Uma jovem com poucas perspetivas de futuro recebe uma ficha de póquer com uma mensagem misteriosa:
«QUÃO FORTE É O TEU DESEJO DE FORTUNA?»
Do outro lado, um desafio:
«INSCREVE-TE E ATREVE-TE A JOGAR. NÃO TENS NADA A PERDER.»
O que ela não sabia era que, ao aceitar, se veria enredada num dos jogos mais doentios e mortais de sempre. Quando começam a aparecer pessoas assassinadas, os inspetores da PJ Leonardo Rosa e Marta Mateus são chamados a investigar. O que descobrem é muito maior e complexo do que teriam imaginado e deparam-se com uma questão impossível:
«QUANTO CUSTA UMA VIDA HUMANA?»
Neste segundo livro da saga Mortal, os inspetores preferidos dos leitores portugueses voltam a trabalhar juntos, ao mesmo tempo que têm de lidar com o que sentem um pelo outro. Leonardo, viúvo, começou a ver a colega, a inveterada solteira Marta, de uma forma diferente. Conseguirão eles ultrapassar todas as mágoas do passado e trabalhar rapidamente para impedir mais mortes?
Uma coisa é certa: nada será como dantes.
ATREVE-SE A LER? QUE A SOBREVIVÊNCIA ESTEJA DO SEU LADO
Bruno M. Franco é um escritor português nascido em setembro de 1990. Licenciado em Radioterapia, trabalha no IPO de Lisboa. Praticou natação de competição desde 2002 até 2016, representando o Clube Lisnave e o CIRL. No currículo tem a publicação de quatro livros que fazem parte da afamada Saga Mortal.
Já estava na altura de termos o nosso Joël Dicker. Mas em muito melhor. Um policial com um enredo entusiasmante, uma escrita cuidada e uma investigação por trás que lhe dá muita credibilidade. Para quem procura um page turner emocionante. Uma leitura que não fica nada atrás dos melhores no género e, na minha opinião, ainda supera alguns. Parabéns!
Comecei a ler o livro num clube de leitura. Havia metas semanais, mas o livro é de tal forma viciante que a certa altura não fui capaz de parar e avancei para o final. Têm de ler porque só assim conseguem perceber esta necessidade de ler sem parar. Super bem escrito e surpreendente a cada capítulo
“… eu estive a trabalhar como deve ser. Alguém tem de trabalhar nesta equipa, senão os assassinos escapam todos.” - Marta Mateus
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“… a diferença é que agora não tens hipótese. Ou matas, ou morres.” - Olimpíadas da Morte
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“Há momentos na vida que nos definem como pessoa. Há outros momentos que definem o resto da nossa vida. Depois, há aqueles momentos em que somos abençoados por uma lucidez clarividente, como se soubéssemos o que é melhor para todos.” - Leonardo Rosa
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“Antes um cobarde vivo que um herói morto.” - Helena Pinto
Há uns tempos, o Bruno M. Franco contactou-me. Queria que lesse e analisasse o manuscrito do novo livro dele, coisa que, inicialmente, me assustou, mas que aceitei fazer - claro! - por amizade e companheirismo; e por acreditar que neste universo perito em nos afastar uns dos outros é imperial que nos apoiemos e ajudemos, para que juntos possamos prosperar. Foi portanto sem surpresa que, dias mais tarde, as páginas me chegaram ao correio, num envelope. Confesso que não lhes peguei logo; deixei-as respirar, antes de começar. Mas assim que o fiz, li as mais de 500 páginas num ápice. Não sendo o meu género favorito, dei por mim a ler a uma cadência muito pouco natural em mim , sem sentir qualquer fastio pela história; muito pelo contrário. Ainda que haja laivos de outras sagas, o universo do livro é muito próprio, particular, notando-se nele a impressão digital do autor, que explora não só algumas questões existenciais, mas também a dualidade que nos torna humanos, frágeis, falíveis, manipuláveis. Dito isto, resta-me desejar sucesso ao Bruno - e agradecer-lhe a oportunidade de poder ler em primeira mão o livro (que já se encontra em pré-venda, nas livrarias habituais).
