Pedro Garcia Rosado, com um turnpage arrasta o leitor para o interior do submundo da máfia, da violência e do crime. De Nova Iorque a Lisboa, o autor transporta nos através de uma espiral de reviravoltas até ao surpreendente final.
Tudo começa quando o detetive Castello conhece Maria DeMeira advogada luso americana, cuja família tem uma relação privilegiada com a máfia nova iorquina, e se apaixona por ela. Quem é, afinal, esta mulher fascinante e misteriosa, que deixa atrás de si um rasto de cadáveres? Será que precisa realmente de ajuda ou Castello não passa de um peão nas suas mãos?
Sem dar conta, Castello vê se enredeado numa complexa teia e tem de matar para não morrer. O plano de vingança é posto em cena em Lisboa, numa cidade fechada pela declaração do estado de emergência. O último refúgio é uma casa isolada na praia das Bruxas, no litoral atlântico, onde Castello terá de enfrentar uma morte (quase) certa...
Acreditei na lei e na ordem. Acredito agora no amor e numa ordem completamente diferente.
O Último Refúgio traz-nos uma história inesperada! A trama decorre entre o passado e o presente, na qual decorrem jogos de interesses, violência e criminalidade. As constantes mudanças temporais em nada dificultam a leitura, pois a estrutura e a forma como os acontecimentos são apresentados facilitam a integração de toda a informação, tornando a história muito clara.
Acompanhamos Jim, detetive, na sua luta contra a criminalidade e a favor do amor. A forma como Jim passa a ver o mundo ao seu redor é deveras interessante, ainda que questionável. Por outro lado, surge uma mulher enigmática e misteriosa com ideais e objetivos, no mínimo, peculiares. Falo de Maria, uma autêntica caixinha de surpresas. A ligação que estas duas personagens vão criando é imprevisível e surpreendente até ao último momento.
Passando por vários pontos do mundo, o foco acaba por se centrar na praia das Bruxas, em Portugal. Que segredos estarão aí escondidos?
Este livro permite-nos olhar para outro lado do amor, em especial para aquilo que as pessoas estão dispostas a fazer em nome dele. Por outro lado, é assustador termos consciência de que existem situações em que só importa um fim independentemente dos meios necessários para o alcançar. Uma realidade aterradora.
Agradeço imenso à Editora Clube do Autor a cedência do exemplar.
Quem me conhece destas lides sabe o quanto gosto do Pedro Garcia Rosado, li todos os seus livros e alguns em versão "uns atrás dos outros" e outros inclusive, já os reli. Quando me dei conta que ia ser editado um novo livro fiquei 🤩🤩🤩... "Finalmente" foi o meu primeiro pensamento. Em relação ao Último Refúgio achei-o diferente dos anteriores, mais denso, mais envolvente no sentido de me sentir completamente presa à trama, solidária com James Castello mas também cheia de vontade de lhe dizer: "homem de Deus como puseste ser tão crédulo?!?!" A leitura transportou-me de tal forma para a Praia das Bruxas que quase ouvia o som do mar e do vento, mas... mas o que gostei mesmo muito foi a descrição de Lisboa aquando a declaração de estado de emergência. Este é o primeiro livro que leio, que se desenrola perante a perspectiva mundial única da Pandemia que enfrentamos, e que provavelmente daqui a uns anos causará alguma comichão a quem o leia pela primeira vez ou numa segunda leitura. Para o Pedro quero sublinhar que foi um excelente upgrade e por favor, continua a escrever, por aqui vou adorar ler as tuas tramas que decorrerem aqui tão perto de mim.
A minha estreia com Pedro Garcia Rosado neste "O Último refúgio" foi uma leitura rápida e agradável. Trata-se de um thriller onde conhecemos Joe Castello, um detective da polícia de Baltimore, e Maria DeMeira, uma advogada de intensos olhos azuis com uma vida misteriosa! Joe apaixona-se por Maria e deixa-se manipular por esta de tal forma que se torna num assassino! No entanto Maria terá a vingança que merece! Um thriller sangrento e de leitura compulsiva!
Há alguns anos que ouço falar muito bem dos livros de Pedro Garcia Rosado mas só agora é que finalmente decidi arriscar. A narrativa vai alternando entre passado e presente e isso é sempre algo que eu gosto muito nos livros. Vamos acompanhando James Castello, um detective americano e cuja vida se vai alterar após conhecer a advogada Maria DeMeira. Uma história muito ligada à máfia e cheia de vingança que me deixou muito agarrada às páginas. Um aspaecto que achei muito interessante foi como o autor nos mostrou a personagem de Castello, e a sua evolução. Mas também o seu lado mais dúbio e, diria até, a sua necessidade de ser amado, devido aos seus actos em nome de um amor. No entanto, talvez por serem personagens muito "cinzentas", e cheias de vingança, não me consegui interligar com elas e senti-me sempre uma espectadora e não dentro da história.
