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The Seven Deadly Sins

Greed: The Seven Deadly Sins

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Grasping. Avarice. Covetousness. Miserliness. Insatiable cupidity. Overreaching ambition. Desire spun out of control. The deadly sin of Greed goes by many names, appears in many guises, and wreaks havoc on individuals and nations alike.

In this lively and generous book, Phyllis A. Tickle argues that Greed is "the Matriarch of the Deadly Clan," the ultimate source of Pride, Envy, Sloth, Gluttony, Lust, and Anger. She shows that the major faiths, from Hinduism and Taoism to Buddhism and Christianity regard Greed as the greatest calamity humans can indulge in, engendering further sins and eviscerating all virtues. As the Sikh holy book Adi Granth "Where there is greed, what love can there be?" Tickle takes a long view of Greed, from St. Paul to the present, focusing particularly on changing imaginative representations of Greed in Western literature and art. Looking at such works as the Psychomachia , or "Soul Battle" of the fifth-century poet Aurelius Clemens Prudentius, the paintings of Peter Bruegel and Hieronymous Bosch, the 1987 film Wall Street , and the contemporary Italian artist Mario Donizetti, Tickle shows how our perceptions have evolved from the medieval understanding of Greed as a spiritual enemy to a
nineteenth-century sociological construct to an early twentieth-century psychological deficiency, and finally to a new view, powerfully articulated in Donizetti's mystical paintings, of Greed as both tragic and beautiful.

Engaging, witty, brilliantly insightful, Greed explores the full range of this deadly sin's subtle, chameleon-like qualities, and the enormous destructive power it wields, evidenced all too clearly in the world today.

120 pages, Hardcover

First published February 20, 2004

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About the author

Phyllis Tickle

97 books76 followers
Phyllis Natalie Tickle was an American author and lecturer whose work focuses on spirituality and religion issues. After serving as a teacher, professor, and academic dean, Tickle entered the publishing industry, serving as the founding editor of the religion department at Publishers Weekly, before then becoming a popular writer. She is well known as a leading voice in the emergence church movement. She is perhaps best known for The Divine Hours series of books, published by Doubleday Press, and her book The Great Emergence- How Christianity Is Changing and Why. Tickle was a member of the Episcopal Church, where she was licensed as both a lector and a lay eucharistic minister. She has been widely quoted by many media outlets, including Newsweek, Time, Life, The New York Times, USA Today, CNN, C-SPAN, PBS, The History Channel, the BBC and VOA. It has been said that "Over the past generation, no one has written more deeply and spoken more widely about the contours of American faith and spirituality than Phyllis Tickle." A biography of Tickle, written by Jon M. Sweeney, was published in February 2018. Phyllis Tickle: A Life (Church Publishing, Inc), has been widely reviewed.

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Profile Image for Barbara Maidel.
109 reviews44 followers
November 13, 2024
MAL ESTRUTURADO, MAS TEM BONS INSTANTES

A New York Public Library e a Oxford University Press convidaram sete escritores pra tratar dos pecados capitais. Coube a Phyllis Tickle, autora especializada em religião, escrever sobre a avareza. Dado o caráter desse pecado, Tickle poderia ter oferecido uma manga, mas preferiu elaborar um volume de bolso que se mastiga como uma noz com casca: demora a engrenar, e o texto principal vai da página 15 à 76, sendo que as notas vão da página 77 à 119 — são tantas que foi impossível colocá-las no rodapé. Pior que isso, do meu conhecimento, só Max Weber e seu A ética protestante e o espírito do capitalismo, que é metade notas. Pra quem tem tempo, talvez o melhor seja fazer uma primeira leitura francamente truncada — lendo cada nota — e depois reler somente o corpo principal do texto como se estivesse de folga depois de largar a lida.

Com a mestria que Tickle conquistou sobre história das religiões, é uma pena que ela tenha perdido a oportunidade de arredondar um livro tão miúdo sobre esse vício tão rico. Ainda assim, há alguns instantes memoráveis em Avareza, publicado no Brasil pela editora Arx, que vale a pena guardar. Como este, tratando da Mãe dos Pecados pra inúmeras religiões:

[…] independentemente de um sistema religioso combinar ou separar vício e pecado, a verdade é que, ao longo dos séculos, todo sistema, do hinduísmo ao cristianismo, concorda que dos nossos sete demônios a avareza é soberana. O hinduísmo, em particular, deixa pouca dúvida quanto à primazia da avareza no esquema das coisas. O Mahabharata, Santi Parva, seção CLVIII, ensina o seguinte:

