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Un dia llegaré a Sagres

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La nueva novela de la gran dama de la literatura en portugués, ganadora del Premio Nacional PEN Club de Literatura y del Príncipe de Asturias de las Letras

«Nélida Piñon no solo es una de las más grandes escritoras en lengua portuguesa de su tiempo sino una de las más relevantes en el panorama internacional.»
Mercedes Monmany, ABC

Nacido en el siglo XIX en una aldea del norte de Portugal, hijo de una prostituta acusada de brujería y de un padre desconocido, el joven Mateus se ha criado con su abuelo Vicente, pero cuando este muere, él emprende un viaje en dirección al sur, en busca de la utopía, pero también tras la vocación de grandeza de un país pobre y animado por las ansias de libertad.

Un día llegaré a Sagres narra, en definitiva, la historia de Portugal, de una civilización en movimiento perpetuo a través de la vida de un individuo aparentemente insignificante, un campesino temerario, pero que quizá lo sea en un momento en que lo que más falta hace es temeridad.

La crítica ha dicho...
«La magia de Nélida Piñon consiste en unir imaginación y compasión para dar a sus personajes y sus lectores una piel con la misma temperatura que la de ellos.»
Carlos Fuentes

«Referencia absoluta de la literatura brasileña actual, escritora carismática y comprometida con la voz de Iberoamérica.»
María Luisa Blanco, El País

«Literatura pura, auténtica, íntegra, hecha a partir del amor a la palabra, a la vocación, al arte, a la belleza y a la creación.»
Mario Vargas Llosa

«Piñon es una escritora de pulmones poderosos e imaginación desbordante que ha creado una literatura apegada a las pasiones y todo menos aséptica.»
La Vanguardia

«Nélida Piñon eleva una frase a lo sublime. No se corrompe con sentimentalismos vacuos y disimula sus dolores #quién no lo hace# con la fortaleza de quien ha de tomar sus propias decisiones.»
Alberto Barciela, El Progreso

«Una de las protagonistas más relevantes y originales de la cultura brasileña, que nunca duda en participar en todas las formas de lucha.»
Le Monde

«Tan actual y universal que no tiene nada que envidiar a la obra de autores como John Banville, Philip Roth y Paul Auster, que también fueron galardonados con el Premio Príncipe de Asturias de las Letras.»
Jonatan Silva, Paraná Online

«Literatura de primerísima calidad. La dimensión amazónica de la imaginación de Nélida Piñon eleva a la autora a la categoría de genio.»
Publishers Weekly

344 pages, Paperback

First published January 1, 2020

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About the author

Nélida Piñon

61 books61 followers
Nélida Piñon is a Brazilian writer born May 3, 1937 in Rio de Janeiro of Spanish immigrants. Her first novel was Guia-Mapa de Gabriel Arcanjo (The Guidebook of Gabriel Arcanjo), written in 1961 which concerns a protagonist discussing Christian doctrine with her guardian angel. In the 1970s she became noted for erotic novels A casa de paixão (The House of Passion) and A força do destino (The Force of Destiny), written in 1977.
In 1984 she perhaps had her greatest success with A Republica dos Sonhos, English translation The Republic of Dreams. The work involves generations of a family from Galicia who emigrated to Brazil. This relates to her own family's experience.
She is a former President of Academia Brasileira de Letras and on a personal note she is said to be fond of American television.

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Displaying 1 - 17 of 17 reviews
Profile Image for Mar Gasca Madrigal.
132 reviews7 followers
October 10, 2022
-La arrogancia, Mateus, solo sirve si refuerza la dignidad del pobre. Lo malo es que despierta la ira de los poderosos.-

-La memoria es mi compañera. Le pido que no capitule ante mis ilusiones, que las conserve todas.-

Novela sobre la memoria, la historia, la imaginación y los anhelos. Narra la vida de Mateus, un campesino pobre hijo de una prostituta y un hombre desconocido, nacido en el norte de Portugal del siglo XIX. Junto a su abuelo, quién lo cría desde la más tierna infancia y gracias a quién experimenta chispazos de belleza, aprende sobre el amor hacia los animales y hacia todo aquello que lo rodea y a cultivar un profundo resentimiento hacia los monarcas que lejos de ayudar a su pueblo, lo hunden más en la miseria, a excepción del Infante Enrique, conquistador Portugués a quien idealizan y miran muy alto.

