Maressa e Marinho vão criar uma playlist para seu segundo filho ainda no ventre. E, graças à fantástica descoberta da técnica de musicoembriolização, poderão inscrevê-la no próprio DNA do bebê. Quem sabe assim a personalidade dele não vai ser boa o suficiente para realizar alguns sonhos que o casal vem acalentando? O que poderia dar errado, ainda mais às vésperas do Natal? Esse é um conto de Natal, uma época que envolve nascimento, esperança e reflexão sobre onde colocamos nossas expectativas. Enfim, Feliz Natal!... Seja qual for a época do ano em que você estiver lendo.
Emílio, na ortografia legal. Ministro presbiteriano e pastor da Igreja Presbiteriana Semear em Brasília, DF. Completou seu Ph.D no Reformed Theological Seminary, nos EUA. É professor de teologia sistemática no Seminário Presbiteriano de Brasília e professor visitante em teologia pastoral no CPAJ.
Que livro... junte Natal, genética, músicas e reflexões profundas - sem contar com o nome peculiar da protagonista hehe - e faça um livro ótimo para terminar este projeto maravilhoso!
Recomendo muitíssimo a leitura, e releitura (que farei em breve para pegar todos os easter eggs) de todos os livros. Pr. Emílio mandou muito bem! Mal posso esperar por uma possível continuação dessas histórias, ou de pelo menos a das queridas capivarinhas do Lago Paranoá :)
Não quero falar muito sobre o livro, quero deixar mais misterioso mesmo. Mas que livro bom! Simples, forte, sincero, real, lindo, emocionante. Encantador, de verdade.
Agora que chegou "ao final" da coleção (entre aspas porque não precisa ter uma ordem, mesmo que exista a sugerida), ler a coleção inteira, sem parar, como se fosse uma saga, vale muito a pena. Uma história não depende da outra, mas as conexões são muito legais de acompanhar. Tudo se passa no mesmo universo e isso aparece em detalhes lindos. Eu adoro esse tipo de coisa, como se fossem "eastereggs", então, se você também gosta, saiba que Um Ano de Histórias é um prato cheio pra você!
Feliz e triste por ter terminado. Obrigada, Emilio. E parabéns.
"Talvez a vida seja assim mesmo. Escura e clara. Nossos olhos por vezes se acostumam tanto às trevas, que não reagem bem à luz. Por vezes se apaixonam tanto pela luz, que se esquecem de que aqui é terra de dia que vira noite e noite que vira dia, e tudo isso sem muito aviso. Talvez a vida seja, no final das contas, crepuscular."
Um conto de Natal muito reflexivo. 4/5 - 23/12/2023 Jesus nasceu, e mesmo na escuridão da vida, mesmo a pior noite pode ser uma noite feliz, uma noite de paz.
5/5 - 08/12/2025 Pode Ser que Eu Morra Hoje é um livreto de apenas cerca de 30 páginas, mas que carrega uma força que poucos romances longos conseguem alcançar. Rev. Emílio Garofalo escreve de maneira estupidamente incomum, criativa, humana e esperançosa — e é justamente essa combinação que faz a leitura ser tão arrebatadora.
A narrativa traz reflexões que atravessam a alma. Logo no começo, um trecho já me desmontou: “Filhos não são acerca de nós. São acerca deles mesmos e de como cuidamos deles enquanto ainda estão em nossas mãos.” Garofalo tem essa capacidade rara de condensar verdades emocionais enormes em pouquíssimas palavras.
Há também uma profundidade moral e espiritual que permeia tudo: “O mal só pode ser vencido com o bem. De outra forma, o vencedor seguirá sendo o mal.” É desse tipo de lucidez que o autor nunca se afasta.
A relação com o Natal, com Jesus e com a esperança está em cada página. O pai deseja que seu filho herde esse impulso de luz: “Esperava que, se seu filho nascesse naquele sentimento, com um impulso natalino, ele seria alguém altruísta e que mudaria o mundo.”
E, quando a dor toma tudo, surgem reflexões em que qualquer pessoa já perdida na própria escuridão consegue se reconhecer: “Quando estamos na escuridão, a gente fica imaginando se vai chegar a hora de parar de chorar.”
A beleza aqui é que o livro se recusa a aceitar respostas fáceis — e, ao mesmo tempo, insiste na esperança. “Será que das trevas pode vir luz?” A narrativa responde com um sim frágil e poderoso: “De circunstâncias ruins pode surgir algo que muda tudo.”
A teologia amorosa e profunda explode nas páginas sobre o Natal: um Deus que acolhe, recebe, senta à mesa com os indignos e transforma tudo em lar. São trechos longos, belos, que lembram que o Natal é convite, é adoção, é mesa posta mesmo na pior das noites: “Mesmo a pior noite pode ser uma noite feliz, uma noite de paz.”
E então vem uma das passagens mais devastadoras e humanas: “Tem momentos em que quero morrer, mas sigo vivendo… Pode ser que eu morra hoje. Mas, infelizmente, parece que não. Ou felizmente. Não sei. Deus o sabe. Acho que isso vai ter de bastar.” Aqui, o livro atinge seu auge de honestidade — e também de beleza.
No final, a síntese da própria vida: “Talvez a vida seja, no final das contas, crepuscular.” Escura e clara ao mesmo tempo. Dor e esperança no mesmo fôlego. Treva e luz existindo lado a lado.
Emílio Garofalo é genial. Esse livro é muito bom — e muito maior do que seu número de páginas. Eu terminei em lágrimas. Fui quebrada e reconstruída.
Foi o primeiro conto da série Um ano de histórias que li, e se trata na verdade do ultimo conto da série.
Gostei muito do estilo de escrita do Emílio, é cativante e imersiva a forma como ele desenvolve suas histórias. É inspirador ver cristãos escrevendo ficções de qualidade.
"Mesmo a pior noite, pode ser uma noite feliz, uma noite de paz". Belíssimo conto de Natal do Garofalo, intrigante, leve, profundo. Apropriado para fechar um ano de muitas noites que não foram como se esperava que fossem, mas que foram, sim, noites de paz.
Eu me surpreendo e cada livrinho! Comecei esse achando que não iria gostar, juro, e agora acredito que foi o meu preferido. O autor conta sobre um futuro onde as pessoas conseguem definir como serão os filhos, inserindo nele músicas enquanto ainda na barriga. Nesse contexto, temos um casal que está à espera de seu segundo filho e fazendo a tal playlist para inserção. O autor consegue dançar entre a história, problemas no relacionamento, luto, conectando tudo com o nascimento de Jesus, Aquele que nasceu destinado a morrer. Eu amo o jeito do Emílio escrever pq parece que estou ouvindo meu pastor em um sermão matinal. Esse, de verdade, criou raízes em meu coração.
Re-read this week, after my initial read last year. Last year was on audiobook and now I got to read a physical copy. Especially good for me, reading in a second language. It's much easier to do at my own pace instead of the pace of the audiobook narrator.
This short book was excellent. Set at Christmas time, it gives an incredible picture of the gospel and seamlessly weaves all It's aspects into the story. Creation, sin, betrayal, death, hope, the useless of good works/good intenions, and the uniqueness of Jesus Christ as the only salvarion for people in darkness. There are few fiction books that can accomplish what this one does.