This is the story of a young man caught in the whirlwind of the Holocaust, who survives a chain of events so harrowing they almost defy belief. As a boy, Joe Rosenblum watches as the Nazi overlords tighten their grip on his small Polish town. Narrowly escaping mass executions that take his own brother, Rosenblum is first sheltered by a local Gentile family, then takes refuge with Russian partisans. Once captured by the Germans, he begins a journey through three concentration camps―Majdanek, Auschwitz, and Dachau.
Living by his wits, a courier for the camp underground, Rosenblum is able to help other prisoners, and even to save children selected for the gas chambers. Eventually he finds himself working for the infamous Dr. Mengele. In a bizarre twist of fate, the Angel of Death is persuaded to perform life-saving surgery on Rosenblum―perhaps making him the only Jew to be saved by the deadly doctor's skills.
A remarkable man who danced on the razor's edge of history, Rosenblum did not merely survive the Holocaust, but rose above it by radiating hope and humanity―by defying the darkness.
Livro muito duro e comovente, que conta a história verídica de Joe durante a Segunda Guerra Mundial. Uma história sobre sofrimento, perda, morte, fome, tortura e dor, mas sobretudo, sobrevivência, resiliência, coragem, humildade e generosidade, que nos toca de forma especial.
Só não dou as 5⭐ porque esta não é a minha temática favorita nem o meu género de livro de eleição. Bastante descritivo e não tão envolvente como eu gosto. Ainda assim, talvez tenha sido o melhor livro sobre o Holocausto que já li.
Não adianta… por mais livros que leia sobre as atrocidades passadas em Auschwitz, a sensação de desconsolo pela raça humana é invariavelmente a mesma. Como é que é possível que o ser humano possa ser tão reles face aos seus demais?
Que livro! Que crueza! Que pontapé no estômago! Já li imensos livros sobre o Holocausto mas acreditem nenhum com uma pronfundidade tão grande. Esta é a história de um rapaz com uma confiança inabalável e uma bondade sem limites. Um exemplo de perseverança. Mas sempre muito pragmático o que torna os relatos ainda mais pungentes e emotivos. Joe sobreviveu ao Gueto, aos Guerrilheiros, a 3 campos de concentração, a Mengele, a marcha da morte. A sua resiliência e coragem é um exemplo para qualquer um. Leiam este livro por favor!
Em O Carteiro de Auschwitz conhecemos Joe Rosenblum, um jovem judeu polaco e que conseguiu sobreviver ao Holocausto. Sim, é a história verídica de Joe e foi impossível não sentir um aperto no estômago por tudo o que Joe passou e teve que enfrentar para sobreviver. Joe não foi o seu nome de baptismo mas foi o nome que adoptou nos EUA e quando pensa em si, é como Joe e não como Icek. Quando a sua cidade, na Polónia, foi invadida pelos nazis, Joe era um jovem adolescente mas, de repente, viu a sua vida e a da sua família alterar-se completamente. É inacreditável tudo o que Joe passou e viveu. Desde testemunhar a morte, fome, espancamentos, mas nunca desistiu de sonhar e de acreditar que, um dia, iria casar, ter filhos e ter a sua empresa. Senti alguma repetição de ideias e sentimentos mas julgo que está relacionado com as próprias rotinas nos campos e onde, acredito, os dias deveriam ser quase iguais, e as emoções repetidas. Tanta dor, tanto sofrimento, tanta crueldade. Relatos da vida de trabalho no campo, com guerrilheiros russos, três campos de concentração e ainda a marcha da morte. Tudo o que teve que fazer que sobreviver! Até comer rãs cruas! São inúmeras as cenas que me causaram um aperto geral. Um dos melhores livros de memórias do Holocausto que já li. Uma história, real, incrível de sobrevivência, resiliência, coragem mas também de esperança e generosidade.
Se estão à espera de um romance histórico, esqueçam. E também não é apenas mais um relato de um sobrevivente da 2ªGM... é O relato! Extremamente detalhado, talvez dos mais completos que já li. Tenho lido inúmeros livros sobre este tema, mas por muitos mais que possamos ler, realmente continuamos a saber muito pouco... Um livro que toda a gente devia ler.
