O clássico Robin Hood encontra sua melhor versão literária no talento inquestionável de Alexandre Dumas.
Essa edição reúne pela primeira vez os dois volumes de Alexandre Dumas sobre Robin Hood: O príncipe dos ladrões e O proscrito. Além do texto integral em cuidadosa tradução, traz ainda dezenas de notas, cronologia e uma esclarecedora apresentação.
Ambientado na Inglaterra nos séculos XII e XIII, em especial sob o tumultuado reinado de Ricardo Coração de Leão, o livro traz as peripécias do fora da lei e seu bando dos alegres homens da floresta em busca de justiça e igualdade, e também de diversão. Nas matas de Sherwood e Barnsdale, acompanhamos os embates de Robin com o xerife de Nottingham, sua história de amor com Lady Marian e sua parceria com o leal João Pequeno e frei Tuck - tudo isso, e muito mais, na narrativa ágil e mordaz que é marca registrada do autor.
This note regards Alexandre Dumas, père, the father of Alexandre Dumas, fils (son). For the son, see Alexandre Dumas fils.
Alexandre Dumas père, born Alexandre Dumas Davy de la Pailleterie, was a towering figure of 19th-century French literature whose historical novels and adventure tales earned global renown. Best known for The Three Musketeers, The Count of Monte Cristo, and other swashbuckling epics, Dumas crafted stories filled with daring heroes, dramatic twists, and vivid historical backdrops. His works, often serialized and immensely popular with the public, helped shape the modern adventure genre and remain enduring staples of world literature. Dumas was the son of Thomas-Alexandre Dumas, a celebrated general in Revolutionary France and the highest-ranking man of African descent in a European army at the time. His father’s early death left the family in poverty, but Dumas’s upbringing was nonetheless marked by strong personal ambition and a deep admiration for his father’s achievements. He moved to Paris as a young man and began his literary career writing for the theatre, quickly rising to prominence in the Romantic movement with successful plays like Henri III et sa cour and Antony. In the 1840s, Dumas turned increasingly toward prose fiction, particularly serialized novels, which reached vast audiences through French newspapers. His collaboration with Auguste Maquet, a skilled plotter and historian, proved fruitful. While Maquet drafted outlines and conducted research, Dumas infused the narratives with flair, dialogue, and color. The result was a string of literary triumphs, including The Three Musketeers and The Count of Monte Cristo, both published in 1844. These novels exemplified Dumas’s flair for suspenseful pacing, memorable characters, and grand themes of justice, loyalty, and revenge. The D’Artagnan Romances—The Three Musketeers, Twenty Years After, and The Vicomte of Bragelonne—cemented his fame. They follow the adventures of the titular Gascon hero and his comrades Athos, Porthos, and Aramis, blending historical fact and fiction into richly imagined narratives. The Count of Monte Cristo offered a darker, more introspective tale of betrayal and retribution, with intricate plotting and a deeply philosophical core. Dumas was also active in journalism and theater. He founded the Théâtre Historique in Paris, which staged dramatizations of his own novels. A prolific and energetic writer, he is estimated to have written or co-written over 100,000 pages of fiction, plays, memoirs, travel books, and essays. He also had a strong interest in food and published a massive culinary encyclopedia, Le Grand Dictionnaire de cuisine, filled with recipes, anecdotes, and reflections on gastronomy. Despite his enormous success, Dumas was frequently plagued by financial troubles. He led a lavish lifestyle, building the ornate Château de Monte-Cristo near Paris, employing large staffs, and supporting many friends and relatives. His generosity and appetite for life often outpaced his income, leading to mounting debts. Still, his creative drive rarely waned. Dumas’s mixed-race background was a source of both pride and tension in his life. He was outspoken about his heritage and used his platform to address race and injustice. In his novel Georges, he explored issues of colonialism and identity through a Creole protagonist. Though he encountered racism, he refused to be silenced, famously replying to a racial insult by pointing to his ancestry and achievements with dignity and wit. Later in life, Dumas continued writing and traveling, spending time in Belgium, Italy, and Russia. He supported nationalist causes, particularly Italian unification, and even founded a newspaper to advocate for Giuseppe Garibaldi. Though his popularity waned somewhat in his final years, his literary legacy grew steadily. He wrote in a style that was accessible, entertaining, and emotionally reso
Décidément, j’ai beaucoup de mal avec le style de Dumas et pourtant j’adore Robin des Bois. Au risque de proférer un blasphème, je ne suis pas une adepte des Mousquetaires mais avec cette duologie sur les aventures de Robin Hood, on touche le fond du fond. Parmi les trois versions que j'ai lues, celle-ci arrive bonne dernière. Laissez-moi vous expliquer pourquoi.
