En 1984, alors que l'Océania est toujours en guerre contre l'Eurasia, Winston, dans un acte de désobéissance extrême, décide de tenir son journal... Il lui faut, en plus, redoubler de prudence lorsque la fille aux cheveux noirs prend contact avec lui. En Océania, les relations hors mariage sont proscrites, les amitiés doivent rester superficielles et il est interdit de se mélanger aux prolétaires. La Police de la Pensée veille, et Big Brother ne vous lâche pas des yeux.
Gostei bastante desta adaptação. Vale a pena ler e relembrar a obra original.
《O poder é fazer sofrer e humilhar. É pulverizar o espírito humano e reconstruí-lo como bem entendermos. Cada vez mais sofrimento. É esse o nosso objectivo. Outrora, as sociedades deleitavam-se em progredir apoiando-se no amor e na justiça. Nós, nós escolhemos o ódio. A nossa civilização pregará o terror, o espírito, a raiva, a humilhação (...) Para sempre》.
Seit Januar 2021 ist der dystopische Klassiker 1984 von George Orwell in Europa gemeinfrei, was zu zahlreichen Veröffentlichungen in unterschiedlichen Verlagen führte. Auch im Comicbereich gibt es unterschiedliche Ausgaben und heute möchte ich euch das Werk aus dem Splitter Verlag vorstellen, welches von Sybille Titeux de la Croix & Amazing Ameziane nach dem Roman von George Orwell entworfen wurde.
Die Story dürfte mittlerweile wohl fast jedem bekannt sein, es geht um eine totalitäre staatliche Macht, die mit populistischen Parolen, strengen Gesetzen und eine komplette Überwachung der Bevölkerung ihre Bürger*innen unterdrückt. Passend zu Orwells düsterem Überwachungsstaat spiegelt sich die Tristesse in den klaren geometrischen Formen und der betonfarbigen Koloration von Amazing Ameziane.
Winston Smith arbeitet im Ministerium der Wahrheit, welches tagtäglich die Geschichte umschreibt, sodass alles den Aussagen der Partei entspricht. Als er beginnt Tagebuch zu schreiben und eine verbotene Liebesaffäre eingeht, droht von jeder Seite Gefahr, denn die Gedankenpolizei und die Teleschirme lauern überall. Kann es für sie Freiheit in einem Staat geben, der sich die Parolen ›Krieg ist Frieden‹, ›Freiheit ist Sklaverei‹ und ›Unwissenheit ist Stärke‹ auf die Fahne geschrieben hat?
Sybille Titeux de la Croix hält sich sehr nahe an der Romanvorlage und benötigt daher auch etwas mehr Text um die Zusammenhänge herzustellen und zu Erklären. Dies tut dem Comic jedoch keinen Abbruch, sondern verleiht den kantigen Illustrationen noch mehr Nachdruck und Tiefe. Das beklemmende Gefühl eines totalen Überwachungsstaates wurde hier perfekt eingefangen und übt eine fesselnde Anziehungskraft aus, sodass ich den Comic, einmal begonnen, nicht mehr aus der Hand legen konnte.
Fazit
Dieser starke Comic adaptiert George Orwells Klassiker der Weltliteratur und ist für alle, die nicht zum Buch greifen wollen, eine wunderbare Alternative.
Waow... Je n’avais encore jamais lu 1984 donc je ne sais pas à quel point cette adaptation graphique est fidèle à l’original. Ce qui est sûr c’est que ça m’a donné encore plus envie de découvrir le livre tout en me laissant un goût amer en bouche.
Je pense que l’adaptation rend le tout un peu moins approfondi que peut l’être le livre et il y a des choses que je n’ai pas entièrement compris et que j’espère découvrir dans le roman.
Les dessins sont sublimes et les planches de vraies oeuvres d’art. Mais l’histoire est horrible. J’ai été mal à l’aise du début à la fin, écœurée, effrayée. Ça résonne avec beaucoup de points d’actualité et aussi de l’Histoire et j’ai trouvé difficile de me positionner par rapport à ma lecture. D’un côté je suis contente que la réalité n’ait pas tournée comme dans ce livre, et d’un autre côté, n’est-ce pas le cas ?
