Nesta epopeia sobre a obsessão, um homem acometido por uma doença fatal promete vingar a filha da brutalidade de que foi alvo. No entanto, o agressor está fora de alcance, assim como a própria filha desaparecida, e o mundo que o homem conhecia não existe mais. Desse modo, ele mergulhará num inferno de violência, no qual as lembranças e o absurdo vão se sobrepor aos horrores da realidade e da existência. Um romance sem precedentes na literatura brasileira.
Joca Reiners Terron nasceu em Cuiabá, em 1968, e vive em São Paulo. Poeta, prosador, tradutor e designer gráfico, foi editor da Ciência do Acidente, selo que resgatou nomes importantes da literatura brasileira do final do século XX, como José Agrippino de Paula, Manoel Carlos Karam e Valêncio Xavier, e pela qual publicou o romance Não há nada lá (depois relançado pela Companhia das Letras) e o livro de poemas Animal anônimo. É autor também dos volumes de contos Hotel Hell, Curva de rio sujo e Sonho interrompido por guilhotina. Dele, a Companhia das Letras publicou Do fundo do poço se vê a lua, vencedor do prêmio Machado de Assis na categoria melhor romance. É criador e curador da coleção “Otra Língua” (Editora Rocco) que divulga autores inéditos e resgata relevantes escritores da América Latina, como Mario Levrero do Uruguai, Julio Ramón Ribeyro do Peru e Guadalupe Nettel do México.
Fiquei esperando todo o gore descrito pela turma que avaliou o livro e não encontrei Além de uma narrativa confusa, por vezes até forçada. Não gostei, nem recomendo Dou 2 estrelas pelo esforço, mas de vdd era zero
eu entendi onde ele quis chegar com esse livro, mas o gore não me deixou aproveitar. provavelmente o livro mais nojento que eu já li e devia ser isso que o autor queria provocar nos leitores, mas eu não tenho estômago pra tudo isso não.