Este livro é bastante duro de se ler, trata-se dos relatos de Joe contados na primeira pessoa, sobre tudo o que sofreu fisica e psicologicamente às mãos do partido Nazi. Os acontecimentos narrados cobrem toda a segunda Guerra Mundial, vendo na perspetiva de Joe como tudo foi decorrendo e como este procurou de todas as formas sobreviver! Um adolescente que teve que se tornar homem precocemente e que teve que garantir que a sua família não passasse mal, um jovem que cuja a resiliência e a força de sobreviver lhe permitiram aguentar tudo que aguentou! Os relatos deixaram me bastante incomodada, pois a escrita está tão boa que seria quase como se fosse um expectador que nada pudesse fazer para ajudar, uma história bastante intensa.
Muito sofrimento, mas que devemos ser conscientes e procurar saber sobre o tema, pois cabe a nós garantir que algo parecido volte a acontecer. Recomendo este livro a quem queira ler sobre a temática, mas se procuram algo para lerem com primeira vez talvez devessem começar com relatos mais leves e não tão profundos como os que terão aqui.
O segredo de Joe foi ter sempre um sonho para conseguir acordar no dia seguinte, pois "Só aqueles que mantém a esperança são capazes de resistir"
PS: Acho sempre difícil atribuir uma pontuação a livros que sejam biografias, pois não forma como a história pudesse ser desenvolvida de outra forma (infelizmente neste caso)
(Antes de iniciar a crítica, quero apenas deixar uma breve nota sobre o título e a capa deste livro em português, que em nada influenciou a minha avaliação: a escolha de palavras para "O Carteiro de Auschwitz" é enganadora; a imagem da criança numa bicicleta também. Para mim isto traduz-se na exploração do tema e no aproveitamento do mesmo para vender e chegar às massas, numa tentativa de suavizar os horrores que foram vividos e as atrocidades cometidas no Holocausto. Esta é uma história real, crua, de um sobrevivente judeu polaco. Não era carteiro nem era uma criança quando entrou nos campos e, para mim, referirmo-nos a um relato horrendo como este como uma história de esperança é ultrapassar os limites do ofensivo. É, sim, uma história de sobrevivência de alguém que procurou manter-se vivo e agarrar-se à esperança de ser salvo, mas o que lemos vai muito além disso, e penso que é importante lembrar aqueles que procurem ler este livro.)
Esta obra conta-nos a história de um sobrevivente judeu, que passou por vários campos de trabalho forçado durante a II Guerra Mundial, tendo passado alguns anos em Auschwitz. Sem família, Joe (nome que adotou depois de emigrar para os EUA) luta diariamente pela sobrevivência, em cenários que hoje nos são impossíveis conceber, mas que não podemos nunca esquecer. Um relato duro sobre os acontecimentos que marcaram os prisioneiros durante a guerra, que descreve a brutalidade com que o povo judeu foi tratado pelos nazis alemães. Recomendo a leitura a todos, uma vez que acredito que é necessário ler os testemunhos daqueles que passaram por estas atrocidades, compreender que pessoas reais foram tratadas desta forma e nunca esquecer que estas histórias poder-se-iam reproduzir num número incontável, não fossem os milhões de pessoas assassinadas num dos momentos mais negros da História da humanidade.
Um livro incrível. Uma história real, que muitas vezes me emocionou. Uma história triste. Mas uma história de coragem, de luta, de sobrevivência. Merece ser ouvida, merece ser lida, como sempre digo em todas as histórias de sobreviventes de Holocausto. O único problema deste livro, na minha opinião, e ser demasiado grande. E ótimo a maneira como o escritor e descritivo, mas deu por mim já a meio sem saber bem o que tinha acontecido no início. Há pormenores que acabam por ser “esquecidos” porque é muita informação a acumular. E um livro de leitura fácil, mas no entanto acabei por me perder no meio. Há determinadas situações em que o tempo na história muda, e mais à frente já volta atrás. Torna-se um pouco confuso. De qualquer das maneiras leria de novo, e um livro realmente bom, e com uma história desoladora, mas uma lição enorme! Recomendo!
