Uma meditação comovente e poética, de um padre espanhol e discípulo zen, sobre as profundas alegrias de confrontar a si mesmo através do silêncio Pablo d’Ors, um padre católico, teve sua vida transformada pela meditação zen e pela prática do silêncio. Com honestidade e franqueza, bem como uma escrita clara e lírica, d’Ors compartilha sua luta para começar a o tédio, a inquietação e a distração. Porém, ao perseverar, o autor descobre não apenas uma profunda paz e compreensão de sua verdadeira natureza, como também que o silêncio, mais do que um retiro, nos permite aproveitar a vida tal como ela é. E a meditação rompe a estrutura de nossa personalidade até que a rachadura se alarga, a velha personalidade se quebra e, como uma flor, uma nova começa a crescer. Meditar é assistir a esse fascinante e tremendo processo de morte e renascimento. Um livro impressionante, Biografia do silêncio ensina a se aventurar na obstinada busca de si mesmo. Com mais de 200 mil exemplares vendidos no seu lançamento, e publicado no mundo todo, este best-seller sem precedentes ajudará você a compreender a importância dessa humilde, mas profunda virtude que é a atenção consciente.
Ate um pouco mais da metade do livro eu tava amando mt a leitura, achando mt profundo e inspirador tudo q o autor dizia, achando mt bem escrito e tal. Mas ai la pelo último terço a coisa desanda numa especie de conformismo e de responsabilização pessoal por todas os sentimentos ruins q se pode ter. No final ficou escancarado q era realmente um europeu escrevendo para europeus ou outras pessoas do primeiro mundo. Simplesmente o cara diz q os problemas q nos temos a gente q inventa e q é só questão de perspectiva. Ou seja, n existe fome, n existe guerra, n existe doença. É só uma questão de perspectiva e cabe a você meditar pra superar esses problemas. Ai eu fiquei puto. Considerei botar a nota como 3 estrelas por causa disso, pq achei mt sem noção. Eu entendo a perspectiva zen que ele adota e q no fundo ele ta falando de desapego e etc etc. Mas, mesmo escrevendo mt bem, ele n foi capaz de fazer as ressalvas necessárias pra ao menos insinuar - quando mais deixar claro - q n era so um cara com poucos problemas na vida além do ego escrevendo pra outras pessoas com poucos problemas alem do ego. Enfim, acho q vale a leitura msm assim, apesar do estresse no final. Eu acabei tendo muitos insights positivos durante a leitura, q me ajudaram a elaborar questões pessoais profundas e difíceis. O livro tbm tem uma abordagem, pela maior parte, bastante secular e pessoal da espiritualidade, o q abre espaço pra pessoas q n são budistas nem cristãs (o autor é um padre católico com influencias zen budistas) se identificarem com as experiencias narradas e n precisarem de repertórios prévios pra entender a mensagem. Eu ja recomendei pra mts pessoas esse livro, mas acho q tem de ser lido com criterio, de forma critica, pq tem hrs q ele viaja. Aproveita o q é bom e o resto joga fora. É isso.