O que aconteceria se, em uma cidade como Fortaleza, a Terra da Luz, um ser imortal entediado esbarrasse em uma ilustradora com tendências suicidas? Numa história que perpassa a vida e a morte, e revê essas ideias sob uma nova perspectiva, a pergunta é: será que Nicholas e Beatriz vão conseguir o que querem?
Foi um livro que eu comecei com uma expectativa e acabei sendo contornada por ela. gostei que a autora não usou do romance para salvar certos personagens, mas senti que a história se perdeu um pouco e não sei se as metáforas foram bem feitas pq eu realmente não entendi metade do que acho que deveria ter entendido. No fim, o que queria salvar precisava ser salvo e eu fiquei meio incomodada com o sentimento de que, as vezes, sumir/morrer é a melhor opção quando vc n sente mais nada (mesmo estando morto)
ok. enredo promissor. o plot da Beatriz é legal, ela tem um crescimento interessante. gostei do Nicholas e de não ter virado um romance entre eles, só uma amizade/companheirismo/irritação. gosto que ela não se "curou" de forma instantânea, que foi um processo devagar e de passinhos até o brilho/vontade voltar pros olhos dela.
o final da uma descida. ele irritado com ela tendo AMIGOS? huh? a troca de lugares deles na balança é algo. não tô sabendo falar, perdao. começa na linha sumir/morrer não é a melhor opção e termina como se fosse.
um conto bem rápido, curtinho e muito envolvente, uma leitura bastante fluída, com uma premissa bem interessante, uma obra bastante melancólica com diversos gatilhos no enredo, gostei mt da ambientação do conto e do desenvolvimento dele
Um conceito interessante e corajoso. Sinto que o arco de Beatriz foi desenvolvido de forma inteligente e responsável, mas o conto se encaminha para um desfecho com um significado bem dúbio, e dessa forma, a premissa inicial perde um pouco o sentido.
Uma discussão muito boa sobre vida e morte. A cidade de Fortaleza se torna um encanto para uma aventura de vampiros no meio da pandemia de covid-19. Leitura rápida, envolvente e muito fluida.