Como começar uma review de um livro que me tirou o chão? Acreditem que é muito complicado saber aquilo que devo escrever para fazer justiça àquilo que este livro significa para mim. . Esta história apresenta-nos algumas personagens (mais à frente, percebe-se que são muitas mais) que participam num jogo totalmente diferente do comum: Jogos Sem Limites. E como o nome indica, é mesmo sem limites. Não vos vou dar exemplo nenhum daquilo que acontece, para deixar a vossa imaginação fluir. . Os inspetores, Leonardo e Marta, deparam-se, então, com um crime enorme por resolver. E será que era só um crime? Ou vários? Será que estava tudo relacionado? Terão de ler para perceberem. . A evolução destas duas personagens é brutal. O Leonardo sempre me conquistou pela sua calma, perspicácia, inteligência e cavalheirismo. E neste livro conquistou-me ainda mais por mostrar mais o seu lado emocional, as suas vulnerabilidades. A Marta, embora me tenha irritado mais ao início por ser muito dramática, também teve uma evolução enorme. Para mim, ela simboliza tudo aquilo que as mulheres têm de enfrentar nos seus trabalhos e em outros aspetos das suas vidas. Simboliza a dificuldade que temos em subir na carreira, por termos "um pipi e não uma pila", tal como ela diz. Achei mesmo muito importante tudo isto que acabei de referir. . Todo este livro é ação. É verdade que existem partes mais calmas, mas, a meu ver, têm de existir. Porque a adrenalina que senti a partir de uma certa parte do livro... Se sentisse isso durante as páginas todas, acho que me dava um ataque cardíaco. Toda essa ação é muito parecida aos Jogos da Fome. Para quem viu e leu, já conseguem imaginar, não conseguem? Mas existem fatores surpresa, tornando as coisas muito mais interessantes e, sem dúvida, muito mais mortais. . A reviravolta deste livro é absolutamente INCRÍVEL. Fiquei de queixo caído. Não estava à espera. Não desconfiei uma única vez. E ainda estou a pensar naquilo que acabei de descobrir... Na página 492! . E este livro torna-se ainda mais importante por nos fazer refletir, essencialmente, sobre dois assuntos: a importância de se falar sobre o vício do jogo. Nunca li um livro que abordasse este tema. É um vício tão perigoso e tão mau como qualquer outro. Um vício que deve ser tratado. Por outro lado, o autor também abordou a importância que damos à nossa vida e à vida daqueles que estão à nossa volta. A minha vida será mais importante do que a tua? A tua é mais importante do que a minha? É impossível medir uma coisa destas. Impossível. E estas personagens tiveram que enfrentar este grande dilema, constantemente, ao longo do livro. Acreditem que foi muito duro de se ler. . Leiam este livro! É absolutamente maravilhoso! É muito melhor do que o primeiro (e o primeiro já é fantástico!!!). Não é apenas um policial. Tem romance, diálogos muito divertidos, amizade e, principalmente, a reflexão de assuntos tão importantes que, sentadinhos no conforto da nossa casa, não nos passaria pela cabeça.
Recebes a ficha … recebes o livro … não te deixes enganar… entraste em jogo!!! Porquê?? Atentem bem…
O jogo mortal vem num encadeamento de crimes fazer-nos pensar no valor da vida humana! A minha tem mais valor que a tua?
As personagens que nos foi apresentando, diga-se num marketing fantástico , são a Helena e o Rui! Helena, já todos sabemos, que recebeu uma ficha de casino de um rapaz de bicicleta que sabia o seu nome. Helena foi a jogo! Rui, também nos foi apresentado, é viciado em jogo e delapida todo o seu património no casino. Bom, é claro que foi a jogo!!!
