Para qualquer universitário comum, uma noite de festa e uma ressaca pela manhã não seria um problema. Para Grace Lorey, apenas uma caixa de pizza e livros bastavam. Mas, a agenda de Grace não contava com a presença de um dos jogadores do time de hóquei em sua vida. Que depois de uma noite quente havia traçado vários planos para os dois.
Movido pelo desejo, e incapaz de resistir a um desafio, ele estava mais que disposto a cumprir seus planos. O jogo "Caça e Caçador" havia começado. Ambos eram boas presas, mas eram ainda melhores como caçadores. Eles só não sabiam que esse jogo seria o seu próprio paraíso e bastou um único deslize para que tudo se transformasse em um inferno.
Grace perdera uma parte de si, mas ele perdera tudo.
Lali Oliver é um pseudônimo para Larissa, que tem 20 anos, nasceu em São Paulo e sempre foi apaixonada por livros. Publicou seu primeiro livro na Amazon Brasil ao completar 18 anos, mas escreve desde os 13. Sendo fã de Hockey, torce para o New York Islanders. É mãe de pet, apaixonada por pop rock e filmes da Disney e Pixar.
Ok, eu decidi ler esse livro pq vi algumas divulgações no Twitter e achei que foram ótimas. Mas a história em si... Vamos lá A primeira coisa que não me agradou: frases clichês totalmente saturadas. Mas apesar de ser irritante ler, isso não me impede de continuar o livro. Segunda coisa: personagens de personalidade comum, TODO livro com esse tipo de história sempre tem a mesma personalidade, o mesmo enredo, os mesmos diálogos. Seth é o típico “cara” que foi mal trabalhado como tantos outros. Personagens precisam ser construídos, personalidades precisam ser aprofundadas (ainda mais em um livro com poucos personagens e esse número de páginas) Esse foi um dos motivos de eu ter achado a história um pouco tanto rasa, eu não consegui me apaixonar pelos personagens, não consegui sentir emoções com os acontecimentos. Principalmente com as partes do agora. Não teve uma grande “construção” nem dos protagonistas como tão pouco dos amigos. Não se sabe muito sobre ninguém, nada. O plot tbm não me agradou, eu geralmente gosto do tipo pq são histórias com um pouco mais de sensibilidade do que outros, quando são bem trabalhados mas dessa vez não funcionou pra mim.
Um ponto muito positivo: a escrita faz a leitura fluir muito, é algo bem tranquilo. A relação do começo do casal tbm foi algo agradável. Escrita agradável sempre vai ser um grande ponto positivo. E com isso digo que o livro não funcionou para mim mas tenho certeza que muitas pessoas vão gostar. Boa sorte para a autora e espero ler outros livros.
Aviso: há menções de estupro, homofobia e misoginia, então peço que não leia se não se sentir confortável, sua saúde mental vale mais que uma leitura.
Bom, eu não tinha intuito nenhum de ler esse livro, não porque era nacional nem nada do tipo, mas, porque eu realmente não tinha expectativas boas, e não pretendia ter nenhuma relação, ainda que indireta, com a autora, principalmente depois do que rolou com o último livro, mas isso aqui é outra questão que não cabe aqui nesse momento. Mas, me chamaram pra ler e eu aceitei, pensei, bom, deve ter melhorado algo – mantendo meu pé atrás.
E realmente, para não dizerem que vejo tudo negativamente, houve sim uma melhora significativa do outro livro pra esse. É notável a melhora na ortografia, agora há bem menos erros de português em relação ao livro anterior, o que indica, no mínimo, um interesse da autora em melhorar. Só seria interessante se esse interesse tivesse sido geral, mas vou falar disso mais pra frente. Em primeiro lugar, ainda mantenho minha crítica quanto à escrita. Veja bem, escrita, não ortografia. A escrita em Heaven permanece mecânica, monótona e sem graça, e digo isso não como uma ofensa pessoal, mas cada palavra carecia de uma fluidez que eu, enquanto aspirante a escritora, entendo como necessária. Cada palavra deve se ligar à próxima em um ritmo determinado, quase como se houvesse um fio que as puxassem. E infelizmente não tinha isso. As frases são mecânicas, pouco organizadas entre si tanto no plano da frase quanto no do parágrafo, porque é como se elas não constituíssem uma sequência lógica, com nexo e sentido. Ademais, achei a maioria extremamente rasa, e não demonstra, de fato, quem são as personagens, fica tudo no mesmo, falando o mesmo de novo e de novo. Numa repetição que, ouso dizer, indica só uma falta de criatividade e percepção do significado. A exemplo disso, em menos de 5 páginas a autora repete a mesma metáfora: os olhos do personagem são azuis como o oceano e ela quer se afogar neles. Nada contra essa metáfora, embora seja quase uma frase feita, mas a minha questão com elas é onde e como elas se encaixam na narrativa. Pra mim, uma metáfora é mais que uma mera correlação entre duas coisas, é uma maneira de trespassar a objetividade em direção à uma subjetividade, em geral, poética. E não há nada de poético na maneira como essa metáfora foi usada, a personagem mal havia dado um olhar para o personagem em questão, não sabia nem mesmo o nome, e esse deslocamento dá uma sensação meio estranha em quem está lendo, que sente como se aquilo não estivesse no lugar certo, na hora certa, não fizesse sentido. Talvez porque não faça mesmo. Faltou uma maior sensibilidade na hora de escrever que mostrasse o empenho da autora. Vou usar a mesma ideia que eu usei na outra resenha, mas que acredito que se encaixe aqui de novo. Nesse livro, é recorrente a percepção de que tudo está ocorrendo rápido demais, desinteressadamente demais, muito momentâneo, por assim dizer. As próprias ações e falas dos personagens ficam naquele momento e só, você não consegue se aprofundar por meio da escrita, o que eu, fique claro que é uma opinião, vejo como essencial: a capacidade de imergir em uma obra por meio das palavras. Só que quando tudo fica no mesmo é difícil criar aquela relação com a história, com os personagens.
