Em 1990, Hilda Hilst decidiu mudar de rumo e passou a fazer uma literatura que chamou de pornográfica ou devassa. Esta antologia reúne crônicas dessa fase, todas publicadas entre 1992 e 1995 no Correio Popular, de Campinas. Com muita inteligência e boas doses de humor, Hilda, ainda e sempre, nos provoca: Podem me chamar de louca. Entre o sagrado e o profano, Hilda Hilst viveu os seus dilemas. Sua prosa nunca dispensou a poesia, seja por meio do que podemos chamar de “poema em prosa” ou mesmo ao intercalar poemas em suas narrativas, como fez em muitos momentos. Por volta de 1990, incomodada com a pouca atenção que seus livros despertavam, resolveu se dedicar a uma literatura de maior apelo popular, contundente e “pornográfica”. São dessa fase as crônicas deste volume.
Hilda de Almeida Prado Hilst, more widely known as Hilda Hilst (Jaú, April 21, 1930–Campinas, February 4, 2004) was a Brazilian poet, playwright and novelist, whose fiction and poetry were generally based upon delicate intimacy and often insanity and supernatural events. Particularly her late works belong to the tradition of magic realism.
In 1948 she enrolled the Law Course in Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo(Largo São Francisco), finishing it in 1952. There she met her best friend, the writer Lygia Fagundes Telles. In 1966, Hilda moved to Casa do Sol (Sunhouse), a country seat next to Campinas, where she hosted a lot of writers and artists for several years. Living there, she dedicated all her time to literary creation.
Hilda Hilst wrote for almost fifty years, and granted the most important Brazilian literary prizes.
ameeeeei a hilda nesse primeiro contato que tive com ela! parece q eu tô tendo uma conversa de bar com uma amiga minha, falando atrocidades e rindo muito. de fato, eu soltava várias risadas com o que a hilda ia escrevendo nesse livro!! ela é de fato toda bilu tetéia das ideias. adorei essa dyva
a sátira e ironia das obras da hilda sempre me conquistam, alguns contos confesso que não gosto muito da linha de pensamento dela, mas é muito íntimo e bem escrito tudo