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Na Memória dos Rouxinóis

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Um romance extraordinário, feminino (embora sobre homens), em torno de um matemático que encomendou a sua biografia antes de morrer.
Jorge Rousinol é um matemático galego, que sempre defendeu o esquecimento como o melhor veículo para a tomada de decisões acertadas. No final da vida encomenda uma biografia sua a uma casa editora. Estranha decisão para quem nunca quis recordar. O biógrafo escolhido acaba por ser alguém com quem privara décadas antes e que se vê, ele próprio, enleado em memórias moribundas.

É um romance em três tempos (o do passado do biografado, o do passado do biógrafo - e o do presente, que os une), que vê no arrependimento outra forma de se lidar com as recordações. Biógrafo e biografado conseguirão, em parte, o que pretendem: não se trata de esquecer, mas sim de escrever uma confissão. Uma escrita fantástica, inesperada, inovadora - de uma leveza surpreendente. Diálogos muito bem escritos, sensuais. Incursões pela magia dos números primos. Desenlace inesperado.

216 pages, Kindle Edition

Published February 1, 2018

3 people are currently reading
137 people want to read

About the author

Filipa Martins

9 books35 followers
Filipa Martins nasceu em Lisboa, em 1983. É jornalista desde 2004, tendo colaborado em publicações como o Diário de Notícias, Notícias Magazine, Evasões e Jornal i.

Recebeu o Prémio Revelação em 2004, na categoria de ficção, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), com Elogio do Passeio Público, o seu primeiro romance publicado em 2008. Recebeu ainda o prémio Jovens Criadores do Clube Português de Artes e Ideias, com o conto Esteira. O seu segundo romance, Quanta Terra, foi publicado em 2009. Publicou, em 2014, o último romance pela Quetzal intitulado Mustang Branco.

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1 star
8 (7%)
Displaying 1 - 30 of 30 reviews
Profile Image for Rita.
912 reviews190 followers
October 20, 2022
DNF pág 41

Consegui chegar à página 41 sem perceber absolutamente nada da história, sem conseguir lembrar-me do que li antes, ou melhor lembro-me de uma fórmula matemática e de umas considerações sobre o IKEA. Muito pouco para 40 páginas.

Não gostei da escrita demasiado elaborada e com momentos de calão absolutamente desnecessários.

Ao contrário do que se poderia adivinhar de uma meninice passada num lar masculino, Silvana não foi protegida pelos irmãos nem mimada pelo pai, a alcofa onde cresceu não era cor-de-rosa e abainhada com tules, e um bando de pássaros alados não lhe sobrevoaram o sono, compondo no teto uma pintura celestial e um pouco assustadora. Teve de erguer os punhos umas quantas vezes para se proteger da violência das brincadeiras dos irmãos e de aprender má linguagem. As mulheres que foram criadas entre homens e por homens desenvolvem cedo a técnica do murro nos colhões e andam com a latrina na boca.
Profile Image for Sofia.
1,040 reviews127 followers
January 4, 2019
Este é um daqueles livros que eu esperava que me arrebatasse: gostei da capa, do título, da premissa, faz parte do PNL, a escritora é tida como a grande esperança da literatura portuguesa...Contudo, apesar de reconhecer que Filipa Martins escreve muito bem, tenho sentimentos muito contrários aos esperados.
É verdade que a linguagem é belíssima, uma poesia dentro da prosa, mas talvez por isso mesmo, às tantas, o leitor perde o fio à meada e acaba por se perder o impacto da perfeição da escrita precisamente porque quase todas as frases são floreadas (o chamado "mais do mesmo").
Depois (e por último): temos uma história? Não sei. Que factos há a relatar sobre o enredo? Em 3 frases curtas poderíamos resumi-lo, o que torna o livro oco.
Um recipiente de palavras e frases bonitas, é assim que descrevo este livro.
Vou ler outros livros da autora, porque quero mesmo mudar a minha opinião.
Profile Image for Sara.
21 reviews4 followers
January 3, 2021
Que desilusão.

