Nesta coleção de quatro contos, Tolstói fala das coisas que realmente importam na vida, abordando com leveza temas sérios como teologia, filosofia e natureza humana e trazendo ensinamentos inesquecíveis e significados profundos em uma leitura cativante.
"Do que vivem os homens", "Três perguntas", "A cafeteria de Surat", "De quanta terra precisa um homem?" oferecem uma visão agradável dos antigos valores russos, caracterizadas por seu frescor, simplicidade bíblica e inspiração.
Lev Nikolayevich Tolstoy (Russian: Лев Николаевич Толстой; most appropriately used Liev Tolstoy; commonly Leo Tolstoy in Anglophone countries) was a Russian writer who primarily wrote novels and short stories. Later in life, he also wrote plays and essays. His two most famous works, the novels War and Peace and Anna Karenina, are acknowledged as two of the greatest novels of all time and a pinnacle of realist fiction. Many consider Tolstoy to have been one of the world's greatest novelists. Tolstoy is equally known for his complicated and paradoxical persona and for his extreme moralistic and ascetic views, which he adopted after a moral crisis and spiritual awakening in the 1870s, after which he also became noted as a moral thinker and social reformer.
His literal interpretation of the ethical teachings of Jesus, centering on the Sermon on the Mount, caused him in later life to become a fervent Christian anarchist and anarcho-pacifist. His ideas on nonviolent resistance, expressed in such works as The Kingdom of God Is Within You, were to have a profound impact on such pivotal twentieth-century figures as Mohandas Gandhi and Martin Luther King, Jr.
O conto "De Quanta Terra Precisa um Homem?" (1886), de Leo Tolstoy, é uma das metáforas mais poderosas da literatura mundial sobre a ganância humana e a insaciabilidade do ego.
Nos contos “De quanta terra precisa um homem?”, “De que vivem os homens”, “Três perguntas” e “A cafeteria de Surat”, Liev Tolstói apresenta narrativas breves, mas profundamente reflexivas, que exploram questões essenciais da existência humana.
Em De quanta terra precisa um homem?, acompanhamos Pakhóm, um camponês consumido pela ambição de possuir cada vez mais terras, acreditando que assim alcançaria felicidade e segurança. A história culmina em um desfecho trágico e simbólico, revelando que, no fim, o homem precisa apenas da terra suficiente para ser enterrado. (Tive insônia pensando nesse conto 😅).
Já em De que vivem os homens, Tolstói aborda a importância do amor, da compaixão e da solidariedade, mostrando que é isso que sustenta verdadeiramente a vida humana.
No conto Três perguntas, um rei busca respostas sobre qual é o momento, a pessoa e a ação mais importantes da vida, aprendendo que o presente, o próximo e o bem são as verdadeiras prioridades.
Por fim, em A cafeteria de Surat, o autor promove um debate sobre fé e intolerância religiosa, criticando o fanatismo e defendendo a humildade e o respeito às diferenças.
Com linguagem simples e caráter quase moralizante, Tolstói constrói histórias atemporais que convidam o leitor à reflexão sobre ganância, amor, propósito e convivência. Juntos, os quatro contos revelam a preocupação do autor com valores éticos e espirituais, reforçando a importância da simplicidade e da humanidade nas relações.
tolstoy and faith 'how much land does a man need?' is a short story that criticizes society's futile needs and unbridled ambition.
the other stories have a religious touch that is still interesting. the way tolstoy includes religion in his stories is very delicate, always highlighting the importance of love and tolerance.
even though I'm not a religious person, stories like this catch my attention. tolstoy is one of the only authors who makes this topic comfortable for everyone.
São na realidade 4 contos que falam de questões morais e ideias bem abrangentes, são histórias que podem passar por qualquer época que elas vão ter significado e vão refletir de forma muito boa a época respectiva. De leitura bem simples, acredito ser aquele tipo de livro que você lê em uma tarde tomando um café e quando chega a noite você vai dormir feliz pelo o que leu.
