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Qualquer lugar menos agora: Crônicas de viagem para tempos de quarentena

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Em tempos de fronteiras fechadas e planos de viagem suspensos, Qualquer lugar menos agora guia o leitor pelas mais peculiares vivências do autor em suas andanças pelo mundo e mata um pouco a saudade de estar lá fora.

Com uma escrita ágil e sedutora, Cuenca nos transporta para bares em Nova York e Tóquio, manifestações de rua em Paris e Istambul, pistas de dança em Cabo Verde e no Vietnã, karaokês em Bangkok e no Rio. Há também quadros em movimento — como o mototáxi em Mossoró, o trem noturno Paris-Milão, as caminhadas noturnas em Macau e Buenos Aires — e muitos encontros surreais e com a raposa epifânica na madrugada em Berlim, com um fantasma em Portugal ou um mosteiro budista em Hong Kong. Por fim, junto com Cuenca passamos a conhecer de perto os corredores de exclusã os palestinos em Gaza, os bolivianos subempregados em São Paulo, o insólito intercâmbio entre Porto Príncipe e Nova York, captado com maestria na crônica "As mãos que vêm do Haiti".Em todas essas viagens, encontramos a escrita romanesca e a observação sensível de João Paulo Cuenca. As marcas de sua obra ficcional continuam presentes a começar pelo "sujeito fora de lugar", que é o desses registros de viagem, nos quais o autor afirma não escrever jamais sobre turismo, mas sobre viajar. A diferença? Viajar sempre esconde a esperança de uma revelação — e esse livro está cheio delas.

"Se cada viagem é feita de instantes, conte com Cuenca para registrar alguns deles com sensibilidade de quem busca vibrações inesperadas para descrever por onde passa, de uma pista de dança lenta em Cabo Verde a uma noite sem breu em Estocolmo." – Zeca Camargo

220 pages, Kindle Edition

Published August 9, 2021

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About the author

João Paulo Cuenca

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João Paulo Cuenca é formado em economia pela UFRJ, mas começou sua trajetória literária no Folhetim Bizarro (1999-2001), um blog de diálogos na internet. Ao mesmo tempo, começou a escrever o seu primeiro romance Corpo Presente, sendo chamado a publicá-lo pela editora Planeta em 2003. No mesmo ano o autor foi palestrante convidado da FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty. Nos anos seguintes participou da Feira do Livro de Madrid, na Espanha, do Hay Festival Cartagena das Índias, na Colômbia, da Feira Internacional do Livro de Lima, no Peru, do Correntes D´escritas, em Portugal, da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, entre outros. Em 2007, foi selecionado pelo Festival de Hay e pela organização do festival Bogotá Capital Mundial do Livro como um dos 39 autores mais destacados da América Latina com menos de 39 anos. J.P. Cuenca escreveu crônicas semanais para a Tribuna da Imprensa e para o Jornal do Brasil entre 2003 e 2005. Teve uma coluna mensal na Revista TPM entre 2004 e 2006. Foi cronista do suplemento Megazine do jornal O Globo entre 2006 e 2010. Desde 2009 João Paulo Cuenca é comentarista de cultura do Estúdio i, da Globo News. Em 2012 a editora LeYa publicou o livro A Última Madrugada, em que o personagem é a cidade, esta que figura como foco principal do livro. A obra reuniu crô­ni­cas publi­ca­das em jor­nais entre 2003 e 2010, período em que o autor escre­veu sema­nal­mente para a Tribuna da Imprensa, Jornal do Brasil e O Globo.
Cuenca foi selecionado em 2012 como um dos 20 melhores jovens escritores da revista britânica Granta, "que indica os nomes que irão construir o mapa da literatura brasileira". No Brasil a revista é publicada pelo selo Alfaguara, que pertence à editora Objetiva.

Fonte: Wikipédia

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