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Outside Belongings

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Outside Belongings argues against a psychological depth model of identity--one in which individuals possess an intrinsic quality that guarantees authentic belonging. Instead, Probyn proposes a model of identity that takes into account the desires of individuals, and groups of individuals, to belong. The main ideas she considers--"the outside", "the surface", and "belonging"--allow her to articulate, in concrete terms, her precise concerns about sexuality and nationality.

181 pages, Hardcover

First published January 1, 1996

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About the author

Elspeth Probyn

13 books8 followers
Elspeth Probyn is an Australian academic. She is currently Professor of Gender and Cultural Studies at the University of Sydney. She is a Fellow of the Australian Academy of the Humanities, and Fellow of the Academy of Social Sciences in Australia.

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Profile Image for Guilherme Smee.
Author 28 books195 followers
January 24, 2019
Neste "livro-irmão" de Sexing the Self, Elspeth Probyn não quer falar apenas de identidade, mas de pertencimento, afirmando a superficialidade (no sentido de suporte) da identidade. Ela quer estudar o desejo não como uma instância psicológica, mas como uma substância de atravessamento para os estudos queer, como algo que defina o movimento entre o pertencimento e o não-pertencimento do queer, entre o estranho e o familiar, mas principalmente a dicotomia entre singularidade e especificidade, que são matérias-prima do que pensamos como identidade. Ela acredita que o desejo ultrapassa o binarismo: "Assim, como um problema, o desejo me obriga a trabalhar ao longo das linhas constantemente estabelecidas entre e entre o desejo, o ser, o corpo, a imagem, o movimento. Também deve nos levar a ser cautelosos em reterritorializar uma prática (seja ela queer ou outra)" (p.48). Probyn então sugere que devamos buscar por uma "metodologia do desejo", ao analisarmos textos ou textos encarnados em imagens quando eles se referem ao queer. Para ela, uma imagem é queer na medida em que ela faz a conexão entre o representante e o representado e, por isso, ela é movimento, ela é atravessamento e desejo ao mesmo tempo. Claro, o livro trata de muitos outros assuntos ligados ao pertencimento, mas, para mim, foram os capítulos "Being a horse: transports of desire" e "On the surface" que mais me impactaram e trouxeram novos arcabouços para meus estudos. Agora preciso ir atrás do primeiro livro de Probyn.
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