Um policial verdadeiramente extraordinário. O autor Pedro Garcia ganhou sem dúvida mais uma leitora. Um livro repleto de reviravoltas, que é passado entre Portugal e Nova Iorque com um enredo impressionante que nos faz querer devorar o livro.
Foi com grande expetativa que peguei no novo livro de Pedro Garcia Rosado. O autor já há alguns anos que não publicava, mas os seus livros tornaram-se nos meus favoritos, dentro do género policial/thriller. Se nos anteriores livros Pedro Garcia Rosado se centrou nos policiais, com mortes por investigar, em O Último Refúgio vamos mergulhar nos meandros da Máfia que nos transportam entre Nova Iorque e Lisboa, onde o amor pode esconder muita coisa perigosa.
Castello, detective em Nova Iorque, encontra-se a braços com um grave problema. O seu enteado está acusado de um crime e a sua companheira tenta de tudo para o ilibar, o que acaba por esfriar a relação de ambos.
Até que Castello conhece a advogada Maria DeMeira, uma luso-descendente que muda completamente a sua vida. Por amor Castello é capaz de tudo, até de se tornar um polícia corrupto, acabando enredado numa espiral descendente que o leva ao mundo do crime.
Gosto imenso da escrita de Pedro Garcia Rosado e dos seus enredos, embora a temática da Máfia não seja a parte do thriller que mais goste.
Contudo, só posso ficar feliz pelo seu regresso. Venham mais livros!
Gosto imenso das duas trilogias deste autor, "Não Matarás" e "As investigações de Gabriel Ponte". Literalmente devorei os 6 livros, o ambiente luso deu lhe uma familiaridade que me conquistou. Criou personagens sólidos, com falhas humanas com que era fácil o leitor se identificar. Com muita espectativa peguei nesta obra e li-a em 2 dias. O desvio para os EUA e o mundo do crime da máfia pessoalmente não me agradou. O enredo em si nunca me cativou verdadeiramente. Não sentia especial simpatia pelo protagonista, nem pelo seu caracter de cachorrinho apaixonando que tudo faz pela sua "femme fatal". A história não tem grandes surpresas e tem pouca substância. Leu-se bem, mas preferi claramente o ambiente dos livros anteriores. Não deixo de reconhecer o talento e admiração por este autor e aguardo com expectativa futuras obras. Esta obra em particular não me satisfez as expectativas.
No clube de leitura já ouvira falar dos brutais thrillers de Pedro Garcia Rosado. E estava intrigada e curiosa. Mais um bom autor português que devia conhecer. O último refúgio era um bom livro para começar e rapidamente me vi envolvida numa intriga de leitura compulsiva em que os protagonistas têm carisma e fortes diálogos e se encontram ligados por crimes e paixão. Oscilando entre Portugal e os EUA, presente e passado recente (quatro anos) vamos desvendando os verdadeiros contornos da tragédia pessoal de Jim Castello e a manipulação de uma mulher inteligente e de uma beleza fatal. Bem conduzida a narrativa deixa o leitor em suspense e a congeminar possibilidades, sem vislumbrar o desfecho pretendido e ansioso por saber mais. Exatamente o que se espera de um bom thriller e ao nível dos melhores que li.
Tinha grandes expectativas e saudades do ritmo alucinante dos livros do PGR. Gostei deste, mas não o achei formidável como outros. A personagem principal é um homem bastante desinteressante e ingénuo, apesar de ter sido polícia. A narrativa passa por várias cidades e momentos. Gostei especialmente das partes em Portugal, em contexto de pandemia.
Gostei do fim, foi inesperado. Por isso dou 3*. A estória tem ritmo, mas o personagem principal é demasiado crédulo, ingénuo e a “má da fita” é muito previsível…. A descrição da casa da praia é muito parecida com a casa noutra série do PRG.
Este é um ótimo thriller, é o primeiro livro que li deste autor e fiquei com muita vontade de ler mais.
A história prendeu-me desde o início, o prólogo desperta muita curiosidade e dá vontade de continuar a virar as páginas para saber o que vai acontecer a seguir. O facto do livro ser contado entre o passado e o presente faz com que a curiosidade se mantenha. No meio o livro fica um bocado lento, não há tanta coisa a acontecer mas as pequenas pistas que se vão descobrindo fazem com que o final seja incrível, com algumas reviravoltas que surpreendem.
Gostei muito da personagem principal, James Castello, apesar de em alguns momentos ficar um pouco irritada com algumas das suas decisões, acabei por me conectar com toda a história dele e compreender as suas motivações. Odiei a Maria, logo desde o início e ao longo do livro fui gostando cada vez menos, especialmente no final.
Eu amei o final, é incrível a forma como tudo se vai encaixando e o desfecho final. Fiquei muito feliz pelo personagem principal e adorava ter mais livros para podermos acompanhar a vida dele depois de tudo que aconteceu.
thriller com foco principal no lado mais negro do amor. ritmo alucinante e envolvente, no qual se mergulha numa onda de vingança. o final é inesperado. Violência, morte, crime, vingança.