Enfin entre toutes les incohérences, les aventures répétitives qui se fondent les unes dans les autres, les personnages sans profondeur, et l'absence d'une toile de fond correctement exploitée (malgré le contexte riches d'enjeux politiques, économiques et sociaux qui aurait mérité d'être approfondi), cette lecture s'est avérée (à nouveau) décevante. Je n'y ai rien retrouvé de ce qui me plaisait dans la légende de Robin des Bois.
Eu me apaixonei por Robin Hood e pelos seus amigos, e eu me senti fazendo parte das aventuras deles pela floresta de Sherwood. Foi bem triste terminar o livro e me despedir de personagens que me alegraram por tantos dias.
Robin Hood é mais do que a história de um homem que roubava dos ricos para dar aos pobres, é uma história sobre amizade, amor, lealdade e determinação. A gente entende o que levou RH a viver como um outlaw e quais foram as suas motivações para se tornar o "príncipe dos ladrões".
--- Esse foi o meu primeiro contato com a escrita de Alexandre Dumas e eu acredito que comecei pelo livro certo. Durante a história ele interage com o leitor por meio de comentários, o que eu acho um recurso sensacional em alguns livros e nesse funcionou muito bem. Sem contar que ele me fez rir em vários momentos e quase me fez chorar em outros, também. Mas mesmo em momentos mais tristes, a escrita fazia com que tudo ficasse mais leve.
Enfim, eu super recomendo a leitura pra quem curte clássicos e mitos ingleses, mesmo tendo sido escrito por um francês. :)
Através desse livro, pude perceber que o que eu conheci quando criança do lendário Robin Hood era apenas uma parte de várias aventuras que aqui são narradas. Apesar de ter achado a leitura arrastada em alguns momentos, gostei desse clássico e achei muito interessante como a história vai muito além do "cara que rouba dos ricos para dar aos pobres". Robin Hood é um herói da sua comunidade, faz justiça aos injustiçados quando estes são desprezados por aqueles que deveriam protegê-los. Eu gostaria muito de ver uma minissérie ou mesmo um filme um pouco maior adaptados dessa versão, já imagino os figurinos de época e o cenário da floresta. Uma leitura que vale a pena ser passada às crianças.
A história de Robin Hood. Roubar dos ricos e doar para os pobres, enganar nobres e fazer grandes feitos com o arco e flecha. Esse livro possui tudo isso, mas também tem um começo lento e arrastado. Não gostei muito da intriga entre nobres, não me interessou e demorou demais. A comédia trapalhão foi uma surpresa, e de certa maneira combina com os personagens. E por falar neles, são a melhor coisa. Desde Robin devoto a Virgem Maria até Will Escarlate apaixonado. Os únicos membros do bando que deixam a desejar são a Marian, que passou de interesse amoroso para inexistente, e Much, o filho do moleiro. Eu não entendo porque o Much existe. Além disso, é uma história que advoga bastante a favor do casamento. A primeira parte é mais rápida nos acontecimentos, mas como os acontecimentos não são muito interessantes, por se tratarem de problemas de casamento de nobres, não é divertido de ler. A segunda parte é mais uma coletânea de contos interligados do que uma história coesa entre si, e isso deixa as coisas mais divertidas, com cada capítulo tendo um início, meio e fim, mas com um ritmo horrível entre capítulos.
Livro muito bom e, como cristão, considero ser uma obra essencial para todo cristão. Ela denuncia os perigos da falsa religiosidade e do abuso de poder (opressão por falsos religiosos e por nobres oligárquicos); fala contra a injustiça social e a necessidade das obras sociais. A narrativa celebra os valores morais, a cortesia, o casamento, a família, o nascimento dos filhos, etc. Há algumas partes meio exageradas, por conta do viés romântico (palidez, excessos, etc.), além de outras partes em que a narrativa acaba sendo muito rápida para assuntos que precisariam ser mais calmamente trabalhados . Do meio para o final, senti que a leitura ficara ainda melhor.
