Durante a Primeira Guerra Mundial, Einstein, o antimilitarista, fica horrorizado por ver o seu grande amigo, o químico Fritz Haber, produzir gases asfixiantes. Mas, no início da Segunda Guerra Mundial, seria o próprio Einstein a escrever ao presidente Roosevelt para o incitar a construir uma bomba nuclear... Um químico nacionalista, um físico pacifista - dois destinos, para uma história extraordinária e apaixonante.
Nesta narrativa tudo é verdade. Os personagens são autênticos, tal como os seus comportamentos, privados ou públicos. Tudo foi por isso tratado em pormenor - por exigência da narrativa de Corbeyran -, e tudo foi escrupulosamente reconstituído, graças ao extraordinário trabalho gráfico de Éric Chabbert. Começa aqui, com a relação dos génios Fritz Haber e Albert Einstein, uma história que não sabemos até onde poderá levar a Humanidade.
(PT) Uma geração depois, Albert Einstein, o físico consagrado com o Nobel por causa das suas equações provadas em campo, passa os seus dias na América depois de ter assistido à ascensão dos nazis na Alemanha. Contudo, no verão de 1939, com quase 60 anos, recebe outro exilado, Leo Slizard, que pede a ele para escrever uma carta para o presidente Roosevelt, afirmando que os nazis podem ter a capacidade de produzir uma bomba atómica. Einstein, sempre pacifista, hesita, mas decide escrevê-la porque sabe que o futuro da democracia e do mundo está em jogo.
"As Guerras de Albert Einstein" é um conjunto de bandas-desenhadas sobre um dos grandes génios do século XX. No primeiro capítulo, fala-se da sua relação com Fritz Haber, seu amigo pessoal, mas que ajudou a elaborar a guerra química nas trincheiras da I Guerra Mundial, e que causou o suicídio da primeira mulher de Haber. Agora, famoso e consagrado, falamos sobre a sua contribuição para o arranque inicial para o Manhattan Project e a construção da bomba atómica.
Contudo, li isto pouco depois de ler os dois volumes de "A Bomba" e essa banda desenhada é bem melhor do que esta, e acho um pouco diminuída, apesar de ser a cores (em "A Bomba", é a preto e branco e os desenhos tem mais impacto) logo, o que posso afirmar que, apesar de ser coerente, existem livros melhores para explicar esta história.
Não achei o argumento muito claro... fiquei tive alguma dificuldade em segui-lo com atenção, pelo que não penso que este livro me vá ficar na memória. Mas é sempre interessante descobrirmos algumas curiosidades sobre personalidades históricas de que ainda hoje falamos!