Os inspetores da PJ Leo e M&M deparam-se com um suceder de homicídios, será que eles têm alguma ligação entre si? Claro que eles descobrem toda a ligação e muito mais, depois de muitas aventuras e sufoco, claro está! E como estará a relação destes inspetores?? Leiam leiam, que por mim o Leo levava uns valentes abanões! Já agora quem é Team Leo ou Team M&M?Eu sou Team M&M! (digam nos comentários)
É aqui que entra a irrepreensível escrita do Bruno, que nos vai levando página a página pela investigação, levando-nos a tentar descobrir a ligação entre os crimes e quem é o instigador de tanto homicídio. Mas não se enganem, o jogo não é fácil, e só o descobrirão no final com um plot twist fantástico (vejam pela foto com que ar vão ficar).
Também vão descobrir uma novidade dentro deste livro, só vos digo que já li centenas de livros e nunca vi nada assim. Mas … sigam as pistas e depois venham cá dizer até onde chegaram! Eu já sei!!! E tu? Atreves-te a jogar?
(Por ter dado uma mãozinha na pesquisa do Bruno no mundo jurídico, o livro foi jogar a dobrar, foi descobrir como tinha ele dado a volta a todas as questões que me fez) A ajuda nos termos jurídicos e processuais mantém-se @brunommfranco ☺️🤫
Helena tem 18 anos e é como todas as jovens da sua idade, estuda, pratica desporto e sonha um dia ir para a faculdade para se tornar treinadora de voleibol. Rui tem 50 anos e tinha uma vida estável junto da mulher e dos seus dois filhos até que por brincadeira com os amigos decide apostar online em jogos de futebol e começa a ficar viciado nessas apostas escalando para apostas mais arriscadas em Casinos onde perde tudo: casa, emprego e a família. A vida destas personagens vai mudar quando um estranho lhes entrega uma ficha de poker onde mediante um link têm acesso aos Jogos da Morte. Sob a promessa de elevadas quantias de dinheiro são obrigados a fazerem várias tarefas, sendo que a dificuldade destas tarefas vai aumentando tanto física como psicológicamente. Leonardo Rosa e Marta Mateus inspectores da Polícia Judiciária de Lisboa, e nossos conhecidos do primeiro livro da série, Segredo Mortal, são chamados a investigar vários crimes ocorridos pela cidade, crimes que a princípio não têm nada em comum mas que no decorrer da investigação se descobre que não é bem assim. Neste seu segundo livro Bruno Franco levanta questões a que não ficamos indiferentes e que podem ser de difícil resposta: - Quanto vale uma vida humana? - O que estaríamos dispostos a fazer para enriquecer e viver desafogadamente o resto da vida? Fala-nos também do vício do jogo e de como destrói vidas, não só de quem joga mas também de todos os familiares e amigos. Neste Jogo Mortal a escrita do Bruno evoluiu imenso em relação ao seu primeiro livro, mantendo a sua fórmula mágica de nos manter agarrados a esta história macabra bem como à vida privada dos inspectores Leo e M&M, culminando num final completamente inesperado e surpreendente. Dia 25 de Setembro sai o Fúria Mortal o terceiro livro desta fantástica série!
Provavelmente sou uma leitora demasiado exigente com os livros que leio, mas quando a avaliação deles no GR está acima das 4 estrelas parece-me legítimo esse nível de exigência. E, devo dizer, também, que li este livro confiante que seria bastante melhor que o primeiro por estar numa editora que reconheço alguma credibilidade. Feito estes disclaimers, que deceção de livro. O Bruno até pode ter ideias boas para livros, mas falta-lhe muita maturidade a escrever. Os diálogos são inverosímeis, continuamos com descrições desnecessárias das direções (há um momento que a Helena, a pé, "atravessou a estrada para o outro lado e saiu na segunda saída da rotunda") e que em nada acrescentam à história. Alguns acontecimentos estão bem elencados, já outros ainda aguardo a explicação. E nem vou falar do mansplaning constante ou das semelhanças a algumas histórias que todos conhecemos. Se o livro tivesse terminado na página 492 talvez teria uma melhor opinião, mas os plot twists (ou as tentativas) que lhe seguiram só contribuíram para piorar a avaliação. Tenho sérias dúvidas que volte a ler um livro desta saga.
