Eu sonho, espero, que ele consiga. Deixe-o finalmente perceber que não estou fazendo nada de bom. Hoje ou daqui vinte anos. Sonhar é o que me resta. É livre e não existe prazo de validade. Posso sonhar hoje que ele será feliz e só será verdadeiramente daqui a cem anos. Adivinha? Ainda será um sonho se tornando realidade.
"POR ONDE VOCÊ ANDOU SEM MIM é o retrato de duas vidas que se colidem e desmoronam na mesma medida. Com uma escrita honesta e sensível, Nina discorre sobre um sentimento real de forma vulnerável, que em poucos capítulos consegue abordar uma vida inteira de expectativas" - Hendy Gripp, criadora de conteúdo literário no Madruguei Lendo
eu não sei se gostei do conto. é escrito de um jeito bem simplista (o que me incomodou um pouco, mas depois eu acabei me acostumando) mas tem frases bem bonitas. a construção de mundo peca bastante e os personagens são clichês (não de um jeito bom). o final é ok, entretanto. foi uma leitura rápida, mas um balde de água fria, já que no instagram da autora ela compartilhou uma resenha comparando a história à pessoas normais. no final, dei duas estrelas pois me decepcionei bastante mas valeu a leitura, já que esse é um dos primeiros contos que leio. 💓
eu tenho a leve impressão de que não entendi absolutamente nada, apesar de ter sim entendido, só não faz sentido. talvez eu tenha criado expectativas muito altas, acredito que a autora poderia ter explicado algumas coisas, parece que tudo fica por conta da imaginação do leitor. apesar de tudo, ainda daria uma segunda chance para um futuro livro dela.
p.s.: como fã #1 de pessoas normais, discordo das comparações.
amei! acho que mostrou em poucas páginas que amor pode vir em várias formas e a personagem principal não soube como amar - apesar de o amar mais que tudo. é complexo porque quando a gente pensa em amor pensamos em algo puro que vem pra acrescentar, genuíno. nesse caso o amor é real mas os traumas do passado a fizeram amar “errado”. mas como ela poderia amar diferente se a única forma que a amaram foi violentamente? é a única forma que ela sabe demonstrar esse sentimento, machucando. mas apesar de tudo, de se sentir culpada e não capaz, ela quer mudar, ela quer aprender a amar, ela quer ser uma pessoa melhor, não só para si mesma mas para ele.
* não acho que o livro “passe pano” pra relacionamento abusivo, nenhum dos dois em momento algum quer manter o relacionamento dessa forma, não é atoa que ela terminou e não é atoa que ele falou para ela voltar quando estivesse pronta. é importante ler apesar da escrita, se colocar no lugar, não ver no preto e branco
Li numa sentada; achei a escrita desse conto meio fanficona, mas não me incomodou tanto. Rapidinho, nada que me atraísse os olhos, provavelmente vou esquecer, tem um projeto de pseudo plot twist levemente interessante e é isso
Se Sally Rooney escrevesse contos seria bem próximo disso aqui. O começo tava muito legal e tem frases muito bonitas, mas acho que faltou alguma coisa pra leitura me pegar de jeito
Esperava muito, mas muito mais desse livro. Li junto com uma amiga e nós duas odiamos, mas como ela não tem skoob, venho aqui trazer a minha insatisfação e a dela. Acho que esse foi o livro mais embolado que eu já li em toda a minha carreira, não dava para saber o que ela estava falando, com quem estava falando, sobre o que estava falando. O psicologo dela ( que só depois fomos entender que se tratava do namorado dela) não fala nada de interessante e útil, ele só joga frases genéricas e tá tudo certo, inclusive, não tem uma frase que preste nesse livro, as únicas duas frases "marcantes" foram as que usaram para me panfletar o livro e como eu já as tinha visto em um vídeo, perdeu a graça quando li e mesmo essas não valiam a pena serem marcadas pois estavam inseridas em um contexto totalmente tosco. É absurda a quantidade de cenas de sexo que tem em um livro tão curto. Quando eles estão juntos tem cenas assim, quando eles estão separados ela fica lembrando desses momentos, quando ela vai falar na terapia sobre uma memória muito importante sobre ela, a memória tem o que? mais sexo. Não tem nexo nenhum, não tinha pé nem cabeça, era simplesmente jogado ali. Acho que a intenção da autora era vender a protagonista como " uma pessoa quebrada que assume seus muitos erros e apesar de ela mesma se odiar, não devemos fazê-lo porque ela é um ser humano", mas nem eu nem a amiga que leu junto comigo sentiu isso, porque, sinceramente, a protagonista é uma escrota incurável. E tudo bem ela tem traumas e isso e aquilo, mas ela continua sendo a protagonista mais desgraçada que eu consigo me lembrar, ela sabe que ela é uma ridícula, mas ela não muda e acho que mesmo no final de tudo ela não mudou, já que dizem que se ela não conseguir mudar por ele, eles não ficarão juntos e no final do extra desse livro eles não parecem estar juntos.