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A Capital Federal
Em tom burlesco, Arthur Azevedo traça uma visão da sociedade carioca em plena "belle époque", onde as liberalidades da recém-criada República embasbacavam os provincianos cariocas de então.
Unknown Binding
First published January 1, 1897
About the author
Arthur Azevedo
205 books2 followersArtur Nabantino Gonçalves de Azevedo (São Luís, 7 de julho de 1855 — Rio de Janeiro, 22 de outubro de 1908), também conhecido como Arthur Azevedo, foi um escritor, dramaturgo, poeta, contista, prosador, comediógrafo, crítico, cronista e jornalista brasileiro. Ao lado de seu irmão, o escritor Aluísio Azevedo, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.
Tendo escrito milhares de artigos sobre eventos artísticos e encenado mais de cem peças no Brasil e em Portugal, Azevedo foi um dos maiores defensores da criação do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cuja inauguração ocorreu meses depois de sua morte.
Suas peças mais conhecidas são A joia, A Capital Federal, A almanjarra, O Mambembe, entre outras. Três teatros no Brasil foram batizados com o seu nome: o Teatro Arthur Azevedo de São Luís, Maranhão, sua cidade natal, o Teatro Arthur Azevedo da cidade de São Paulo, e o Teatro Arthur Azevedo da cidade de Rio de Janeiro.
Tendo escrito milhares de artigos sobre eventos artísticos e encenado mais de cem peças no Brasil e em Portugal, Azevedo foi um dos maiores defensores da criação do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cuja inauguração ocorreu meses depois de sua morte.
Suas peças mais conhecidas são A joia, A Capital Federal, A almanjarra, O Mambembe, entre outras. Três teatros no Brasil foram batizados com o seu nome: o Teatro Arthur Azevedo de São Luís, Maranhão, sua cidade natal, o Teatro Arthur Azevedo da cidade de São Paulo, e o Teatro Arthur Azevedo da cidade de Rio de Janeiro.
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Community Reviews
Displaying 1 - 2 of 2 reviews
July 23, 2018
A Capital Federal é uma obra teatral satírica com um altíiiiissimo índice de criticidade. A crítica é vertida nas diferentes personalidades tóxicas que residem nas grandes cidades, convertendo-as, desta forma, em alvo da tinta irônica e debochada do escritor maranhense. A narrativa de Artur Azevedo é direta e incisiva em todo momento, o que aporta um dinamismo e divertimento raro de se ver na produção literária brasileira da época.
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