Eu já me machuquei muito pelos outros. mas a única certeza que eu tenho, no fim de tudo, é de que o tamanho dos destroços é igual ao tamanho do amor que precisaremos pra se reconstruir. essa é a parte forte de tudo isso. isso é o que importa. a resiliência.eu amo a minha capacidade de ser resiliente, de resistir a tantas relações que me magoaram, de ressurgir ainda mais forte, de emergir ainda mais intenso, de entrar dentro de mim pra trocar de casca e me vestir de amor‑próprio pra continuar em frente.eu quero dizer pra você que se maltrata, se culpa, duvida da sua capacidade de ser resiliente, de sobreviver às quedas e voltar melhor que antes. você que acolhe os outros, mas esquece a si mesmo e depois se questiona por que a vida tem sido tão dura com você: comece sendo menos duro consigo mesmo.Saiba respeitar o seu tempo. pode ser que amanhã as coisas não fiquem cem por cento melhores, mas amanhã ficará melhor que hoje, e o agora talvez já seja melhor do que o ontem.Se curar é um processo. resiliência é um processo. resistência é um processo. e você vai aprender a se refazer. eu só te peço pra tomar cuidado e continuar sendo resiliente, porque a vida costuma machucar a gente, e quando não é a vida, é alguém que machuca.
Iandê Albuquerque tem 29 anos e é de Recife - Pernambuco. Estudou Artes Visuais no IFPE. E em 2014 começou a compartilhar os seus textos sobre amor próprio nas redes sociais. O sucesso foi tanto, que hoje é autor bestseller de dois livros, e tem suas frases e textos seguidos por mais de um milhão de pessoas na internet.
Tirando fora minhas altas expectativas com o livro que o fez me decepcionar muito, ele é extremamente repetitivo, a mensagem poderia ser dada com 5 páginas. O autor tinha uma ótima oportunidade de falar mais a fundo do tema, mas desperdiçou a oportunidade.
O livro é muito bom e interessante. Eu recomendaria a quase todas as mulheres, porque somos ensinadas a não nos amar. Daria 5 estrelas se não fosse pelo vocabulário. Quero ler as outras obras do autor.
Livro extremamente repetitivo, fiquei decepcionado pois daria para o autor explorar mais a fundo os tópicos, ao invés de ficar se repetindo, tive que ser resiliente para finalizar essa leitura
Esse é o livro de Iandê que menos gosto, mas não significa que seja ruim. Acho levemente repetitivo e, particularmente, acho que ser resiliente se tornou algo muito romantizado.
Fiquei tanto tempo sem ler poesia, e esse livro me lembrou o porquê. Odeio fazer comparações, mas nenhum dos textos aqui chega a ser realmente memorável como os do Igor Pires, mas enfim