2040, Oceano Atlântico - Quando a criação de um novo submarino chamado Atlantis aumenta os conflitos com a Macronésia, uma expedição é criada para explorar uma Trincheira desconhecida e ainda não mapeada do oceano.
Me pergunto sinceramente por alguns fatores: - a total e completa confusão com os artigos e versões das palavras no feminino/masculino. Navio sendo referido como "a", uma capitã que no dialogo é chamada por um subordinado de "Capitão!". Isso durante o texto inteiro, desde o primeiro parágrafo até a ultima página. Onde estava a revisão??? - a imaginação desse mundo futuro em que há uma coligação de vários países em dois grandes blocos políticos e econômicos resulta em 100% dos personagens com nomes americanos, com exceção de 1 com passado na Irlanda. ?????
Fora isso acho que a capa escolhida cria uma grande frustração, já que quem começa a ler esperando algo relacionado a imagem vai passar por um livro inteiro de construção de mundo (pra uma possível sequência), introdução de personagens (algumas estavam acontecendo até nos últimos 10% do livro!) e plot militar, pra só
Outro problema foi a estrutura da narrativa. O ritmo estava ótimo apesar de sentir que estava eternamente presa nos primeiros 20 minutos de um filme de apocalipse/guerra/ação, esperando realmente começar a história. Mas aí ao final, FINAL, o motivo do título é introduzido em um diálogo de forma seca e artificial. O diálogo que se segue como um todo, parece não ter sequer sido escrito pela mesma mão que o resto do texto. Talvez tenha me tirado mais da história do que a constante troca entre "o" e "a" na frente das palavras.
Nos positivos: achei imaginativo, me manteve interessada mesmo quando percebi que se tratava de um estilo de narrativa que não gosto de ler, os personagens eram distintos o suficiente entre si e o ritmo foi bom com a excessão pontuada antes.