NOVA EDIÇÃO Reescrita, com dois pontos de vista e cenas novas.
Desde sua criação, ninguém atravessara os portões do Reino C'erit. Ninguém sabia o que acontecia por trás deles ou qual havia sido o destino das pessoas que, tempos atrás, haviam se isolado ali para construir um novo lar. Por isso, até mesmo os Guardiões se surpreendem com a chegada de um pedido de ajuda.
Quando a Arqui-Guardiã Aíla é enviada em resposta ao chamado, ela não esperava se deparar com as mesmas pessoas que haviam destruído seu mundo. E muito menos imaginava que, tentando evitar que a história se repetisse, encontraria um homem capaz de desafiá-la. Kai Ithar é uma das pontas de um conflito que vai afetar muito mais que apenas seu povo - e pode ser a chave do futuro de Aíla. Mas, se ela estiver errada, o Reino C'erit não será o único a cair.
Crônicas de Táiran - Guardiões é uma série de sci-fi fantasiosa com romance (e hot). Cada livro acompanha um casal e cada história é fechada.
Avisos de conteúdo: sangue, xenofobia, consumo de álcool, violência explícita, sexo explícito, sequestro, morte de familiar (passado, fora da página), mortes.
Mineira do interior, Thais Lopes cresceu entre livros. Desde criança cria histórias e mundos fantásticos, misturando as várias referências que sempre teve. Já foi programadora e designer, é viciada em música, cantora quando dá na telha e velha dos gatos em tempo integral. Vive entre vários mundos, que nascem mais depressa do que consegue escrever. É autora das séries Entre os Véus, Draconem, Crônicas de Táiran, Filhos do Acordo, Santuário da Morte e Aymeria. Atualmente mora em Belo Horizonte com seus gatos.
Leitura envolvente do início ao fim. Sentinela tem a dose certa de ação, conflitos políticos e romance. Adorei como vai sendo construída a relação entre Kai e Aíla. O Edel é muito fofo! Estou apaixonada por esse Universo criado pela Thaís onde é possível ver as consequências dos antigos conflitos e disputas e da busca por poder. Já estou ansiosa pelos próximos livros desta série e todos os outros que ela prometeu que já tem planejado para esse Mundo.
Se eu analisar o romance enre Aíla e Kai, este é o melhor livro da Thaís que li até agora! Eles são óóóótimos! Amo os momentos do casal, amo a ligação de âncora tairi'alen, amo eles se descobrindo, amo eles usando os poderes HAHA Isso tudo foi muito satisfatório de se ler. E é legal também como eles rapidamente acabam formando um núcleo familiar, levando em conta que Kai é viúvo e tem um filho.
Levando em consideração a parte de fantasia espacial... Isso aqui é Star Wars, só que com mais sentido. Então ÓBVIO que eu ia gostar, né? O mundo dessa história é muito legal! E eu gostei também do lance da Ordem dos Guardiões ser uma coisa mais controversa, diferente da dualidade simples e maniqueísta que a gente vê em Star Wars com a Ordem Jedi e os Sith. Aqui nós até temos uma espécie de Império anterior, que era o Governo Central comandado por uma tal de Kara Táiran, a precursora da Ordem dos Guardiões. Então não tem disso de "Ordem = República, OS Do Mal = Império".
Inclusive, também, a desculpa dos vilões da história é que a Ordem dos Guardiões se colocou meio que uma potência imperialista. Oficialmente é uma parada que serve como a ONU nesse mundo, mas tem citações como "tal povo foi considerado perigoso demais, então a Ordem atacou", por exemplo. Acho que essa parada vai ser mais explorada no livro 2 (já tô ansioso para ler).
Então, né? É essa a combinação: Star Wars, só que com muito mais sentido e com romance. Perfeito!
Eu só não digo que é o melhor livro da Thais até então porque teve um detalhe que nos outros que li, principalmente Nilue (até então meu favorito, embora o romance em Sentinela seja mais presente), funcionou melhor. Lá no finalzinho existiam mais riscos, aí aumentava a tensão. Eu via a situação e ficava me perguntando: CARA, COMO VÃO CONSEGUIR SAIR DESSA? E a resolução era satisfatória. Aqui temos uma resolução satisfatória também, mas eu não estava nem um pouquinho preocupado com Aíla e Kai na batalha final. E não é porque eu sei que é um romance que vai ter final feliz (eu odiaria se não tivesse final feliz, quando leio "romance" eu já tô confiando nessa convenção de gênero e não quero ser frustrado). Abaixo vou expor meus pensamentos sobre o porquê de toda a tensão ter sido neutralizada para mim.
