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O Alcazar

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Índia, dias de hoje, em um bairro residencial de uma cidade grande.

No canteiro de obras de um edifício, coexiste uma dúzia de personagens de todo o país: Ali, o jovem engenheiro inexperiente; Trinna, um capataz intransigente; Rafik, Mehboob e Salma, operários provincianos que sonham com um futuro melhor… além de Ganesh e seu bando de azulejistas rajastanis, hindus conservadores que engrossam as fileiras desse canteiro supervisionado por um jovem e rico construtor.

Este livro oferece uma visão microscópica da Índia contemporânea, onde línguas, religiões, castas, chefes e empregados se misturam numa precariedade sempre carregada de um ar tragicômico. E, à medida que o edifício se eleva laboriosamente, os sonhos e as ambições de cada um colidem e se entrelaçam nessa paisagem humana e urbana de tirar o fôlego.

208 pages, Paperback

First published September 2, 2020

93 people want to read

About the author

Simon Lamouret

7 books5 followers

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1 (<1%)
Displaying 1 - 29 of 29 reviews
Profile Image for Urbon Adamsson.
1,998 reviews103 followers
November 13, 2025
PT Um autêntico slice of life em que acompanhamos um grupo de personagens que trabalham na construção civil na Índia. Seguimos o seu quotidiano, os desafios que enfrentam, as suas relações, a corrupção e a precariedade que marcam esse meio.

Pelo caminho, acabamos também por aprender um pouco sobre a cultura indiana.

Não há grandes lições morais nem enredos complexos — é um slice of life puro, sem consequências, onde somos apenas observadores da vida destas pessoas.

Gostei muito da leitura e de poder conhecer estas personagens.

--

EN A true slice of life where we follow a group of characters working in the construction industry in India. We witness their daily routines, the challenges they face, their relationships, the corruption, and the precariousness of that world.

Along the way, we also get to learn a bit about Indian culture.

There are no major moral lessons or complex plots here — it’s a pure slice of life, without consequences, where we simply observe the lives of these people.

I really enjoyed the read and getting to know these characters.
Profile Image for Przemysław Skoczyński.
1,427 reviews50 followers
February 6, 2023
Niby wszystko z tym komiksem ok, a dobór kolorystyki i dwustronicowe ilustracje prezentujące opisywany w fabule budynek naprawdę robią wrażenie, ale jakoś nie porwała mnie ta relacja z placu budowy. No i to, że mnie nie porwała jest chyba karygodne, bo przecież temat wyzysku, ciężkiej fizycznej pracy i niedoli robotniczej powinien czytelnika przynajmniej poruszyć, jeśli nie zawstydzić czy wręcz nim wstrząsnąć. Nie jest to ani bezwstydne granie na emocjach ani typ naturalistycznej narracji, która sama w sobie jest już wystarczającym bodźcem, by czytelnika zaniepokoić. Mam wrażenie, że autor wybrał drogę środka. To jest po prostu miałkie. Wyzyskiwacze są źli, ale robią tyle na ile się im pozwala. Wyzyskiwani są biedni, ale nabiera się ich tak, jak na to pozwalają. Potrzeba tu jakiegoś kopa, motywu, który by sprawił, że ktoś się otrząśnie. Brakuje czegoś, czego mógłbym się chwycić i kogoś, do kogo mógłbym zapałać sympatią lub nienawiścią (a nie mogę, bo przecież kierownik też ma rodzinę). Nie wiadomo do jakiego punktu zmierza ta historia, bo jej właściwie nie ma - jest nijaka relacja.
Profile Image for René Paquin.
420 reviews16 followers
May 20, 2021
Roman graphique qui raconte la vie de chantier d’un immeuble en construction dans une mégalopole indienne. Le personnage central est en fait l’immeuble en construction, dessiné de splendide manière par Lamouret, le bleu et l’orange dominent. Récit pas toujours si clair, mais pour le simple plaisir de voir la construction de l’immeuble avancer, ce roman graphique est un pur bonheur!
Profile Image for Renato Vigil Oliveira.
7 reviews
April 12, 2023
Os paralelos que a construção civil indiana tem com a brasileira são tão grandes que essa obra poderia se passar em qualquer lugar do nosso país. A exploração da mão de obra, a logística, a corrupção e as diferenças culturas, tanto religiosas como de classes, são os pontos fortes desse volume. Uma ótima apresentação de um canteiro de obras através do dia a dia do homem comum.
Profile Image for Flopperstein (Shajeela).
50 reviews
October 15, 2023
I thought the artwork of this graphic novel is prettiest (to me). Probably because I got to see things Ive known so well growing up. Moreover, I'm lucky enough to be reading this book based in Bangalore while I am in Bangalore. To be able to tell which Indian city it is just by reading the road signs and small non-descriptive expressions in the art work makes it feel intimate.