A lo largo de la historia Nélida Piñón nos cuenta de manera extraordinaria el periplo de Mateus por un Portugal lleno de historias y utopías. Nos acerca un poco a la memoria portuguesa y nos invita a recorrer parajes como Sagres o Lisboa.

La contundencia y claridad poética con que está escrita esta novela es una maravilla, sobre todo en las partes que refieren a la infancia de Mateus, cerca del Río Minho en compañía de su inigualable abuelo Vicente, de Jesús y de Filomena.
Profile Image for Carolina.
401 reviews9 followers
February 24, 2022
O meu pai emprestou-me este romance a propósito de o ter ganho da própria autora. Até tem uma dedicatória só para ele! Pensei que seria uma leitura bem rápida, mas afinal não.

É um livro de escrita lenta e muito complexa, que aborda o sentido da portugalidade, mas por uma perspectiva inteiramente fresca - já que Nélida Piñon é brasileira. O persoangem principal, Mateus, é um andarilho cujo sonho era chegar a Sagres. Mas quando lá chegou, partiu-se o sonho.

A grande questão deste livro está na edição fraquíssima, com imensos erros estruturais e de lógica, e também com inexactidões temporais entre cada acção das personagens. A autora parece ter pesquisado muito sobre a vida dos portugueses em Portugal e ainda assim engana-se no nome do D. Afonso Henriques, em todas as vezes.

No fundo a história é bem simples, um triângulo amoroso diferente do habitual, mas que com esta escrita densa se torna um pouco fastidiosa.

Assim, acabei por ficar bastante desapontada.
Profile Image for Filipe Oliveira.
49 reviews
June 8, 2023
A narração nelidiana mantém o contador de histórias à vista do leitor. Ele nunca sai de cena. Ele está ali a fornecer as imagens, como se à nossa frente coubessem tanto quem conta quanto o que é contado. Duas telas, dois ecrãs simultâneos. Este é um ponto fundamental para se entender como se processa o estilo de Piñon. Esse contador, contudo, não conversa com o leitor, como o faz o narrador de Machado de Assis. E isso permite à autora desenvolver uma linguagem mais densa, que a muitos estranha em um primeiro contato, porque tem algo de professoral, algo de civilizacional em sua atitude.

Em Um dia chegarei a Sagres, Piñon agrega, de modo geral, sua vasta obra. A técnica de narrar, a que chamaremos centrípeta, é já apresentada em Vozes do Deserto, porém agora ampliada, como se dobrasse a aposta: o número de capítulos de "Vozes..." é 64, ao passo que "Um dia..." tem 128.

E por que centrípeta essa técnica que a muitos estranha? Por se tratar de uma fala oral, o recurso de pequenas retomadas torna-se necessário, assim como um poema de origem oral contém suas rimas.

Neste livro, o modo de dispor as palavras e de encadear as frases remete-nos a certos contos em 1ª pessoa do A camisa do marido e, mais longe, de O calor das coisas. A sina do pobre, ou do anti-herói, que procura a honra de sua biografia vemos em A doce canção de Caetana. A epopeia que discursa a respeito de nação nos lembra A república dos sonhos, ao qual alude certa hora, sob a figura de Xan. Encontros ora lembram Fundador em sua seriedade diligente quanto à terra, ora recordam A casa da paixão em sua exuberante sexualidade da imanência. A religiosidade, além de remeter a estes dois últimos, atualiza questões de seus primeiros livros: Madeira feita cruz e Guia-Mapa de Gabriel Arcanjo. O foco para a viagem nos lembra Eucarístico em Tebas do meu coração, no qual os cuidados para com Ofélia semelham aqueles para com Leocádia, e a escolha por um salto mortal às águas por parte de Eulália equivale ao do Africano. A poética telúrica de algum modo ressoa os livros de conto Tempo das frutas e Sala de armas. Cita, quase criptograficamente, o conto "A mulher do pai", de A camisa do marido: "Fuja, filho da minha miséria". E tem o impulsivo movimento de ir de um lugar a outro, como em A força do destino. 