Personagens esses que também mais parecem uma folha de papel do que outra coisa, dada tamanha profundidade...
A própria Grace por si só é um estereótipo ambulante, a típica garota que não é como as outras, que é diferente por não gostar de maquiagem e por ler. E isso é extremamente problemático, ainda mais na maneira como a autora retratou essa questão. A Grace não é diferente só porque ela fica em casa enquanto as “pessoas normais” estão indo em festas. A todo o momento a autora tenta “isolar” a Grace das outras mulheres, tudo fundado em reprodução de estruturas e pensamentos machistas e misóginos. A Grace é “diferente” porque as outras personagens são retratadas como “doidas”, “loucas”, “obcecadas” e “surtadas”. Logo no começo, é dito: “Caminho com Noah até meu carro, já que o dele está no conserto graças a uma fã maluca que destruiu o seu carro com uma chave de fenda e um martelo”, sinto muito, mas é inegável a problemática nesse trecho. Uma “fã maluca”, já começamos com a representação de mulheres como “doidas” e obcecadas por homens, a ponto de serem ciumentas e violentas, vide “chave de fenda e martelo”. E isso tudo só pra mostrar como a Grace é diferente, só como ela não é apaixonada pelo Noah, como ela não se derrete pelos homens, como ela é “difícil”, enquanto as outras são “malucas”. Vê o problema?
Infelizmente, essa não é a única cena, porque em outro momento que vou citar mais pra frente a autora repete essa mesma ideia de que uma “mulher maluca” abusou do personagem masculino; novamente, essa ideia de que mulheres são surtadas. Não sou eu quem diz isso, que mulheres são ciumentas e “malucas”, é a autora, que coloca essas personagens nessas posições. E isso é, sim, problemático e me deixa perguntando como uma autora e cinco leitoras betas não perceberam a reprodução de ideias machistas?
Ainda na questão feminina, em determinado momento da fala, a autora decide que somente reproduzir falas problemáticas não é o suficiente, então aparece a rivalidade feminina pra completar o pacote. A personagem é introduzida do nada, apenas para rivalizar com a personagem chamando-a de “vaca sem estilo” e, quando o personagem aceita transar com ela, e não tem uma ereção, a primeira coisa que o amigo dele responde é “Todos sabem do seu longo histórico e vão achar que o problema é com a própria Mandy”. Posso ser a única aqui, tudo bem, mas pra mim isso me soa muito como ‘o problema é a garota’, ela que não é bonita o suficiente, gostosa o suficiente para fazer o homem ter uma ereção, e é essa normalização de que a mulher é sempre rebaixada que me incomoda, não somente nessa cena, mas ao decorrer do livro como um todo. E não fica só no próprio livro, não, porque em determinado momento o personagem lê As Peças Infernais e a única resolução que ele tira é que a Tessa é apenas uma mulher que “não sabe para quem dar”. Isso mesmo, até uma personagem conseguiu ser reduzida à virgindade, ao ‘ela é indecisa’, e acho que já ficou bem claro nesse ponto o problema em falas como essas, né?
Mais pro final, inclusive, quando algumas revelações vêm à tona, a própria amiga da personagem é colocada sob essa visão negativa de ciumenta e como a própria personagem diz, “patética”, por querem proteger a amiga. Não digo que foi certo a Triz ter mentido, porque não acho, mas a própria Grace não se importou muito com isso, dado que ela parecia afastar a suposta melhor amiga cada vez mais só por causa disso. Uma rivalidade que não era necessária e não serviu pra nada, então, qual o propósito?
Eu ia mencionar também como a autora vê problema em falar ‘maria-patins’, mas não ‘maria-fofoqueira’, mas me soa como problematizações demais pra uma resenha só, então em frente. De volta à questão dos personagens, outra coisa que notei que a autora não mudou, ou não se preocupou em mudar é a naturalidade com que ocorrem os diálogos e as interações entre personagens. Ao segundo, primeiro. Meu problema aqui é que a maioria das reações são forçadas, sendo bem perceptível isso em algumas cenas, como quando o personagem dá uma gargalhada quando lhe oferecem mais comida. Não são reações e gestos comuns, que se adéquem à cena e ao contexto, são gestos “feitos”, expressões “feitas” pra tentar causar algum impacto, alguma intensidade, mas que só adicionam ao efeito de incompatibilidade que perdura no texto. Eles riem, mais especificamente gargalham, em situações onde essa reação não é cabível, não seria o esperado, e às vezes não é o adequado, ponto. Personagens são uma representação de seres humanos, as atitudes deles são baseadas na realidade, então cabe fazer sim essa adequação, o que retomaria o que eu falei lá no começo da fluidez e da continuidade da leitura. Tudo são aspectos que contribuem para a qualidade da obra, e que não devem ser simplesmente deixados de lado, porque a cada coisinha dessas a sensação que me fica é que não houve uma preocupação ou um interesse mínimo para com a própria obra, foi feito mediocremente para um público que aceita. Fique claro que minha crítica em relação a isso é maior que uma única frase, e que essa foi a sensação que eu tive, não se trata de um ataque a ninguém, até porque essa não é a meu lugar, nem intuito aqui.