Embora a contracapa pareça prometer, cheguei ao fim do livro sem perceber qual é realmente a história do livro. Se é que a tem.
A escrita roça o pretensioso, muitas palavras “caras”, mas conteúdo é pouco.
A autora parece tentar fazer com que todas as frases sejam líricas, que nos perdemos no meio delas.
Dei por mim a ter de reler variadas frases devido aos floreados que a autora tenta imprimir em todas as folhas ou até de ter de ir ao dicionário procurar significado de uma ou outra palavra.
No fim, o livro é oco, umas quantas frases bonitas e palavras difíceis, mas o leitor pouco retém do livro que leu.
Profile Image for Rodrigo.
30 reviews3 followers
dnf
December 22, 2021
Não consigo terminar, por isso não vou atribuir uma pontuação.

Desagradável de ler, com uma escrita tão pretensiosa que se sobrepõe à narrativa.
Profile Image for Sofia Teixeira.
608 reviews132 followers
April 20, 2018
Filipa Martins não desilude! :)
Na Memória dos Rouxinóis é o quarto romance de Filipa Martins, mas apenas o segundo que me passa pelas mãos. Lembro-me perfeitamente de sensação com que acabei Mustang Branco - uma espécie de assombro e admiração. Ao entrar nesta sua mais recente obra, já tinha em mente que Filipa Martins "é um caso sério" da literatura portuguesa e este romance reforçou essa mesma impressão. Desde o seu início que o livro nos toma de assalto. Seja pela teoria base, em que o esquecimento é tido como a melhor arma para tomar decisões, seja por termos um casal homossexual na trama principal, característica que não tem sido assim tão explorada na nossa literatura. Forte e carismática, a narrativa de Na Memória dos Rouxinóis deixa ecos e debates no nosso interior que permanecem bem vivos semanas após termos terminado a leitura.



Sempre que iniciamos uma leitura, à partida já sabemos se foi escrito por uma mulher ou por um homem através do nome do autor, que podemos ou não reconhecer. Mesmo que não soubéssemos, quem é que nunca sentiu que certo livro só poderia ter sido escrito por um ou homem ou por uma mulher? Já se perguntaram que marcadores é que acabam por distinguir as duas narrativas? Pergunto isto porque se me apresentassem este livro sem identificação de quem o escreveu, eu provavelmente não saberia dizer se teria sido homem ou mulher. Talvez pendesse os 51% para o lado masculino e é este 1% que acaba por distinguir, pelo menos na minha opinião, Filipa Martins. Na Memória dos Rouxinóis não é um romance convencional, mas toca em vários aspectos do quotidiano comum. A vida em casal, a vida em juventude, em velhice, a vida pessoal, a vida profissional, as escolhas que fazemos e as que deixamos por fazer. Mistura teorias científicas, matemática, computação e condição humana. Riqueza e diversidade de interesses é coisa que não falta neste romance.



Não sendo o mais fácil dos romances, é uma obra em que vale a pena mergulhar e navegar com a devida calma para não se perder nenhum pormenor. É contada em três saltos temporais, sendo necessária alguma concentração para nos enquadrarmos no devido tempo e cenário. Mas toda esta "exigência" vale a pena e é compensada com uma linguagem eloquente, directa e provocadora. Resumindo, e relançando o mote, o que é que leva uma pessoa que sempre defendeu a teoria do esquecimento a querer, de repente, a sua biografia registada e publicada? Em que momento das nossas vidas é que o medo de sermos esquecidos nos invade? E porquê? Será que temos noção que muitas das decisões que tomamos no dia-a-dia é porque, pelo menos por momentos, esquecemos que certas coisas já nos aconteceram? Como referi no início desta opinião, são vários os ecos que esta obra deixa em nós e estas perguntas são perguntas que hoje em dia chego a discutir com colegas. Sendo eu das ciências informáticas, existem modelos de aprendizagem e de simulação que se baseiam puramente no presente e, no máximo, na iteração anterior. Ou seja, baseiam-se no esquecimento do passado para aprenderem o melhor passo seguinte. Curioso, não? Obrigada, Filipa Martins, por este contributo tão especial e único para a literatura portuguesa.
Profile Image for Maria João (A Biblioteca da João).
1,387 reviews251 followers
May 1, 2018
6 de 10*

Acredito que cada livro tem o seu tipo de leitor. Infelizmente não sou a leitora certa para este livro. Bem escrito, mas com uma construção frásica complexa que me distraiu da história inúmeras vezes. Talvez por isso não o entendi nem me disse muito.
Fiquei com pena que assim tenha sido, uma vez que fui à apresentação do livro e fiquei bastante entusiasmada com a temática.

