Giornalista, saggista e profonda conoscitrice e studiosa della Cina, Renata Pisu parla di questo paese - oggi più che mai guardato con attenzione, se non temuto, dall'Occidente - con la consapevolezza che non si sa mai abbastanza di una realtà tanto vasta, complessa e composita, difficile da afferrare e comprendere nel suo insieme. Per questo, nel libro presenta i mille volti della Cina in un affresco che collega passato e presente in un discorso unitario. Le megalopoli in pieno sviluppo come Shanghai e le immense aree rurali, tuttora arretrate e oppresse dall'indigenza; il forte potere del Partito, che ancora si definisce comunista, e l'affermarsi di un capitalismo selvaggio; la millenaria cultura del Celeste Impero e i nuovi intellettuali; Confucio e Mao Zedong; una lingua che in apparenza costituirebbe un ostacolo per comunicare con il resto del mondo e che invece trova nelle nuove tecnologie un alleato per rivitalizzarsi; il rapporto con l'Occidente, mai davvero realizzatosi per il permanere, da entrambe le parti, di una sostanziale "estraneità". Un itinerario ricco di riflessioni, notizie e dettagli sconosciuti ai più, che conduce il lettore alla scoperta di un mondo e, al contempo, solleva un interrogativo cruciale: fin dove si spingerà il "drago rampante" e quale fisionomia avrà assunto al termine della sua scalata?
Estrutura incoerente e falta de pontuação ( tem um lado bom, permite leitura veloz ). Tem bons factos. É consistente, mas nada mais. Acho que ficou a perder muito com a tradução.
Um bom livro escrita por uma jornalista, Renata Pisu usa as suas vivências e um pouco de investigação para nos falar do grande Dragão Asiático que é a China, país tanta vez mencionado no Ocidente como mal compreendido; facto que este livro, se não esclarece totalmente, pelo menos não nos deixa com grandes dúvidas. A estrutura começa com assuntos transversais pela cultura chinesa (a própria linguagem, a importância dada aos rios do que ao mar,...), um pouco de história política chinesa, uma breve digressão pela cultura mais recente (leia-se dos anos 50 até 70/80) e o livro acaba por nos falar de problemas psicossociais aos quais não podiam evidentemente escapar o papel das mulheres e uma geração de filhos únicos.
Linguagem bastante fácil (tirando a parte de memorizar todos os nomes chineses) como já estamos habituados de literatura escrita por profissionais dos media, este livro ajuda-nos a perceber ou pelo menos tenta compreender o choque de culturas entre dois modos societais que se influenciaram mutuamente, tanto na cultura como na ilusão de saberem o que é realmente a essência do outro.
Recomendo-o vivamente até encontrar um que o consiga superar