"O carteiro de Auschwitz", no título original "Defy the darkness: A tale of courage in the shadow of Mengele" é o relato de sobrevivência de Joe Rosenblum. Nascido em Miedzyrzec, na Polónia, perdeu todos os seus familiares no Holocausto mas conseguiu sobreviver para contar-nos a sua história. Um jovem adolescente quando os nazis invadiram a Polónia e se iniciou a Segunda Guerra Mundial, testemunhou de perto a máquina de horrores do III Reich através das duas passagens pelos campos de concentração de Madjanek, Auschwitz-Birkenau (que ajudou a construir) e de Dachau já na fase final da guerra e da libertação pelos Aliados. "O carteiro de Auschwitz" é muito mais do que um livro de um sobrevivente. Lê-se na capa da edição portuguesa que "Só aqueles que mantêm a esperança são capazes de resistir". Joe Rosenblum manteve a esperança, a bondade e a empatia por quem o rodeava numa realidade que nos parece, nos dias de hoje, totalmente paralela e inconcebível. Ou talvez não... A sua alcunha de carteiro de Auschwitz resulta da sua colaboração com o movimento underground em Auschwitz para o qual transportava cartas e mensagens com a evolução da guerra. Este não é um livro cor-de-rosa ou romanceado como muito agora se diz sobre os livros que têm Auschwitz no seu título. É um livro com partes bastante duras e gráficas que nos arrepiam e mexem com o estômago. Não existem aqui histórias de amor ou o romantismo do sobrevivente. Existe alguém que perdeu toda a sua família, que arriscou a sua vida permanentemente por acreditar que valia a pena ajudar o próximo. Cruzou-se com Mengele, o Anjo da Morte de Auschwitz, e sobreviveu para nos falar dele. Sem dúvida, um relato de vida que vale a pena ler. Como o próprio Joe nos escreve no epílogo do livro, os campos de concentração, por piores horrores que lá se tenham passado, não devem ser destruídos para que as gerações presentes e futuras não se esqueçam do que lá se passou e que não o repitam no futuro. Por isso, este é um livro essencial para o projecto Ler é respeitar a história: conhecer a vida de um sobrevivente para que possa respeitar todos os que morreram, os que sobreviveram e aqueles que todos se dias lutam contra o renascer de algo horrendo assim. Mais do que válidas as cinco estrelas que dou a esta leitura!!
Em primeiro lugar, o livro não é apenas o que diz a capa e o título. O "carteiro" (e quem o leu vai perceber o porquê das aspas) não é um menino com chapéu de carteiro e bicicleta. Eles nem sapatos adequados tinham. Por outro lado, preferia que mantivessem um título mais próximo do original. Por vezes penso se quem fez o título da edição Portuguesa realmente leu o livro. Dito isto, quem comprou o livro pela capa vai encontrar muito mais do que espera e deverá estar preparado para a crueldade que foi a Segunda Grande Guerra.
Na verdade, Joe só vai para Auschwitz na segunda metade do livro. Antes disso Joe faz-se passar por gentio, vê a sua cidade ser transformada em gueto, passa por outro campo de concentração. Depois de Auschwitz ainda passa por outro campo e pela caminhada da morte. É um livro de luta pela sobrevivência, contado na primeira pessoa. Eu diria que é muito completo porque Joe conta a sua experiência vivida desde o início da guerra até ao fim.
Teria dado 5 estrelas se não tivesse sido tão repetitivo em alguns pormenores (percebemos que a limpeza era muito importante para os Alemães e que pode ter sido um ponto crucial para a sobrevivência de Joe, mas não era preciso repetir essa informação constantemente e por todo o livro).
"O Carteiro de Auschwitz" é um livro que narra a história verídica da vida de Joe Rosenblum na época da Segunda Guerra Mundial e da perseguição nazi aos judeus.
Este livro tocou-me e abalou-me profundamente. Fiquei completamente atónita com a vileza e crueldade que o ser humano pode assumir. Houve vários momentos em que precisei de fazer uma pausa da leitura e refletir sobre o que acabara de ler. Chorei, comovi-me, entrei em choque, mas continuei. Cedo fiquei impressionada com a força deste autor, que desde tão tenra idade mostrou uma força inabalável. Aprendi muito com esta leitura, refleti bastante e isto tudo fez-me realizar o quão sortudos a maioria de nós é, apesar de não darmos muito valor.
Quero dar a este livro cinco estrelas, não só pela boa escrita, como pela narrativa, mas também porque sinto que, como o livro é um pedaço vivo da história e a memória de uma família, em respeito a eles, ou não o avalio em termos de pontuação ou dou-lhe cinco estrelas. Como o acho um livro excepcional, opto por conceder-lhe cinco estrelas.
Atenção, este livro é duro, mas a literatura é suposta mexer connosco.
