Gabriel adora pintar. E odeia o lugar em que trabalha atualmente. No borrão de baixar imagem – colar imagem – copiar texto, ele tem pouco tempo para fazer as coisas de que gosta. E menos disposição ainda para conhecer pessoas: suas paixonites vivem e morrem dentro de sua cabeça.
As coisas começam a mudar quando conhece Leo: o garoto que trabalha no terceiro andar. Autista, Gabriel vai precisar lutar contra a ansiedade social para puxar conversa com o garoto e, quem sabe, ver se rola alguma química.
Entre restaurantes lotados, tintas, bichinhos simpáticos e cafeterias, Leo e Gabriel vão descobrir que alguns relacionamentos podem mesmo ser muito leves e confortáveis.
Uma leitura gostosinha para ser feita em horário de almoço ou em qualquer horinha livre que se tiver disponível. Já li outro conto da autora e gostei bastante, então este foi uma boa surpresa. Me identifiquei com o Gabriel e achei o romance bem fofo.
Gostei muito de quão simples foi essa história, simples no sentido de ser real, rotina, trabalho, pensamentos, paixão, etc. Às vezes é muito bom ler histórias assim e essa aqui, deu um quentinho no coração não só pela simplicidade ou pelo romance em si, mas pela representatividade neurodivergente <3
4.5 ⭐ eu 🤝 gabriel (adoro a escrita da mary, mas como eu queria muito, muito que tivesse mais páginas pra eu poder sofrer - no bom sentido - por mais tempo.)
um doce foi bem gostosinho de ler, amei a representatividade nada forçada, simplesmente está ali, como na vida real. o jeito que tudo acontece é tão leve, tão fofo. o depois do gab falar oi pro Leo é tão gostosinho de ver. o gab finalmente sendo ele mesmo e alguém gostando disso é muito lindo.
"Eu tinha me acostumado à solidão e a solidão, se acostumado a mim. O desejo de companhia estava ali, sempre presente, mas ficar sozinho era fácil. Confortável. Não exigia esforço, não causava nenhum sofrimento, me poupava dor. Então a vontade de ter companhia, de ter um amor, era como uma saudade de alguém da infância. Uma coisa distante que doía só um pouquinho e que logo eu superava. Era uma saudade de um sentimento que eu nem conhecia."
Gabriel é design, mas não gosta de seu emprego atual, acha tudo monótono e repetitivo, sua paixão é pintar. Um dia ele se encanta por um cara no elevador e seus dias passam a ser de expectativa pelo reencontro. O Gabriel é autista e fala da experiência dele, a questão aqui é ele conseguir superar o medo da rejeição e conversar com o cara. É um conto bem legal, os dois são muito fofos e eu fiquei torcendo pra dar certo. Deixa o coração quentinho no final.
Essas minhas leituras estão sem data porque fiquei muito tempo sem atualizar e, sinceramente, já nem lembro exatamente quando li cada uma . Esse foi o primeiro livro da Mary C. Muller que li,a escrita dela é super fluida.
É uma leitura curtinha mas tudo é bem explicado e, mesmo sendo breve, não senti que ficou nada faltando.
A trama apresenta dois rapazes que trabalham no mesmo prédio e estão totalmente descontentes com seus empregos. Eles acabam se conhecendo no elevador e, a partir daí, começam a se aproximar. A história é narrada pelo Gabriel, que é autista, e ao longo do livro ele vai falando sobre suas particularidades e sua sexualidade de uma forma muito natural.
Juro que queria poder dizer que eu amei a história mas ela não me cativou e nem consigo explicar o porquê. A escrita é boa, os personagens uns fofos e o plot fácil de seguir.
Apesar disso eu recomendo sim que vocês leiam. Acho que se eu tivesse lido em outro momento teria gostado mais e definitivamente pretendo reler no futuro. Espero que na ocasião, minha classificação aumente.
Uma leitura super tranquila e rápida, que te deixa com aquela sensação boa no coração. E estou começando a gostar de ler livros curtos assim, com a medida certa de romance e fluidez, talvez eu opte por ler mais livros assim ao termino de cada livro extenso que eu for lendo.
Muito fofo e com uma representação neurodivergente muito responsável e realista. Amei e consegui me relacionar com o protagonista em diversos momentos.