Nesta coleção de quatro contos, Tolstói fala das coisas que realmente importam na vida, abordando com leveza temas sérios como teologia, filosofia e natureza humana e trazendo ensinamentos inesquecíveis e significados profundos em uma leitura cativante.
"Do que vivem os homens", "Três perguntas", "A cafeteria de Surat", "De quanta terra precisa um homem?" oferecem uma visão agradável dos antigos valores russos, caracterizadas por seu frescor, simplicidade bíblica e inspiração.
Lev Nikolayevich Tolstoy (Russian: Лев Николаевич Толстой; most appropriately used Liev Tolstoy; commonly Leo Tolstoy in Anglophone countries) was a Russian writer who primarily wrote novels and short stories. Later in life, he also wrote plays and essays. His two most famous works, the novels War and Peace and Anna Karenina, are acknowledged as two of the greatest novels of all time and a pinnacle of realist fiction. Many consider Tolstoy to have been one of the world's greatest novelists. Tolstoy is equally known for his complicated and paradoxical persona and for his extreme moralistic and ascetic views, which he adopted after a moral crisis and spiritual awakening in the 1870s, after which he also became noted as a moral thinker and social reformer.
His literal interpretation of the ethical teachings of Jesus, centering on the Sermon on the Mount, caused him in later life to become a fervent Christian anarchist and anarcho-pacifist. His ideas on nonviolent resistance, expressed in such works as The Kingdom of God Is Within You, were to have a profound impact on such pivotal twentieth-century figures as Mohandas Gandhi and Martin Luther King, Jr.
tolstoy and faith 'how much land does a man need?' is a short story that criticizes society's futile needs and unbridled ambition.
the other stories have a religious touch that is still interesting. the way tolstoy includes religion in his stories is very delicate, always highlighting the importance of love and tolerance.
even though I'm not a religious person, stories like this catch my attention. tolstoy is one of the only authors who makes this topic comfortable for everyone.
Gostei dos temas abordados em 3 dos 4 contos, o único que não me agradou foi o " do que vivem os homens" pela questão religiosa levantada mas bem escrito. O "as três perguntas" quanto a necessidade de estarmos presentes no aqui e no agora foi ótimo. "A cafeteria de Surat" sobre o egoísmo do homens e a necessidade de respeito. E o último "de quanta terra precisa um homem" abordando a ganância e como deveríamos exercitar o contentamento com o que temos.
Não conhecia o autor e como esse ano pretendo me aventurar um pouco mais nos clássicos, resolvi incluir esse. Com 4 contos de leitura bem leve, Tolstói levanta questionamentos muito pertinentes, nos levando a lições com uma clara base cristã. São histórias bem curtas, mas com valores que infelizmente são difíceis de encontrar hoje em dia.
De Quanta Terra Precisa um Homem? e Outras Histórias reúne alguns dos contos mais representativos da fase moral e filosófica de Liev Tolstói, nos quais o autor explora, com linguagem simples e narrativa direta, questões profundas sobre ambição, ganância, fé e sentido da vida. As histórias partem de situações cotidianas para construir reflexões universais sobre os limites do desejo humano.
O volume se destaca pela clareza ética de suas narrativas, que frequentemente assumem um tom de fábula ou parábola. Tolstói não busca complexidade formal, mas impacto moral, conduzindo o leitor a confrontar valores como posse, status, humildade e compaixão. O conflito central não é externo, mas interior, revelando a luta entre impulsos materiais e necessidades espirituais.
Como conjunto, a coletânea oferece uma leitura acessível, porém profundamente reflexiva. As histórias funcionam como exercícios de consciência, propondo questionamentos simples, mas duradouros, sobre o que realmente é essencial para a vida humana. A força do livro está justamente em sua sobriedade, que transforma experiências comuns em lições éticas de alcance universal.
“Permaneci vivo enquanto fui humano não por cuidado comigo mesmo, mas porque o amor estava presente em um transeunte, e porque ele e a esposa tiveram pena de mim e sentiram amor por mim. As órfãs sobreviveram não por causa do cuidado da mãe, mas porque havia amor no coração de uma mulher, estranha para elas, que sentiu pena delas e as amou. E todos os homens vivem não do que gastam com seu bem-estar, mas porque o amor existe no homem.”
“Portanto, lembre-se: há somente um, apenas e tão somente momento mais importante... Agora! É a hora mais importante porque é a única em que podemos fazer alguma coisa. O homem mais necessário é aquele que está com você nesse momento, pois ninguém sabe se depois estará com outra pessoa e se poderá fazer algo por ela. E a coisa mais importante é fazer o bem, porque esse é o único propósito da vida!”
Tive uma interpretação bem religiosa, mas gostei muito e consegui aprovei a leitura.
Nas mãos de Tolstoi, o cotidiano e o ordinário se transformam em veículos para revelações profundas sobre a condição humana e seu apodrecimento através da ganância e do materialismo. Numa escrita modesta e direta, os quatro contos do autor ("Do que Vivem os Homens?", "Três Perguntas", "A Cafeteria de Surat" e "Quanta Terra Precisa um Homem?") mostram que a verdadeira significância da nossa existência reside em conceitos simples e universais: o amor, a cumplicidade, o respeito e o contentamento. E estes são mais do que suficientes para uma vida autêntica e satisfatória.