4,5 * Já li muitos livros sobre o Holocausto e II Guerra Mundial, porque é uma temática que me agrada, mas este é o LIVRO. Não dou as 5* porque causa do título, Joe não foi nunca carteiro! É uma história verídica sobre sofrimento, perda, morte, resiliência, generosidade e espírito de sobrevivência, contada de uma forma muito descritiva e envolvente, como se fosse um diário, com uma carga emocional intensa e que me deixou com um aperto no estômago
Um relato emocionante sobre a vida de um Judeu durante a 2 guerra mundial, realmente uma história de superação. Acontece cada situação que parece saída de um filme de terror, embora tudo tenha acontecido. Fica difícil não ficar sensibilizado, estive sempre com uma sensação de desconforto enquanto lia. Mas adorei, é importante aprender sobre o passado para não voltar a repetir os erros.
Uma narrativa que nos leva até aos tempos do Holocausto, com uma leveza de escrita e detalhes na primeira pessoa que o tornam muito bom. Única questão, que me leva a dar 3 estrelas: a tradução e edição portuguesas têm erros de sintaxe e lapsos vários, que estragam o fluir da leitura. Exemplo: "pisou-lhe a mãe", em vez de "pisou-lhe a mão". Mas tirando isso, gostei muito.
Incrível na descrição da dor, na luta pela sobrevivência, na crença em Deus apesar do horror do Holocausto, no instinto de solidariedade. Joe foi e será um verdadeiro herói. Já li alguns livros sobre a temática, contudo pelos pormenores aqui revelados este torna-se particularmente doloroso de ler. A maldade humana é vergonhosa.
O livro é bom e não tem nada de errado exceto algumas palavras que eu acredito que sejam erros de impressão e tradução. A história é muito boa e é um bom reality check mas eu prefiro outros livros que tratam este tema
De uma dureza brutal. É tão duro de ler e é difícil de nos capacitar que é contado na 1a pessoa. É também uma lição de otimismo e de fé, seja ela qual for.
Though very hard to read at times, this book is a powerful witness to Nazi atrocities and a testament to Joe Rosenblum's resilience, optimism, and generosity.
In 1939, Joe Rosenblum lived an ordinary life in a small Polish city with his parents and six siblings. Over the next six years, the family, the city, and their entire way of life would be systematically destroyed by the Nazis. Joe's story of survival is unbelievable. He endures the most horrific things imaginable - from torture, illness, starvation, and slave labor to witnessing the murder of his brother and countless other people - but manages to survive through his unflagging hope, faith, and a good deal of luck.
The writing is a bit unpolished, and at times feels repetitive and contradictory. Additionally, though Mengele does appear, he is by no means a major player. The use of his name in the title seems like something the publishers/marketing came up with as a ploy to cash in on his infamy, rather than an appropriate and organic subtitle for the book. But these minor things don't detract from the power and emotion of the book.
It's an dark story, of course, and in the epilogue, Joe discusses how he has kept most of these details to himself for decades. But it feels important that he finally put down in words what he lived through - as more and more Holocaust survivors pass away, the world needs to have a record of what happened to them. Joe has done a remarkable job of putting his story down, creating a gripping and emotional book that will not soon be forgotten once read.
Um Livro que nos leva às memórias mais profundas de um sobrevivente do Holocausto. A escrita simples e pormonizada permite-nos imaginar o que Joe, a sua família, os seus amigos e os seus companheiros passaram nas mãos dos Nazis. Joe demonstrou um tremendo espírito de resiliência, coragem e esperança, mas sem dúvida, o que mais me marcou, à medida que fui lendo os seus relatos, foi sem dúvida o seu altruísmo. Mesmo passando fome todos os dias, sempre que arranjava comida ou mantimentos extra partilhava-os. Salvou muitos seres humanos, incluindo crianças, mesmo que para isso tivesse que arriscar a própria vida.
By far, one of the best accounts of a survival story I have ever read. I admire Joe Rosenblum on every level and extremely grateful that he shared and documented his story. He absolutely does not shy away from the gruesome brutality in the camps which makes this a very painful read. His insight helped me picture the camps in a way no other book has. An absolute must read for anyone interested in the period!