Ao segundo aspecto, então, os diálogos. Vou bater na tecla da fluidez e da conexão intertextual porque sinto que isso faltou muito e vejo como o ponto central da questão nesse momento. Os diálogos são, também, rasos. As personagens têm falas curtas, que não realmente dizem nada, não contam nada, e muitas delas são meramente repetições do que o personagem anterior disse, o que não acrescenta em muita coisa para o desenrolar da cena e da própria história. Parece que está andando em círculos sem chegar a lugar algum, além de tornar as cenas completamente desnecessárias e passáveis. Desculpem-me a repetitividade, mas são frases-feitas, que tentam acrescentar certo efeito dramático, uma significância a mais, mas que acabam só ficando mal feitas e quebradiças, não há aquela coesão tão esperada entre uma e outra. Prosseguindo, porque ainda tenho muito a falar, e não queria me estender muito mais que o necessário.
Outro ponto que acho necessário e importante mencionar é que quando a autora tenta, nos diálogos, criar algo que não sejam frases prontas de efeito, ela tenta o humor. E aqui precisamos sim perguntar o que consideramos humor? Porque, ao meu ver, zoar os outros, homofobia e machismo não constituem humor, ponto. Não são, e você tentar passar como tal é extremamente problemático e mostra pouco interesse em problemas reais. Sim, estou falando aqui das cenas que foram sustentadas em piadas homofóbicas. A esse ponto, quase todos devem saber do que estou falando, mas deixarei a cena aqui, de qualquer maneira:
“— E quem foi que mordeu a porra do meu traseiro, caralho? Seth gargalha e todos nós o encaramos, sabendo que ele sabe de algo. Ele dá uma respirada funda, se acalmado. — Quando eu estava subindo com a Grace, você estava com o Colin e o Jef. — Oh, meu Deus, Oh, meu Deus. Oh, meu Deus. Oh, meu Deus. — Noah leva as mãos até a nuca e depois até a sua bunda por cima da calça. — Meu cu ainda está intacto? A cozinha explode em uma gargalha (sic) enquanto Noah tem seus olhos arregalados. Ryle procura a cadeira mais próxima e desaba rindo.” (Capítulo 39) “— Adivinhem só, meu cu está intacto! — Noah abre um sorriso contente enquanto Jef, Colin e Triz se aproximam sentando-se também, formando um círculo. — Pois é. Foi uma garota louca que mordeu sua bunda, não a gente.” (Capítulo 41)
Um adendo que devo fazer antes de entrar propriamente na questão é que essa cena do capítulo 41 é seguida de um comentário dizendo que Colin é o único jogador homossexual e que seus amigos não aceitam nenhum preconceito. Engraçado como a autora coloca um comentário desses logo após fazer uma insinuação homofóbica. Na realidade, reitero o que disse, não foi insinuação, foi descaradamente homofóbico.
Contextualizando, eles estavam em uma festa, dormiram e o Noah acorda com uma mordida na bunda. E claro, para a autora pareceu completamente normal e nem um pouco problemático fazer o personagem apontar para os dois únicos, diga-se de passagem, personagens LGBT+ do livro, porque de todos ali, para ela soou óbvio colocar um casal aquileano em uma posição de abusadores e estupradores. Isso é extremamente problemático e reproduz sim a ideia de que homossexuais não são confiáveis porque “na primeira chance eles abusariam de você”, não sou eu quem está dizendo isso, é a própria história e a sociedade homofóbica. Pior ainda, a questão inteira não é tratada com a seriedade necessária, haja vista que esse é um discurso inserido em uma realidade de preconceito e violência. Não, a autora faz questão de tratar isso como uma grande piada em que todos gargalham e está tudo bem, porque logo em seguida ela insere o básico discurso que homossexuais também merecem respeito, mas cadê esse respeito? Parece até irônico falar isso depois de insinuar que eles abusaram do personagem hétero.
Isso para também mencionar como além da homofobia, a culpa toda recaí sobre uma mulher, novamente colocada sob uma perspectiva negativa de “doida”. As problemáticas continuam a surgir e me impressiona ninguém ter dito nada para a autora até esse momento, me deixa perguntando até que ponto vamos tratar obras nacionais com luvas de pelica a ponto de ficarmos receosos de falar algo por medo de levar hate em massa?