Caraças, é daqueles livros que uma pessoa vidra de uma maneira que só consegue parar quando termina! A escrita leve do Bruno faz-nos ler 100p de seguida sem darmos pelo tempo a passar. Aliado a isso, a cadência crescente da história. Capítulos curtos mas cheios de acção e mistério. Uma das coisas que eu gosto mais num policial é haverem vários histórias a acontecer ao mesmo tempo, faz-nos ficar sempre a pensar nas personagens que já não aparecem há umas páginas.
Neste livro, o Bruno aborda vários problemas da nossa sociedade. O principal é o vício do jogo. Paralelamente a isso, até onde estarias a ir para ajudar a tua família?
Quando nos vemos aliciados por elevadas quantias de dinheiro, fica difícil saber até onde vai a nossa consciência. Se vos oferecessem 1M€ para matar uma pessoa que tinha feito mal à vossa família, aceitavam? É fácil estar de fora e dizer ‘claro que não, nunca na vida aceitaria isso!!’, porém só quem mora no convento é que sabe o que lá vai dentro. Só quando nos vemos numa situação destas é que sabemos como vamos reagir. Neste livro acompanhamos a história de Rui e de Helena. Até onde estão eles dispostos a ir! Quanto vale uma vida humana? Existem vidas mais importante do que outras? Por que valor era capaz uma pessoa de matar outra?
Este livro teve um marketing incrível aquando do seu lançamento! Eu estava fascinado. Tinha as expectativas lá bem no alto. E posso dizer-vos que superou as minhas expectativas! Não me peçam para comparar com o Segredo Mortal porque não são comparáveis. Ambos incríveis à sua maneira. Ambos devem ser lidos! Pelo meio do livro vão encontrar coisas muito interessantes! O Bruno vai falar com vocês várias vezes 🤭
Se por um lado acompanhamos as olimpíadas da morte, por outro temos dois inspetores, Leonardo e M&M, a brincar ao gato e ao rato. Ainda não acredito que o livro termina assim 😤😑 tipo, a sério que a pessoa é aquela pessoa? Supostamente estava a 7 palmos do chão e afinal … E a Laura? Ai Bruno, as vezes tenho medo da tua mente 😅
Terminei Segredo Mortal há relativamente pouco tempo e fiquei logo ansiosa por começar este. Não só por ter gostado bastante do primeiro livro da série, mas por toda a estratégia de marketing à volta deste livro, que foi sem dúvida bem conseguida.
Este é um policial muito macabro, repleto de violência e de mortes. É uma história que joga com o nosso psicológico, levanta muitas questões éticas e faz-nos questionar o que estaríamos dispostos a fazer em diversas situações. Gostei particularmente da forma como o autor abordou o vicio do jogo, fez um excelente trabalho em transmitir como é viver com essa doença ou como é ser uma pessoa próxima de um viciado - e adorei chegar ao fim do livro e encontrar linhas de apoio com o intuito de ajudar aqueles que sofrem desta doença. Os twists finais também foram muito bons e mais uma vez deixaram uma enorme curiosidade em relação ao próximo volume - pena que ainda falte tanto para o seu lançamento.
Senti que o autor evoluiu bastante na sua escrita e não se perdeu em tantas descrições desnecessárias, o que foi muito bom. Mas, infelizmente, senti que continuou a usar muito os diálogos para transmitirem informações (por vezes desnecessárias também) o que fez com que estes se revelassem pouco naturais. Espero mesmo que o próximo livro esteja melhor neste ponto, é algo que me incomoda particularmente.
Tirando este último ponto, Jogo Mortal é um livro cheio de qualidade com uma história muito bem construída e conseguida :)
Era impossível não ter altas expectativas para esta leitura. Os meus parabéns aos Bruno e à Penguin pelo excelente marketing e promoção em que este lançamento este envolvido.
