Los secretos para una vida llena de sentido. Destierra el tópico de que en soledad no se disfruta de la vida. Este libro te invita a tomar el control de tu destino sin hacerlo depender de nada más que no sean tus decisiones y elecciones. La clave es la solosofía, el arte de sentirte en plenitud en solitario. ¡Celebra la elección de ser dueño de tu tiempo y de tu espacio! Vive en conexión con tu esencia, en línea con tus principios y valores, tus necesidades y tus sentimientos, respetándote y cuidándote con amabilidad y cariño. Para desarrollar el arte de la solosofía hay que aprender a vivir el presente, y a hacerlo con los cinco sentidos. Nika Vázquez te acompaña en este proceso en el que aprenderás que estar solo no es lo mismo que sentirse solo, todo lo puede ser la clave para ser feliz.
Een pleidooi voor alleen (durven) zijn. Ik vind 'solosofie' een leuk idee, maar omdat het mens-zijn veel kanten kent en het alleen-zijn als mens daarom ook, ervoer ik het boek wel enigszins als 'all over the place'. Vertaling uit het Spaans voelde soms ook wat vreemd. Vrouwen die hun gezicht schilderen? Wij noemen dat make-up op doen... Gewoon een voorbeeld, er zijn er meer.
Afgerond naar 3 sterren omdat ik het een sympathiek concept vind.
Dit boek vond ik een grote tegenvaller. In het begin wordt er gelijk van uit gegaan dat iedereen die wel eens wat in z’n eentje onderneemt zich op dat moment wel heel eenzaam moet voelen. Er wordt een beeld geschetst waarbij de maatschappij hier ook zo naar kijkt, dat herken ik persoonlijk helemaal niet. In Nederland niet in ieder geval. In het vertaalde boek lopen de zinnen niet lekker.
Siempre digo que la autoayuda es extrínseca. Es como si te regalaran una herramienta para hacer un trabajo. En cambio, la filosofía es intrínseca. Son las instrucciones para que tú te hagas tu propia herramienta. Más difícil, más largo, pero más permanente y adaptado a ti. Bueno, pues que no te engañe el título, este libro no tiene nada de filosofía. Si buscas erudición y un encaje entre la filosofía y una vida autónoma (que no solitaria) recomiendo "Manual de escapologia" de Antonio Pau. El que nos ocupa es un libro de autoayuda más. Frases motivadoras, situaciones ideales que es difícil plasmar en la realidad y buen rollo general. Poca chicha.
Nic ciekawego, ale fajna lista książek, filmów i piosenkę na końcu książki, co jest chyba nagrodą za dobrnięcie do końca tego zbioru instagramowych frazesów.
Este livro é uma abordagem à arte da "solosofia", que nos convida a viver bem e em harmonia com os outros sem renunciar aos nossos espaços e tempos. E porque estar só não é sentir-se só.
Algumas das dificuldades em levar a cabo a "solosofia" são os preconceitos subjacentes a fazer algo a solo, como por exemplo, ir sozinho ao cinema já não tem sido tão estranho ou incomum. Neste caso, perante o receio do que os outros vão pensar por irmos sozinhos, o recurso é pensar que vamos ao cinema para ver um filme e não quem vai acompanhado por quem. Fazer exercícios de visualização, em que se alguém nos interrogar ou julgar (que não vai acontecer...), pensar no que gostaríamos de responder nessa situação e praticar até a mente sentir como resposta natural e automática.
Mas a verdade é que "quando estamos convencidos e somos fiéis a nós próprios, os medos dos outros perdem o seu poder ante nós. Porque, no final, percebemos que são as suas ideias as que os limitam a eles." "(...) a partir do momento em que aprendes a viver sem medo e sem preconceitos sobre ti e sobre os outros, estarás a avançar na arte de viver de acordo com as tuas necessidades, de ser coerente com o que sentes, pensas e fazes."
Outra questão abordada é ter a mente aberta e ágil para aceitar a realidade e usá-la em nosso benefício para que o nosso estado de espírito não dependa do que aconteça fora de nós ou não dependa das limitações que colocamos em nós mesmos.
É muito importante trabalhar a harmonia interior, pois é a ligação connosco e não com os outros, que durará a nossa vida inteira.
A desconexão de estímulos externos faz-nos conectar com a nossa própria essência. É ela que nos define, que nos diz quem somos, como somos, o que queremos e para onde queremos ir. Já segundo Júlio Verne, "A viagem mais extraordinária não é ao centro da Terra ou aos confins do universo, mas ao interior de si mesmo".
