Zeca tem muito orgulho de ser quem é – um jovem inteligente, cheio de bom humor e bem-resolvido com a própria sexualidade. Ele acabou de entrar na faculdade de Letras e tem um futuro brilhante pela frente. Além disso, vive cercado de grandes amigos e conta com o apoio incondicional da mãe.
Tudo não podia estar melhor. Seu perfil no Instagram vem alcançando um público cada vez maior, ávido por seus conselhos divertidos sobre relacionamentos e autoestima. Zeca sonha alto e está pensando em dar um passo além: fazer vídeos misturando entrevistas e tutoriais de maquiagem.
Mas uma notícia inesperada está tirando seu sono. Seu pai, que se mudou para Santa Catarina com a nova esposa anos atrás, está voltando para o Rio de mala e cuia.
Seu Hélio nunca gostou da espontaneidade de Zeca, que não corresponde em nada às suas expectativas antiquadas de masculinidade. Ele não esconde a insatisfação que sente em relação ao filho e faz questão de criticá-lo em todas as oportunidades.
Agora, com o mundo adulto batendo à sua porta, Zeca terá que tomar decisões importantes, que poderão mudar sua vida para sempre. E vai precisar de muita coragem para seguir seus sonhos, enfrentar o pai e garantir que ninguém mais duvide de seu valor.
Thalita Rebouças (Rio de Janeiro, November 10, 1974) is a Brazilian journalist and author who writes books targeted at teenage audiences.
His career began in 1999, but it only became known to the general public in 2003, when he started publishing his books published by Rocco. He has since released nine titles in April 2009 and had sold over 400,000 copies.
His desire to write began when she was just a child, and at age 10 she called himself "maker of books. " Did law school for two years but decided to attend after this period journalism.
In 2009 she took the first step towards an international career, releasing her first books in Portugal.Sua career is marked by passion, by contact with the public and for their intense participation in book fairs, always autographing every day during the biennial Rio and Sao Paulo. On YouTube there are several videos showing the audience's enthusiasm with the writer, and she gave interviews to TV programs such as Programa do Jô.
Thalita Rebouças é uma jornalista e escritora brasileira que escreve livros direcionados ao público adolescente. Sua carreira começou em 1999, mas ela só ficou conhecida do grande público em 2003, quando passou a publicar seus livros pela editora Rocco. Desde então, lançou nove títulos e em abril de 2009 já tinha vendido mais de 200 mil exemplares. Em 2005, começou a assinar a coluna Fala Sério! na última página da revista Atrevida. Sua vontade de escrever nasceu quando ela era apenas uma criança, e com 10 anos ela se autodenominava "fazedora de livros". Fez faculdade de Direito durante dois anos, mas após este período resolveu cursar jornalismo. Trabalhou como jornalista na Gazeta Mercantil, Lance! e TV Globo, entre outros. Como assessora de imprensa trabalhou na FSB, no Rio de Janeiro e em Nova Iorque. Em 2001, resolveu apostar no sonho de criança: ser escritora. Deu certo. Em 2009 ela deu o primeiro passo rumo à sua carreira internacional, lançando seus primeiros livros em Portugal.Sua carreira é marcada pela paixão, pelo contato com o público e pela participação intensa em feiras de livros, autografando sempre todos os dias durante as bienais do Rio e de São Paulo. No You Tube há vários vídeos que mostram o entusiasmo do público com a escritora, além de entrevistas que ela deu a programas de tevê, como o Programa do Jô. Thalita também fez várias participações em programas da TV Globo, sempre relacionadas ao público adolescente.
3,5☆ O livro mais aguardado por mim da série Confissões finalmente está entre nós, e ele é amor! Terminei essa leitura me sentindo abraçada e desejando que todos tenham o apoio e a liberdade para serem quem são.
“Voltei a acreditar em mim naquele minuto e tive a certeza de que eu, por estar feliz, estava fazendo simplesmente o certo.”
Uma vez ouvi que "crianças LGBTQ+ muitas vezes não crescem sendo elas mesmas, mas se escondem por medo de rejeição." Essa frase ecoa muito assim que termino de ler. Que livro necessário! É lindo, triste e visceral, capaz de te destruir e te recompor ao mesmo tempo.
Quando comecei a ler, de forma despretensiosa, jamais imaginei que meu eu adolescente se sentiria tão visto, acolhido e amado. Sorri, chorei, me despedacei e senti cada palavra na alma. Obrigado, Zeca. Obrigado, Thalita.
Já começo dizendo que essa é uma daquelas leituras necessárias para adolescentes confusos que estão se descobrindo e lidando com seus medos, e também para pessoas que como eu, são parte da comunidade LGBTQIA+ e ainda estão se descobrindo ese aceitando cada vez mais. A thalita como sempre fazendo livros incríveis, ela ao mesmo tempo que traz uma grande leveza e comicidade para a história ela também traz uma grande seriedade o problematica a história do personagem. Bom, minhas considerações. Conheci na série "Confissões" comprando o último volume (esse que faço resenha) e não fazia a menor ideia que existiam mais livros do mesmo universo. De início senti uma certa dificuldade de engatar na leitura, começou meio chatinho mas conforme foram acontecendo as coisas e a narrativa foi se formando tudo fica melhor. O livro é lindo, eu amo como ele mostroua amizade entreos personagens, da forma que o romance só acrescentou na vida do zeca ao contrário de se tornar mais um problema. Uma das coisas que eu não poderia não falar sobre foi como é legal trazer a pauta drag queen uma das artes que mesmo com muita visibilidade atualmente ainda é tão carente de espaço nas maiores redes. É nítido ver durante o livro o quanto a Thalita pesquisou e entrou em contato com pessoas do ramo para trazer todos os detalhes com toda a precisão necessária e com quanto carinho o livro foi feito. Além da parte mais artisica a autora também trouxe uma vivencia muito visceral e realista sobre o preconceito que o Zeca sofre do seu pai, ele traz cenas muito tristes sobre como muitas vezes alguém que supostamente é feito para te amar incondicionalmente te rejeita e te oprime de uma forma horrível, onde você se sente mais acolhido por estranhos do que por seu próprio pai. Concluindo eu amei o livro é tudo que ele representa queria ter lido ele mais jovem para apender a lidar com algumas coisas da forma que o Zeca lidou principalmente em como ter mais autoconfiança, irei ler os outros (mesmo que eu tenha começado pelo último)!!!!