Comentário completo em:
https://abibliotecadajoao.blogspot.pt...
Profile Image for Graciosa Reis.
543 reviews52 followers
June 25, 2023

É o primeiro romance que leio dos quatro que Filipa Martins já publicou. É uma viagem surpreendente à memória de várias personagens de diferentes gerações da família Rousinol, à magia da matemática da criptografia e dos números primos.

No entanto, não é só de memória e de recordação que se trata, é bem mais do que isso, há o inevitável esquecimento (tão necessário para evoluir), o amor e a desilusão nas relações, o envelhecimento e a confissão no final da vida.

Filipa Martins consegue muito bem encadear as diferentes narrativas através de uma escrita poética, ritmada, por vezes provocadora. Não sendo, no entanto, uma leitura linear, requer alguma concentração para nos situarmos no tempo e no espaço. É um livro que leva o leitor a reflectir sobre a sua própria vida, sobre as decisões que toma no dia-a-dia.
Profile Image for Jose Carreira.
1 review
March 26, 2018
Li com muito prazer este livro. Foi a primeira obra que li da Filipa Martins e despertou-me a curiosidade para conhecer melhor a escrita desta autora que terá, certamente, um futuro promissor. Tem uma escrita ímpar, suave, que "agarra" o leitor e não lhe permite distracções pela intensidade das mensagens. Recomendo!
Profile Image for Joaquim Margarido.
299 reviews39 followers
February 21, 2021
“Não estaria Deus melhor se pudesse esquecer em vez de perdoar? Ou aquele tipo palestiniano do Jornal da Noite que perdeu a família num raide aéreo israelita? Ou eu, que me pergunto tantas vezes como é que chegámos a esta merda, Camilo?” Esta breve passagem do mais recente romance de Filipa Martins, “Na memória dos Rouxinóis”, revela-se particularmente importante na definição duma possível linha de leitura, não apenas pela abordagem a uma das questões existenciais da Humanidade mas, sobretudo, pela forma como conduz o leitor ao encontro daquilo que é definido como “esquecimento correctivo”, que o mesmo é dizer “esquecer pode ser a melhor solução para tomar decisões”.

Das certezas da matemática - esta é uma curiosa história em torno de um matemático e da relação com o seu biógrafo - às dúvidas do pensamento condicionado pela memória, Filipa Martins faz assentar a narrativa nos conceitos de memória e esquecimento, fundindo-os nessa moeda valiosa chamada tempo. Ao longo do livro, vamos percebendo que a memória é o único mecanismo capaz de trazer o passado para o presente, passado esse capaz de ser anulado ou modificado pelo esquecimento. Por outro lado, o esquecimento, ao mesmo tempo que é uma manifestação da degradação que é o tempo, permite anular o que a memória não consegue suportar dentro de si, ainda que as consequências possam ser imprevisíveis, como se dará a perceber.

Distribuindo a narrativa por três momentos temporais distintos, Filipa Martins oferece-nos uma história muito simples mas muito bela, onde sobressai uma superior eficácia na descrição dos espaços e uma enorme coerência na caracterização das personagens e na forma como articulam entre si. Adoptando uma linguagem crua e sem concessões, o livro desdobra-se entre razão e coração, sem esquecer o estômago, “vazamento de todos os foda-ses, perfurado porque não há pior úlcera do que a úlcera do tipo foda-se”. Não sendo um livro fácil (mas quem é que disse que os escritores existem para facilitar a vida aos leitores?), é no entanto um livro ao qual se adere incondicionalmente desde aqueles “olhos cinzento-espelho” que inundam os primeiros parágrafos. Este é, pois, um excelente romance, de cuja leitura se retira o maior prazer!
Profile Image for David Pimenta.
376 reviews19 followers
March 6, 2018
“Esquecer para decidir. A toada de Rousinol ter-me-ia dado jeito nos últimos anos. A mim, ao mundo, às relações institucionais entre Estados que se movem em guerras de Caim e Abel para se aliarem na iminência de um inimigo comum, […] até a Deus, que testa a santidade nos rosários de pecados a que empresta os ouvidos. Não estaria Deus melhor se pudesse esquecer em vez de perdoar?”