Quanto às minhas expectativas não saíram furadas. Gostei muito. Ainda mais do que do primeiro.
Adorei a evolução da personagem do inspetor Leonardo. É impossível não se ficar fã dele. Quanto à inspetora Marta, não me agradou na primeira metade (não sou fã de relacionamentos ou inícios de entre colegas de investigação quando o livro é thriller), mas na segunda metade evoluiu imenso.
Adorei o mistério, as provas e o segredo à volta dos Jogos, os crimes e toda a sua concepção macabra, chocante e genial. Um livro que nos faz refletir sobre o valor da vida humana e sobre até ao ponto que o desespero pode levar alguém a trair todos os seus valores morais.
Um grande livro e uma leitura viciante! Parabéns ao autor por um excelente livro. Ansiosa pelo seguinte.
Este livro foi lido no projeto #naduvidalivrome e como sempre eu não consegui cumprir as metas. Estava demasiado envolvida para parar! Recomendo muito!
Aborda não só o vício no jogo e o quão destrutivo se torna mas também (e um dos meus temas favoritos) o dilema ético da morte e de quem tem em suas mãos tal poder decisivo.
Nunca pensei que tanta reviravolta seria possível, contrariando qualquer previsão que pudesse fazer.
Uma leitura extremamente viciante onde o coração até salta batidas pelas high stakes envolvidas principalmente pelo apego a certas personagens que foram tão bem construídas.
Mal posso esperar pelo próximo livro para perceber como esta dupla se vai safar de tantos contratempos.
No que toca aos personagens, o sentimento continua semelhante ao do fim de Segredo Mortal, não sou a maior fã do Leonardo mas a M&M é a minha favorita, existindo aqui um equilíbrio na dupla que me faz ansiar pelos desenvolvimentos da trama.
Bem, que caso tão macabro. Já li alguns thrillers que me deixaram de queixo caído, mas este foi único porque nunca vi nada assim. É uma história com muita morte, muito sangue e sem dúvida com alguns temas interessantes, nomeadamente o vício do jogo, a violência no seio familiar e a valorização que damos às vidas de cada um. As personagens que participam em todo este jogo são fenomenais. Estão super bem construídas e ao lermos o livro, criamos um grande vínculo emocional a algumas delas.
A dupla dos inspetores Leonardo e Marta surpreenderam-me muito neste livro. O foco das suas vidas pessoas está muito bom, foi sem dúvida uma das minhas partes favoritas de toda a história. Evoluíram bastante ao longo do livro. A única coisa que achei no início foi o facto de a Marta ser um pouco irritante mas depressa isso esmoreceu.
Eu adorei. Normalmente quando adoro um livro fico sem saber bem o que dizer porque não há palavras suficientes para descrever tudo o que senti com ele. O final deixou me de coração partido e há ali dois plot twists tao inesperados 😭
Enfim, resta-me dizer que leiam este livro! É tão bom.
Achei a trama da história realmente fantástica e muito bem conseguida, quer a nível de personagens, quer a nível de suspense criado no leitor. Achei um pouco longo nalgumas partes, sinto que algumas partes não seriam tão relevantes para a trama e outras até gostaria de ter visto mais exploradas.. e o romance distrai do foco principal, mas depois no final acaba por fazer tudo sentido… mais um excelente livro do Bruno.. espero que com este segundo livro, ganhe um maior reconhecimento no mercado, que seria bem merecido🌟🌟🌟🌟🌟
Se eu já tinha gostado do Segredo Mortal, o Jogo Mortal merece destaque na minha estante. Sinceramente, gostava que o livro fosse traduzido para outras línguas, de forma a ir além fronteiras. E adorava ver a história adaptada em filme/série. Agora fico aguardar, em ansiedade😅, pelo próximo volume. Muito orgulho de ser um livro português Muitos parabéns Bruno!