For reasons I shall keep to myself the book has reminded me why I would like to express my PhD thesis in a graphic form.
Profile Image for PizzaCaviar.
124 reviews5 followers
February 1, 2024
Je suis autant impressionné par le travail de recherche dévoué de l'auteur que par son approche dénuée d'ethnocentrisme et fondamentalement humaine. A travers ce roman graphique Simon Lamouret aborde l'exploitation, les inégalités et la volonté de chacun à améliorer sa situation en nous présentant de manière factuelle, simple et crédible la vie d'ouvriers participants à la construction d'un bâtiment résidentiel favorisé à Bangalore, l'Alcazar. Les dessins peuvent sembler de prime abord simples mais ils se dévoilent rapidement être soucieux du détail et rendent autant justice aux émotions qui traversent les personnages qu'aux aspects techniques et culturels de la vie dans une mégalopole asiatique. Enfin la colorisation est magnifique et certaines doubles pages sont dignes d'estampes japonaises tant elles sont sublimes. Une BD prodigieuse comme il est rarement donné d'en lire.
Profile Image for Paulo Vinicius Figueiredo dos Santos.
977 reviews12 followers
December 1, 2021
Histórias de vida costumam ter o dom de nos impactar. Ainda mais aquelas que falam do cotidiano, do comum, daquilo que não é épico no geral, mas sim para aqueles que as vivem. Simon Lamouret nos traz uma narrativa cuja proposta possui uma simplicidade única, mas trata de tantos temas diferentes que poderia fazer nossa cabeça fritar. Essas pessoas que são os heróis desconhecidos de cada dia possuem toda uma riqueza de histórias, com os seus dramas pessoas, seus dilemas, seus obstáculos, dificuldades. Representam cada um de nós em sua essência, seja a que classe social pertençamos. Aliado a uma arte de tirar o fôlego, é uma das melhores HQs que li esse ano e está ficando cada vez mais e mais difícil montar uma lista com só 5 ou 10 títulos nela.

Essa é uma história que se passa em um canteiro de construção. Vários personagens passam por ela, mas começamos nossa jornada com Mehboob e sua esposa, além de seu primo Rafik que conseguem um trabalho no canteiro e o supervisor do local, Trinna, permite que eles façam um puxadinho temporário para permanecerem lá. O que veremos a seguir é a construção do edifício Alcazar onde várias vidas passam todos os dias desde os novos funcionários, além dos rajastanis contratados que curtem uma festa, o engenheiro de obras que sonha fazer um mestrado em Dubai, o fornecedor folgado que tem problemas familiares, o supervisor Trinna que saiu de baixo para se tornar um mestre de obras bem sucedido e o ganancioso dono do terreno que faz tudo por dinheiro. Enquanto o edifício cresce e vai ficando pronto, essas vidas se desenrolam em todas as suas glórias e quedas e o leitor vai poder acompanhar alguns momentos dessas pessoas.