Não será o esquecimento a melhor arma para os males da humanidade, a forma de evitar ou atenuar decisões fatais que marcaram os acontecimentos das gerações passadas? Esquecer é o instrumento mais poderoso e eficaz para tomar decisões ao longo da vida: esta é a tese defendida pelo matemático galego Jorge Rousinol. A memória, tida como um dos elementos mais diferenciadores de seres humanos e animais, condiciona a evolução. Mas, numa fase avançada da sua vida, toma uma decisão que vai contra a teoria defendida ao longo da sua existência: encomenda uma biografia a uma editora. Quer deixar a sua vida escrita e relembrar as pequenas glórias e descobertas. O que leva este homem a violar o seu legado?

“Na Memória dos Rouxinóis” (Quetzal, 2018), o quarto romance de Filipa Martins, é, em traços gerais, um livro sobre a memória: entrelaça várias personagens de diferentes gerações para dar a conhecer o que leva um homem, no final da sua vida, a ir contra a teoria matemática que defendeu afincadamente. O biógrafo de nome Nino, que tem nas suas mãos a responsabilidade de contar o legado de Rousinol, o seu companheiro Camilo, sobrinho do matemático galego, Silvana, a encarregada de passar o trabalho encomendado ao biógrafo e os outros elementos da sua família, compõem a narrativa. A certa altura, os pedaços de memória que retratam o passado de Rousinol equivalem à escrita, em tempo real, da biografia encomendada. E esta é uma das grandes belezas do livro.

Para ler todo o artigo aqui: http://deusmelivro.com/mil-folhas/na-...
Profile Image for Manuela.
174 reviews
September 8, 2022
Histórias de Rouxinóis-homens ligadas no passado e no presente, evocando o sentido da memória, do esquecimento, das confissões e do arrependimento. Um jogo de escrita em torno de números e palavras, numa linguagem bonita e cuidada.
Perde-se um pouco na narrativa e às vezes nos avanços e recuos senti que perdi, um pouco, a singularidade das personagens.
Profile Image for Raquel.
166 reviews51 followers
May 20, 2018
Da fascinante história de Rousinol, que a meu ver torna o romance inesquecível, fazem parte o avô que só sabe o nome dos cinco primeiros netos e lhe chama sete em lugar de seis para ser um número primo, o pai que também era matemático e envia missivas criptografadas para o avô Rousinol, o xadrez como peça central e a brilhante teoria do esquecimento que tem tudo para dar certo se fosse remotamente possível conseguirmos agir como seres humanos sem passado, experiência ou memória.

http://leiturasmarginais.blogspot.pt/...
27 reviews
August 5, 2025
Um livro de leitura pensosa, que funciona como um exercício para encontrarmos palavras cujo significado não conhecemos. Ainda assim, a procura desses significados não acrescenta uma melhor compreensão do livro.
O livro pareceu-me um delírio, uma amálgama de palavras sem conexão; não lhes consegui extrair qualquer sentido — sobretudo nas constantes, que assumiam as letras por ordem alfabética em determinados trechos.
Um livro que me parece um puro exercício de exibicionismo com factos, conhecimentos, vocabulário rico, mas avulso e sem nexo. Frases que se seguem, mas cuja narrativa salta, muito frequentemente, de contextos, de narrador, de cronologia.
Um livro que pretende tanto, mas que concretiza pouco — não se faz chegar ao leitor.
A mim, passou como uma nuvem, deletável; nem uma frase cativante que me possa recordar na posterioridade.
Minto. Houve uma: a dedicatória — “Para o Ricardo, com quem subo a montanha.”
Profile Image for Rosa Barroco.
25 reviews1 follower
September 21, 2019

"Tudo se passaria abaixo do Equador, mas nao muito abaixo, onde a divisao se assemelhava ao traco de um lapis a correr no limite de um esquadro. As aguas claras de um encontravam no ocre do outro as suas balizas. Os caudais seguiriam em paralelo vinte quilometros para poente.
...
-Os dois rios sao as duas versoes de uma mesma historia, contadas por dois homens que assistiram aos factos ao mesmo tempo e que fizeram prova de memoria.
...
-Faziam o mesmo percurso e aparentemente corriam na mesma direcao, mas nunca se tocavam. Ate' que um matou o outro e passaram a correr num leito de sangue. Verdade e memoria correm lado a lado. A verdade e' morta pela memoria, que se sobrepoe."