Enfim, um desabafo, mas há ainda mais um ponto que quero tratar nesse mesmo tópico: o Jef. Bom, o Jef é um dos personagens do livro, e um dos únicos personagens lgbt+, só que coloco um ‘mas’ aqui; o Jef pode até ser um personagem lgbt+, mas até que ponto é verdadeiramente uma representatividade válida? Veja bem, estou querendo ver como a representação desse personagem se encaixa dentro do contexto da obra, só isso. Porque se trata de uma representação estereotipada e de certo modo, também preconceituosa. O Jef é o t��pico personagem gay extravagante chaveirinho da personagem principal, e o problema de uma representação dessas é que reforça discursos violentos — mais simbólicos que físicos — e coloca minorias como suportes para a ascensão e o desenvolvimento de personagens brancos padrões, isso reduz ela a mero “adendo”. Usar uma representação dessas, que é um dos maiores estereótipos homossexuais não traz nada de positivo, nada de bom ou relevante, apenas reforça esses discursos homofóbicos que matam no dia a dia. Uma pergunta que fica é por quê? Por que tantos estereótipos? Por que esses estereótipos? Não quero insinuar nada aqui, mas isso vai muito além de desconhecimento...
E não somente a representação do Jef, mas o vocabulário utilizado em mais de um momento do livro também deixa transparecer a falta de preocupação da autora em ir atrás de um conhecimento que é bem acessível para quem deseja saber. A palavra ‘boiola’ é usada em mais de um momento com conotação negativa, e usada, pasmem, pelos dois personagens héteros, os quais acham que chorar, se emocionar e se apaixonar é algo “boiola”. Não é. E faltou sensibilidade pra perceber o uso de palavras como essas que podem parecer inofensivas, mas que significam muito mais em um contexto social maior.
A leitura desse livro foi tão difícil quanto a do livro anterior, não nego. As decisões que os personagens tomam ao longo da narrativa não condizem umas com as outras, e, acima de tudo, não condizem com o que nos é dito. A personagem tem traumas de perseguição, mas aceita sair com desconhecidos; a personagem perdeu a memória, mas parece não se importar muito com isso; são coisas assim, essas pequenas incoerências que minam as bases de qualquer livro. Esse negócio mesmo de perder a memória, pra mim, constituiu a maior falha, o maior furo de enredo da obra. Como alguém perde tanto tempo assim da vida e se conforma tão rapidamente? Como algo tão central na vida da personagem não é uma vez sequer mencionado, indicado ao longo do desenvolvimento da história? Vou chamar de desenvolvimento pois me faltam sinônimos. Mas, foi algo que me incomodou na leitura, porque várias cenas foram oportunas pra inserir pequenos indícios, rastros de que ela havia perdido a memória, o que consolidaria esse desenvolvimento da personagem, mas não, a autora preferiu só ir falar disso lá pela metade do livro e realmente dar uma atenção a algo tão grande assim no final do livro.
Sei que ninguém mais deve estar lendo isso aqui, mas minha última crítica vai para o final. Como eu disse, a autora só vai tratar do tema central lá pelo final do livro, nas últimas páginas mesmo, o que, por sua vez, apressou muito a conclusão do livro. Tudo pareceu muito corrido, muito apressado para dar logo o final feliz dos personagens principais sem se atentar que havia coisas que mereciam mais atenção, mais desenvolvimento, não só uma conversa de roda e simplesmente tudo está resolvido. Enfim, a questão da memória da Grace e as descobertas que ela faz podiam ter começado bem antes, sendo introduzidas desde o começo, o que daria muito campo pra autora trabalhar na conclusão de maneira coerente.
Bom, eu quis ler esse livro pelos vários quotes que vi pelo bookgram, mas me decepcionei.
O livro tem vários pontos negativos(na verdade, muito mais pontos negativos que positivos, enfim) e em algumas partes chegam a ser bem problemáticos.
Algumas das frases do Mason são bem machistas e totalmente vergonha alheia.
Já pelo começo peguei várias referências de outros livros, e achei meio que uma bagunça? Temos referências de amores improváveis, a rainha vermelha, príncipe cruel, peças infernais e acotar. E muitas das frases são meio que repetições de frases de livros mais conhecidos. Achei uma falta de criatividade e meio que a autora fez uma reciclagem de livros hypados.
O que me deixou com um pé atrás foi não termos nada sobre o passado das personagens, seus relacionamentos familiares e suas histórias de vida. O começo me deixou confusa porque cada capítulo é narrado em um tempo diferente — passado e presente — e eu desconfiei da mocinha(que não é tão mocinha assim) ter sofrido um acidente, mas até os últimos capítulos nada tinha sido explicado, nem explorado.
Sobre construções de personagem: teve horas que a Grace parece aquela jovem tonta que bate na tecla de ser *A Nerd* que vive falando “aí porque eu amo livros e prefiro ficar em casa lendo e pipipipopopo”. Isso fica chato depois de um tempo. E nos outros momentos ela é a badass woman rolezeira. Bom, não vou julgar, equilíbrio é a base de tudo né, galeris? O Mason é o cara machista possessivo que fica atrás da garota igual um stalker maluco, e isso não é romântico, é assustador.
O livro é incoerente e muito confuso, a autora simplesmente jogou coisas e não as explorou, exemplo disse é dizer que Jonan(o dono da lanchonete) é como um pai para Triz e Grace, mas não vi esses momentos paternais entre eles.