É notável a 1ª pessoa permanente nesse romance, pois é incomum a sua escrita. Seu penúltimo romance – Vozes dos deserto – é, por sua vez, todo escrito em 3ª pessoa, não havendo nenhum diálogo. E é importante salientar que Piñon procura em cada livro um timbre consoante ao enredo – o que demonstra a diversidade de "temperaturas" que permeia toda a sua obra ficcional. 

Para a autora, o gênero romance é o espaço no qual tudo da dimensão humana cabe, aceitando inclusive uma oratória de tribuna a respeito de uma tema que porventura tenha irrompido no decurso narrativo. Fora a partir da escrita de ensaios, discursos e memórias que a autora mudou de maneira mais clara seu "estilo" de narrar, sendo sua grande exceção mais "sóbria" Vozes do deserto (a meu ver, o texto mais elegante e equilibrado da autora). Para ser mais exato, há esse germe desde A força do destino (um livro de ideia interessante, porém menor). Isto, às vezes, vai mal em seu texto, mas  também lhe dá o vigor da "palavra elevada", ou solene.

Em Um dia chegarei a Sagres, a presença do alfarrabista remete-nos, em parte, a Fundador, naquela relação entre livreiro e leitor, sendo aqui um recurso para legitimar os saberes que fugiriam, naturalmente, ao escopo do personagem Mateus, ainda que este tenha a vocação da oratória. Uma oratória, aliás, que usa com galhardia o recurso do afunilamento da história, o que podemos chamar de movimento narrativo centrípeto. Trata-se da maneira mais adequada à autora, cuja abordagem não é, naturalmente, linear. Sendo assim, o livro não perde como perdeu A doce canção de Caetana e seu ritmo excessivamente lento – de frases que se queriam, a um só tempo, lineares, descritivas e densas, aglutinando presente e passado sob um aluvião de metáforas para narrar coisas prosaicas, próximas a teatro de revista. A história de Um dia chegarei a Sagres, contudo, fica no limite do aborrecido.

A República dos sonhos, considerado o "opus magnum" da autora, tem um amplo arco narrativo, que procura a linearidade em cada capítulo. E consegue, equilibrando melhor a quantidade de metáforas. Um romance importante, rico, que vale muito mais na primeira leitura do que nas releituras. Deve ser leitura básica do cânone brasileiro.

Disse que Vozes do deserto é dos textos mais equilibrados e elegantes, pois a 3ª pessoa parece ser de fato uma terceira pessoa, diferentemente de muitos casos anteriores, os quais de tão presente ela parece ser uma primeira pessoa "enrustida".

Também há o sui generis Tebas do meu coração, publicado em 1974, a ser ainda descoberto verdadeiramente. Neste as metáforas são extremamente inteligentes e inesperadas. Se em Vozes do deserto há elegância, em Tebas há precisão única, que sintetiza a metáfora com a ação como nenhum escrito da autora até os dias de hoje. O romance só peca pelo cansaço proveniente dessa qualidade tão concentrada, aliada à forma sem capítulos, que se contrapõe a Um dia chegarei a Sagres, que os tem curtos. Tebas do meu coração compartilha sua forma ininterrupta com Grande sertão: Veredas.

