Antônia Vasquez mora numa ladeira de Santa Tereza e ultimamente sua vida parece acompanhar o movimento que ela faz todos os dias ao sair de casa: uma descida íngreme. Ela se desdobra em mil para pagar a faculdade, dar conta dos estudos, cruzar a cidade de uma ponta à outra para ir ao trabalho e, ainda por cima, tomar conta de dona Fifi, sua avó, que está apresentando os primeiros sintomas de Alzheimer. Como se não bastasse, um dia, em meio aos tantos transportes públicos que utiliza, ela dá o azar de pegar o mesmo que Gregório, seu ex-melhor amigo. E, pior ainda, acaba desenvolvendo um crush nele. Não existe espaço para uma paixonite na rotina de Antônia. Mas como explicar isso para o coração? Em seu estilo de escrita inconfundível, Aimee Oliveira nos surpreende com uma história emocionante e cheia de reflexões que trata um tema pesado de maneira sensível e com deliciosas pitadas de romance.
Não gostei da escrita, dos personagens e nem do romance, só não larguei porque gastei dinheiro nisso. O melhor capítulo pra mim foi a redenção da ex, senti mais empatia por essa "vilã" do que pelos "mocinhos".
Ai sei lá sabe? Uma vez li um livro do Vitor Martins sobre como ele escreve livros que são só sobre pessoas conversando e foi ali que eu percebi que adoro livros desse tipo, desde que sejam bem feitos. Não tem problema nenhum escrever páginas e mais páginas sobre dramas bobos do dia a dia, que no final são só pessoas batendo papo sobre o que acontece na vida delas. Porém aqui acho que a autora pesou um pouco a mão na lenga lenga e até pra mim, que sou fã de romances bobinhos cheios de conversa, o livro acabou não funcionando.
Acho que são muitas páginas pra realmente pouca história. Não existe um drama que faça a gente ficar preso, não existe um romance que faça a gente suspirar, não existe um plot que deixa a gente curioso…
O Greg é um fofo mas as vezes meio cansativo, a Antônia é um PORRE de personagem e a Dona Fifi é engraçadinha em alguns momentos
A escrita da autora é meio oscilante, as vezes escreve com maestria e a leitura flui que é uma beleza, mas em outros momentos ela usa uns termos ou bordões tão ultrapassados, que nenhum autor contemporâneo deveria usar no seu texto, de forma a deixar a leitura com uma linguagem mais cotidiana
Queria que o Alzheimer fosse melhor tratado no livro mas a partir da metade o assunto é meio que deixado de lado. Também não curti muito a ambientação, eu adoro o Rio de Janeiro e senti falta de descrições dos lugares, pra fazer a gente emergir nesse cenário e se sentir na pele de um carioca
Acho que funciona como um primeiro trabalho publicado em uma grande editora na carreira da autora, mas desejo que ela evolua mais em suas histórias e escrita para que eu possa dar uma nova oportunidade no futuro
Tem várias coisas boas, mas não me agradou o suficiente Quero começar dizendo que a escrita da Aimee é muito boa. Super fluida, gostosa de ler e bem tranquila.
Gostei bastante do Gregório, da Dona Fifi, mas não fui muito com a cara da Antônia. Eu achei ela uma pessoa bem chata pra lidar, mas deu pra entender a proposta dela ser assim.
Gostei também como foi abordado a doença do Alzheimer e que ainda foi destacado o quanto é necessário um acompanhamento psicológico pra quem cuida e convive com pessoas com essa doença.
No começo da narrativa eu estava gostando bastante e até estava bem interessada, mas depois da metade achei muito parado e meio chatinho. Tudo também se resolveu muito rápido, ficou faltando se aprofundar em alguns assuntos (como a relação da Antônia com a mãe dela).
uma delícia de se ler. Em alguns momentos da bastante raiva da Antônia, mas é legal ver o amadurecimento dela nos capítulos finais (aleluia né), pq eu honestamente não teria a paciência do Greg para lidar com ela. Teve sorte de ter um amigo tão leal, leve e que amava ela demais! Dona Fifi sei nem descrever, o tanto que ri da parte do “tsunami na lagoa” não tá escrito, juro!!! Amei demais! Vale mto a leitura para relaxar, esquecer dos afazeres. Quero mto uma parte dois né , ficaram umas curiosidades aí
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Achei os personagens bem desenvolvidos. o livro aborda o Alzheimer de uma maneira responsável e real, o que é meio triste durante a leitura. é um livro fofo e engraçado mas falta muita comunicação entre o casal, eu entendo a proposta mas, isso me irrita. definitivamente a vovó é a minha personagem favorita e a mais sã entre eles.
Eu gostei muito desse aqui! Foi meu primeiro livro da Aimee, e fiquei muito surpresa positivamente com o talento que ela tem em construir personagens. Eu senti enquanto lia que realmente conhecia dona fifi, Antônia e Greg. Eram personagens cheio de camadas, brasileiros e com uma narrativa muito rica. Confesso que as últimas 50 páginas me pegaram, a Antônia tava virada numa chata de galocha, não sabia o que queria da vida e ficava em uma choradeira sem fim. Gregório realmente o homem do ano pra suportar e amar as idas e vindas da psique da Antônia. Queria que o plot da mãe da Antônia tivesse sido mais discutido, visto que no final todo o drama que Antônia tinha com a mãe era muito a visão dela dos eventos do que o que tinha acontecido de verdade.
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*3,5 eu queria MUITO gostar mais desse livro mas os últimos caps foram simplesmente impossíveis 🫠 entendo bem a Antônia e o Gregório mas sei lá, me pareceu tão desnecessário tudo aquilo, uma boa conversa no dia mesmo bastava! de resto é um livro bem divertido :)
Uma narrativa romântica bem contemporânea, que lida com problemas bem atuais, como a angústia de ter um familiar idoso com Alzheimer e o mundo de criadores de jogos para celulares, como com situações tão antigas quanto a humanidade, como conflitos familiares, traições, a descoberta do amor, e as incertezas normais da vida. Gostei.
Que livro gostooooso Aimeee! Só não li mais rápido porque não dava para pausar a rotina 😅. O romance é leve, bem escrito e cheio de detalhes, apaixonante daqueles que aquece o coraçãozinho! Adorei!
Eu gostei muito do livro! É bom demais ler um livro escrito por uma autora brasileira e que se passa no Brasil. Além disso, a Aimee escreve super bem e o livro é super gostoso de ler. A autora consegue abordar o Alzheimer de forma delicada, mas dando a devida importância, e consegue trazer um bom desenvolvimento para os personagens. Consegui me identificar com os protagonistas em vários momentos e, mesmo me irritando com eles em alguns momentos, tentei manter em mente que eles têm apenas 19 anos e que eu também não era um poço de maturidade com essa idade. Isso sem falar que eles têm que lidar com a doença da dona Fifi, o que não é fácil. Sinto que tanto a Antônia quanto o Greg aprenderam muito com o desenrolar da história e os próprios erros e eu gosto muito de quando existe esse tipo de desenvolvimento de personagem. Recomendo muito! Vale a pena a leitura!