pp84-85
1 review
March 27, 2018
Um romance que nos remete para a fragilidade do passado. "Na Memória dos Rouxinóis" é um livro sobre o esquecimento como alavanca do mundo, por oposição ao excesso de memória que conduz ao aniquilamento da decisão. Pelo menos é isso que Rousinol, o matemático galego e fio condutor da trama, defende até determinada altura da sua vida. Filipa Martins é uma escritora de múltiplos recursos. Este é um livro que dá luta, obriga a pausas para reflexão, cheio de planos entrecruzados. Inteligente, moderno e com capítulos curtos e densos, cada frase de "Na Memória dos Rouxinóis" parece ter sido trabalhada ao pormenor, sem pontas por atar.
Profile Image for Vânia Caldeira.
179 reviews3 followers
August 16, 2018
Ao início estranha-se e muito... Admiro a escrita elaborada de Filipa Martins mas, por vezes, é de tal forma complexa que acabamos por perder o fio à meada. Assim, sobretudo no início, perdi-me algumas vezes e levei algum tempo a compreender de quem eram as vozes de personagens que ouvíamos e a relação entre elas.
À medida que se tornou clara essa teia, o livro ganhou interesse. A receita é a habitual: amor, ciúme, conturbadas relações humanas, ambição, insegurança, arrependimento... De novo o interessante conceito de que o esquecimento poderia tornar as nossas decisões mais sensatas e assertivas.
Profile Image for Pi..
205 reviews7 followers
May 30, 2020
Leer, entretenerse y olvidar.

Un libro que se lee bien pero poco más que eso. Tiene algunas páginas chéveres. El uso continúo de groserias y palabras escatológicas por la autora al inicio del libro parece un poco forzado; luego se le olvida que ese era el tono y funciona mejor.

El uso de los números primos y la criptografía es un poco cliche. Fuera de la Fórmula favorita del profesor aún no he hallado autor que consiga usar esos temas con éxito (quizás se necesita un conocimiento profundo).
858 reviews
June 30, 2023
As premissas são excelentes: um matemático que começou por ter como nome um algarismo; um escritor com um casamento em crise que escreve sua biografia do matemático; uma mulher misteriosa a quem chamam mulher-alga. O problema é que são demasiadas histórias, demasiados tempos e várias geografias, e a narrativa perde-se.
Profile Image for Ricardo Mendes.
1 review
March 4, 2018
Combina, com uma enorme elegância, amor em decadência, criptografia e memória. O conceito de “esquecer para evoluír” é poderoso e actual, e é tratado de forma extremamente sensível e inteligente ao longo de todo o livro. Muito, muito bom.
51 reviews
May 19, 2019
Muito bom, gostei muito. A forma de escrita está muito bem conseguida e uma trama de personagens da mesma família acaba por nos trazer um desfecho não esperado. O esquecimento como forma de remissão e recomeço. Personagens fora do normal e bem construídas. A velhice, o amor, os remorsos.
1 review
February 25, 2018
"A solidão dos casados é difícil de explicar. Os casados na solidão estão preenchidos, quase calcetados por dentro, como um estômago cheio de pedras não está saciado." Perfeito!
Profile Image for Jorge Fonseca.
1 review
March 12, 2018
Li em dois dias. Nunca tinha lido nada desta autora e fiquei curioso depois de ver um vídeo de apresentação do Afonso Cruz. Foi uma revelação!
4 reviews
March 28, 2018
"Nasceu para ser número primo"; "Laços de amor que nos ligam a criaturas perfeitamente defeituosas"; "As razões por que Narciso amou Pausânias". Só os títulos dos capítulos já são um convite à descoberta.
Profile Image for Portugal.
5 reviews
May 8, 2019
Original, elaborado, este primeiro livro que leio da autora deixou vontade de conhecer mais da sua pluma.
Profile Image for HUGO CIRROSE.
30 reviews1 follower
July 10, 2024
Não faço a minima ideia do que é que acabei de lêr.... 😐
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