Gostei dos temas abordados em 3 dos 4 contos, o único que não me agradou foi o " do que vivem os homens" pela questão religiosa levantada mas bem escrito. O "as três perguntas" quanto a necessidade de estarmos presentes no aqui e no agora foi ótimo. "A cafeteria de Surat" sobre o egoísmo do homens e a necessidade de respeito. E o último "de quanta terra precisa um homem" abordando a ganância e como deveríamos exercitar o contentamento com o que temos.
Não conhecia o autor e como esse ano pretendo me aventurar um pouco mais nos clássicos, resolvi incluir esse. Com 4 contos de leitura bem leve, Tolstói levanta questionamentos muito pertinentes, nos levando a lições com uma clara base cristã. São histórias bem curtas, mas com valores que infelizmente são difíceis de encontrar hoje em dia.
O livro é uma reflexão profunda sobre a busca humana por mais e mais posses, e os limites dessa ambição. A narrativa é apresentada através de um conto que começa com uma discussão entre duas irmãs: uma camponesa que vive de forma simples e satisfeita com o necessário, e uma outra que busca conquistar mais terras e riquezas. A irmã camponesa questiona os perigos do desejo insaciável, destacando como a simplicidade traz paz e evita males como a ansiedade e a frustração.
O marido da camponesa, inspirado pelo desejo de expandir seus bens, tenta conquistar terras, primeiro através de uma venda de lotes, depois por uma jornada até uma terra distante habitada por um povo simples, os basquires. Nesse percurso, ele é tentado pelo desejo de conquistar cada vez mais, motivado por uma espécie de tentação que lembra a figura do diabo. Ele busca conquistar uma terra que parece melhor, mais fértil e valiosa, mas essa busca o leva a confrontar seus próprios limites e a questionar até onde é possível chegar sem perder o que realmente importa — a família, os valores simples da vida.
O conto evidencia como a ganância e a insatisfação podem levar à destruição de valores essenciais, destacando a importância de estabelecer limites e valorizar o que realmente é importante na vida. Tolstoi utiliza metáforas e uma narrativa que convida o leitor a refletir sobre a sociedade atual, marcada pela busca incessante por mais bens materiais, muitas vezes às custas da felicidade e do bem-estar emocional.
A mensagem central é que a verdadeira riqueza está na simplicidade, nos afetos e na apreciação do que já temos, ao invés de uma corrida desenfreada por conquistas materiais. O conto serve como um alerta para o século XXI, incentivando a reflexão sobre o que realmente importa na vida e como podemos evitar a armadilha de uma busca constante por mais, que muitas vezes acaba nos afastando do que é essencial.
Tostoi tem um escrita muito fluida, e isso fez o livro acabar muito rápido, mas não foi um livro bom, senti que o tostoi se aprofundou apenas nos contos "de quanta terra precisa um homem" e mesmo assim eu preferi o conto "três perguntas" mesmo sendo o mais curto dos 4. No primeiro conto "do que os homens vivem" nos foi apresentado um ponto de vista em que os homens se movem por amor, o que o conto "de quanta terra precisa um homem" contrária, mesmo sendo um conto focado na crítica a ganância do homen, se olhado de outro ponto de vista, podemos dizer que os homens se movem por interesse, o que pra mim faz muito mais sentido. O conto "três perguntas" combate uma das "doenças" se é que pode ser chamado assim, mais populares do século 21, a ansiedade. É legal como parece que a resposta mais simples, é sempre a mais esquecida, e que o agora é o mais importante de todos os tempos. O conto "a cafeteria de surat" nos trás uma boa visão de como tratamos "verdades" culturais como absolutas, que pessoalmente, eu já tinha visto no livro "Boca do inferno" da Ana Miranda, em que o personagem Antônio de souza diz "Aprendemos apenas quando duvidamos do que nos disseram". O livro não foi nada demais e se não fosse pela escrita fluida do autor, eu nem sei se continuaria a ler.