Outra coisa mal escrita foi ambientação e linha do tempo, não temos nenhuma explicação de quando e como a Grace chega em Nova York, não sabemos o que ela cursava ou o que gostava de fazer. E além disso, a única coisa que sabemos é que ela gosta de ler e nada mais. A personagem não foi bem construída e nem explorada(ao menos sua vida até o presente do momento).
O que eu achei, basicamente sobre outros personagens é que eles foram entochados na história sem explicação ou motivo algum, simplesmente apareceram e viraram amigos da Grace(exemplo disse é o Jef).
Uma coisa que me incomodou foi saber que ela sofreu um acidente e ficou com amnésia, mas do nada, ela segue o cara, sem nem conhecê-lo porque está atrás de respostas que a amiga não dá, isso foi muito fantasioso, nunca que aconteceria na vida real, e lembrando que esse estilo de livro não é fantasia. É romance que não tem um mundo fantástico nem nada do tipo!
Além de muitas frases sem nexo, o livro conta com erros ortográficos, e eu me pergunto, não foi revisado? Ninguém notou isso antes? Além dos erros, a falta de conectividade entre as palavras foi um incômodo. Na MINHA OPINIÃO, veja bem, a autora se importou mais em escrever hots extremamente desnecessários e um pouco demais, do que colocar concordância na história.
O livro é muito ofensivo, e a parte de o Mason ser leitor? Que tipo de leitor fala mal da Tessa de TID(the infernal devices - as peças infernais)? Super ofensivo e machista, e de onde que tudo o que acontece no livro, a autora coloca em discussão a virgindade de uma personagem? Gente, para, por favor. Vergonha alheia, total!
As coisas foram explicadas no finalzinho, e eu me arrastei pelos final, só para não abandonar o livro faltando poucos capítulos. Vou terminar essa resenha por aqui porque sinceramente, já deu desse livro.
Obs: Como não é possível dar 0 estrelas, e aqui no Goodreads não tem a opção de 0,5, coloquei uma estrela mesmo, mas não vale nem isso.
"— Se a música é o alimento do amor, então não pare de tocar."
O livro é legal. É perfeito pra quem está em uma ressaca literária e quer sair dela. Gostei das referências aos livros mais amados do booktwt, mesmo que em uma cenas tenha sido um pouco esquisito kkkk. Enfim, é um livro que te lembra muito mesmo off campus, por isso acho que gostei mais.
Teve umas partes bem chatinhas, mas foram bem poucas. Uma opinião pessoal, não gosto do tipo de plot que envolve o livro, acho que fica muito complexo e se você não souber desenvolver muito bem, de novo, na minha opinião, fica uma merda. Mas acho que a autora conseguiu conduzir muito bem tudo.
Infelizmente não consegui gostar do personagem principal, não sei pq. A grace achei ok, mas noah sherlock?? Aiai, maior que carreiras!! Eu gostava do seth só quando ele estava com o noah kkkk. E também teve muito personagem secundário muito melhor que os principais, acho que é isso, espero que não tenha sido uma review ofensiva, ou caso a autora leia isso aqui um dia, fique chateada. Os pontos que eu não gostei foram mais por opinião pessoal, e não pq o livro é ruim, só pra deixar claro.
1.5 ⭐ História e personagens rasos e extremamente clichês. As incontáveis referências me incomodaram um pouco, porque não foram uma ou duas vezes, foram várias e muitas. Tudo parece reciclado de outros livros. Sei que se fosse reescrito, bem revisado e aprofundado, poderia vir a se tornar uma boa história. Mas a minha experiência não foi das melhores, não me despertou nenhum sentimento durante a leitura. E, geralmente, me divirto ou passo raiva lendo clichês, mas nesse não rolou.
Edit: estava organizando minhas estantes aqui do goodreads e lembrei dessa história e analizando-a agora, com mais de um ano depois ter lido-a percebo o quão ruim e não memorável foi, além das diversas problemáticas e falta de criatividade.
Baixei minha nota pra 1 estrela.
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Esse definitivamente não é livro que merece 4 estrelas, se eu for analisar a fundo, sendo tão crítica quanto eu geralmente sou (bastante) eu daria no máximo três estrelas (talvez duas e meia).
É um livro ok, com personagens de certa forma rasos e previsíveis, mas aos quais eu acabei me afeiçoando (menos do que eu gostaria), o plot é simples e mesmo no início nós já sabemos tudo o que vai acontecer, o que não é necessariamente é uma coisa ruim ainda mais se tratando de una historia com essa proposta, mas o que mais pesou pra mim nessa história foi a falta de aprofundamento dos personagens, apesar de ter gostado deles, eu ainda sim sentia que não os conhecia, que eles eram um caricatura, uma sombra do que realmente poderiam ser.
A autora tem potencial, mas a escrita dela ainda está bem crua e tem muitos vícios de linguagens que acabam dando a história um tom até mesmo infantil (mesmo com as dezenas de cenas de sexo), muitas vezes durante a leitura eu fazia careta para as palavras usadas, a forma como ela descrevia algo, porque era claramente algo muito...... cru, um reflexo embaçado do que pode vir a ser um dia.
Então porque eu dei quatro estrelas se basicamente só falei mal do livro? Bom, eu tenho acompanhado essa história desde que a autora publicava trechos dela no twitter, a autora tem muito potencial, os personagens a pesar de rasos ainda conseguiram me cativar e principalmente porque foi uma leitura super rápida e fluída, li em uma tarde, além de ser uma autora nacional.
