Alguns dos crimes mais macabros de Gotham são investigados por Batman nessa edição, como um assassino serial que deixa suas vítimas em lixeiras, uma mímica macabra que ameaça a cidade e um cirurgião que realiza operações ilícitas a fim de enriquecer com o mercado negro. Em meio a tudo isso, Batman e seu novo Robin, Jason Todd, precisam lidar com a ameaça do Duas-Caras, que compartilha elos com o passado do Menino-Prodígio.
James P. "Jim" Starlin is an American comic book writer and artist. With a career dating back to the early 1970s, he is best known for "cosmic" tales and space opera; for revamping the Marvel Comics characters Captain Marvel and Adam Warlock; and for creating or co-creating the Marvel characters Thanos and Shang-Chi, Master of Kung Fu. Death and suicide are recurring themes in Starlin's work: Personifications of Death appeared in his Captain Marvel series and in a fill-in story for Ghost Rider; Warlock commits suicide by killing his future self; and suicide is a theme in a story he plotted and drew for The Rampaging Hulk magazine.
In the mid-1970s, Starlin contributed a cache of stories to the independently published science-fiction anthology Star Reach. Here he developed his ideas of God, death, and infinity, free of the restrictions of mainstream comics publishers' self-censorship arm, the Comics Code Authority. Starlin also drew "The Secret of Skull River", inked by frequent collaborator Al Milgrom, for Savage Tales #5 (July 1974).
When Marvel Comics wished to use the name of Captain Marvel for a new, different character,[citation needed] Starlin was given the rare opportunity to produce a one-shot story in which to kill off a main character. The Death of Captain Marvel became the first graphic novel published by the company itself. (
In the late 1980s, Starlin began working more for DC Comics, writing a number of Batman stories, including the four-issue miniseries Batman: The Cult (Aug.-Nov. 1988), and the storyline "Batman: A Death in the Family", in Batman #426-429 (Dec. 1988 – Jan. 1989), in which Jason Todd, the second of Batman's Robin sidekicks, was killed. The death was decided by fans, as DC Comics set up a hotline for readers to vote on as to whether or not Jason Todd should survive a potentially fatal situation. For DC he created Hardcore Station.
O encadernado traz histórias ok, não são ruins, mas nada espetacular. Gostei principalmente da primeira edição do serial killer, estou curioso para a continuação no próximo volume.
Olha até estava animadinho nos dois primeiros volumes dessa coleção, achando que as histórias iriam manter um nível legal. Mas chegou neste aqui e a coisa toda foi barranco abaixo. Jim Starlin, Max Allan Collins e Mike W. Barr parecem estar no automático, sem mostrara genialidade de suas grandes histórias. A impressão que eu tenho é que grandes escritores, quando pegam as histórias do Batman acabam fracassando por inúmeros motivos. Neste volume temos histórias bobinhas, com desenhos bem ruinzinhos. A maioria delas evolve a relação de Jason Todd, o segundo Robin, com um acerto de contas com o Duas-Caras, que foi responsável pelo assissinato de seu pai. Ou, ao menos, ele pensa assim. Uma personagem que poderia ser interessante, a Mímica, dá as caras aqui. Mas é tão mal trabalhada pelos autores que é um desperdício de plot. A história escrita por Jo Duffy, sobre um samurai caído em desgraça, então, é a pior de todo o encadernado. É tão ruim que consegue destoar de todas as outras. Tive muita boa vontade com tudo aqui, porque essa capa sempre me atraía quando ia às bancas.
Esse volume é cheio de altos e baixos em termos de leitura. Aliás, os pontos baixos estão relacionados a algumas histórias envolvendo o Duas-caras, que são cansativas e repetitivas. Por outro lado, os pontos positivos estão na relação entre Batman e Robin e no amadurecimento de Jason Todd em lidar com problemas do passado, só que esse segundo ponto é desenvolvido de maneira tímida e rápida demais em certas situações. A história que mais gostei foi do assassino da lixeira, que não teve uma conclusão, o que deixa esse volume destoado em relação à temática proposta por entre as histórias (apenas uma observação chata rs). Por isso, espero que nos próximos volumes esse arco do assassino da lixeira seja concluído.