Uma nova edição de As cabanas que o amor faz em nós, sucesso da mesma autora de A gente mira no amor e acerta na solidão. “Tanto para a psicanalista quanto para a escritora, o amor é o centro do maior interesse, e ao ser abordado pelas quatro mãos de uma só autora, vários de seus matizes aparecem. Mas é sobretudo pelo viés do desencontro amoroso que o amor se dá a ver. Em seu texto há análise, há catarse, há observação aguda da vida cotidiana, num brainstorm do verdadeiro amor – o impossível. Se há encontro, é da palavra poética que, como na análise, diz-solve a dor. MARCO ANTONIO COUTINHO JORGE, psicanalista “Mulher da palavra e do amor, a autora sabe dos infinitos e das impossibilidades de definição do tema que escolheu. Assim passeia com desenvoltura, sensibilidade e coragem por conceitos e poesia. Ganhamos nós, leitores, que podemos acompanhar seus voos livres e aterrissagens em solos férteis. Em As Cabanas que o amor faz em nós, Ana Suy novamente nos presenteia com seu brilhantismo e se consolida como uma poeta extraordinária.” LIANA FERRAZ, poeta “Ana Suy consegue brincar – à moda de Winnicott – com o que há de mais precioso no campo da psicaná a linguagem, explorando as diversas faces do amor e da falta com uma poesia em prosa, que desafia o tempo e transforma o ordinário em extraordinário.” ALEXANDRE PATRICIO DE ALMEIDA, psicanalista e escritor
Psicanalista, escritora, professora, psicóloga graduada e pós-graduada pela Pucpr. Doutora em pesquisa e clínica em psicanálise pela Uerj. Mestre em Psicologia Clínica pela Ufpr.
Autora do best seller "A gente mira no amor e acerta na solidão", publicado no Brasil, em Portugal, Argentina, Colômbia e Uruguai pela editora Planeta.
Autora também de “Não pise no meu vazio”, “As cabanas que o amor faz em nós”, “A corda que sai do útero” (editora Planeta) e “Amor, desejo e psicanálise” (editora Juruá).
Coautora do livro "Infamiliar: o que faz família hoje?" (editora Agalma)
Idealizadora e coordenadora dos estudos “Lendo Freud hoje” e “Clube de palavras”.
Nao é o melhor livro que eu li da Ana Suy, mas não tem como ser ruim! Tem vários textos que não gostei, especialmente no meio do livro. Mas a última parte conquistou as 4 estrelas - os últimos textos são lindos, lindos!
Se você já leu “A gente mora no amor e acerta a solidão”, da mesma autora, prepare-se: aqui caminhamos em mundos e dimensões de amores sem explicação.
Na Cabana, encontramos uma sequência belíssima e delicada de contos e pequenas histórias, muito bem escritos e na medida, e que vão te fazer pensar.
São perspectivas de personagens que conhecemos conforme as linhas se estendem e que ao final, passa a sensação que tudo foi dito menos que só tenha tido uma página de poema.
É leve, e aconchegante, é um abraço numa roupa quentinha em um dia frio.
Eu leria até uma lista de compras escrita pela Ana Suy rs, amo a forma como ela usa as palavras! Esse é um livro com textos sobre o amor. O amor no cotidiano, o amor que acaba, o amor que continua, o amor saudável, o amor que se alimenta do desejo... me arrancou diversos sorrisos e infinitas reflexões. Adorei!
A Ana suy é simplesmente uma Autora com uma capacidade admirável, ela consegue neste livro escrever na perspectiva de vários tipos de pessoas: homem, mulher, idosa... Como cada um se sente, explica psicanálise de uma forma muito simples de entender através dos vários trechos do seu livro. Eu adorei ❣️
Seja o amor uma cabana de palha, uma casa de madeira ou de tijolos dentro de cada um de nós, duas coisas são certas: a busca pelo amor envolve sinceridade e cumplicidade, seja correspondido ou não. Amar incondicionalmente simplesmente.
tirando o famoso “a gente mira no amor e acerta na solidão”, esse é o livro de ana que mais gostei. tem alguns textos e poemas pelo meio que não me impactaram, mas a última parte é especialmente bonita.
Sinceramente? Esperava um pouco mais. Amei o livro amarelo (eu separo por cores), mas esse em questão, apenas um poema realmente me chamou atenção. Uma pena. ):
Descobri a autora pelo A Gente Mira no Amor e Acerta na Solidão, e estou apaixonada pela sua escrita. Fala do amor de uma forma vinda do mais profundo do ser.
Achei bom, mas… de todos da Ana, esse foi o que menos me impactou. De qualquer forma, nem todo livro precisa impactar também ahahaha leitura leve e afetiva 💐
Ana nos convida a mergulhar em um oceano de amores e perspectivas sobre o A(MAR). Esses poemas me fizeram visitar muitos lugares internos, muitos sentimentos, e me atravessaram profundamente. Posso dizer que o amor é uma potência tão forte que, por mais doloroso que seja, nada nos traz tanta felicidade e realização em nossa passagem pela Terra. Cada vez que leio um texto de Ana, sinto-me mais instigado a descobrir e aprofundar aquilo que penso saber sobre o amor, porque quanto mais leio e descubro, mais percebo que nada sei — ainda que isso soe como uma contradição. Quero viver e amar como se o amor fosse proibido amanhã. AME!!!!
Esse livro me lembra que minhas angústias não são aberrantes. Melhor pecar pelo excesso do que pela falta. Apenas na literatura dos corações partidos encontro minhas dores plenamente compreendidas. Que a poesia sempre me encontre em meus leitos de morte; desta forma posso renascer.