Não acho que seja uma história que por sua história, seu desenvolvimento, mereça quatro estrelas, mas vou dar mesmo assim por um voto de fé, como um incentivo pra que essa autora continue a escrever, porque, como eu disse, ela realmente tem potencial.
Eu amei cada segundo desse livro, tão divertido e instigante de ler! O Seth é perfeito (como é possível? Eu quero um), Noah é um fofo e a Gracie a personagem principal na medida certa! Fiquei apaixonada na história e no envolvimento dos personagens. Os hots são ótimos e os diálogos perfeitos. Enfim, amei! Merece cada estrela que recebeu!
Algum tempo atrás o booktwitter nacional estava sempre a falar desse livro - elogios e críticas -, principalmente sobre as referências a alguns livros como ACOTAR e Príncipe Cruel. Na época, comprei o livro para ler no Kindle, mas estava focada em outros livros, por isso acabei por perder o hype.
Estava navegando pelo meu Kindle esses dias enquanto viajava e decidi que ia começar Heaven por ser uma coisa mais clichê e que não precisava de pensar muito. Foi assim que eu li esse livro em 2 dias.
Na minha opinião, o livro é totalmente o que esperava e acho que esse foi o maior motivo pelo qual eu gostei tanto.
Estava sentindo uma vibe beeeeem Off Campus, mas em nenhum momento parei para comparar as duas narrativas.
Grace é a típica nerdzinha que está 100% focada no seu futuro enquanto Seth é o clássico jogador popular. Achei interessante como foi construído o relacionamento deles porque, apesar de ter sido rápido, acho que os dois conseguiram se entender muito bem no meio de tudo.
E atenção, quando digo rápido é apenas porque a narrativa está sempre mudando do passado para o presente, então realmente não houve uma construção magnífica entre os dois. Foi amor à primeira vista duas vezes e é notório o quanto eles realmente se gostam (até porque a Grace acaba por amá-lo de qualquer maneira, sem se lembrar de nada).
Devo confessar que queria conhecer um pouco mais a fundo personagens como Noah e o Jeff, acho que eles têm um papel tão importante no passado, mas acabam sendo jogados de lado no presente, principalmente o Jeff que, coitado, não teve culpa de nada e ainda foi jogado de escanteio por tabela.
A minha crítica principal vai para Triz, que amiga insuportável. Consigo compreender algumas escolhas dela para proteger a Grace, mas a maior parte do tempo apenas parece que ela tem inveja da melhor amiga e é super possessiva para que Grace não viva a vida dela e seja feliz.
Confesso que algumas partes temporais também me deixaram confusa como a chegada da Grace na faculdade, em que ano estava e de quanto tempo se passou desde que ela ficou internada até o presente.
Ah, por último, mas não menos importante, achei que o acidente dela de ter batido no gelo foi um pouco... estranho? Não sei, só estava à espera de algo mais impactante e chocante.
Enfim, com todos os defeitos, acho que é um livro super levinho e rápido de ler que dá pra se divertir e curtir a história.
Ps:. Eu ainda não consegui entender a ligação do título com a história, mas tudo bem :)
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Eu admito que talvez fosse besteira da minha parte ler Heaven, afinal, eu nem sequer gosto de romance. Mas eu tentei dar uma chance, porque eu já li outros livros nesse estilo e, apesar de não amar, ainda foi uma leitura prazerosa. Heaven não foi assim. Meus pensamentos exatos sobre esse livro foram o seguinte:
1. A escrita é extremamente simples e pouco descritiva, o que serviu para fazer o livro correr mais rápido, mas me impediu de entender o ambiente e os personagens;
2. Haviam erros de ortografia na história!! Entendo se fosse só um, uma vez, mas eu vi o uso incorreto de "a" como "há" (verbo haver no passado) principalmente no final;
3. Os diálogos em Heaven soam... errados? Entendo que os personagens são jovens, mas também sei que as pessoas tendem a falar mais que uma frase de vez em quando (e que nem todas as frases precisam incluir palavrões);
4. Grace não é como as outras garotas. Isso me estressa. Especialmente porque ser a garota que prefere ler do que ir em festas não é algo tão incomum, e mesmo que fosse, não é motivo pra Grace ficar diminuindo outras mulheres na história porque elas não são assim;
5. Seth é mais irritante do que encantador. Entendo o que era para o personagem dele ser, mas apenas resultou em um cara meio chato que não aceita um não como resposta (e isso não é legal!!);
6. O relacionamento dos personagens é ridículo. Eles mal conversam, e quando o fazem, é tudo sobre os mesmos assuntos, o que me faz ficar questionando o porquê eles se apaixonaram se eles nem sequer se conhecem direito;
7. As duas linhas do tempo eram confusas e isso me deixa um pouco decepcionada porque eu realmente tinha gostado da ideia de se passar no "antes" e "depois", só acho que foi terrivelmente executada.
Não vou tratar dos assuntos mais sérios, como todas as passagens relativamente homofóbicas presentes nesse livro. Em geral, Heaven poderia ter sido algo muito bom, mas não foi.