Yudhisthira disse: Eu desejo, ó touro da raça Bharata, ouvir em detalhe a fonte da qual procede o pecado e a fundação sobre a qual ele repousa.
Bhishma disse: Ouça, ó Rei, qual é a fundação do pecado. O avarento sozinho é o grande destruidor do mérito e da bondade. Da avareza nasce o pecado. É dessa fonte que fluem o pecado e a descrença, junto com uma grande miséria. Essa avareza é também a fonte de toda astúcia e hipocrisia do mundo. É a avareza que faz os homens cometer pecado… é da avareza que nascem a falta de julgamento, o logro, o orgulho, a arrogância, a malícia, o rancor, o dolo, como também a índole vingativa, a falta de prosperidade, a ausência de virtude, a ansiedade, a infâmia. A sovinice, a cobiça, a ganância, o desejo por todo tipo de ato impróprio, o orgulho do berço natal, o orgulho do aprendizado, o orgulho da beleza, o orgulho da riqueza, a impiedade para com todas as criaturas, a malevolência contra todos, a desconfiança a respeito de tudo, a insinceridade em relação a todos, a apropriação da riqueza alheia… tudo isso procede da avareza.


Logo em seguida, Tickle mostra o repúdio à avareza no budismo — um texto da corrente chama a avareza de “sujeira” —, no Tao Teh Ching — “não existe maior calamidade que condescender na avareza” —, na religião Sikh — “onde existe avareza, que amor pode existir?” — e no judaísmo, com base nas sete leis de Noé tratando de pecados que não devem ser cometidos — e que muitos rabinos interpretam como pecados derivados do maior de todos, o roubo.

Do poema Psychomachia, escrito pelo cristão Prudêncio e tratando das batalhas entre virtudes e vícios, Tickle destaca a estratégia da avareza, que resolve se disfarçar de virtude pra aliciar os homens:

E como a provar sua completa depravação, em seguida a Avareza decide tentar seduzir um grupo de sacerdotes, que até aquele momento tinham levado uma vida pura a serviço do Senhor. Infelizmente para a Avareza, no último minuto, a Razão, que Prudêncio chama de ‘a guardiã da tribo de Levi’, chega para socorrê-los e os salva a todos, com exceção de uns poucos. Temporariamente derrotada, a Avareza foge num acesso de raiva, pronunciando uma das diatribes mais vituperiosas da literatura ocidental. Uma vez que a arenga é pronunciada, e depois de jurar solenemente que não pode conquistar pela força, mas que muito seguramente pode seduzir pelo subterfúgio, a Avareza muda sua abordagem e finge certa nobreza de caráter.
Depois de colocar suas armas no chão, ela muda suas vestes e sua conduta por outras de simples austeridade e torna-se, segundo Prudêncio, “a virtude que os homens conhecem como Frugalidade”. Como Frugalidade, a Avareza consegue controlar, ou pelo menos esconder, toda a sua ganância e raiva e, em vez disso, veste o que o poeta chama de “um delicado véu de preocupação maternal”, afirmando que toda a sua sovinice e seu açambarcamento — talvez até mesmo um pouco de sua desonestidade — são feitos em nome da valorosa atitude de se preparar para seus filhos. As almas humanas sob sua esfera de influência, como sabemos, começam a seguir as instruções e os modos da Avareza, achando que seu trabalho é virtuoso, e não de vício; e assim, diz Prudêncio, “nessas almas, o espírito maléfico encontra vítimas alegres, felizes de viver em seus grilhões”.


Um trecho interessante pra esta Era Malandra nada-é-culpa-minha na qual mesmo cristãos são lisos na própria maldade: seus corações apodrecidos não seriam culpa sua, e sua responsabilidade individual é afastada:

Atribuir a origem do mal, seja a um processo biológico ou, por extensão, a um processo psicológico, transforma os seres humanos em vítimas do processo. Como tal, essa atribuição exige posturas e deliberações e crua a depressão e os ressentimentos da impotência que são as características da vitimização. Sob essas circunstâncias, ‘sentir-se bem’ ou, menos coloquialmente, atingir um estado de equilíbrio interno perceptível torna-se uma definição atraente e poderosa do bem, mas pela própria natureza de seus parâmetros esse objetivo é individualizado por definição e isolante em sua evolução.