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“Permaneci vivo enquanto fui humano não por cuidado comigo mesmo, mas porque o amor estava presente em um transeunte, e porque ele e a esposa tiveram pena de mim e sentiram amor por mim. As órfãs sobreviveram não por causa do cuidado da mãe, mas porque havia amor no coração de uma mulher, estranha para elas, que sentiu pena delas e as amou. E todos os homens vivem não do que gastam com seu bem-estar, mas porque o amor existe no homem.”
“Portanto, lembre-se: há somente um, apenas e tão somente momento mais importante... Agora! É a hora mais importante porque é a única em que podemos fazer alguma coisa. O homem mais necessário é aquele que está com você nesse momento, pois ninguém sabe se depois estará com outra pessoa e se poderá fazer algo por ela. E a coisa mais importante é fazer o bem, porque esse é o único propósito da vida!”
Tive uma interpretação bem religiosa, mas gostei muito e consegui aprovei a leitura.
a única terra que precisamos é uma cova que caiba nosso corpo morto
“Aquele que tem amor está em Deus, e Deus está nele, pois Deus é amor.”
“Cada homem quer ter um Deus especial para si, ou pelo menos um Deus especial para a terra onde ele vive. Cada nação quer restringir a seus próprios templos um Deus que nem o mundo inteiro pode conter.”
“Portanto, lembre-se: há somente um, apenas e tão somente momento mais importante... Agora! É a hora mais importante porque é a única em que podemos fazer alguma coisa.”
“Vou andar mais umas 3 milhas”, pensou, “e depois virar para a esquerda. O local é tão bom que seria uma pena não aproveitar. Quanto mais eu ando, melhor a terra parece ser”.
“O servo pegou a pá e cavou uma sepultura de tamanho suficiente para que Pahom coubesse deitado lá dentro, e o enterrou. Um metro e oitenta, da cabeça aos pés, era o que bastava.”
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Nas mãos de Tolstoi, o cotidiano e o ordinário se transformam em veículos para revelações profundas sobre a condição humana e seu apodrecimento através da ganância e do materialismo. Numa escrita modesta e direta, os quatro contos do autor ("Do que Vivem os Homens?", "Três Perguntas", "A Cafeteria de Surat" e "Quanta Terra Precisa um Homem?") mostram que a verdadeira significância da nossa existência reside em conceitos simples e universais: o amor, a cumplicidade, o respeito e o contentamento. E estes são mais do que suficientes para uma vida autêntica e satisfatória.
Suas histórias servem como um espelho para nossas próprias vidas, encorajando-nos a refletir sobre nossas prioridades, escolhas e, sobretudo, sobre o que verdadeiramente valorizamos.
Uma coleção bem simples de contos, facilmente pode ser lida em um dia. Tolstoy parece ter um jeito bem direto de escrever, sem aberturas para diferentes interpretações.
De forma bem geral, esse livro é bem juvenil, talvez até um pouco infantil. Talvez por serem contos bem simples, me parece algo que eu leria quando ainda estava na escola. Apesar disso creio que alguns adultos precisam ler para poderem viver uma vida melhor. Eu diria que a faixa etária recomendada é de uns 9-12 anos. Não faz muito meu gosto, mas admiro o jeito que Tolstoy escreve!
Resumindo o meu conto preferido , que é o último e também da nome ao livro, "De quanta terra precisa um homem" é cômica e realista. Eu soltei uma risada sincera quando a pergunta foi respondida (emoji de macaco cobrindo os olhos)
todas as quatro histórias carregam pesos, ensinamentos e sabedorias diferentes mas possuem aquele conhecimento único de histórias que podem mudar nossa forma de enxergar o mundo, as pessoas e as coisas. a primeira história foi admirável e sábia, a segunda história foi pontual e brilhante, a terceira história foi engenhosa e carregada de sentimentos e a quarta história foi crua e real. são histórias bem curtas mas que carregam excelentes aprendizados sobre o amor que existe em nós para com os outros, discussão sobre crenças religosas e o que leva o homem a ser egoísta acerca disso, escolhas referentes às coisas "certas" a se fazer e a ambição humana de sempre querer mais. definitivamente recomendo a leitura!
