Nos bolso do poeta cabe de tudo, do pequeno ao enorme, do olhar cotidiano ao sentimento do mundo.
O inventário de Maurício Witczak abrange nove "livros", em que coleta o amor romântico, a paixão pela cidade, a realização paterna, a ira política, o cuidado com a natureza, as histórias de personagens observados ou inventados, o namoro com a palavra, pelo verso e pelo ritmo.
Do fundo do coração à estrela mais distante, a poesia de "É tudo o que trago nos bolsos" leva o leitor a viagens de sensações intensas, envolventes e inesperadas.
Essa análise é pra outro livro do autor já que não tem no Good Reads o A MORTE MANDA LEMBRANÇA
Não é pra mim.
Cheguei a esse livro por indicação, apesar do autor ter sua origem a poesia, gênero que não gosto, pensei que em prosa pudesse apreciar. Porém o livro é ainda poético, é metafórico e contemplativo. Talvez alguém que aprecie possa dizer de verdade se o livro é bom ou não. Some isso o fato de eu também não gostar de contos, e fatalmente eu daria uma estrela. Mas há passagens bacanas, gostei de alguns contos, principalmente do cara na cama que não faz nada. Tão curto que terminei em dois dias, valeu a experiência de conhecer um gênero fora da minha bolha.