Rocco Salvatore é o Capo da Cosa Nostra. Não é conhecido por sua misericórdia, ao contrário, ele é um dos homens mais perigosos que caminham sobre a terra. Letal e calculista, elimina cada obstáculo com uma ordem fria e sem piedade. Não sabe o significado da palavra medo, e desconhece os limites da maldade. Apesar de tudo, esconde debaixo da casca dura de crueldade um único desejo que se tornou seu maior segredo; a inocente afilhada de sua mãe, aquela que têm os olhos de cigana selvagem, a que traz tormenta e abala seu mundo milimetricamente controlado. A única que tem coragem de enfrentá-lo e que conhece o que está sob sua pele. Aquela que foi capaz de alcançar seu coração amortecido e o reduzir a nada com seus caprichos de menina levada. Beatrice Pozzi representa a pior parte dele, a parte que foi capaz de ceder à tentação de quebrar uma promessa feita muitos anos antes, quando jurou jamais amar. E ele quer distância dela. Porém, quando a vida da preciosa protegida de sua mãe corre perigo, ele terá que escolher entre lutar contra a tentação ou ficar o mais perto possível para salvá-la. E vai perceber que não é o homem inabalável que sempre pensou ser, quando a menina determinada o alcança e o faz perceber, que a maior batalha que vai travar na vida é contra ele mesmo.
*História independente. Livro Único. Atençã Conteúdo adulto. Pode conter gatilhos.
Eu achei o começo um pouco lento, mas entendi que foi para nós fazer entender um pouco dos personagens principais. Entendi pq o Rocco tinha ressalvas e medo do amor pela forma que perdeu um ente querido, como também entendi a Beatrice, mas fiquei incomodada em alguns momentos em como o Rocco alegava que fazia de tudo pra proteger ela, mas não pensava duas vezes em ele mesmo chutar o balde, que ele magoava-a para a afastar dele e protege-la quando na verdade ele se escondia atrás disso para não assumir o que sentia, confesso que isso me irritou. Senti falta de uma postura mais altiva na Bea igual quando ela enfrenta o Rocco e as Giordano. Uma questão também foi em como o problema em questão alternava, uma hora era X, mas não era pq era Y e depois voltava a falar que era o X. Apesar do ritmo que particularmente para mim melhora na metade do livro, no geral foram personagens que me instigaram a ficar até o final para saber o desfecho, gostei de ver a relação da Beatrice com outros personagens, dos momentos dos pp e da questão levantada em relação a classe trabalhadora. E o final foi aquele sentimento de felicidade de saber que depois de todos os acontecimentos tudo ficou bem e que cada um deles puderam se ajustar e terem seu final feliz.
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