Essa é uma história épica sobre coragem, amor e mistério. Ben, é um jovem apelidado de “guardião de livros”. Ele trabalha numa espécie de biblioteca secreta em Havilá, uma pequena cidade de Olam. Foi criado por um homem misterioso chamado Enosh, um latash, um lapidador que utiliza técnicas proibidas nas pedras shoham.
O grande anseio de Ben sempre foi partir da pequena Havilá para conhecer Olam e os reinos vizinhos. Aos dezoito anos essa oportunidade surgiu, porém, do modo que ele jamais desejou. Um incêndio na biblioteca e o desparecimento de seu mestre o obrigam a partir numa jornada através da terra de Olam. Acompanhado de seus dois melhores amigos, Adin e Leannah, ele parte de Havilá antes que todos descubram o trabalho de seu mestre.
Ao começar a descer as corredeiras do Yarden, um mundo novo se abre para eles. Atraídos pelo destino, acabam no centro dos grandes acontecimentos que determinarão a continuidade ou o fim de Olam. Entre reis e mestres-lapidadores, tiranos e sacerdotes, princesas e guerreiros, descobrem o que há de melhor e pior nos seres humanos, e em si mesmos.
Criaturas do mundo antigo, terríveis demônios, cidades impressionantes e batalhas inesquecíveis estão na rota do guardião de livros. Mas ele terá que enfrentar outras batalhas. Dividido entre a amizade e o amor, entre a lealdade e a paixão, percebe que seus maiores temores são testes pequenos diante do que terá que enfrentar quando começar a descobrir as misteriosas razões que o colocaram no centro de todos esses acontecimentos.
Com rara habilidade de unir suspense, mistério, aventura e romance, L. L. Wurlitzer conduz-nos a um mundo criado com detalhes impressionantes sobre uma sólida estrutura literária e mitológica. Uma história de grande amplitude, mas ao mesmo tempo estreitamente interligada, com uma trama eletrizante que leva o leitor a desfechos imprevisíveis. Sem dúvida, uma das mais criativas e originais ficções fantásticas dos últimos tempos."
Fã de fantasia viciado que sou, sempre procuro séries novas, e já há algum tempo estava interessado em iniciar As Crônicas de Olam, obra nacional escrita pelo autor L. L Wurlitzer. E eis que surge uma promoção na Amazon em que pude adquirir a trilogia de uma só vez. Não me arrependi!
Em busca de vingança, o líder da mais poderosas classes de guerreiros de Olam invade uma cidade proibida, atrás de uma cortina de trevas, e enfrenta uma terrível criatura. Sua atitude quebra um antigo tratado de paz e dá início a uma contagem regressiva para a guerra entre o império dos shedins (criaturas das trevas) e o reino dos homens de Olam. Após dois mil anos de relativa paz e segurança, uma guerra de proporções e consequências imprevisíveis estava para estourar. O futuro do reino pode estar na distante e atrasada cidade de Havilá, onde Enosh, um misterioso lapidador de pedras shoham, vive com o seu aprendiz, o jovem Ben, apelidado de “o guardião de livros”.
A cidade de Olamir, a mais poderosa do Reino de Olam, detém O Olho de Olam, um artefato mistico que possui uma força extraordinária e que pode deter e destruir as forças das Sombras. Além disso, a capital é praticamente quem dita as regras no reino: guarda todo conhecimento dos dias passados e controla todo o comércio entre as outras cidades. Sua principal fonte de força e tecnologia são as lapidações de pedras shoham:
Com a técnica de lapidação aplicada pelos mestres-lapidadores autorizados, as pedras shoham podem armazenar informações, como livros. Essas pedras também podem armazenar luz, calor, cura, servir de arma caso sejam necessárias, além de servir como comunicação à distância e diversas outras funções que trazem conforto para as pessoas.
Na pequena cidade de Havilá, no oeste do reino, vive o guardião de livros chamado Ben e seu mestre Enosh. Após a biblioteca ser atacada e incendiada, Enosh desaparece, sequestrado por uma criatura sombria. Mas, Ben encontra uma pedra sentinela, em que estavam gravadas as últimas imagens antes do ataque e seu mestre deixando a seguinte mensagem:
‘’- O Caminho da Iluminação! Olamir! Encotre Thamam!’’
E é então que três personagens partem de Havilá em direção a cidade de Olamir; Ben, o guardião de livros e aprendiz de Enosh, Leannah, uma jovem cantora de Havilá secretamente apaixonada por Ben e seu irmão, Adin (que é um personagem quase inútil durante todo o livro).
‘’Porém, não é fácil tentar controlar o destino; quando menos se percebe, ele assume as rédeas outra vez.’’
As Crônicas de Olam é uma jornada do herói na qual os personagens desconhecem os perigos do mundo e só sabem das grandes cidades pelas histórias que o povo conta. Juntos, os três partem numa grande aventura, testando seus limites no desconhecido mundo a fora.
