A garota dos olhos esmeralda é a nova e apaixonante história do universo de O garoto do cachecol vermelho. Você vai rever personagens especiais e conhecer outros, em mais um livro cativante de Ana Beatriz Brandão.
Quando você está sem chão, só existem duas saídas: desistir ou recomeçar.
Depois de perder duas das pessoas mais importantes de sua vida, Helena se vê sem rumo em meio ao caos que se tornou sua existência. Distante de sua fé, passando por um momento complicado no relacionamento com a mãe e enfrentando a rotina intensa da residência em medicina, ela tenta reencontrar forças para lidar com seus anseios e medos.
Até conhecer Abigail, uma garota com um jeito leve de encarar a vida que a faz lembrar muito de seu irmão ― Daniel, o garoto do cachecol vermelho. Juntas, Helena e Abigail encontram apoio uma na outra e se entregam a um amor que precisará derrubar as barreiras do preconceito.
Acontece que chegou um momento que ficou pessoal demais para mim.
Comecei ouvindo sem saber nada sobre o livro, ao decorrer notei que tem assuntos bem complicados... O ritmo não é ruim, a escrita é boa. Mas por mais que o livro tente se recuperar bem com a enfase no caminho que a protagonista ainda tem a viver com terapia e tudo mais, ainda acho (pessoalmente) que colocar o local religioso como sendo simplesmente um local com pessoas legais e outras nem tanto, minimiza a crueldade que o mesmo local faz com crianças e adolescentes. Entendo a utopia, entendo a necessidade de fazer da igreja (um lugar que proporcionou momentos bons e significativos na infancia ou no passado para quem passou por lá) um lar e lugar de paz, mas nao é só porque alguem tem a necessidade que ele seja, que ele é esse lar após a gente alcançar maturidade. É perigoso ver uma protagonista passando na vida adulta por coisas tão crueis que vieram exatamente da religião e usando (nao deus ou a espiritualidade), mas o local igreja como ponto de partida de cura. Uma adolescente lendo isso poderia ser catastrofico, pensar que vai conseguir cantar na igreja e ter uma namorada sem que o inferno seja lhe colocado como certo e que a cura seja lhe imposta em cada oração é distante demais, se é dificil e precisa de tanta terapia depois de adulto, imagina para alguem mais nova?!. Não sei, achei tudo meio perigoso demais, esse flerte entre um sonho e a realidade.
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achei legal que a autora tentou trazer temas importantes e diferentes, mas a falta de profundidade nos mesmos e nos relacionamentos (amorosos, familiares e entre amigos) ao longo do livro incomodou. O final também ficou tão aberto que até para um segundo livro ficaria confuso
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Achei o romance meio meia boca no início, depois comecei a gostar mais pela forma como a autora soube desenrolar os acontecimentos. Achei muito triste, e gostei de como as coisas não foram magicamente resolvidas igual a uns livros de romance
Tinha gostado tanto dos dois primeiros quando li lá em 2021/2022 talvez se tivesse lido naquela época iria ter gostado mas não foi pra mim senti q faltou muita coisa e um desenvolvimento melhor em algumas partes