Continua:

Chamado por Schimmel de a ‘secularização do mal’, esse deslocamento da divindade ou das maquinações divinas para uma situação física de causa e efeito, como origem de nossas naturezas destrutivas e imperfeitas, tem tido uma consequência ainda mais degradante e, algumas vezes, flagrantemente neurótica, ao longo do último século e meio. Ele roubou ao conjunto de cidadãos do Ocidente, em maior ou menor grau, a energética e focada dignidade da luta espiritual, ao nos roubar a fé na eventual benevolência de como as coisas são. Ou seja, a ‘secularização do mal’ transforma os seres humanos em objetos, e não participantes na criação. Ela também assume uma imutabilidade ou impessoalidade das condições e dos princípios que nos bloqueiam e afastam da esperança. Em sua defesa, esse raciocínio pode nos conduzir à compaixão. Certamente temos visto essa mudança ocorrer de maneira muito dramática na cultura norte-americana ao longo dos últimos quarenta anos mais ou menos. Mas a compaixão construída sobre uma disposição de ânimo de ‘colegas de cela’, é apenas isso — compaixão, e não amor; elaborada, e não forjada; em sua origem, mais uma criatura da situação do que uma criatura da graça divina.


Embora a avareza seja frequentemente associada à obsessão de ter mais coisas — uma fissura que grassa na classe política e no Judiciário brasileiros, às custas dos outros, enquanto é menos pronunciada na Suécia —, no decorrer do livro a autora mostra, pela sua opinião e pela opinião doutros, que esse pecado não trata somente de dinheiro e objetos:

A explicação mais imaginativa e talvez mais bondosa da avareza nessa linha de raciocínio vem do judaísmo, que postula a presença em cada um de nós do yetzer hara, ou do impulso do mal, que, no caso da avareza, o dr. Robert Rabinowitz — meu amigo e mestre nessas questões —, do Centro Nacional Judaico de Aprendizado e Liderança —, define coloquialmente como o “constante clamor do ímpeto aquisitivo dentro de nós por mais ‘coisas’”. A propósito, ele define a ‘coisa’ como “mais poder, mais dinheiro, status social mais elevado etc. etc.”


Abaixo, um excerto sobre o número sete, tão frequente na Bíblia, e sobre os pecados capitais não serem novidade da doutrinação cristã, mas fruto duma tradição moral e filosófica velha — fato que repele charlatões alegando que a mais nobre moralidade nasceu com o cristianismo:

O uso do número sete para quantificar as peças, coisas e partes significativas da vida é aparentemente tão antigo quanto a capacidade humana de enumerar ou enfatizar representações objetivas da perfeição. Dentro das crenças abraâmicas, a primeira ocorrência do uso do número sete, para quantificar as ofensas da humanidade contra Deus, pode ser encontrada em Provérbios 6:16-19: “Seis coisas detesta o Senhor e uma sétima sua alma abomina”. Além disso, na literatura romana da Era Axial, encontramos a primeira epístola de Horácio, que data de cerca de 20 a.C. e que lista os sete pecados capitais numa apresentação que podemos reconhecer atualmente: oyarirra, laudis amor, invídus, iracundus, iners, vinosus e amator (avareza, soberba, inveja, ira, preguiça, gula e luxúria). Embora a obra de Horácio seja não doutrinária do ponto de vista abraâmico, tampouco do ponto de vista teísta, ela se localiza na principal corrente do epicurismo: como um epicurista, Horácio considerava os excessos desses sete vícios ameaças à ataraxia, ou serenidade, que era o summum bonum — o bem supremo — da sua escola filosófica.


Não é preciso ser católico pra entender os danos dos pecados capitais. Sua teorização precede o cristianismo, e são os próprios ditos cristãos que se banham na farra do pecado.

Numa das notas, um comentário severo de Tickle sobre cristãos que tentam separar maus pensamentos de más ações — negociando pra si um cristianismo facilitado, relaxado — quando Jesus Cristo disse que o autor do mau pensamento já está pecando:

Enquanto outros podem argumentar ou mesmo deplorar a fusão do ato com o pensamento, não se trata nem de um capricho da teologia cristã nem de uma posição aberta à negociação dos crentes, pois é baseada em algumas das mais claras e menos discutíveis seções das Escrituras cristãs. Um exemplo famoso: ao falar sobre o adultério, Jesus disse: “Ouvistes que foi dito ‘Não cometerás o adultério’. Ora, eu vos digo: todo aquele que olhar para uma mulher com o desejo de possuí-la, já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mateus 5:27, 28).


