Maria João Fialho Gouveia é filha dos anos 60 e do Estoril. Cursou Comunicação Social, Línguas e agora História. Jornalista há quase 40 anos, passou pelas várias áreas da imprensa.
Hoje abraça a literatura, definindo a aventura da escrita como uma doce e viciante solidão que lhe completa a alma. Mulher de causas, mantém ainda afincada a militância pelos direitos humanos e dos animais.
Tem doze livros publicados: Fialho Gouveia – Biografia sentimental, Dona Francisca de Bragança – A princesa boémia, As Lágrimas da Princesa, Sob os Céus do Estoril, Maria da Fonte – Rainha do povo, Os Távoras – Entre a virtude e o pecado, Dona Filipa e Dom João I – Unidos pelo reino e pelo amor, O Primeiro Amor de Dom Carlos, A Templária, Inês, As Asas de Ritam, e ainda o imperdível A Última Imperatriz – Zita de Bragança, a princesa que enfrentou Hitler.
Como sabem um dos meus géneros preferidos é o romance histórico e sendo sobre a nossa história de Portugal fico ainda mais curiosa. E quando vi que a autora lia lançar mais um livro e tendo feito grandes leituras com os mais recentes, fiquei logo cheia de vontade de o ler. Este livro, na minha opinião, é um pouco diferente dos anteriores. Para já, a nossa protagonista Amapola é uma personagem fictícia e acaba por, ser dado mais detalhe à componente romântica e menos aos factos históricos. E, confesso, prefiro a parte histórica. Gostei muito de conhecer D. Carlos adolescente mas também, apesar de fictícia, Amapola e o seu fascínio por flores, principalmente orquídeas. Com uma escrita muito cuidada e enquadra à época é, uma vez mais, um grande romance histórico. Vejam a minha opinião mais detalhada em vídeo, AQUI.