Um dos problemas que poderíamos apontar na autora talvez seja o escasso estabelecimento de características físicas/geográficas que ofereçam mais concreção, palpabilidade à história. Outro, ainda, seria a falta de silêncio, entendido aqui como possibilidades de reflexão a posteriori, uma vez que tudo que é dito fora elaborado de modo a não deixar "pontas soltas". E é justo isso que não permite o caráter transcendente de seus livros.
Profile Image for Paulo Maua.
233 reviews3 followers
January 20, 2021
A estória de Mateus, sem sobrenome, sem presença de familiares próximos (com exceção do avô Vicente), que sai do norte de Portugal, minhoto que só, em direção à Sagres. Passa por Lisboa, conhece um cão no caminho, o pensamento sobre o Infante, memórias e memórias e memórias. Achei o texto longo demais nas mais de 500 páginas, mas a maneira de escrita da Nélida é um descobrir de palavras da língua portuguesa e de como narrativa.
143 reviews3 followers
March 26, 2022
Como o título indica, Mateus, que nasceu no Minho, onde vive com o avô, decide ir a Sagres depois da morte deste, para cruzar a geografia portuguesa e na expetativa de ser conduzido aos primórdios da saga do Infante D. Henrique. Percorre o país até que chega um dia a Sagres onde permanece e se apaixona por uma mulher paralítica e inacessível. Mais tarde viaja pelo mundo até que regressa a Lisboa onde passa os últimos anos da sua vida.
Um dia chegarei a Sagres está escrito em círculos, quer os parágrafos, quer os capítulos, quer mesmo a viagem de Mateus e se isso lhe dá um toque poético, não deixa de, a dada altura, se tornar cansativo. A razão para chegar a Sagres é pouco clara, embora seja reiteradamente falada ou questionada:
"Era incapaz de abandonar Sagres sem entender antes a real razão de haver me instalado naquele promontório maldito. (...) Nunca lhe confessei a razão de ter vindo a Sagres, trazido por um sonho impróprio para um lavrador inculto. (...) Seguia questionando se fora para sofrer que me aventurara a vir a Sagres, e se por ter vivido em uma aldeia carente de lendas, esquecera de absorver a realidade, de abstrair-me das urgências do cotidiano. Daí lançar-me, em Sagres, aos amores fracassados." (pg 284, 285) "Talvez por isso Sagres tornara-se uma saída promissora. Porque em sua esteira aprendia a explorar a imaginação, o território onde o Infante fixara os andaimes de Portugal e imprimira aos cronistas o tom apaixonado das suas narrativas"." (pg. 3719
Se não resulta evidente a razão pela qual Mateus queria chegar a Sagres, é mais fácil perceber a escolha de Sagres por parte da Autora. Afinal foi dali que partem as naus que aportaram ao Brasil e que justificam a nossa língua e passado comuns.
Também é perceptível um fascínio e conhecimento da história, através da menção de diferentes eventos ou factos, alguns temporalmente coincidentes com a vida de Mateus( a morte de D. Maria II e, posteriormente, de D. Pedro V), outros que dificilmente seriam conhecidos ou lembrados pelo neto de um agricultor, que se considera inculto, apesar de ter estudado, como a inquisição ("Lembrava-me dos tempos em que passavam nas carroças os condenados que ao haverem fugido da prisão eram representados por efígies, isto significando que jamais seriam perdoados ou esquecidos". pg. 123) ou quando menciona Montaigne e a visita que o levou a escrever o ensaio Dos Canibais (pg. 36).
As mulheres, praticamente sem voz, ocupam uma parte importante nesta saga, desde a mãe que se prostituía e que o abandonou ao nascer, Leocádia a jovem inacessível, por quem se apaixona em Sagres e que é o contraponto perfeito da sua mãe, e por fim Amélia, a quem começa por ajudar em Lisboa, mas que acaba por o proteger e com quem ficará até ao fim ("Seguiremos juntos. Mateus. Até ao fim." pg. 415) como se as relações perfeitas fossem as desprovidas - pelo menos de início - de sentimentos.
Não tendo ficado deslumbrada com a leitura de Um dia chegarei a Sagres, há momentos de grande beleza na escrita de Nélida Piñon.
181 reviews2 followers
December 30, 2022
Repetitivo, aborrecido, repete mais um bocado, sem alma, volta a repetir-se, o narrador atravessa Portugal a pé mas também podia ser a Alemanha ou o Camboja com tão genéricas descrições, obsessões mal explicadas, chatas e repetitivas e ainda erros de palmatória como chamar aos Açores o "arquipélago de São Miguel".

Nem sei como consegui acabar isto, pelos capítulos curtos provavelmente e pelo nível de repetição que nunca deixa esquecer o pouco que acontece mesmo metendo vários outros livros pelo meio. Uff, não via a hora de virar a última página e vir aqui deixar a estrelinha que guie outros leitores para bem longe.