A culpa é toda de uma personagem chamada Krisla. Ela é MUITO FODA, OVERPOWER E ETC. Se ela fosse a antagonista, eu realmente estaria muito preocupado com os protagonistas. Mas como ela era uma aliada... Ah, tava sussa. Nem o fato de ela dizer que não tinha certeza dessa vez me assustou, porque.. Eu já disse que ela é muito foda, né?
Nesse ponto, eu acho que essa personagem funcionaria bem se a tensão girasse em torno de "como ela fez isso?" e não de "será que ela vai conseguir fazer isso?". Igual os primeiros livros de Sherlock Holmes. O assassino era identificado logo no início do livro (diferente de Agatha Christie, por exemplo, que revela só no final). A graça era entender como o Sherlock descobriu. A Krisla passa essa mesma vibe que o Sherlock, a de estar acima de todas aquelas situações e se só inacessível a nós, meros mortais. Mas pela estrutura da história, focada em Kai e Aíla, não tinha como a gente ter esse papel explorado na Krisla.
Infelizmente porém, teve tensão nenhuma. Eu sabia que ninguém era páreo para os planos da Arqui-Guardiã Krisla. Depois que ela resolveu aquela treta da Ordem, ficou mais que provado o nível de poder dela. E esse é o único ponto negativo que tenho a apontar. De resto, amei mesmo.
Certo... Como começar essa avaliação?! KAI, TE AMO! "Sentinela" é um livro muito bem escrito e que não importa quantas vezes eu releia, eu sempre vou surtar e ficar ainda mais apaixonada por esse mundo tão único que Thais criou. Aíla é badass hahaha Ela é uma mulher forte e eu simpatizei MUITO com ela, ainda mais quando as tretas estavam acontecendo hahaha Personagem bem feita e com sentimentos reais, o que nos leva a ficar mais próximas e nos indentificarmos com ela! Kai? Ora... O que falar do homem de cabelos brancos que roubou meu coração e me fez amar ainda mais os "badboys diferentões"?! Kai é um personagem bem construído e que me conquistou desde o primeiro momento. Assim como Edel, uma fofura de personagem! Thais Lopes nos envolve nesse mundo tão diferente e sua escrita é muito viciante, tanto é que sempre bate a saudade e eu preciso reler essa série, que é a número 1 na minha vida e no gênero fantasia. O início de uma guerra e uma história bem amarrada que deixa a gente prendendo a respiração e surtando a cada novo capítulo. Thais arrasou e já tô louca pelos outros livros nesse mundo!
Incrível! Os personagens, as aventuras, as culturas e os espaços são muito bem detalhados. E voltando a comentar, QUE PERSONAGENS! Amei os principais, Kai e Aíla. Perfeitos. Dei cinco estrelas porque não consegui dar menos. Eles tinham justificativa para ser como eram e se dedicavam pelos outros. Foi lindo. Além de emocionante, cada batalha e cada momento. A única coisa que me incomodou um pouco foi que o livro girou em torno apenas de guerras e descanso. Podia ter tido algo a mais. No caso eu não sei o que faria, talvez emoldurasse o livro. Porque assim ele já foi tão bom... Amei!!!!!
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Não posso dizer que o livro é um best seller mas a leitura é leve e com certeza gostosa para passar o tempo. Outro livro que pode ser usado para descansar depois de uma leitura pesada ou até junto com algo mais consistente.
Personagens são interessantes e o universo criado tem um que de dejavu. Mas mesmo assim legal ver uma escritora brasileira escrevendo um livro interessante.
Tenho tentado dar bastante preferencia para escritores brasileiros e nao me arrependo deste com certeza.
Eu amei demais a leitura, as personagens são tão bem desenvolvidas que parecem reais, suas emoções foram transmitidas perfeitamente ao longo do livro e o romance foi a cereja do bolo pra uma história que prende do início ao fim!
Um dos favoritos do ano. Apesar de eu não gostar tanto de romances mais rápidos, aqui foi muito bem feito assim como toda a trama e tô doido pra ler os outros.
i had a friend on high school wandering around with a autographed copy of this book, i borrowed (never to return) and had one of my first contacts with fantasy, years ago.
É um livro muitooo bom. mas sinceramente acho que tem tanta informação na história que poderia ter divido o livro em dois. Tirando isso o romance é perfeito e a história também!!
