Uma história sobre família, perda e sentimentos que nos acompanham por toda vida
Noah – nômade, sonâmbulo e sem amigos – só tem catorze anos, mas sente algo que os adultos não percebem: há algo de errado em casa. Quando decide entender o que está acontecendo, se depara com sonhos inquietantes, uma mensagem que atravessa o tempo e uma oportunidade de se aproximar da avó.
“Um conto sobre solidão, mas também sobre as pessoas que transformam a nossa casa em um lar. Guilherme pintou, nessas páginas, uma história delicada e sensível que vai te emocionar.” — Sem Spoiler
Sou escritor e redator publicitário. Nasci em Curitiba e sou formado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Desde pequeno adoro criar histórias e acredito no poder que as palavras têm de mudar a realidade. Nas horas vagas, quando não estou jogando RPG ou escrevendo, estou criando playlists extremamente específicas.
Que conto mais sensível e tocante. Amo histórias de família que focam nessas relações interfamiliares, e histórias que cruzam gerações é algo que sempre me toca muito e lembra demais da relação que eu tive com os meus avós. Noah tem todo o meu coração, é um garoto puro de alma e cheio de amor. A escrita sublime do Guilherme consegue transmitir a solidão do Noah facilmente em poucas páginas (algumas cenas - como na escola lá pro final do conto - me cortaram o coração), e é bastante visual, algo que sempre gosto de destacar. É tocante, mágico, emocionante... um conto de destaque pra mim em 2021. Mal vejo a hora de ler mais coisas do Guilherme.
Um conto muito lindo e tocante. A leveza e fluidez da escrita casa muito bem com a temática proposta. Fiquei muito emocionada pela reflexão sobre o amor e amizade de uma família com os entes vivos e que partiram, o que me fez me ver na história e ficar ainda mais feliz e reflexiva sobre a vida e tudo que deixamos de marcar por aqui nas pessoas especiais para nós e como essas também nos afetam da mesma forma.
Uma delícia de livro, uma escrita que tem vida, que transporta a gente pra lugares familiares e aconchegantes e faz a gente acreditar na beleza da literatura brasileira, eu amei 🤍
Uma ótima escolha de título e arte de capa, foram os dois que despertaram meu interesse pela história. Apesar de alguns probleminhas de revisão e de certos pontos terem sido abordados muito superficialmente, esse foi um conto sensível sobre a transcendência do amor e o poder da memória. Guilherme Alves também consegue, através de diálogos curtos e da descrição de cenas do cotidiano, transmitir ao leitor todo o aconchego da casa de uma avó.
Um conto muito simples, e muito encantador. O li sem pretensões, e achei uma graça a descrição pura e sensível do narrador. A ambientação toda transmite nostalgia, transmite cheiro, luz e gosto. Bons tempos aqueles que não vivi. Leria outros contos acompanhando o Noah, com certeza.
Primeira vez que leio algo do Guilherme e gostei muito da forma que ele construiu essa história. Sua narrativa é tranquila, bela, ritmada e trouxe um sentimento nostálgico para a trama, que combinou muito bem.
Gostei principalmente do cuidado em se tratar sobre um tema como o luto, mostrando não apenas a parte triste deste, como também a beleza que se pode pintar com a continuidade da vida.
A única coisa que não gostei muito, que confesso ter atrapalhado meu ritmo de leitura, foi o capítulo final que, ao meu ver, diminuiu todo o clima tranquilo e sentimental que havia sido criado no penúltimo. Isso deu uma quebra brusca na história e acabou por me deixar confusa se haveria um conto 2 ou não.
Uma história simples e curta que vai te prender e pensar em como nós, adultos, não paramos pra ver as coisas ao nosso redor. Em como somos egoístas. Sob a desculpa de irem pregar, os pais de Noah ignoraram o quanto seus próprios pais e seu filho estavam sofrendo. Mas Noah não fica alheio ao sofrimento de sua avó, e com uma delicadeza que falta a muitos de nós vai tentar ajudá-la. Só achei triste o final, mas isso fui eu.
“A Bird Made of Sky” is a touching tale about Noah, a boy who is lonely for many reasons: he is a missionary and travels a lot with his parents, he is bullied at school and sleepwalks. Because he feels so isolated and misunderstood, Noah ends up becoming even more attached to his own family. When he notices that his grandmother is acting strange and withdrawn, he decides to unravel the mystery and help her feel better, even if his parents haven't noticed.
How can someone so young have such sensitivity? The story has a beautiful message about mourning and longing, but for me, the most important message is about self-acceptance. Noah suffers from not being able to stabilize himself and have friends like other young people, but even facing all this loneliness and the constant mockery at school, he tries to give some meaning to his condition as a sleepwalker, using it to help people. In my view, this is Noah's attempt to accept himself, despite his “flaws”. It's beautiful and well worth reading!