O vocabulário é rico, como mencionam outras críticas, certo. Mas nem por aí se salva a obra, porque não há consequência, nem coerência no seu uso. Pelo vocabulário que mistura arcaísmos medievais com neologismos brasileiros não se percebe que estamos no século XIX em Portugal. As descrições são sempre minimalistas, quase 500 páginas de repetições várias, mas sem espaço para fazer o leitor sentir-se num certo tempo e lugar e nenhum esforço por tornar as poucas falas coerentes com isso mesmo.

Já referi que é repetitivo? Nunca é demais repetir e certamente não chega ao nível de repetição deste livro.
Profile Image for Yanela.
182 reviews1 follower
October 21, 2024
Me costó mucho trabajo seguir la historia, muchas referencias para mí innecesarias. La autora va y viene en el tiempo de forma complicada y a veces con poco orden. El exceso de lamentaciones hace la lectura tediosa y demasiado triste.
Disfruté recordar Lisboa y el lenguaje usado. No lo dejé por curiosidad. El final es bueno.

“Había que estudiar, entender la lectura como algo esencial. Gracias a esta supe que el mundo iba masa allá de los límites de nuestra aldea… pero cuando cedí, los libros se convirtieron simultánea e inseparablemente en mi alegría y mi desgracia.”
Profile Image for Thales Baruffi.
Author 2 books4 followers
June 27, 2024
Os temas do livro são repetitivos demais, a ideia de se fazer um relato confuso e não-linear é explicito logo no começo do livro, porém, no caso do tamanho de Um dia chegarei a Sagres, o ritmo sofre com essa escolha, com passagens totalmente descartáveis, no qual a escrita em fluxo de consciência se torna cansativa e previsível.
1 review
July 10, 2021
Não tinha lido ainda a Nélida Piñon. Estou gostando muito. Personagens fortes e delicados. Lentamente vão se revelando. Enquanto O protagonista busca sua Sagres, aqui o lugar simbólico que marca a eterna busca de nos todos.
85 reviews1 follower
January 29, 2024
Well written, but felt that the story was a bit stuck after a couple of hundred pages. It got a bit repetitive and I could not grasp what the author was aiming at. Read around 3/4 of the book. Beautiful use of the language though.
Profile Image for Lucía Ortiz.
10 reviews
March 4, 2025
2,5 ⭐️ a veces me costaba entender el por qué de algunos capítulo, pero por otro lado la historia y el final son muy, muy interesantes. Conocer un poquito la historia de Portugal a través de un personaje un tanto trágico, con una historia trágica.
Profile Image for Vitória Haetinger.
19 reviews1 follower
January 31, 2024
repetitivo e cansativo, podendo ser um pouco culpa da edição. é quase auto afirmativo(?)
esperava mais considerando que gosto muito da autora

p.s.: ele só largou o cachorro? foi isso?
Profile Image for Eduard Esteller.
362 reviews2 followers
January 28, 2025
Historia de un pobre protugués que només ha tingut el seu avi i els seus somnis. Passa a finals del segle XIX i des de que comença fins que acaba es força depressiva
Profile Image for Paula FM.
271 reviews6 followers
December 6, 2022
Un día llegaré a Sagres narra la historia del joven Mateus, hijo de una prostituta y criado por su abuelo, cuando emprende su viaje en busca de una vida mejor. A lo largo de toda la novela su historia se mezcla con la historia de Portugal.
Reconozco que Nélida Piñón escribe bien (de ahí que le haya puesto un 2), pero la novela no me ha llegado nada. Me ha parecido aburrida, no he conseguido empatizar con los personajes ni con su historia. Entiendo que, tras la historia que se cuenta, hay otra historia, narrada de forma simbólica, relacionada con el colonialismo portugués, pero no he conseguido entrar en ella en ningún momento.
8 reviews
November 16, 2025
história muita triste e sofrida. A meio do livro atinge-se o objectivo (chegada a Sagres) e a partir daí a história vai "navegando" sem um sentido concreto. pessoalmente não gostei do livro
Displaying 1 - 17 of 17 reviews

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