A ideia por trás da composição da narrativa é genial. É daquelas histórias que passa pelas nossas cabeças "por que não pensamos nisso?". Claro que apesar da proposta simples por trás do roteiro, existe a genialidade do autor que foi capaz de criar um mosaico de vidas que se intercruzam naquele espaço. Aqui precisamos fazer aquele exercício de pensar fora da caixa porque o protagonista é o próprio Alcazar. Apesar de os acontecimentos se passarem nele, é a partir dele que a história se desdobra, início, meio e fim. Os personagens humanos são transitórios já que as pessoas podem passar pouco ou muito tempo ali. Temos algumas referências de personagens que passam mais tempo e nos guiam através das diversas histórias, mas mesmo estes deixarão o palco em algum momento. O corte temporal é o da construção do prédio. Quando ele está terminado, Lamouret dá um jeito de sabermos o que aconteceu aos personagens que passaram por ali. Outro ponto curioso é como o autor faz para separar os capítulos. Ele coloca splash pages com o momento específico da obra no qual o Alcazar se encontra.

E temos que falar da arte que está assombrosa. Os cenários são de cair o queixo dada a qualidade do traço de Lamouret. Cada detalhezinho recebeu o máximo de atenção seja as motocas, as lojinhas, o que é vendido nelas, os transeuntes que passam pela rua seguindo suas vidas, os vários personagens da trama que estão fazendo diversas coisas. É uma aula de composição de cena. Quero dar os parabéns para a editora Nemo por ter trazido essa obra de arte ao Brasil porque essa é uma daquelas HQs que podem ser usadas como base para qualquer artista. A HQ é toda trabalhada em tons básicos de azul, laranja e cores terrosas o que dá um estilo bem diferente a ela. Quando o leitor começa a observá-la, ela tem uma identidade características que define a arte sendo pintada nos quadros. Não apenas isso como a pesquisa feita sobre o cotidiano de uma cidade grande da Índia como Nova Délhi, Bombaim ou qualquer outra. Essas características estão presentes em pequenas coisas como os programas de televisão que a esposa de Mehboob gosta, as noitadas e até expressões típicas. A arte ajuda a dar forma às ideias.

Posso falar de inúmeros temas, mas queria começar com o forte tom crítico sobre a desigualdade social existente na Índia. E, apesar de estarmos observando uma história que se passa em um bairro residencial indiano, o Brasil não está longe dessa realidade. As condições em que a família de Mehboob vive são bem complicadas. Eles dão um jeitinho para conseguir tocar a vida, mas imaginem dormir e acordar todos os dias com uma lona sobre suas cabeças ou um puxadinho temporário que amanhã não será seu. É uma família que sonha um dia ter um teto só seu. E o mais curioso: Mehboob sonha em ir para o campo. Ele faz parte de todo um contingente de pessoas que migraram do campo para a cidade em busca de uma vida melhor, mas aconteceu exatamente o oposto. Perderam muito do pouco status social que tinham e agora vivem de favor de lugar em lugar. Esse é um sintoma dos tempos atuais que iremos perceber com mais força ao longo desta década com os migrantes retornando aos seus lugares de origem porque o Estado e as instituições não foram capazes de fornecer aquilo que eles precisaram. O abismo social só cresceu e os deixou ainda mais sem posses.

Ou a história do pobre Rafik, um garoto novo e cheio de vida que se comove quando o supervisor Trinna observa a dedicação que ele tem em seu trabalho e diz a ele que iria ensiná-lo o ofício para que um dia possa se tornar como ele. Rafik vê em uma promessa vazia a esperança de sair de sua condição pobre e alcançar novos voos. Mal sabe ele que esta é uma estratégia típica de pessoas do meio da hierarquia para criar um vínculo torpe de fidelidade quase familiar. Através de promessas vazias, a pessoa se torna escrava de um sonho que nunca virá a existir. E esses funcionários fazem de tudo para manter esse sonho vivo, mesmo que tenham que trair a confiança de seus iguais. Quando se descobre que essas promessas nunca serão realizadas e a ficha cai, o desespero toma conta e parece que toda a sua trajetória até ali não fez o menor sentido. É como uma bigorna caindo na cabeça.