‘’Quero adverti-los de que, ao se tornarem peregrinos do caminho da iluminação, enfrentarão os maiores perigos do mundo. Passarão pelas mais difíceis provas de uma existência… Serão só vocês…’’
O universo criado pelo autor é muito bem construído e sólido, possuindo suas histórias, geografia e mitologia. Olam é uma cidade fantástica e linda! Me lembrou um pouco Valinor, na época dos anos das Árvores de Yavanna, do universo de J. R. R. Tolkien. Este universo também possui várias raças (como a maioria dos livros de fantasia), e temos como principal elemento, a luta do bem contra o mal, luz contra sombra.
Outra coisa que curti bastante foi a inspiração na mitologia hebraica, tendo El como criador; Abadom, o abismo, ou o inferno propriamente dito; Derek-Or, o Caminho da Luz; Leviathan, o invencível Dragão, entre outros elementos. O glossário do livro é bem completo e explicativo.
Um detalhe que sempre me deixa feliz em livros de fantasia são os poemas criados pelos autores. Este livros possui vários.
‘’Quatro etapas a seguir é o caminho da iluminação.
Para o poder redescobrir, é preciso guardar o coração.
Uma só verdade a luzir, por um caminho sublime.
A tarefa não irá se cumprir, até que a alma e ilumine.’’
Luz e Sombras, o primeiro volume desta trilogia, é muito bem escrito, e é um dos melhores livros de fantasia nacional que já li. Pelo que sei, é o livro inicial do autor, sendo assim, possui alguns erros de narrativa e os personagens, ao menos neste livro, não possuem um bom desenvolvimento. Mas ainda assim, vale muito a pena a leitura. Estou ansioso para começar o segundo livro e seguir o Caminho da Iluminação.
Li 46% da obra. Não estava ruim, mas ainda faltava algo para ficar bom e me manter interessado na história. A trama demora para se desenrolar e, de vez em quando, o autor se perde nos detalhes em momentos inapropriados, ao meu ver. Enfim, abandonei a leitura e parti para outra.
Cara, o livro é muito top. Valeu muito a pena a compra. A história é realmente incrível e não me arrependi nenhum pouco de tê-lo comprado. Os personagens são muito bem descritos e a história muito envolvente. Vou listar aqui os pontos positivos e os negativos que foram avaliados segundo a minha opinião, acredito que outras pessoas possam ter opiniões diversas da minha:
Positivos:
1) História eletrizante e envolvente. Você fica o tempo todo querendo saber o final; 2) Personagens muito bem descritos. Nos envolvemos emocionalmente com eles; 3) Cenas de guerra de tirar o fôlego mesmo! Não conseguia parar de ler quando começam as batalhas e as lutas. Foi tudo magnificamente descrito. Parecia um filme rodando na minha cabeça. Às vezes eu tinha a impressão de estar dentro do campo de batalha com Kenan e Herevel....No primeiro capítulo do livro...cara...quando Kenan enviou a CRIATURA para o Abadom....meu Deus! Eu sentia estar dentro do buraco ao lado de Kenan! Cena de Filme! 4) Livro criativo e muito bem feito. Páginas amarelas que combinaram muito com a literatura; 5) Quase perfeito :D
Negativos: 1) Havia descrições demais em alguns momentos da história. Eram tão chatas as descrições que eu cheguei a pular alguns parágrafos de tão entediado que eu estava. Isso me irritou muito. Queria ver a história se desenvolver, mas tinha que ler as descrições exageradas do cenário, das pedras, da fisionomia das pessoas etc.
Foi só isso de negativo mesmo. O livro tem 541 páginas. Acredito que o livro seria perfeito se ele tivesse umas 441 páginas. Pode contar aí que 100 páginas foram completamente desnecessárias ao entendimento da história. Isso é a minha opinião. Há pessoas que adoram livros descritivos demais. Eu gosto muito de descrição, pois elas me ajudam a fantasiar melhor a situação, mas nesse livro eu odiei as descrições exageradas, não porque elas eram chatas, mas sim porque elas travavam a história na melhor parte. Eu queria avançar com a leitura e a história parada nas descrições. Isso foi ruim e por isso não dei 5 estrelas para ele. Ficou com 4....Fico até com pena de dar 4 estrelas nele, pois foi uma leitura de altíssimo nível mesmo...vai ser meu livrinho xodó....mas que pena que o autor deu uma exagerada nas descrições....Espero que o livro 2 seja mais objetivo. Ah, nem pensem que esse ponto negativo me deixou sem motivação para continuar com a saga. Eu quero mais é comprar o 2 e o 3! A história é muito TOP e vale muito a compra :D
Um dos melhores livros que já li de literatura fantástica. o autor é bastante detalhista em sua forma escrever cada cena da Crônica. Digo que vale a pena ler este calhamaço pelo simples fato do L.L. Wurlitzer conseguir anexar a cultura hebraica da Bíblia a uma ficção fantástica. Com toda certeza, merece as cinco estrelas que dei.
