running from 1995 to 2000, it was a tale of a preacher with supernatural powers, searching (literally) for God who has abandoned his creation.

While Preacher was running, Ennis began a series set in the DC universe called Hitman. Despite being lower profile than Preacher, Hitman ran for 60 issues (plus specials) from 1996 to 2001, veering wildly from violent action to humour to an examination of male friendship under fire.

Other comic projects Ennis wrote during this time period include Goddess, Bloody Mary, Unknown Soldier, and Pride & Joy, all for DC/Vertigo, as well as origin stories for The Darkness for Image Comics and Shadowman for Valiant Comics.

After the end of Hitman, Ennis was lured to Marvel Comics with the promise from Editor-in-Chief Joe Quesada that he could write The Punisher as long as he cared to. Instead of largely comical tone of these issues, he decided to make a much more serious series, re-launched under Marvel's MAX imprint.

In 2001 he briefly returned to UK comics to write the epic Helter Skelter for Judge Dredd.

Other comics Ennis has written include War Story (with various artists) for DC; The Pro for Image Comics; The Authority for Wildstorm; Just a Pilgrim for Black Bull Press, and 303, Chronicles of Wormwood (a six issue mini-series about the Antichrist), and a western comic book, Streets of Glory for Avatar Press.

In 2008 Ennis ended his five-year run on Punisher MAX to debut a new Marvel title, War Is Hell: The First Flight of the Phantom Eagle.

In June 2008, at Wizard World, Philadelphia, Ennis announced several new projects, including a metaseries of war comics called Battlefields from Dynamite made up of mini-series including Night Witches, Dear Billy and Tankies, another Chronicles of Wormwood mini-series and Crossed both at Avatar, a six-issue miniseries about Butcher (from The Boys) and a Punisher project reuniting him with artist Steve Dillon (subsequently specified to be a weekly mini-series entitled Punisher: War Zone, to be released concurrently with the film of the same name).

Taken from: http://en.wikipedia.org/wiki/Garth_Ennis

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Profile Image for Vinicius.
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March 19, 2024
Nesse sexto encadernado de The Boys, temos 2 arcos de histórias, sendo o primeiro A Sociedade da Autopreservação, e um segundo nomeado de Não Há Nada de Igual no Mundo.

No primeiro arco, o foco está na ação e em mostrar como o Carniceiro é cruel e aterrorizante. Os The Boys, após acabarem com uma equipe coadjuvante de supers, são atacados pela Liga Revanche, que possui um Super que é quase tão forte quanto o Patriota, o Trovoada.

Dessa forma, o grande antagonista desse arco é o Trovoada, que para ser derrotado, há uma grande sacada do roteiro em pegar elementos históricos relacionados a segunda guerra mundial, tendo em vista que o vilão é nazist4.

Em relação ao conteúdo desse primeiro arco, ele é bem focado em ação, com violência bem explícita durante as lutas, como é de praxe em The Boys. Dessa maneira, não há muito desenvolvimento de personagens.

Em contrapartida a isso, a segunda parte do encadernado, é totalmente focada em dar desenvolvimento aos membros de The Boys, em que finalmente é apresentado ao leitor o passado do Leite Materno, Francês e Fêmea.

A maneira que o roteiro aborda o assunto, é bem interessante e semelhante ao encadernado 3 ou 2 (esqueci agora 😅) onde o Lenda conta histórias para Hughie. Aqui, com os acontecimentos do volume anterior e mais a batalhe do primeiro arco desse encadernado, Hughie está confuso quanto a suas escolhas na vida, se combater supers é realmente o que ele quer, o rapaz perdeu a confiança e os motivos pelo o que ele está lutando.

Com isso, Leite Materno é o primeiro a conversar com Hughie e contar seu passado, em que descobrimos como ele adquiriu seus poderes e o que aconteceu durante sua infância até adentrar aos The Boys. Em sequência, o Francês aborda Hughie e conta sua história, de como saiu do status de um homem pacifista após ver os terrores da guerra, até se tornar o maluco membro de The Boys. Por fim, Francês conta a Hughie o trágico passado de Fêmea, falando sobre como durante a infância ela foi usada como experimento de laboratório e como os rapazes à trouxeram para a equipe.
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