Mesmo a obra tendo começado corretamente, vemos que aos poucos as coisas começam a ficar mais complicadas com os atrasos, os rearranjos, as modificações. Os materiais se tornam mais caros e o dono do terreno deseja lucrar o máximo possível com o que ele está construindo. É aí que o perigo começa e vemos as pequenas corrupções do cotidiano. É o mestre de obras que atrasa o pagamento dos funcionários, mesmo recebendo corretamente de quem o está pagando. É o dono do terreno que faz um pedido surreal ao engenheiro que concorda apenas para não contrariar o chefe. São os peões que, por melhores condições de trabalho, sabotam a obra. São os acontecimentos comuns que fazem parte de toda uma linha de produção que deveria funcionar corretamente, mas não é isso o que acontece. Isso é perceptível em uma cena onde Trinna observa o prédio ao lado que começou depois deles e está bastante adiantado. Por que será? O que eles fizeram de diferente? Contrataram mais funcionários? Modificaram a planta?

Sem falar no engenheiro Ali que foi contratado para verificar a segurança, a integridade e o andamento da planta do prédio. Um típico intelectual acadêmico que está trabalhando em um lugar que está aquém de suas capacidades. E que possui uma irritabilidade transportada para a maneira como ele se relaciona com os peões de obra. Ele é uma pessoa indócil e não consegue fazer amizades com ninguém. Isso porque a frustração está patente em seu olhar e na maneira como ele encara o que está fazendo. Seus sonhos estão além daquele pequeno espaço e ele sente que até seu chefe o está atrapalhando em alcançar seus objetivos. A questão que fica para ele é: o que fazer? Largar tudo, se arriscar e partir para o mestrado ou buscar uma estabilidade mesmo que precise engolir alguns sapos no meio do caminho? A caminhada dele é a jornada que cada um de nós que passou pela academia passa quando sai dela e se depara com um mercado de trabalho que não nos recebe de maneira gentil.

O Alcazar é uma HQ repleta de vivacidade, de histórias e de dramas pessoas. Ela toca fundo em nossos corações porque conta verdades. Nos expõe cara a cara com a vida cotidiana acontecendo bem diante de nossos olhos. E ela gera uma identificação, por menor ou mais adjacente que seja porque em algum nível narrativo passamos por aquilo que algum dos personagens viveu. Sejamos nós os peões esperançosos com um novo ofício, o engenheiro em busca de um sonho, o mestre de obras que demonstra sua competência, o malandro fornecedor de materiais ou o chefe ganancioso. Temos um pouco de cada um deles. O que posso dizer é que fiquei impressionado com essa HQ e fui capaz de lê-la avidamente por um dia inteiro e me esbaldar nessa linda obra de arte.
Profile Image for Gláucia.
13 reviews1 follower
September 29, 2021
Excelente! As ilustrações são incríveis, bem detalhista e é curioso observar o desenrolar da história de personagens tão diferentes. Realmente uma viagem a Índia!
1,378 reviews5 followers
July 5, 2022
Komiks Alcazar to fabularyzowana historia budowy apartamentowca w pewnym prężnie rozwijającym się indyjskim mieście. Tak jak zostało to wspomniane na samym wstępie, nie jest to jednak „zwykła” pozycja typu „dzienniki z budowy”, w której poznajemy architektoniczne zagadnienia. Autor Simon Lamouret serwuje bowiem tutaj czytelnikowi niezwykłą podróż po relacjach pomiędzy robotnikami i wszechobecnym „kombinatorstwem”, które może doprowadzić do tragedii.