Sem sombra de dúvida, é um livro difícil de parar de ler. Mas também é difícil não ficar a olhar para um comboio descontrolado que leva tudo à sua frente, e isso nao é propriamente algo de positivo.
"Jogo mortal" começou muito bem. Apresenta-nos os "jogos de limites". Uma ficha de poker é entregue a algumas pessoas escolhidas a dedo devido aos seus problemas económicos e não só. Essa ficha tráz um endereço electrónico onde as nossas personagens se inscrevem. Depois são desafiadas a cumprir uma série de tarefas, todas elas ilegais e cada vez mais perigosas, e todas muito bem pagas. A permissa é boa. O livro é "page turner". Com capítulos pequenos, bem escritos, é difícil de largar. Além disso chama a atenção para um problema crescente : o vício do jogo. Chega até a deixar no final as alternativas de ajuda para quem tenha esta adição, o que é muito positivo. O senão é que a partir de um determinado momento achei muito, mas mesmo muito parecido aos jogos da fome. Já só imaginava a Helena com cara de Katniss. E o final também achei um bocadinho demasiado cheio de temas. Mas pronto, pesando prós e contras não deixa de ser uma boa leitura. Venha o próximo Bruno!
Depois de ter ficado cativado pelo primeiro livro da saga, comecei a leitura do "Jogo Mortal" com as expectativas elevadas. E posso afirmar que as minhas expectativas foram mais do que correspondidas. Este livro consegue superar o antecessor.
O Bruno M. Franco conseguiu criar uma narrativa viciante que me manteve obcecado por este livro nesta última semana. A escrita continua a ser um dos pontos mais fortes do autor, com descrições detalhadas e diálogos realistas que dão vida às personagens e ao enredo. Continua com plot twists surpreendentes e cliffhangers que mantêm o leitor agarrado às páginas deste livro e é quase impossível largá-lo: em a cada capítulo há uma nova revelação ou um acontecimento inesperado que nos prende ainda mais.
É uma verdadeira injustiça que esta saga ainda não tenha sido traduzida para outros idiomas e alcançado um público mais vasto. É de uma qualidade inegável e merece ser reconhecida internacionalmente.
Uma prisão do início ao fim! 😱 Uma pessoa fica tão agarrada a este livro, a querer saber mais e mais. Impossível parar de ler. E o melhor deste livro é que ele é imprevisível! Por mais que ele seja previsível em algumas partes dele, nunca sabemos o que vai acontecer a seguir. Somos surpreendidos do início ao fim! Só não li mais depressa pois li por metas no clube de leitura Naduvidalivrome senão tinha lido enquanto o Diabo esfrega um olho. 😉 É uma sensação arrebatadora saber que ainda temos bons escritores portugueses como o Bruno Franco. Parabéns Bruno pelo excelente livro. Recomendo a toda a gente a leitura. ☺️
Qual o valor da vida? A vida de uma pessoa vale mais do que a de outra? O que seremos capazes para salvar a nossa vida? A vida é um jogo e por vezes temos de jogar ao mais alto nível e em que a recompensa é a nossa vida. Leiam este livro. Sem sombra de dúvida um dos melhores livros que li este ano... Bruno para quando o próximo?????
Gostei bastante deste livro, que faz parte de uma trilogia, ficando a aguardar ansiosamente o próximo volume. Com algumas revelações inesperadas, a maior parte das quais me apanharam completamente desprevenida, vamos ver onde a imaginação do escritor nos leva.
Ia com bastantes expectativas para este livro, mas infelizmente não funcionou comigo.
A maioria dos diálogos causaram-me vergonha alheia, grande parte das situações nem sequer têm uma explicação realista e bem estruturada e, para mim que preciso de uma boa explicação e que os pormenores façam todos ligação e sentido, isso fez-me desligar um pouco do livro.
Apesar disso, é um livro muito fácil de ler e viciante na medida em que nem damos pelas páginas passarem e o tema que o autor aborda também é bastante interessante.