Charles Bukowski sobre a solidão: "Não, eu não odeio pessoas. Só me sinto melhor quando elas não estão por perto." "Conformar-se com qualquer pessoa só para não estarmos sozinhos... Se tivesse de explicar a infelicidade por palavras, seria assim." "Saber manter o equilíbrio certo entre a solidão e pessoas; é esse o segredo, é essa a táctica para não acabar no manicómio." "Deleito-me com a solidão. Nunca sentirei a falta da multidão."
Há a ideia errada de associar solidão com inactividade, com falta de planos, fracasso ou ser uma pessoa desinteressante. Achamos que ter companhia é sentirmo-nos amados. A solidão pode trazer muito mais felicidade do que estar acompanhado.
"Todas as infelicidades dos homens vem de uma só coisa: de não saber ficar quieto num quarto". Blaise Pascal Não sendo capaz de ter uma vida interior que o colmate de sentido, o ser humano sai em busca de algo para preencher o vazio da sua alma. Assim, os seres humanos procuram preencher o seu mundo com bens materiais ou entretenimento, nos quais pretendem procurar segurança e protecção. As pessoas agem de forma errada "como se a posse das coisas que procuram pudesse fazê-las verdadeiramente felizes" (Pascal) e fugir de si mesmas. Pascal ainda colmatava que existe uma riqueza infinita no autoconhecimento e que só pode acontecer quando se consegue uma certa quietude.
» Identificar em que se baseia a nossa felicidade e de que forma a podemos reforçar. Lembrar de um objecto material que compramos por prazer. Escrever num nível de felicidade de 1 a 10 que sentimos ao adquirir. Apontar a satisfação e alegria que sentimos hoje
Já dizia [Marcus Tullius] Cícero "Nunca estou mais acompanhado do que quando estou sozinho".
A autora reforça a ideia de que ao esforçamo-nos tanto para agradar aos outros , que nos esquecemos de agradar a nós próprios e que, se gostarem de nós, a felicidade virá por acréscimo. E de que sem o afecto por nós mesmos, não conseguiremos atingir os nossos objectivos. Nesse sentido, aconselha o exercício de visitarmos o nosso próprio museu , admirá-lo e sentirmo-nos fascinados ao conhecê-lo: observarmo-nos ao espelho e admirar a obra de arte que somos, sem julgar. Devemos construir a nossa auto-estima sobre a nossa própria essência, não os êxitos que alcançamos. Neste seguimento, também sugere que falamos uma lista com 5 coisas que nos fazem sentir diferentes dos outros. Trata-se de começar a reconhecer e valorizar o que faz de nós uma pessoa única.
Aborda também as relações que mantemos na nossa vida e a importância de sabermos primeiro como nos relacionarmos de forma saudável connosco mesmos para podermos relacionar-nos de forma saudável com outras pessoas. Não nos devemos divorciar de nós mesmos e manter algumas directrizes para mantermos a nossa independência dentro da relação: permitir alguma distância física do nosso parceiro, passar tempo com família e amigos, fazer as coisas que gostamos, aumentar o nosso amor próprio e aprender a estar sozinhos. Trabalhar a nossa essência com as pessoas e actividades que nos trazem bem-estar. Mesmo numa relação é importante cultivar o nosso 'jardim secreto', ou seja, o próprio espaço onde a individualidade permanece intacta enquanto se está numa relação. Onde podemos encontrar-nos novamente, onde podemos ser nós próprios. O respeito pelo espaço de cada um é uma condição fundamental para que um casal funcione verdadeiramente como tal.
"Ir contra a maré não significa que sejas esquisito, antissocial ou infeliz. Celebra a tua escolha, o privilégio de seres como és e desfruta da vida à tua maneira."
Um exercício para ajudar a perceber a nossa atitude perante os problemas: a nossa atitude foi extrema (hiperactividade, vida de eremita)? foi útil para a nossa adaptação à situação em causa? visto em perspectiva, ter tido uma atitude diferente teria ajudado a viver esse momento de uma forma mais genuína, sincera e saudável? Se sim, que atitude seria essa? Este exercício serve para tomar consciência de como lidar com a tristeza e com as situações difíceis. Por vezes, a nossa forma de lidar com uma ruptura é a vida de eremita, na qual nos isolamos e afastamos de actividades sociais e de lazer, acabando por mergulhar num processo de isolamento e abandono. Este, acaba por ser acompanhado de um abandono pessoal (de alimentação, auto-cuidado...), pois o nosso estado emocional sobrecarrega-nos e não nos sentimos capazes de assumir nada que envolva esforço, especialmente se tiver a ver com cuidar de nós próprios. Por vezes, para saber se um processo de separação terminou, é o sentir que estamos novamente disponíveis para outra ligação importante, para construir novamente. Não é possível construir bem sobre cinzas e escombros, mas, pelo contrário, conseguimos construir bem quando alicerçados pelas aprendizagens anteriores, pela integração nutritiva do nosso passado. É importante integrar a nossa história emocional, através de um árduo processo emocional, de amar tudo tal como era, incluindo as coisas difíceis. Ao amar o negativo, cumpre-se o efeito em que este se evapora e permanece apenas o positivo no nosso coração.