Indie to kraj tysiąca twarzy gdzie piękno przeplata się z chaosem. Społeczeństwo indyjskie jest jednym z najbardziej złożonych na świecie. Mieszają się tutaj języki, religie, przekonania, poglądy. Prawdziwa Wieża Babel, którą doskonale obrazuje tutaj właśnie plac budowy tytułowego apartamentowca. Miejsce w którym wszelkie różnice schodzą na dalszy plan, ustępując ciężkiej pracy i wielu wyrzeczeniom.

Simon Lamouret to francuski twórca, który wyjechał do Indii w celu dalszego szkolenia swojego rysunkowego warsztatu. Podczas długiego przebywania w tym kraju, autor wraz z towarzyszącą mu tłumaczką spędził kilka miesięcy na budowie pewnego apartamentowca. Z biegiem czasu coraz lepiej poznawał on robotników, którzy zaczęli odsłaniać przed nim swoje życie i historie. Stały się one doskonałą podwaliną pod recenzowane dzieło, które z każdą przeczytaną stroną wydaje się niezwykle żywe i prawdziwe (bo takie właśnie jest).

Alcazar staje się więc dla twórcy jedynie fundamentem do opisania złożoności kraju, który miał okazję obserwować przez dłuższy czas. Plac budowy to miejsce, gdzie spotykają się ludzie, których w normalnych okolicznościach więcej by dzieliło niż łączyło. Począwszy od niewykwalifikowanych robotników (przybywających do miasta z prowincji w poszukiwaniu lepszego życia), przez rzemieślników, inżynierów, obłudnych brygadzistów kończąc na aroganckim inwestorze, dla którego liczy się tylko zysk. Wszyscy oni są częścią składową fabularnej „masy”, która służy twórcy do budowania większej i mocno złożonej historii.

Kolejne strony to mniej lub bardziej bezpośrednie punktowanie wad i zalet indyjskiego społeczeństwa. Każdy element budowy można w jakiś sposób odnieść do ludzi, którzy uczestniczą w jego powstawaniu. Alegoria wielu elementów dzieła potrafi naprawdę mocno zachwycić i pozwala na bardzo indywidualny odbiór całego tytułu.

Niezwykłość i brutalność opowieści jest również widoczna w oprawie rysunkowej. Rysunki są pozornie proste, potrafią one jednak ukazać złożoność szeregu przedstawionych tutaj emocji. Na plus albumu zalicza się również zastosowana tu specyficzna paleta barw (odcień brązu i niebieskiego). W wielu scenach taka tonacja nadaje historii jeszcze większej głębi i dzięki temu mocniej opowieść zapada w pamięci czytelnika.

https://gameplay.pl/news.asp?ID=140349
Profile Image for Lili Aurelie.
428 reviews9 followers
May 26, 2021
Avec comme fil rouge la construction d’un immeuble dans une mégapole indienne, du terrain vague jusqu’à l’occupation des appartements par ses nouveaux habitants, l’auteur nous donne à voir plusieurs de tranches de vie, de l’ouvrier et sa femme au promoteur, en passant par le chef de chantier, le jeune ingénieur, le carreleur, etc. On suit leur quotidien, leurs aspirations et leurs désillusions au rythme de l’édification de l’Alcazar. Mais en multipliant les protagonistes, on ne fait que survoler leur histoire individuelle.
Quant aux dessins, les décors sont assez travaillés, plus que les personnages dont les traits sont parfois grossiers. Le parti pris de couleurs exclusivement dans les tons bleus, oranges et noirs est original et n’est pas désagréable.
Le tout est intéressant et j’ai pris plaisir à lire cette bande dessinée, même si ça n’est pas un coup de cœur.
Profile Image for Vinicius.
826 reviews28 followers
December 23, 2022
Uma leitura prazerosa de ser feita, os desenhos são sensacionais, muito lindos... Valeu Bia pelo presente.

Na HQ acompanhamos um pouco da trajetória de vida de diversos personagens, com suas histórias se entrelaçando, conforme a construção de um edifício de luxo vai se desenvolvendo.