Ler esse livro foi uma surpresa agradável. Eu comecei a ler sem muita expectativa, mas à medida em que eu adentrava mais na história eu fui me lembrando de por que eu gosto de ler, me fazendo lembrar de quando eu era mais novo e ficava horas entretido com histórias de aventura e me imaginando no lugar dos personagens.
O livro não é perfeito. Acho que ficou desnecessariamente grande e algumas partes poderiam ter sido tiradas. Também vi algumas pessoas comentando que ele se afasta do estilo do Dumas, por ter sido escrito com a “ajuda” de aprendizes que fizeram a pesquisa história e redigiram algumas partes da trama. Às vezes eu sentia também que a obra nãoIdo no todo, e era só uma sucessão de aventuras desconexas. Mas será que esse sentido é necessário? Ou nós podemos simplesmente apreciar o caráter pitoresco das empreitadas dos heróis?
Apesar dessas e outras críticas, acho que merece cinco estrelas. Não por ser uma obra perfeita, mas por ser excelente em sua simplicidade, e nos transportar de volta às fantasias nostálgicas da nossa infância.
Este volume reúne os dois livros escritos por Dumas sobre Robin Hood: "O príncipe dos ladrões" e "O proscrito". Os dois trabalhos foram publicados postumamente, incompletos, por isso a obra é cheia de erros de continuidade e finais inconclusos.
Os livros são típicas novelas de cavalaria, relatando aventuras com ação, grandes guerreiros e amores galantes; não é de surpreender, então, que contenham defeitos típicos desse gênero literário: personagens rasos, discursos artificiais, falta de uma trama continuada, entre outros.
Mesmo assim, o livro é divertido e imersivo, e as cenas de ação são bem estruturadas. Certamente não é o trabalho mais memorável e genial de Dumas, mas é um livro no qual é possível viajar.
Remember Disney's Robin Hood? Yeah, this has nothing to do with it. I bring the animation up since it was my first source on this character when I was a child, but boy was I glad to revisit the English legend! These outlaws suffer terrible disadventures, and Robin's life is permeated with skirmishes against the Sheriff of Nottingham. Both books talk about Robin's early life that made him from proscript to hero. His fights - and epic escapes - are still a part of the collective imaginary of Britain, and the beautiful story of the merry men of Sherwood Forest enchants by its simplicity and with just the right amount of history-turned-legend.
Primeiramente, não entendo porque esse livro tem uma média de nota tão baixa, com várias 3 estrelas. Talvez eu devesse dar 4 estrelas, mas para ser sincera, esse livro é tão envolvente, fácil de ler e me fez dar várias risadas com os personagens e suas histórias que eu acho que merece 5 estrelas.
Foi muito interessante acompanhar taaantos anos da vida de Robin Hood e seus companheiros. Claro, não é uma obra genial nem tem histórias inovadoras, mas é impossível não se envolver com as peripécias dos personagens. Estou ansiosa por ler outras obras de Dumas!
Het Robin Hood verhaal zoals het zelden verteld werd, van geboorte tot dood. Dit boek wordt veel te weinig gelezen, wellicht omdat het onderwerp meteen aan een 'jongesromannetje' laat denken. Dumas is echter een fantastisch auteur ('De graaf van Monte Cristo', 'De drie musketiers') die de middeleeuwse legende tot leven wekt en er een heel eigen interpretatie aan geeft.
Eu gosto muito da escrita do Dumas e ele fez um trabalho incrível criando esta versão de Robin Hood, o Robin é um personagem incrível assim como seus companheiros. O problema é que ele prolonga muito os seus livros (sim, ele tem seus motivos), mas do meio para o final as brigas de cão e gato entre Robin e seu arqui inimigo acabam ficando um pouco repetitivas.
It was a great homage to the myth of Robin Hood. It is surprisingly not just an adventure, but mostly a love story. The upside is the repetitive stories on the second book.
acho que a história é gostosinha e leve de se ler. dumas tem uma escrita boa e fluída. acho que a trama é um pouco repetitiva, mas dá pra terminar de boa.