Eu gostei muito do livro, só acho que talvez se tivesse em terceira pessoa eu teria gostado mais, mas mesmo assim eu amei. Gostei da Grace imensamente, ela tem uma personalidade fofa, e amei como ela gosta de livros e quando citou acotar??? achei que eu fosse morrer !!! Amei tbm o Seth, e gostei como o relacionamento deles foi construído, e amei como a gente pode ver a dimensão dos sentimos do Seth principalmente nas partes que ele narra quando ela não se lembra dele. Eu gostaria de ter tido um pouco mais sobre o passado deles, mas entendo que pra história era um pouco irrelevante, já que era pra contar de como a Grace perdeu a memória e do reencontro com o Seth e etc, mas pra me apegar um pouco mais eu teria gostado. Gostei como a autora colocou as amizades dela, mostrando que ela não sofreu só pela perda do Seth, mas como pelos amigos tbm, e a conversa dela com o Noah no final, eu amei, meu deus eu amei que quem teve essa conversa com ela foi ele!!! E não preciso nem dizer que eu amo o Noah né, meu deus que homem!!! E aí, a Triz, eu fiquei com muita raiva dela, sinceramente, não sei como a Grace perdoou ela tão fácil, e me fez pensar que eu queria a conversa dela falando com os pais dela sobre isso, tipo meu, como eles fazem um negócio desses com a filha sabe wtf??? queria a Grace querendo o pau com eles, eu teria ficado puta sabe. Por fim digo que achei lindo ver ela se apaixonado duas vezes, e o plot de perda de memória pode até não ser nada muito inovador, mas quem liga, nós adoramos um clichê pra deixar o coração quentinho, ainda mais se a história for boa.
Eu gostei bastante do livro, foi tão bom, leve, divertido e rápido de ler a escrita da autora é super envolvente e fluída. Ela trabalhou um plot que odeio de uma forma boa e me fez gostar disso, o estilo de narrativa voltando do passado e presente foi muito bom o que também não é algo que gosto mas foi super bem colocado aqui e amei a dinâmica que ficou. Só teve um problema com o final do livro: não teve consequências! Os pais, amigos, namorado e até pessoas aleatórias da vida dela esconderam um ano da vida dela e foi tipo o ano mais importante mais feliz! \(@ ^ @)/ tipo meu amado universo! Mesmo que tivesse acontecido um monte de desgraça na vida da protagonista e ela tivesse apagado deveriam ter lhe contado, não importa o motivo (aliás o motivo ainda foi bem merda) acredito que se alguém realmente quisesse saber da protagonista e sobre as vivências dela e como isso poderia afetar ela de lá para frente iria contar. Ninguém conta nada e ela depois de umas duas semanas trata todo mundo principalmente os cães dos pais dela normalmente! Tipo o quê?! Qual é a de todos? Não teve nada, todos simplismente fingiram que a vida dela não aconteceu e depois está TUDO BEM??????
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Querida autora de Heaven..não..autora de Heaven..não..Lari!
Aqui quem fala é ela, a leitora com olhos nas lágrimas!
Tá chorando? pq eu to.
Adivinha??? A terapia tá marcada mami.
Manda o Pix pra pagar…Adiciona um soro pra recuperarrrrr
Bjs chorando!!! Leitora sem emocional.
Agora falando sério, esse livro é provavelmente o melhor livro que eu já li.
Eu não estava esperando por isso, eu adicionei ele na minha TBR por uma recomendação do tiktok, eu devorei o livro.
Eu sabia que era um romance, e por isso acho que eu li ele errado já que eu chorei feito uma desgraçada.
As minhas amigas vão ficar rindo de mim por um bom tempo, pq eu a cada crise de choro (o que foram mtas) eu mandava um áudio chorando, ou uma mensagem falando que eu amava elas.
A playlist que a autora fez combinou PERFEITO (que bom né, se não combinasse eu ficaria preocupada) eu amei as referências de outros livros.
É um clichê bem clichê mesmo. O badboy que não se apaixona por ninguém ficando encantado pela mocinha que não ligava pra ele.
Eu ODEIO plot de perca de memória, então talvez não seja neutra pra dar opinião sobre esse quesito. O desenrolar da história foi bem previsível e não teve nada muito UAU. Senti que o romance não foi tão bem desenvolvido, tipo, do nada eles já estavam super apaixonados. E o único personagem que eu me conectei mesmo foi o Noah, amei muito ele. Ele tem covinhas e brinca com legos, gente. As referências de outros livros também foram incríveis, e eu ri bastante com o Seth chamando o Warner de Torturador de Bebês.
O que fizeram com o Grace foi extremamente tóxico, mano???? Arrancarem aquelas pessoas da vida dela foi errado em tantos níveis, e eu nem entendi direito o motivo.
Não achei as passagens problemáticas, porque acho que a autora já tinha revisado e editado elas.
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Acho que nunca li um livro tão mal escrito quanto esse, sem pé nem cabeça, muitas coisas sem explicação, fizeram um mistério todo em cima do plot pra no final não ter sentido algum, por terem escondido da personagem principal o verdadeiro motivo pra ela perder a memória, a autora colocou o outro personagem como culpado de tudo e nem era ele.
Também descobri que teve que ser reescrito diversas vezes porque tinha frases homofóbicas e etc, só aí já perdeu muitos pontos comigo.