Nunca esquecerei este livro nem esta história. Li tantas reviews sobre ele que estava muito curiosa para ler. Li, e apesar de tudo, tão cedo não terei coragem de ler outra história que seja sobre o Holocausto. Apesar de saber algumas coisas sobre o assunto (obviamente), ler o relato de um sobrevivente foi muito...chocante e poderoso. Custa-me acreditar que a humanidade chegou àquele ponto. Dei por mim a ler e com os estômago apertado, às voltas, revoltada com tamanha crueldade para com seres humanos inocentes e indefesos. Foi um dos livros que ao início me custou começar a ler, a entrar na história... não conseguia ler muitas páginas seguidas sem ter de fazer uma pausa, mas comecei a gostar, a envolver-me, em querer saber o que aconteceria ao Joe, à família dele, aos amigos e vizinhos. Li 150 páginas num dia para o terminar. O Carteiro de Auschwitz ensinou-me muito. Mostrou-me até onde a crueldade do ser humano pode ir, mas também que o poder da resistência, da perseverança e da fé é enorme, mesmo quando o mais fácil seria desistir de uma vez por todas e acabar com tamanha atrocidade e sofrimento. Apesar de ser uma leitura que considero pesada, triste e chocante, vale muito a pena. Espero um dia conseguir ter estomago e coragem para ler outras obras que já ouvi falar como O Tatuador de Auschwitz ou As Gémeas de Auschwitz. Gostava que o mundo fosse um lugar melhor e apesar de neste momento ser muito melhor que na altura das guerras mundiais, nada nos garante que uma terceira guerra não aconteça. Ninguém está imune nem livre disso. Resta-me ter esperança que o sucedido não se repita...nunca mais. Por ser uma história real e tão bem contada, ainda que contenha palavras em alemão difíceis de pronunciar mentalmente enquanto lemos, a minha avaliação aos meus olhos é muito merecida. Que a história do Joe e de tantos outros sobreviventes, nos sirva de lição para o nosso presente e futuro.
Defy The Darkness tells us the true story of Joe Rosenblum, a Polish boy, that survived Holocaust and the nazis’ concentration camps. Joe is a polite, hardworking, kind and emphatic boy. During the hard times of war and the concentration camps, he helps everyone he can, even if that means harming himself. And that was what moved me the most in this story: even though this war brought up the worst in the world, it also showed the solidarity and compassion among those that, even suffering, still managed to help others.
Joe’s story makes us put into perspective our lives and our problems and makes us realise that there are far more important things than our daily dramas. By reading his accounts (many of them completely chocking) we can place ourselves in his shoes and feel a tremendous amount of respect for Joe and other people like him and all they’ve done.
This book is a real lesson of history, humanity and compassion. I got to know realities that were unknown to me, because I think that none of the fiction works about Holocaust depict the events in such a raw way.
As for the “technical” part of the book, I didn’t give it 5 stars precisely because I think the writing has some flaws. They repeat several times the same explanation four similar situations, something that I think is unnecessary, and there are some parts of the book where I think it’s hard to understand what’s going on because the author “jumps” several times between different time periods and situations.
Uma leitura angustiante, com embargo na voz e nos olhos... Ao mesmo tempo que nos prende e nos fere a cada palavra lida. Uma leitura, que apesar de sabermos que a história está a ser contada na primeira pessoa pelo Joe, tememos muitas vezes que não consiga sobreviver. Não sei como é possível um ser humano sobreviver a tudo quanto este povo sobreviveu, os que aguentaram... Um relato dum rapaz cheio de esperança, humildade, bondade e resiliência! Qualidades que lhe permitiram suportar o desespero e todas as privações durante tantos anos. Suportar as atrocidades cometidas a milhares de pessoas ao seu lado e a ele próprio, e ainda assim nunca perdeu a esperança, nunca deixou de ajudar e encorajar todos à sua volta! Atrocidades que não podem nunca ficar esquecidas ou apagadas pelo tempo ou falta de memória. 🖤🖤🖤 No fim de ler este testemunho, penso que realmente não temos valorizado as coisas certas nas nossas vidas. 😞😞😞 #books_mc #books_mc_2020 #books #books_2020 #lovemybooks #lovetoread #bookhaolic #booklover #adoroler #gostodeler #maisumlivrolido #bookstagram #improvemyself #instabook #grateful #goodreads #ocarteirodeauschwitz #joerosenblum #holocausto #auschvitz #auschwitzbirkenau #historiadavidareal
One of the best books I've read about the Holocaust. A very detailed account of how Joe Rosenblum survived the shutting down of his city in Poland. His numerous escapes, and once captured, his will to survive. He spent 6 years in 3 different concentration camps. He always had a positive attitude that he passed on to his fellow prisoners despite daily beatings. He found a way to sneak into the garbage dumpsters for extra food he would share. He stayed as clean and presentable as he could by finding slivers of soap and used razor blades. He would take it upon himself to clean the German's spaces and their equipment. The Germans loved to have things clean and orderly. This paved the way for better jobs, eventually becoming part of the camp underground as a courier. He was liberated during a death march towards Switzerland by the Americans.