Bref, ça retourne le cerveau j’étais pas tout à fait prête...
Esta obra de Orwell já teve imensas edições e, recentemente, foi adaptado para novela gráfica. Li ambas as versões e ambas recomendo. Se por um lado a versão clássica é mais detalhada, também a acção é mais lenta. Em contrapartida, a novela gráfica auxilia a imaginação do leitor, conduz pela acção principal, sem perder a essência da mensagem. A Oceânia é controlada pelo Partido do Grande Irmão. Todas as pessoas são vigiadas por telecrãs e não os podem desligar. Qualquer pessoa que cometa o crime de pensar contra o partido é imediatamente detido pela Polícia do Pensamento. Ao acompanharmos Wiston, percebemos como funciona a sociedade em que vive, os programas aos quais os cidadãos estão inseridos e os próprios pensamentos do protagonista. "Guerra é Paz". A constante guerra entre a Oceânia com a Eurásia é uma forma de manter a ordem e a paz. "Liberdade é escravatura". A única forma de alguém ser livre é submeter-se ao Partido, pois nunca será "apagado" da História. "Ignorância é força". As diferentes classes, alta, média e baixa, nunca irão mudar. Os que estão acima, querem lá ficar. Os que estão no meio, manipulam os da classe baixa para destronar os da alta, substituindo-os e recomeçando o ciclo. Estas frases de comando do Partido mais não passam de distorções para convencer os cidadãos a fazer o contrário do que seria natural pensar. "Tu nunca passaste fome, isto sempre aconteceu, apenas não te recordas"; "2+2=4 ou 2+2=5?". O mundo de Orwell é assustador. E não deixo de pensar em como existem tantas semelhanças com sociedades actuais (China, Rússia e Coreia do Norte). Seja um fascista como Franco, um desmiolado Donald Trump ou um cruel Mao Tsé Tung, todos ambicionam uma nação de fanáticos a marchar em simultâneo, a gritar palavras de ordem instruídas pelo Partido e a trabalhar sem questionar, em função de uma cara temida por todos.
*lu en complément de La Servante Écarlate pour le bac de français*
Facile à lire et résume, en gros, le roman de George Orwell. Pour moi, qui n'avait pas lu le roman, j'ai compris le message de l'œuvre et cette adaptation en BD m'a touchée.
1984 em quadrinhos é uma boa opção para aqueles que assim como eu sentem dificuldade em focar completamente na leitura, torna-se mais leve lê-lo com as imagens e facilita a imaginação do ambiente em que tudo se passa, pessoalmente, eu amei as ilustrações, bom, é um ótimo livro.
A adaptação gráfica de 1984 traduzida por Sybille Titeux de la Croix é uma introdução visual poderosa para este clássico. Não tendo lendo a obra original, esta adaptação abriu-me o apetite para ler esta obra de George Orwell. Tal como em praticamente todas as adaptações, acredito que seja uma versão simplificada da original, mas não menos apelativa. A arte de Amazing Ameziane reforça o tom sombrio da narrativa. Acredito que tal como me aconteceu a mim, este livro possa servir como porta de entrada para a obra original . 2+2=5 -- The graphic adaptation of 1984, translated by Sybille Titeux de la Croix, is a powerful visual introduction to this classic. Having never read the original work, this adaptation whetted my appetite for George Orwell's work. As with virtually all adaptations, I believe it's a simplified version of the original, but no less appealing. Amazing Ameziane's art reinforces the narrative's dark tone. I believe that, as it did for me, this book can serve as a gateway to the original work. 2+2=5
Exceptionnelle adaptation graphique. Que ce soit dans le rendu graphique, la mise en pages, les parti pris scénaristiques et graphiques, l'ensemble est une claque monumentale : magnifique.