O único personagem bom é o Noah e nem destaque ele tem direito, sendo que poderia sim aparecer mais, até porque a grace era importante pra ele também.
Enfim demorei um tempão pra terminar porque me irritava muito o suspense desnecessário e a forma que intercalava o tempo. Não recomendo, só se você quer ler algo rapidinho pra descontrair.
Eu estava a um tempão querendo ler esse livro, então tinha muitas expectativas para ele, e 99% foram atendidas. Comecei o livro achando que seria um livro sobre jogadores de hóquei se apaixonando assim como em off campus, porém o plot do livro eu não esperava. Confesso que esse tipo de plot não é um dos meus preferidos, mas a autora, usando esse esquema de passado e presente fez o livro ser tão gostoso de ler, que eu nem lembrava desse porém. Amei de verdade a protagonista (me identificava muito com ela quando ela falava de livros), e quando ela citava meus livros favoritos eu ia a loucura. Ver o mocinho virando bookstan me fez ter uma nostalgia, incrível incrível. Ansiosa para o livro do Noah.
Um livro fácil e rápido de ler. no começo eu fiquei um pouco confusa porque em um capítulo, a menina principal estava com um menino e depois no capítulo seguinte ela agia como se não o conhecesse. Depois eu fui descobrir que ela sofreu um acidente e perdeu a memória e os capítulos alternavam entre a vida dela antes do acidente e atual. Eu acho que isso deveria ter sido esclarecido antes porque só no sexto capítulo que foi mencionado o fato dela ter sofrido um acidente e perdido a memória. As cenas de antes de ela perder a memória são muito muito boas e very spicy (if u know what i mean). O livro tem o perfect amount of spice e cenas fofas. Definitely worth it!
Eu simplesmente amei esse livro! Ele é leve de ler, te faz rir muito (te amo Noah), você se sente como a Grace porque é viciada em livros etc. Como eu sou torcedora do Isles e acompanho hockey, adorei ele ser capitão do time de hockey. Adorei ele lendo os livros e surtando, gente como a gente. Eu chorei, eu ri e eu me apaixonei, então nota 10! Eu estou começando a ler livros nacionais agora e esse me fez me apaixonar mais ainda e pagar a língua. É um mimo que a autora faz aniversário no mesmo dia que eu 💃🏼🎉🤧
livro nacional, capitulos pequenos, linguagem informal, plot impecável, muito hot, moreno sarcastico com traumas, uma mocinha estudiosa, nova na cidade e um casal cliché fofo pra caralho, a obra incrível com referências de livros durante toda a leitura na imersão ainda maior com playlist que a ícone da autora disponibilizou para nós, leitura rápida de um dia que valeu todas as minhas horas de leitura. queremos um Seth só nosso pra levar em um encontro na biblioteca e nos pintar com o mais perfeito dos talentos. ⭐⭐⭐⭐⭐+❤
Tem alguns pontos do livro que eu gostei e outros não. Gostei do ambiente universitário, mocinha que gosta de ler (adorei as referências a outros livros), mocinho jogador de hockey, melhor amigo fofo, personagens secundários bacanas.
Definitivamente não gostei do endeusamento que as pessoas faziam deles, mocinho ?inapaixonável?, algumas situações meio forçadas e um drama totalmente exagerado em cima da problemática que acontece.
quando comecei a ler, vi algumas reviews sobre o livro ser raso por não se aprofundar no passado dos personagens principais, nos hobbies ou na personalidade dos secundários e eu não achei que foi isso que aconteceu nessa história, eu senti tudo o que foi necessário, a história é sobre o que aconteceu com a Grace e sobre o que ela e o Seth perderam naquele dia, e sobre como eles fizeram de tudo para recuperar, e eu amei cada pedacinho disso tudo
Primeiro livro que li com esse tema, no começo estava meio apreensivo pois não sabia direito como a autora iria conseguir desenvolver a historia e se eu me identificaria, mas minhas duvidas logo caíram por terra ao longo que eu terminava os capítulos, com uma historia fluída e curta, personagens cativantes e bem desenvolvidos, e a química que o casal tem tanto no presente quanto no passado me pegou de um jeito surpreendentemente bom.
fui atrás de uma leitura boba e despretensiosa e encontrei o que buscava. a história tem um carisma tímido, mas só o fato de ser um clichê batido sustenta certa expectativa até o final. todos os personagens são desenvolvidos com base em esteriótipos do tumblr de 2013, as metáforas se repetem sem parar e o vocabulário deixa a desejar. no mais, é bom pra ler em três horinhas e sair de uma resseca literária.
3.5. A escrita te prende na história até o fim e tem bastante referência a outros amados livros o que faz você se conectar com a opinião dos personagens, gostei bastante mas acho que poderia ter trabalhado com a volta da memória dela aos poucos, toda vez que ela fazia algo com eles que ela fazia antes do acidente e não deixando apenas pra última página.
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A conexão dos personagens principais é incrível e cativante. Eu me apaixonei pela relação de carinho e irmandade entre a Grace e o Noah. A estória é rápida de ler e eu amei como a autora soube muito bem intercalar o presente e o passado ao decorrer dos capítulos. Simplesmente cativante.