quando eu falo que cristãos precisam produzir boa literatura, é disso que eu to falando! bons foram os tempos onde cristãos produziam obras para o mundo e não para um gueto cultural e eu vejo lampejos de esperança nesse livro do rev. leandro lima. esse livro superou muito as minhas expectativas, esperava ser bom, mas não esperava que fosse TÃO bom. o autor conseguiu desenvolver personagens complexos, um enredo com ação, aventura, mistério, magia e romance. ele pegou termos hebraicos e trouxe destaque a essa cultura tão rica e inexplorada no mundo literário! a evolução dos personagens durante a jornada foi extremamente bem construída, as falhas, os erros, as lutas e as vitórias internas foram, creio eu, maiores do que a luta externa. ainda tiveram os conceitos teológicos sobre criação/queda/redenção, soberania divina x responsabilidade humana e a cobiça presente no coração humano(!!!).vou contar aqui que no começo eu achava o ben apenas mais um personagem adolescente bobinho, mas ao longo de toda jornada ele foi evoluindo e sendo transformado. e sobre a leannah, pra mim uma das melhores personagens da história, eu espero ler mais sobre a história e as lutas dela no próximo livro. acredito que, de todos os personagens, ela foi a que mais evoluiu: de uma adolescencia indefesa para uma grande portadora de sabedoria antiga. enfim, eu mal posso esperar para ler o próximo livro (eu que lute pra comprar rs). ps.: O QUE FOI ESSE FINAL(?!!!) ps2.: será que essa jura de abrir mão do casamento do ben vai durar?
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i hope they fixed some of the redundancies and grammatical errors in the new edition... and i really hope they got rid of the spoilers. really! who inserts spoilers into his own narrative?! the premise is interesting, the characters are intriguing, but it was a rather slow and difficult read. maybe it's just me.
3,5: Se a primeira parte desse livro não existisse, seria um livro de 5 estrelas.
Há muitos motivos para gostar de Olam: é fantasia, o autor é brasileiro, é profundo e uma boa história em geral. Meu maior problema com o livro foi a primeira metade. Achei lenta e sem graça, quase desisti do livro. Na segunda metade, tudo muda e o livro fica muito bom. Tão bom que recomendo muito a leitura, e já estou ansiosa para ler o resto da trilogia.
Algo que não gostei foi que o autor contou muito e mostrou pouco. Diversas passagens do livro eram marcadas por frases explicativas que não acrescentaram muito. Exemplos: "Foi nesse momento que Ben entendeu que...", "O que Leannah não esperava era ...", "Mal eles sabiam que...". Super irritante.
No fim das contas, ainda há mais coisas boas do que ruins no livro.
Gostei da história, é cativante! Me lembra muito de Senhor do Anéis, em termos de confecção de universo, e de ser uma grande história para salvar o mundo com muitas histórias paralelas e desenvolvimento de personagens. O autor cultiva muitos mistérios que te deixam advinhando qual será o desfecho de cada personagem. Às vezes a história fica um pouco mais devagar, e o fato de só ter desfecho no final do terceiro livro, cada livro de 500 páginas, acaba extendendo muito e deixando cansativa a história. Seria interessante terem pequenos desfechos ao longo da história, porque desse jeito acaba sendo uma longa história sofrida (muito semelhante à história do Frodo, e do Senhor dos Anéis como um todo). Ainda assim, me cativou e vou até o fim!
O livro surpreende por ser uma fantasia de mão-cheia, é inevitável não ver grandes comparações com O Senhor dos Anéis, o que em alguns momentos fica chato, mas o livro é muito bom. Outro ponto que fica como dica é o tamanho dos capítulos, são enormes! O que às vezes dificulta concluir o mesmo de uma vez, até porque a semelhança com o Senhor dos Anéis também é sentida no ritmo um pouco arrastado algumas vezes. Faço essas críticas com o objetivo de ser construtivas, adorei a história e já vou engatar o volume dois.
Que maravilha! Está nos meus favoritos! Leandro Lima me impactou como uma flecha ao ler e conhecer pela primeira vez As crônicas de Olam! Um mundo baseado na mitologia hebraica que encontra um paralelismo/analogia semelhante a Nárnia e o universo de Senhor dos Áneis, talvez ainda mais claro, sobre Aquele que é a Luz verdadeira!
Leitura simplesmente fantástica, uma literatura de fantasia muito bem escrita, me fez lembrar das Crônicas de Nárnia. Muito bem amarrada e bem construído o universo, sem muita enrolação, bem direto ao ponto. Recomendo a todos 😀😀😀
Eu amo livros de fantasia... A guerra entre impérios, traição, ambição, coragem, honra, formação de caráter... O autor me surpreendeu e a verdade é que eu não quero que essa leitura termine e já estou ansiosa pelo segundo livro.
Um universo realmente interessante.. Esse livro é complicado. Ele possui um começo bem interessante, um desenvolvimento sem graça e maçante em várias partes mas um final incrível. Acreito que o mais problema desse primeiro livro seja os personagens que carecem de desenvolvimento e muitas vezes são simplesmente chatos ( Adin um dos personagens mais inúteis que já vi). O maior acerto é sem dúvidas a mitologia que difere das mais comuns e se inspira em culturas que não são trabalhadas em outras obras de fantasia. Vou continuar essa trilogia logo em seguida pois esse final realmente me forçou a isso, só espero que depois desse primeiro livro de introdução ele explore o potencial que ele tem e que tenha mais das ótimas partes do primeiro livro.