Marmee tem uma grande missão: casar Peter Arkin. E assim como Marmee, Elizabet também tem uma missão. Pedir a Marmee que lhe arranje um marido.
Enquanto Elizabet aguarda a chegada da noiva de Peter para pedir ajuda a Marmee, o seu futuro parece já estar encaminhado.
Peter não sabe porque aceitou os conselhos de Marmee e tampouco como superou a rejeição de sua futura noiva ao descobrir que ele era um “aleijado”. Mas nada superou a surpresa que ele teve quando Elizabet, após presenciar a sua noiva partir na mesma diligência que chegou, se oferece para ser a sua esposa, afinal, ela precisava de um marido.
Mas é após o casamento que a vida dos dois parece ser um paraíso, entretanto, a insegurança de Peter sobre suas limitações dificulta o seu relacionamento com a jovem animada e carinhosa com quem casou. Em uma época onde o único suporte para a mulher era a força, honra e a virilidade masculina, Peter já não tem certeza se Bet fez a escolha certa ao se casar com ele.
E entre essas incertezas, Elizabet com seu brilho e paciência, vai moldando esse homem por quem se apaixonou, e o conquistando mais para que o amor entre eles fosse sólido e para sempre.
Um livro com seus vários dramas para a época, mas com um equilíbrio que permite a leitura fluir de forma mais leve. É claro que é doloroso ver o quanto Peter sofre com suas limitações, assim como a revolta contra a família de Elizabet que praticamente a expulsa de casa. Entretanto, o relacionamento dos dois vai amadurecendo conforme eles vão percebendo o quanto não podem viver um sem o outro.