"Noah – nômade, sonâmbulo e sem amigos – só tem catorze anos, mas sente algo que os adultos não percebem: há algo de errado em casa. Quando decide entender o que está acontecendo, se depara com sonhos inquietantes, uma mensagem que atravessa o tempo e uma oportunidade de se aproximar da avó."
A premissa da história é uma gracinha, muito delicada e sensível. Gostei da leitura. Só não esperava que fosse uma introdução pra uma próxima leitura (o que fez com que não entendesse alguns detalhes, ou a relevância deles pro desenrolar), achei que, quando ele entendesse o que estava acontecendo e revelasse o presente, ali seria o auge do livro, mas na verdade era só uma passagem (muito fofa) da trama. Enfim, é uma história bem bonitinha, vale a pena!
Primeira vez que leio algo do Guilherme e gostei muito da forma que ele construiu essa história. Sua narrativa é tranquila, bela, ritmada e trouxe um sentimento nostálgico para a trama, que combinou muito bem.
Gostei principalmente do cuidado em se tratar sobre um tema como o luto, mostrando não apenas a parte triste deste, como também a beleza que se pode pintar com a continuidade da vida.
A única coisa que não gostei muito, que confesso ter atrapalhado meu ritmo de leitura, foi o capítulo final que, ao meu ver, diminuiu todo o clima tranquilo e sentimental que havia sido criado no penúltimo. Isso deu uma quebra brusca na história e acabou por me deixar confusa se haveria um conto 2 ou não.
Muito gostoso de ler. Fiquei bem sensível lá pelo desenrolar do final e tava super envolvida, foi bem mágico. Trouxe sensação um tanto específica que eu não encontro em qualquer lugar, mas me delicio quando consigo encontrar e fiquei muito feliz por ter lido. Passaria muito mais tempo dentro da cabeça desse protagonista se tivesse a oportunidade, leria um livro inteiro dele muito feliz.
(Coloquei 4 estrelinhas porque nota não é comigo e, por enquanto, senti que não deveria dar 5, mas isso são as doidices da minha cabeça. Podia ser um 5 tranquilo)
Que conto mais lindo! Achei bastante corrido? Sim, mas ele me tocou de uma forma muito bonita. Sempre fui a criança que se mudava demais, a criança que não conseguia fazer amigos por ser "estranha", a criança que era ligada demais na avó, a criança fascinada por memórias, e o Noah é exatamente como eu costumava ser. Achei lindo, sensível e emocionante. Obrigada, Guilherme! Continue escrevendo coisas lindas assim ❤️
Sempre via a capa deste conto, e achava a coisa mais linda, mas não tinha a mínima ideia sobre o que era. Resolvi dar uma lida. e fiquei feliz pelo conteúdo ser tão lindo quanto a capa. Por se tratar de um conto, acho que alguns pontos não puderam ser mais trabalhados e isso é meio chato já que tinha diversos caminhos para abordar. além do Noah e da sua avó, os demais personagens me pareceram bem chatos ( nem sei o que falar dos pais dele...), porém a história em sí trouxe um quentinho.
Gente, confesso que li esse livro porque era curtinho e eu precisava de algo simples nesse fim de ano. Diferente do que sempre faço, eu nem vi sobre o que era, só comecei a ler. Imagina minha surpresa quando a história se tornou sobre um avô falecido que ama pássaros. Meu vôzinho faleceu nesse ano, e ele era apaixonado por pássaros, sabia tudo sobre! Não acreditei na coincidência! Me emocionei muito lendo. É simples de uma forma muito bonita.
Amor pintado com tinta de terra. Um livro curto, leve e descontraído. Com uma escrita fluida e num contexto simples, o autor consegue te fazer entender o protagonista e torcer pela vó mesmo em poucas páginas. O maior defeito para mim é que o livro está incompleto, não sei se virá um segundo livro, mas fazia mais sentido escrever essas novas aventuras neste. Outro detalhe é que se trata de uma família de missionários que vivem pela igreja e hora nenhuma têm atitudes ou falas de quem é da igreja.
Não tenho muita experiência com contos e nem sei como julgá-los corretamente. Então serei breve:
Peguei esse para ler no intuito de atingir o exato estado de espírito em que me encontrei ao fim da leitura: leve, calma e feliz. É uma história linda de empatia, amor e família. E terá continuação.
Se em 50 páginas eu consegui fazer várias marcações fofinhas, é porque é um conto bom para o que ele se propõe, né?
Ai como o Noah é um querido, tão precioso, muah um abraço pra ele e pra vó dele também!!
Nossa que conto bom, ele parece que vai ficar pesado mas não, fala do luto e da ausência de uma forma leve e sensível. Muito boa leitura!! Tava morrendo de medo de ter um final triste fiquei vendo a hora ter um enterro juro pra você.
Queremos mais de Miss Ceci e mais do Noah, cadê cadê?
achei um conto super fofo, levinho, passa uma mensagem bonita, masss senti que poderia ser bem melhor se fosse maior, poderia ter aprofundado mais em algumas questões que só foram deixadas no ar