Phyllis Tickle é cristã, mas é uma tolerante estudiosa das religiões. Então concede, no decorrer do texto, luminosidade nas doutrinas que não professa:

De acordo com o profeta Maomé, a avareza é ter ou desejar algo mais do que é exigido de um homem para — e cito — “manter suas costas retas e espigadas”. É uma conceituação sagrada que considero tão adorável quanto ampla e útil.


Considerando o alto número de cristãos que se vangloriam da própria ganância como se ela fosse uma virtude, fica cada vez mais difícil associá-los aos textos da religião que alegam seguir:

O próprio Paulo oferece o fundamento para essa associação em Colossenses 3:5, quando fala sobre “a ganância, que é uma idolatria”.


Por último nesta seleção, uma parábola sobre a avareza que Tickle resgata de Dostoiévski:

Fiodor Dostoievski, o gigante da literatura russa, produziu uma imagem da avareza igualmente poderosa e duradoura, embora por meio de uma cebola. Em seu romance Os irmãos Karamazov, Dostoievski conta a parábola de uma viúva miseravelmente velha que estava no inferno por causa de sua avareza. Seu anjo da guarda, vendo a pobre alma em tal agonia, implora a misericórdia de Deus, usando como justificativa para sua libertação o fato de que outrora ela havia dado uma cebola a uma mulher necessitada. Deus concorda com sua libertação se o anjo concordar em levar uma cebola e segurá-la sobre as chamas do inferno, de tal maneira que permitisse à viúva agarrá-la e, com isso, conquistar sua liberdade. O anjo aceitou os termos de Deus e fez exatamente como lhe fora instruído; a viúva agarrou a cebola com sucesso e tudo se encaminhava para ser resolvido a contento. A dificuldade que Deus previra surgiu, entretanto, quando todas as outras almas no inferno observaram esse resgate em progresso. Essas almas imediatamente se apressaram em agarrar e se aferrar à velha, na tentativa de pegarem uma carona com a viúva e sua cebola e alcançarem a liberdade para si mesmas. Como as almas pesam muito pouco, a cebola sustentou toda essa carga adicional sem problema, até que a viúva, avarenta até o fim, começou a chutar e a empurrar suas parceiras de infortúnio para longe de sua cebola. Enquanto ela se debatia, empurrava e golpeava, a cebola começou a estalar e, finalmente, se arrebentou sob os golpes da viúva: e a velha caiu de volta no inferno para passar a eternidade com aqueles a quem ela havia negado, em sua avareza, uma parte de sua iminente, mas frustrada, libertação.


Apesar de mal estruturado, Avareza vale a leitura — como se pode ver nos trechos selecionados acima.
Profile Image for Melissa.
816 reviews
March 21, 2008
Of the three books I've read so far in this series, Sloth was lazily written, Gluttony was pleasantly erudite, and Greed was just too smart for me. Maybe someone with a stronger background in philosophy and religion would fare better? Also, this book is half footnotes, if you like that sort of thing (but not fun pithy ones like Oscar Wao).
361 reviews
February 8, 2021
This is an engaging meditation on what is the driving force in most of the planet but particularly for those of us

United in the
States of
Avarice


The writer introduces a wide variety of takes on the subject by theologians, philosophers, writers and artists. I would have added another star were it not for two shortcomings.

The first is having a set of notes that equal the number of pages in the work itself. They are certainly not to be skipped, but one wonders whether they would have been better off had they been integrated into the main narrative.

The second is with the temporal organizing scheme into three imaginations. While the first two, which the author names physical and intellectual imaginations, are convincing, the third is something she never convincingly fleshes out. I suspect it is because there’s nothing really there, and all the rhetorical pyrotechnics can’t quite bring it to life.
Profile Image for Colleen Wainwright.
252 reviews54 followers
December 22, 2024
I'm flummoxed by the almost universally negative reviews I've seen on this book, especially the ones that rank this one of the worst in the series. To the contrary, it's vying with ENVY (Joseph Epstein) and LUST (Simon Blackburn) as the liveliest, sharpest, most absorbing entry in the NYPL/OUP "7 Deadlies" series, and it's hands-down champeen for engaging parentheticals. Best guess is that the haters are linear thinkers who would last five minutes in a conversation with me: I've never met a conversational side-street I haven't delighted in ducking down. Also, the flipping back & forth does get wearisome, especially given the tiny format. I'll likely buy the Kindle version to do a proper re-read, and then plunge into the bibliographical list after that. I'll bet this was an A+ lecture as well, but I'm glad we have a permanent—and prodigiously footnoted!—record
49 reviews5 followers
January 6, 2021
Quite possibly the least informative book on Greed.
The author is trying to pull at a more emotional aspect rather than intellectual, but she falls short.
All the substance is located in the end notes. If she incorporated the information in the notes within the emotional pull of the art she references, it would be a well balanced book.
Author 1 book27 followers
March 8, 2023
I had high hopes for this, but left disappointed. I learned a few things, but this was a snorer of an academic treatment of greed. Much more a high level, high brow assessment than anything close to engaging how greed works "on the ground" with ordinary people. Again, I was especially disappointed because I have appreciated Phyllis Tickle's other work.
Profile Image for Jane De vries.
679 reviews7 followers
October 5, 2018
Much too complex a topic to be handled in a book this size.