Suas histórias servem como um espelho para nossas próprias vidas, encorajando-nos a refletir sobre nossas prioridades, escolhas e, sobretudo, sobre o que verdadeiramente valorizamos.
Uma coleção bem simples de contos, facilmente pode ser lida em um dia. Tolstoy parece ter um jeito bem direto de escrever, sem aberturas para diferentes interpretações.
De forma bem geral, esse livro é bem juvenil, talvez até um pouco infantil. Talvez por serem contos bem simples, me parece algo que eu leria quando ainda estava na escola. Apesar disso creio que alguns adultos precisam ler para poderem viver uma vida melhor. Eu diria que a faixa etária recomendada é de uns 9-12 anos. Não faz muito meu gosto, mas admiro o jeito que Tolstoy escreve!
Resumindo o meu conto preferido , que é o último e também da nome ao livro, "De quanta terra precisa um homem" é cômica e realista. Eu soltei uma risada sincera quando a pergunta foi respondida (emoji de macaco cobrindo os olhos)
todas as quatro histórias carregam pesos, ensinamentos e sabedorias diferentes mas possuem aquele conhecimento único de histórias que podem mudar nossa forma de enxergar o mundo, as pessoas e as coisas. a primeira história foi admirável e sábia, a segunda história foi pontual e brilhante, a terceira história foi engenhosa e carregada de sentimentos e a quarta história foi crua e real. são histórias bem curtas mas que carregam excelentes aprendizados sobre o amor que existe em nós para com os outros, discussão sobre crenças religosas e o que leva o homem a ser egoísta acerca disso, escolhas referentes às coisas "certas" a se fazer e a ambição humana de sempre querer mais. definitivamente recomendo a leitura!
De quanta terra precisa um homem? E outras histórias, de Liev Tolstói, é um livro pequeno, com cerca de 90 páginas, mas gigante em ensinamentos. Composto por quatro contos curtos, cada um traz reflexões profundas sobre ambição, moralidade e a essência da vida humana. A escrita de Tolstói é envolvente e direta, tornando a leitura extremamente fluida—tanto que li tudo em um único dia! Além dos temas universais, o que me conquistou foi a forma como ele conduz as histórias, com uma simplicidade que esconde uma carga filosófica poderosa. Uma leitura rápida, mas que fica na mente por muito tempo.
Simples e profundo Meu primeiro contato com o autor e talvez com a literatura russa. Digo que foi positivo.
Gostei bastante do dinamismo presente na leitura. Quatro básicas estórias que podem gerar arborizados momentos de reflexão, mesmo com certa ausência de materialidade para casos mais complexos, mas nada disso tira a beldade dos contos. Amor, bondade, presente, existencialismo, egoísmo e ambição seriam as minhas palavras chave para a abrangência da obra
4 Contos breves. Cada um é uma história de leitura agradável que se desenrola em uma lição maior no final. Apesar da temática religiosa estar presente nos contos, isso não atrapalha a leitura pra quem não é católico. As lições falam sobre compaixão, amor e ganância e te fazem refletir. A leitura é muito fácil e agradável. Com certeza vou ler mais livros do Tolstoy, tomando cuidado com o tema da religião.
Esta é a segunda obra que leio de Tolstói e assim como o primeiro, me encantou demais!! Este livro possui 4 contos que abordam filosofia, teologia e sociologia de uma forma tão leve e simples que chega a ser acessível até para crianças e adolescentes. Tolstói caminha para se tornar meu escritor favorito com muita tranquilidade! Recomendo demais!
História que trás um ponto muito específico sobre a hipocrisia e os limites de desejo humano. Achei a leitura com falta de nuances ou subjetividade, muito preto no branco. Apesar disso, os contos prendem, deixa uma pitada de curiosidade, pena que a religião deixa meio rígido algo que pode ser aproveitado apenas como o acaso.
Por orden de agrado: 1. Després del ball 👫 2. La història d'un cavall 🐴 3. Quanta terra necessita una persona 💸 4. Dues versions diferents de la història d'un rusc amb el sostre d'escorça de til•ler 🐝 5. Albert 🍻 6. Tres morts 🪦
Reflexão importante sobre a inversão de valores do que realmente importa e do que levaremos conosco. É importante pensar o quanto precisamos ser atentos no que nos deixa feliz de verdade para não se confundir com simples ganância.
"Deus não deseja que os homens vivam isolados, e portanto não revela a eles o que cada um necessita para si; mas Ele deseja que vivam unidos, e portanto revela a cada um deles o que é necessário para todos."
Eu aceitaria ser catequizada pelo Tolstoy, impressionante como o discurso que geralmente é chato e maçante pode se tornar bonito e persuasivo quando dito por alguém inteligente e com domínio da linguagem. Os contos são todos bons, vão ficando cada vez melhores, mas os últimos dois são ótimos.
A história principal e a cafeteira de Surat são incríveis,as lições em geral,dentro do que se propõem são boas,mas, não acho que me pegou como deveria, não sei se por serem muito cristãs ou por algum outro motivo.
Esse livro é aquele que te faz refletir dias e dias sobre suas lições. Contos são ferramentas poderosas para expor nossas mazelas e nos fazer pensar sobre como estamos levando a vida, né? Recomendo!