Estarmos sozinhos, não tem de ser uma experiência dolorosa ou desagradável e vários solósofos idosos mostram-nos isso.
Os pensamentos podem afectar o nosso estado de ânimo, pelo que, se formos capazes de mudar os nossos pensamentos, podemos gerar novos estados emocionais.
A autora também aborda a necessidade de prestarmos atenção aos nossos sentidos, que nos ajudam a focar-nos no presente, e a arte da solosofia não pode ser desenvolvida se não vivermos no presente, ou seja, se não desenvolvermos a capacidade de percepcionar o que nos rodeia. Com os sentidos, mergulhamos nas nossas percepções para descobrirmos como captar o mundo. Normalmente temos o nosso foco no que acontece fora de nós. Paladar: quem optemos pelas refeições em casa ou fora, fazer da degustação dos alimentos um momento especial e trazer a alimentação consciente (mindfull eating). Tacto: o contacto físico reduz o nível de cortisol, a hormona do stress. É importante explorar o mundo que nos rodeia: sentir o tecido das cadeiras, as páginas do livro... Tudo o que está fora de nós é susceptível de ser explorado e tocado. Audição: quando ouvimos ou proferimos um insulto, o nosso cérebro precisa de 4 elogios para recuperar do dano mental e emocional. O ouvido, por sua vez, precisa de cerca de 16h de descanso e silêncio para compensar duas horas de exposição a 100dB. E precisamos de silêncio para conseguirmos descansar, até porque, a melatonina, a hormona que libertamos durante a noite, ajuda a combater a obesidade e a diabetes tipo 2. Se houver som ou luz, esta hormona não é libertada. Mas também há sons que trazem paz, pelo que podemos criar uma playlist de sons que nos tragam paz, bem como estar atentos aos sons que nos rodeiam de forma a encararmos o momento presente. Ao ouvir uma música, podemos tentar detectar os diferentes instrumentos que a compõe - apenas detectar as diferenças - e veremos que, ao tornar a ouvi-la, terá um significado diferente ["estudar" a música]. Visão: procurar um filme ou exposição e ver, não julgando antecipadamente. As cores também são importantes e, no marketing, as cores podem influenciar as escolhas dos consumidores. "A cor é uma energia que influencia directamente a alma" (pintor Wassily Kandinsky). A preferência japonesa pela simetria e imperfeição (wabi-sabi) contrasta com o ideal ocidental de simetria e equilíbrio. Olfacto: é 10 mil vezes mais sensível que os restantes sentidos e a informação que chega pelo nariz vai imediatamente para o cérebro, estimulando o sistema nervoso, o que modifica o humor, a memória, as emoções, o sistema imunitário e o sistema endócrino. A associação de um aroma a uma memória designa-se por "memória olfactiva". Exercício: associar os aromas quotidianos a outros que já conhecemos e procurar lembrar do momento em que cheiramos esse aroma e o que ele evoca em nós. As fossas nasais captam um estímulo (aroma) e enviam um sinal directamente para o bolbo olfactivo que recebe essa informação e distribui-a para diferentes partes do cérebro, especialmente o sistema límbico. A amígdala (importante para a sobrevivência, recepção e transformação das emoções para desencadear uma resposta) liga esse cheiro a uma emoção, e o hipocampo liga esse cheiro a uma recordação na memória. E assim se criam os laços que formam a memória olfactiva. Podemos, também, ciar um baú de memórias com as recordações que associamos a cheiros.
A magia da solosofia é que a nossa singularidade em viver o que nos rodeia é o que nos torna diferentes e especiais em relação ao resto. Outra coisa em que a solosofia nos ajuda é a cuidar da nossa saúde mental, dos nossos pensamento e da nossa intuição, os nossos sentimentos e planos futuros.
