This book summarizes the main tenets of Vatican II, explains the correct theological and philosophical principles and exposes the fallacious thinking of the Council.
Topics defined, explained, and refuted by this book: -- Common Good Inversion, Anthropocentrism, Start of Catholic Humanism -- Reinvention of authority, Conciliar False Optimism -- Humanistic Naturalism, Conciliar Naturalism -- The Church and the Kingdom of God according to Lumen Gentium -- The New Church, Humanism, Inclusivity, and Innovation in the Council -- How Humanism Eventually Becomes Liberalism -- Humanism Needs Subjectivism and Autonomy of Conscience -- World Religions, the Opening of Ecumenical Pathways in the Council
Most catholics ignore the damage done during the time that Vatican II was happening. The very disguised modern ideologies were left in most of the documents of V-II, that aim to change radically the target of the Catholic Faith.
Repentance and conversion is not anymore the main preference. Holy Mass is just a "sacrament", not the living sacrifice from Jesus, for the love of us. And then many more mistakes are piled up. This book sums up all the dubious points that were introduced in this "new" church.
Behold, inform yourself and beware of what you choose to obey.
This book gives a pretty good explanation for everything we are encountering today in the Church. There are moments however while reading, that if one is not paying careful attention, one may think the author is talking about the Catholic position rather than the Humanistic position. But isn't that a testimony to how this erroneous theology duped our hierarchs by-and-large in the 60s and continues to do so to this day?
Prometeu A Religião do Homem é um trabalho excelente, que mostra a origem do pensamento humanista e como este se infiltra para revolucionar o catolicismo. O autor destrincha como pontos essenciais da fé católica foram alterados através de uma linguagem filosófica moderna ambígua que se ordena exclusivamente a estabelecer o homem como fim último. Deus passa a ser glorificado através do homem quando este alcança sua plenitude, tomando consciência de sua liberdade, o que seria a perfeição como imagem de Deus. Com o auxílio do subjetivismo, os humanistas passaram a identificar o Reino de Deus com a humanidade, sendo que a Igreja consistiria somente em um sinal terreno do mistério que é a divindade. Desse modo, todos são parte deste reino que terá seu ápice na realização completa do homem por si mesmo, independente se são bons ou maus. Ao romper com a tradição católica, mas sem se desvincular dela, busca-se uma nova cristandade, onde todas as religiões teriam algo divino a oferecer e o sentimento é o principal "sacramento" da presença divina, mas não deixando de utilizar Jesus Cristo como exemplo de perfeito homem. O ensaio prova que uma hermenêutica da continuidade é impossível dado a publicação de textos como Gaudium et Spes, Lumen Gentium, Unitatis Redintegratio e cia, e o assentimento que os Papas pós-conciliares deram ao logo de seus pontificados, reafirmando, cada um a seu modo, as proposições que levantaram tantos questionamentos. Chega-se à conclusão de que uma nova religião foi fundada sob a aparência do catolicismo, mas que não se identifica nada com este já que nega a existência de uma doutrina fundada na Revelação e não aceita o realismo metafísico, pois este não deixa brechas para o ecumenismo. Depois de décadas, fica mais evidente a ruptura e o rebaixamento a que as autoridades eclesiásticas se submeteram perante o mundo. Quando o fim último é visto como bem temporal, a Igreja perde sua função e o humanismo católico passa a se diferenciar muito pouco do humanismo ateu.