Simplesmente incrivel como a maioria dos outros livros da autora. Continuando a saga confissões que se iniciou com o livro da Tete agora nos finalmente temos uma visão do Zeca! um personagem incrível mas que por muitas vezes eu achei estereotipado.... o livro foca principalmente na relação do Zeca com o pai que é muito complicação já que ele não aceita a sexualidade do filho, a forma como a autora escreveu essa relação foi tão realista que retrata a situação de diversos jovens lgbts no Brasil, mostrando a dificuldade das famílias em aceitar e deles próprios em se aceitar e entender que o problema não é eles como em muitos momentos o Zeca precisa de um empurrãozinho também para entender, não sendo só a relação do Zeca com o pai o foco do livro mas tambem a própria autoaceitação do Zeca com si mesmo com a criação do Instagram de maquiagens, a fama chegando às diversas opiniões, o namorado... Por fim só sei dizer o livro é muito bom e recomendo demais até para adolescentes já que é leve e principalmente para jovens lgbts.
Se eu pudesse, daria um abraço bem apertado no Zeca e agradeceria por me ensinar que tudo bem ser eu. Medo faz parte da vida, mas não podemos deixar de viver por isso, o importante é ser fiel à você e seguir seus sonhos.
O vocabulário dos livros da Thalita são datados, o que era interessante e condizente nos primeiros que li dela. Mas esse não parece ter sido publicado em 2022, tem muitas gírias, muita coisa que não faz sentido para alguém de 18/20 anos ali. Apesar disso, já existe um apego pelos personagens e eu amei a mãe do Zeca. São extremamente fáceis de ler e por isso continuo, e me divirto.
WTF??? Como cria dos anos 2000, cresci com os livros da Thalita Rebouças que, na época, li escondido pela sociedade me ver como um menino que estava interessado em ler historias com capas coloridas ao invés de historias de fantasia ou seja lá o que acham mais masculino de se ler.
Os anos se passaram, outros atores nacionais entraram na cena jovem e começaram a colocar no mercado narrativas mais inclusivas do que as cis-fem-brancas da Thalita e, ainda bem, provavelmente salpicaram nela a ideia de que ela também precisaria fazer uma historia que dialogasse com esse novo publico.
No entanto, eu nunca li um livro tão mal desenvolvido e equivocado em vários aspectos. O primeiro deles, é a discrepância entre o publico que a autora costuma dialogar- que sao jovem na epoca do colegio-e os personagens que ela decide escrever sobre nessa historia, que são universitários.
Zeca e seus amigos vivem de forma muito juvenil as suas alegrias e dores e isso nao seria grande problema porque, aparentemente, Zeca ainda tem 18 anos ou uma idade aproximada. No entanto, em vários momentos da narrativa, percebe-se que ao mesmo tempo que as atitudes de Zeca e o enredo nao combinam com o que a gente costuma ver com livros centrados em protagonistas dessa idade, ele tem varios pensamentos e atitudes que, definitivamente nao pertencem ou sao minoria no pensamento da geração atual.
É muito importante que Thalita tenha retratado a vida LGBTQIA+ do ponto de vista que a aceitação propria e daqueles que consideramos família ainda é um jogo de apostas, contudo, vários dogmas e tabus que uma pessoa convivendo em universidade, em contato com a internet, nao teria, o Zeca tem.
Temos uma explicação sobre termos da cultura gay como “maricona” e “bears”, um pouco de empréstimo de aspectos da cultura de drag queens e tudo isso soa muito raso e superficial. Como se apenas uma temporada de Drag Race e conversa com pessoas importantes da cena Icaro Kadoshi e Lia Clark tivessem sido a base de pesquisa desse livro. Nada contra os dois icones, mas elas e Lulu Santos nao sao o retrato mais fiel da geração atual. Entao, mesmo que no fim descubramos que Thalita se inspirou numa pessoa dessa geração para um dos personagens e enredo, toda forma como esses assuntos sao tratados tem a mentalidade de pessoas com vivencias nos anos 90 e 2000.
Destaque para a misoginia e transfobia de Zeca, o conhecimento raso e quase irreal de fenômenos culturais e também, nao menos importantes, o uso extremamente EQUIVOCADO de girias da comunidade. E nao é como se Zeca fosse uma pessoa escrita para ter girias antigas, muito pelo contrario, ele julga as pessoas por dizer coisas “bregas” mas em muitas passagens ele narra como o Crô e outros personagens equivocadamente representativos da comunidade na TV e outras peças culturais dos anos 2000/2010.
Talvez, se a historia nao se passasse nos dias de hoje, daria pra deixar passar o senso de visão antigo que Thalita passa nessa escrita mas, ainda assim, o livro tem problemas e não conseguiu organizar o enredo dw uma forma satisfatória.
Uma grande decepção, mas tem gente que deixara os erros passarem batido e faz parte.