No final, a autora dá algumas referências culturais que evocam a solosofia, das quais destaco: a música 'Dancing with myself', Billy Idol (A libertação que encontramos na solidão, de não ter de fingir fazer nada por ninguém. Simplesmente ser quem somos, sem medo. Composta em 1981):
Em suma, estar sozinho não é o mesmo que sentir-se só. Se andarmos à procura de alguém que mudará a nossa vida, precisamos de nos olhar ao espelho. A felicidade também é real mesmo quando não é partilhada.
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"Quem pode limitar o que você pode ou não fazer é você mesmo."
Acredito que a jornada do autoconhecimento é bastante válida e a autora mostra caminhos pra que isso seja realizado. Porem sinto falta de um recorte mais social: a solidão tem raízes estruturais e cada caso precisa ser analisado e cuidado de uma forma diferente. Por exemplo: a solidão de uma mulher negra é diferente de uma solidão de um luto ou abandono, ou até mesmo se interseccionam em varias situações. Lidar tudo como um processo do indivíduo de conhecer a si mesmo é raso, visto que vivemos em sociedade e absorvemos o que vem dela.
Apesar disso, gosto dos exercícios em cada capitulo que a autora propõe a investigação de si mesmo do leitor, são atividades simples o suficiente pra você se perguntar: "caramba por que nunca pensei em fazer isso?". Se nós temos curiosidade no outro por que não podemos ter por nós mesmos?
I've come to realise that I need to learn to be alone more so I decided to read this. While reading this I actually made up my mind: it's not that I need to be alone when others want to be alone, I don't need to be jealous of others, I have to be honest when I do want some time alone but I don't have to force myself to be alone when others want to be alone.
Intressant voor mensen die niet goed alleen dingen durven te ondernemen. Voor mensen die dit al wel doen staan er nuttige tips en lessen in. Het is een zelfhulpboek. Wat ik hier uit meeneem is het bewust waarnemen van wat je ervaart met je zintuigen je dichter bij jezelf brengt maar ook bij de verbondenheid met anderen
Magnífico sólo con la primera lectura, creo que requiere otras posteriores y detenidas para apreciar y poner en práctica todas las propuestas, que son muchas. Fantástico 'Vivir los cinco sentidos' y lleno de ideas el 'Botiquín de Solosofía' da placentero trabajo hasta su próximo libro.
Amazing! Very valuable information about self exploring and your own being. There are many things in there that gave me insight about relationships with others and the self
Libro escrito por una psicóloga que enfoca la vida desde varios puntos de vista: pérdida de un ser querido, amor, amistad, trabajo, etc. Y como con la “solosofía” debemos aprender a amarnos y desarrollar nuestro mundo interior. Me encanta que incluye ejercicios y meditaciones para hacer mientras lees. Al final tiene una larga lista de recomendación de pelis y libros. . . . Lo leí en la aplicación de Kindle en el ipad. Resulta que si tienes Amazon Prime tienes algunos libros de forma gratuita en la app, como si fuera una biblioteca. Fue el primero que leí usando este método.
Interessant boek voor mensen die het lastig vinden dingen alleen te ondernemen. Het was voor mij niet op alle punten herkenbaar en soms ook wel een open deur, maar ik vond de structuur van het boek wel fijn en de belangrijkste thema's worden wel aangestipt. Er zitten ook veel nuttige oefeningen in die je zelf kan toepassen. In mijn versie stonden die blokjes met oefeningen alleen random tussen de tekst i.p.v. op de goede plek/na het einde van een alinea; dat maakte het lezen soms wat uitdagender.
Een goed boek dat mooie ideeën bevat. Regelmatig nieuwe inzichten gekregen. Zeker aan te raden voor mensen die soms het gevoel hebben dat ze zichzelf kwijt geraakt zijn.
Toch mist het boek een bepaald overzicht en duidelijkheid, waar soms het woord 'solosofie' in gegooid wordt om je te herinneren wat je ook alweer aan het lezen bent.
Solo le daré 2 estrellas para no ser mala, es una tontera de libro, de filosofía no tiene nada, te sale mas eficiente un video de autoayuda de Youtube. Es tan reiterativo, con las primeras dos hojas ya no tiene nada más que contarte, no existe mas desarrollo del tema, solo decirte una y otra vez que esta "filosofía" no es literalmente estar solo en la mitad del bosque.
Gostei muito de ler esse livro e aprendi muito com ele. Acho que seja um livro para ler e reler. O ponto principal do livro e gostar de estar em sua própria companhia, de ser uma pessoa completa, única. De não procurar pela metade da laranja, mas de ser você mesmo uma laranja inteira e está em busca de outra laranja inteira para compartilhar a vida.