Pedro Chagas Freitas escreve. Publicou 22 das mais de 150 obras que já criou. Foi, ou ainda é, jornalista, redactor publicitário, guionista, operário fabril, barman, nadador salvador, jogador de futebol, e muitas outras coisas igualmente desinteressantes. Orienta desorientadas sessões de escrita criativa por todo o país e arredores. Gosta de gatos, de cães e de pessoas. Não gosta de eufemismos e de bacalhau assado. Tem mais de 100.000 fãs na sua página de Facebook.
Este novo romance de Pedro Chagas Freitas é cativante, encantador e apaixonante.
Conta-nos a história de uma mulher que acredita em si e que não desiste de ser quem é ao longo da sua vida. Acredita no AMOR, mostra-nos diferentes tipos de amor.
Este romance permite ao leitor sentir as personagens e vivenciar cada momento da vida desta mulher. A cada minuto, a cada capítulo que se termina queremos saber sempre mais.
Adorei o livro, porque é uma história de AMOR "complexa" que me provocou emoções e porque transmite que o verdadeiro AMOR não nos impõem barreiras.
Uma leitura que não deve perder!!! (Acreditem que não vão estar a espera desta história)
A história é bonita e comovente (vieram-me as lágrimas aos olhos no autocarro... várias vezes), cheia de emoção e reflexões sobre a vida, as pessoas e as relações. Sobretudo sobre o amor nas mais variadas formas. Cheio de pensamentos profundos e inspiradores. Contudo, pessoalmente não adoro este estilo de escrita. Consiste muito em frases curtas, perguntas sem resposta, e metáforas. Gosto destas três coisas q.b., mas sinto que foi demasiado neste livro por ser assim do início ao fim... Not my cup of tea.
Deixo algumas passagens que sublinhei:
O logro é acreditar que de tanto sofrer se aprende a sofrer. A alvorada pode chegar imediatamente antes da noite. Dizemos que amanhã é outro dia para animar quem sofre quando amanhã ser outro dia é para quem sofre o que mais o faz sofrer. A continuação aperta, mais do mesmo. Já não é quem foi e ainda não é quem será. Poderei ter aquele que ele é?
Estamos atulhados de quem ocupe espaço sem preencher vazios.
A natureza de um fósforo é arder. Podemos usá-lo como decoração, para abrir uma fechadura, para fazer riscos na parede branca. No final de tudo nada mudará. Enquanto não arder não será um fósforo. Sabe que se arder deixará de ser, desaparecerá, acabará, não terá mais futuro. Não lhe interessa. Enquanto não arder não será um fósforo.
Adoro o escritor! E como ele nos prende a história. História esta que não tem nomes de personagens mas conhecemos-las bem. Apenas uma personagem tem nome. Mas mostra nos que mesmo doendo, e por mais que o amor nos maltrate vai ser sempre a maneira mais bonita de errar!
Confesso que quando iniciei a leitura, a escrita do Pedro Chagas Freitas me irritou. Um uso exagerado de frases curtas e de pontos finais. Mas com o passar da leitura, a coisa fica mais natural e a história também nos cativa. Um livro que fala das várias formas de amar e de como todas são válidas. Mesmo sem usar nomes próprios para as personagens, conseguimos conhecê-las e viver a história delas. Diria um 3,5*.
Um livro cativante e inspirador sobre a capacidade de amar mesmo que não sendo verdadeiramente correspondida e sobre não deixar de ser quem somos independentemente de tudo! Impossível parar de ler. Viciante!
Bem… Mês do autor Português resolvi ler este livro de um autor que nunca tinha lido.
Vou ser sincera parecia que era o Aleixo a falar, quem conhece esses boneco sabe a que me refiro.
Desde o início que a escrita me enervou! Só mesmo no fim do livro é que descobri o nome do amigo! Mas quem é que fala assim?!?
O autor parece que se lembrava de frases bonitas e tentava colocar todas na narrativa. O resultado para mim foi uma leitora chata e sem me conseguir identificar com as personagens. MM
O livro tem uma bonita de uma menina que, apesar de, como muitas pessoas pensariam, não era amada por muitos, continuou a amar todos os que podia e isso rendeu-lhe muitas histórias interessantes. É um livro comovente e eu só acho que Pedro Freitas deveria ter falado mais sobre a vida da Saudade, a cadela deles. Livro comovente que faz chorar.
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Uma amizade de e para a vida toda. Um amor tão grande capaz de ultrapassar as adversidades, nas diferentes etapas da vida dos personagens. Juntos. Mostra-nos que, amarmo-nos em primeiro lugar, nos permite amar o próximo ainda mais.
Fácil de leer y muy profundo pese a su simplicidad narrativa. Original el método de diálogos que emplea el autor, casi como si quisiera fusionar el género narrativo con el dramático. El final me hizo llorar. Desde luego sabe emocionar.
É uma mistura de poesia e intensidade para falar do amor em todas as suas formas. Uma leitura que nos convida a olhar para dentro de nós mesmos, a valorizar o que sentimos e a nunca abandonar a essência de quem somos.
"Leio para fugir daqui. Escrevo para imaginar quem queria ser. Fecho-me no quarto para viver." uma história de pessoas verdadeiras de sentimentos de um quotidiano verdadeiro igual ao nosso. É como entrar dentro de uma vida mundana...