Que protagonista estoica. Descobri que odeio mais um tipo de personagem: insossos e sem personalidade. Ai, achei Aila tão sem graça, tão boba, tão chatinha. Kai estava ok, mas Aila matava o clima o tempo inteiro. E não sabia que existia um fetiche em encarar tanto uns aos outros, pq pqp eles fazem isso 80% do livro. 👁️👄👁️ É estranho, É desconfortável. E definitivamente, não é sexy. Por favor, eu imploro, PAREM de encarar. Só parem.
A escrita estava ok também, apesar de um pouco repetitiva depois de um ponto. A história interessante, bem planejado. Tenho que reconhecer o mérito da autora, é criativo e crível, principalmente na parte política da coisa. E adorei Edel. Ponto. Não gostei de mais nada.
Como já disse, Aila é chata e tem o carisma de um pão de forma. E odeio seu jeito "por que não posso me sacrificar e morrer aqui? não entendo porque as pessoas gostam de mim 😭". Pois é, Aila, eu também não entendo. Quando ela quis se sacrificar de novo eu só tava "ok, só cala a boca e morra logo".
Kai é estranho e não sexy quando entra no fetiche estranho de encarar da Aila. 👁️👄👁️ Apesar do flerte ser ok (quando não estão encarando), ele é arruinado quando chega no hot que é péssimo. Romance? não temos. Eles tem tesão um pelo outro e apesar da Aila insistir ter um "mais" (não aguento mais essa palavra), eu não senti nada. 0 conexão. 0 troca. 0 amor.
E eu juro. Se ler "controle", "possibilidade", "depois" ou "mais" mais uma vez, vou tacar meu kindle longe.
2 estrelas, porque romance pra mim é muito importante em um livro de romance.
e quando conhecer um carinha já sei o que fazer pra ele gamar: 👁️👄👁️
Sentinela é uma fantasia científica ambientada no espaço, se em um futuro distante ou em um universo diferente do nosso, não fica claro. É um universo em que as pessoas levam uma vida dura, com muita guerra e cheia de regras e tradições rígidas. As relações entre os diferentes reinos são bem precárias, por isso, é com bastante receio que Aíla viaja ao reino C’erit em resposta a uma misteriosa mensagem que é enviada para Linas (a cidade dos Arqui-Guardiões).
Já tinha lido alguns livros de Thais Lopes, mas, até agora, este é o de que mais gostei. A evolução da escrita e da elaboração das tramas é bastante perceptível entre O Ciclo da Morte e Sentinela. Neste, a narrativa (em primeira pessoa, sob o ponto de vista de Aíla) foi muito eficiente em caracterizar os personagens e o universo e em me manter presa à leitura. É uma narrativa fluída, mas que ainda assim dá todos os detalhes necessários para que as cenas atinjam todo o seu potencial. As cenas de ação são muito boas.
A trama é muito interessante — cheia de mistérios, surpresas e reviravoltas — e foi muito bem trabalhada. Gostei da caracterização do universo, ainda que tenha sentido falta de alguns detalhes em relação aos aspectos culturais. Alguns desses detalhes são dados, é claro, mas o mundo imaginado pela autora seria muito mais interessante e atraente se isso tivesse sido aprofundado.
Gostei da abordagem dos poderes. Pelo que entendi, todos são treinados de acordo com as três forças (embora para mim não tenha ficado claro do que se tratam), mas há tipos específicos de poderes. O mais explorado é o de Aíla, que é um poder mental perigoso e raro, quase extinto, mas que tem sua limitação — e essa limitação inclusive traz muitos problemas para Aíla ao longo da história. Os outros poderes não são tão bem explicados, embora eu imagine que isso vá ser feito nos volumes seguintes.
Como personagem, Aíla foi bem caracterizada e bem explorada. Seu passado foi revelado aos poucos, e gostei da forma como suas inseguranças foram trabalhadas — tanto em relação a esse passado conturbado quanto em relação à sua situação entre os Guardiões e frente aos desafios que surgem ao longo da história. Quanto aos demais personagens, entretanto, senti que mereciam um pouquinho mais de atenção — como a narrativa é em primeira pessoa, temos uma visão mais superficial deles.
O final foi bastante satisfatório, fechando a trama sem se apressar e resolvendo grande parte dos mistérios que foram propostos — mas, claro, deixando ganchos para a continuação. Certamente lerei Vigilante muito em breve.