De quanta terra precisa um homem? E outras histórias, de Liev Tolstói, é um livro pequeno, com cerca de 90 páginas, mas gigante em ensinamentos. Composto por quatro contos curtos, cada um traz reflexões profundas sobre ambição, moralidade e a essência da vida humana. A escrita de Tolstói é envolvente e direta, tornando a leitura extremamente fluida—tanto que li tudo em um único dia! Além dos temas universais, o que me conquistou foi a forma como ele conduz as histórias, com uma simplicidade que esconde uma carga filosófica poderosa. Uma leitura rápida, mas que fica na mente por muito tempo.
A versão do livro que li não aparece aqui. Edição portuguesa da editora alma dos livros. A versão com 3 contos. O terceiro não é igual. Pela minha pesquisa são contos escritos para serem compreedidos por todas as classes. O primeiro fala da ganância, inveja e insansibilidade do ser humano. O segundo sobre a sapiência da paciência e bondade: como agir no presente. O terceiro revela o que nos mantém vivos -o amor e a compaixão- viver em sociedade e não para si próprio. Envolto no imaginário religioso. Aos homens não cabe saber tudo.
Simples e profundo Meu primeiro contato com o autor e talvez com a literatura russa. Digo que foi positivo.
Gostei bastante do dinamismo presente na leitura. Quatro básicas estórias que podem gerar arborizados momentos de reflexão, mesmo com certa ausência de materialidade para casos mais complexos, mas nada disso tira a beldade dos contos. Amor, bondade, presente, existencialismo, egoísmo e ambição seriam as minhas palavras chave para a abrangência da obra
4 Contos breves. Cada um é uma história de leitura agradável que se desenrola em uma lição maior no final. Apesar da temática religiosa estar presente nos contos, isso não atrapalha a leitura pra quem não é católico. As lições falam sobre compaixão, amor e ganância e te fazem refletir. A leitura é muito fácil e agradável. Com certeza vou ler mais livros do Tolstoy, tomando cuidado com o tema da religião.
Esta é a segunda obra que leio de Tolstói e assim como o primeiro, me encantou demais!! Este livro possui 4 contos que abordam filosofia, teologia e sociologia de uma forma tão leve e simples que chega a ser acessível até para crianças e adolescentes. Tolstói caminha para se tornar meu escritor favorito com muita tranquilidade! Recomendo demais!
História que trás um ponto muito específico sobre a hipocrisia e os limites de desejo humano. Achei a leitura com falta de nuances ou subjetividade, muito preto no branco. Apesar disso, os contos prendem, deixa uma pitada de curiosidade, pena que a religião deixa meio rígido algo que pode ser aproveitado apenas como o acaso.
Daria 4.5 estrelas efetivamente. Sobre o livro , pequenas histórias sobre a moralidade. Estas são de grande qualidade e posteriormente retratadas na cultura popular e transformadas em outras semelhantes. Lê se rápido e vale muito a pena , faz nós pensar e claro com um escritor como tolstoi é sempre bom ler .
Acabei criando muitas expectativas para este livro e no final nem gostei tanto assim. As histórias são criativas, mas sinto que eles poderia ter abordado certas situações de outro modo ou não ter deixado tão vago. Apesar disso, se você segue o cristianismo quer algum livro curto sobre isso o livro é perfeito para esse tópico.
é um 4,5 gostei dos contos e me fizeram refletir bastante de forma a agregar no meu modo de pensar e de ver o mundo, porém o último conto achei simples demais trouxe pouca adição comparado aos outros, mas não deixou de ser bom porém com o progresso do livro eu esperava mais, no fim eu acho que é um livro que tem muito conteúdo apesar de curto, acabei numas 2:30h foi uma leitura fácil até, curti