Many aspects of greed with which I identify were not even touched on here.

It is an important issue for it is behind all the horrible things that have occurred throughout history.
39 reviews3 followers
September 15, 2008
Fascinating reflections on works of art depicting greed. She concludes with her views on Donizetti.

She also draws this from a great paper from Brad DeLong:

"A billion dollars today is the total economic product of 20,000 average workers in the United States. [That is, all they produced over their entire life.] Not even the richest of the pre-Civil War southern slaveholders disposed of that much property. And probably William Astor and Jay Cooke did not, at least not at the end of the Civil War."

"It is striking how closely numbers of "billionaire" match shifts in aggregate wealth inequality: when the frequency of billionaires in the labor force is high, wealth concentration is high. A simple linear regression predicts that the frequency of billionaires would drop to zero should the share of wealth held by the top one percent drop to twenty percent or so--and, indeed, we find no billionaires back when wealth concentration was so low."

DeLong link:
http://econ161.berkeley.edu/Econ_Arti...

Here's a Donizetti link:
http://www.arsmedia.net/en/artisti/do...
Profile Image for Tim.
1,232 reviews
December 21, 2010
Tickle's too brief lecture turned essay on greed does not go where I thought it might, but I am so much the better off for that divergence. She provides a great overview of sin generally, but specifically of the place of greed as the mother of all sins. She ranges all over Western history in the last 2,000 years, not privileging or ignoring our particular modern ideas and justifications of greed. Read her footnotes which add another 30+ pages to the 51 pages of text and enjoy her thoughtful and challenging prose (I love her prayer book, the Divine Hours, and need to read the other work of hers I have on my shelf).

This is an entire aside in her text, but I like it as a response to "I'm spiritual but not religious - which, truth being told, is a bit like saying, 'I'm human, but not flesh and bones.'"
Profile Image for Jon Anderson.
522 reviews8 followers
April 9, 2014
Another in the Oxford University Press and New York Public Library series on the seven deadly sins. This was better than the volumes on pride and anger. Some good thoughts at least in seed form. These books began as public lectures and this book has the feel of a lecture turned into a book, both in terms of it brevity and its rambling nature. Some good ideas presented but I would have liked them to be fleshed out more. One particularly intriguing new idea to me was how greed has been portrayed historically, in art and literature, as the mother of all the other sins and vices.
Profile Image for Mark Valentine.
2,092 reviews28 followers
March 13, 2016
Short, pithy, insightful, and intelligent. My curiosity to read her lecture stems from what I see around me as a new style of self-absorbed thinking. Tickle's essay draws from an enormously broad spectrum of sources, so reading it for this aspect alone I found gratifying. But most importantly, she traces the shift away from a dichotomous presentation of greed (useful during the Abrahamic faiths to the Protestant Reformation) to one more amorphous, secular, and intellectual. Greed shifts away from a vice into a hedonistic virtue that only Alan Greenspan can stop.
Profile Image for Dee.
33 reviews
June 23, 2009
Greed may be the basis for the other six deadly sins. Certainly much for thought. Need to reread.
Profile Image for David.
Author 13 books97 followers
April 7, 2017
I found this slender book in my office, and it being Phyllis Tickle, I had to read it. Phyllis...well...she was a saint, and without her gracious enthusiasm and support for my writing, my life would have taken a very different arc.

For what it is...a transcribed lecture...it's fine. It really isn't so much a book about greed as an extended essay considering how greed has been approached in the arts.

It's the product of a widely-read, erudite, and insightful soul, and as such, is a good...albeit quite brief...read.
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