A solidão é mais comum do que imaginamos, mas ela não é apenas sinônimo de estar só. É possível sentir-se solitário não apenas quando estamos solteiros ou perdemos alguém que amamos, mas também em relacionamentos difíceis. E é possível estar só, mas não se sentir solitário; a chamada solitude pode se revelar uma grande benção na vida do cristão. Elisabeth Elliot experimentou os dois lados desse sentimento. Ela passou pela profunda dor da perda de dois de seus maridos, mas aprendeu a transformar sua solidão em oração, o que lhe rendeu muitos frutos em meio ao vale árido. Neste livro, ela oferece esperança ao leitor por meio de ricas reflexões sobre o amor de Deus demonstrado nos tempos de solidão.
From the Author's Web Site: My parents were missionaries in Belgium where I was born. When I was a few months old, we came to the U.S. and lived in Germantown, not far from Philadelphia, where my father became an editor of the Sunday School Times. Some of my contemporaries may remember the publication which was used by hundreds of churches for their weekly unified Sunday School teaching materials.
Our family continued to live in Philadelphia and then in New Jersey until I left home to attend Wheaton College. By that time, the family had increased to four brothers and one sister. My studies in classical Greek would one day enable me to work in the area of unwritten languages to develop a form of writing.
A year after I went to Ecuador, Jim Elliot, whom I had met at Wheaton, also entered tribal areas with the Quichua Indians. In nineteen fifty three we were married in the city of Quito and continued our work together. Jim had always hoped to have the opportunity to enter the territory of an unreached tribe. The Aucas were in that category -- a fierce group whom no one had succeeded in meeting without being killed. After the discovery of their whereabouts, Jim and four other missionaries entered Auca territory. After a friendly contact with three of the tribe, they were speared to death.
Our daughter Valerie was 10 months old when Jim was killed. I continued working with the Quichua Indians when, through a remarkable providence, I met two Auca women who lived with me for one year. They were the key to my going in to live with the tribe that had killed the five missionaries. I remained there for two years.
After having worked for two years with the Aucas, I returned to the Quichua work and remained there until 1963 when Valerie and I returned to the U.S.
Since then, my life has been one of writing and speaking. It also included, in 1969, a marriage to Addison Leitch, professor of theology at Gordon Conwell Seminary in Massachusetts. He died in 1973. After his death I had two lodgers in my home. One of them married my daughter, the other one, Lars Gren, married me. Since then we have worked together.
“… a resposta à nossa solidão é o amor—não no sentido de encontrarmos alguém que nos ame, mas no sentido de nos entregarmos ao Deus que sempre nos amou com amor eterno. O amor a Deus, então, se expressa em um feliz, sincero e total derramamento de nós mesmas em amor aos outros.”
Elisabeth tem o poder de lhe amarrar em suas palavras. Seus ensinos chegam de forma simples, porém causam uma reviravolta em seu modo de pensar. E o assustador é que ela lhe abre os olhos, para aquilo que estava ali, ante a sua vista.
Elizabeth Elliott me constrange como nenhum outro escritor já fez. É desafiador avançar as páginas e descobrir que ela não se propõe a responder perguntas técnicas ou teologicamente analisadas, mas nos convida a boa e velha prática da fé. A mesma que diariamente nos convida a desafiar aquilo que nossa razão tem por certeza a fim de confiar na vontade do Deus que não anda segundo o conselho dos homens. É uma leitura agradabilíssima e um chamado ao um desafio grandioso e difícil. Glória a Deus pela vida de Elizabeth.
"[...] a resposta à nossa solidão é o amor — não no sentido de encontrarmos alguém que nos ame, mas no sentido de nos entregarmos ao Deus que sempre nos amou com amor eterno. O amor a Deus, então, se expressa em um feliz, sincero e total derramamento de nós mesmas em amor aos outros." (p. 162).
O livro é bom aliás como todos da Elisabeth Elliot, neste refletimos sobre história reais de pessoas solitárias pelos mais diversos motivos, que em algum momento de suas vidas tiveram que passar pelo deserto da solidão e os aprendizados retirados dessa experiência. A autora e eu concordo diz que a solidão é uma grande oportunidade de transformação na nossa vida e daqueles ao nosso redor, e é uma oportunidade para encontrarmos com Deus em solitude e oração;) gostei mt recomendo