Há diferentes choques de realidades entre os personagens, pois acompanhamos pedreiros, mestres de obras, engenheiros, o financiador da construção, entre outros. Foi interessante acompanhar a jornada de cada um, sendo ela boa ou ruim.
Profile Image for Diptakirti Chaudhuri.
Author 18 books60 followers
Read
May 8, 2022
[Read the English translation of this book.]

A very unusual book, from a very unusual perspective... The story of a building being constructed in Bangalore, observed by a French artist and his partner.

Shows a deeply intimate picture of an activity we see all around us and take for granted. Lovely art and lovingly etched characters make for a memorable book.
Profile Image for Salomão Diniz.
128 reviews4 followers
October 14, 2022
É um daqueles quadrinho de comprar pão que a gente tanto gosta, uma viagem cultural deliciosa. Talvez mais próximo da realidade brasileira o quadrinho vai parecer menos "exótico" (com perdão da palavra) aos nossos olhos. Para um gringo o modelo de construção de alvenaria, por si, já é coisa de outro mundo, somando o estado de miséria dos trabalhadores da construção civil beira o surrealismo.
Profile Image for Nikhil Gulati.
43 reviews9 followers
October 7, 2024
Normally I'm wary of white people telling brown people stories (and was wary of this book as well). But I'm just so glad that somebody decided to tell this story in this format. And it doesn't matter it was someone white because brown people are not telling these stories anyway. So kudos to the author for that.
Profile Image for Danielle Gomes.
699 reviews4 followers
May 29, 2023
Muito doido é pensar que em outros lugares ou em lugares de baixa renda a segurança está em último lugar. Nessa HQ fala da precariedade que vivem os trabalhadores em construções de prédios, as condições de trabalho e o baixíssimo salário. É como se fosse uma denúncia com utilidade pública, mto bom
Profile Image for Paula.
246 reviews6 followers
October 3, 2021
Boa crítica social, nesta HQ que se passa num canteiro de obras da Índia de hoje.
16 reviews
October 3, 2021
De jolis dessins et des belles couleurs avec une histoire ancrée dans le réel.
Profile Image for Diogo Leal.
12 reviews1 follower
December 23, 2021
Uma HQ que nos mostra um pouco da vida da Índia, a diferença de cultura em um país tão grande e com uma diferença social enorme.
Profile Image for Jasper.
9 reviews1 follower
June 4, 2023
great art, wonderful colours. so distant at times but sometime sit feels like i've lived it all myself.
Profile Image for Martyna.
754 reviews55 followers
September 9, 2023
graficznie bardzo mi się podobał ten komiks natomiast treściowo trochę gorzej
Profile Image for Leandro Souza.
120 reviews4 followers
November 20, 2024
3.5/5

é essencialmente Mais Uma História Sobre o Sistema Capitalista, situada em um canteiro de obras da índia, com uma arte muito bonita e uma colorização impecável. mas nada muito impactante.
Profile Image for AMIR.
139 reviews3 followers
December 25, 2024
Wonderful non-fiction graphic narrative which focuses on a category of people often overlooked - the migrant laborer working on new construction sites
Profile Image for Marie.
127 reviews
December 18, 2025
2 stars pour le travail de recherche et peut être la dualité des couleurs (un album en teintes de bleu et d’orange) mais l’histoire m’a semblée inintéressante et ennuyeuse au possible
22 reviews
September 10, 2023
Houses are an enduring symbol of aspirations for many but there is little known about the people whose dreams depend on houses being built. The story feels true to the spirit of the city with the dissonance of development at the forefront of its themes. The graphic novel medium also lends itself to telling the story with scale and intimacy with its use of memorable colour palletes and framing to showcase change. The book makes me appreciate the blood, sweat and tears that would have gone into the house I live in and the countless ones that line up this beautiful yet tragic city.
Displaying 1 - 29 of 29 reviews

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