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Tournée
Trata-se de um conjunto de crónicas - a maior parte já publicadas em livros anteriores de Gonçalo Cadilhe - divididas em "quatro pontos cardeais subjectivos", como explica o autor e viajante:
- O que abre o livro, Ocidente, recolhe as viagens que efectuou "pelos territórios descobertos por Colombo, as suas ‘Índias’, todo o pedaço de planeta que resultou da empresa colombiana", a América Latina;
- O Sul, "tudo o que nos está a Sul, e que vem precisamente do chamado ‘sul do mundo’ quando se quer falar das suas regiões mais miseráveis", África;
- Oriente "é … oriente. Como dizia o título de um divertido filme paquistanês (…) ‘east is east’";
- Norte, que "aparece aqui como o contrário do sul: as regiões do mundo onde reinam a opulência, o supérfluo, um desmesurado bem-estar material jamais alcançado antes na História".
Para Gonçalo Cadilhe, o seu Norte é o mundo ocidental, pelo que o livro termina no mundo ocidental. "É tempo de voltar a casa", escreve.
- O que abre o livro, Ocidente, recolhe as viagens que efectuou "pelos territórios descobertos por Colombo, as suas ‘Índias’, todo o pedaço de planeta que resultou da empresa colombiana", a América Latina;
- O Sul, "tudo o que nos está a Sul, e que vem precisamente do chamado ‘sul do mundo’ quando se quer falar das suas regiões mais miseráveis", África;
- Oriente "é … oriente. Como dizia o título de um divertido filme paquistanês (…) ‘east is east’";
- Norte, que "aparece aqui como o contrário do sul: as regiões do mundo onde reinam a opulência, o supérfluo, um desmesurado bem-estar material jamais alcançado antes na História".
Para Gonçalo Cadilhe, o seu Norte é o mundo ocidental, pelo que o livro termina no mundo ocidental. "É tempo de voltar a casa", escreve.
- GenresTravel
180 pages, Hardcover
First published January 1, 2008
About the author
Gonçalo Cadilhe
23 books129 followersGonçalo Cadilhe é um viajante, jornalista e cronista português. Cadilhe nasceu na Figueira da Foz em 1968 e é licenciado em Gestão de Empresas. Viajar é a sua paixão e nos últimos anos esteve envolvido em vários projectos pessoais em colaboração com o jornal Expresso. O viajante português lança as crónicas das suas experiências por esse Mundo fora e publica-as semanalmente na revista Única.
As crónicas das suas viagens foram posteriormente publicadas em livro, de que são exemplo Planisfério Pessoal, A Lua Pode Esperar, África Acima e Nos Passos de Magalhães[1].
Para além disso é cronista também nas revistas portuguesas Blitz e Surf Portugal.
Uma das suas paixões é o surf, que pratica regularmente.
Desde 2008 Gonçalo Cadilhe é líder de viagem da agência Nomad - Evasão e Expedições
As crónicas das suas viagens foram posteriormente publicadas em livro, de que são exemplo Planisfério Pessoal, A Lua Pode Esperar, África Acima e Nos Passos de Magalhães[1].
Para além disso é cronista também nas revistas portuguesas Blitz e Surf Portugal.
Uma das suas paixões é o surf, que pratica regularmente.
Desde 2008 Gonçalo Cadilhe é líder de viagem da agência Nomad - Evasão e Expedições
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Community Reviews
Displaying 1 - 4 of 4 reviews
July 31, 2021
Nunca tinha lido Gonçalo Cadilhe e já não lia um livro em língua portuguesa há muito tempo (anos!). Soube-me muito bem. Este livro é o melhor substituto de viajar. Li-o em viagens de metro numa semana agitada de trabalho. Os outros agarrados ao telemóvel e eu a viajar pelos cantos do mundo através dos olhos do Gonçalo. Vou cumprir o desafio que lancei a mim mesmo para este Verão: ler o máximo de livros dele que conseguir. Um já está!
July 31, 2025
Escrita de viagens sempre com uma tónica reflexiva/ crítica social, política e pessoal.
February 10, 2012
Gonçalo Cadilhe, provavelmente o maior viajante português da actualidade, conduz o leitor por uma viagem à volta do mundo nos 4 pontos cardeais subjectivos. As viagens que deram origem a este conjunto de crónicas e textos foram feitas entre 1991 e 2008. O autor, natural da Figueira da Foz, transporta-nos por lugares deslumbrantes, desfiladeiros medonhos, lagos imensos e culturas distantes. Uma expressão para cada lugar:
OCIDENTE
México: bolero
Guatemala: Lago Atitlán
El Salvador: A pobreza de La Libertad
Caraíbas: Travessia do mar
Perú: a subir os Andes
Bolívia: a música aquece a noite gélida de quem atravessa Salar
Uruguai: a influência portuguesa
Patagónia: o fim do mundo
SUL
África do Sul: Cabo da Boa Esperança
Botsuana: a aventura no Delta do Okavango
Angola: os 1000 km da "Route 66" até Luanda
Congo: corrupção na alfândega
Gabão: terra vermelha africana
Níger: atravessar o Sara no Ramadão
ORIENTE
Turquia: subida ao monte do Dilúvio
Afeganistão: Shalwar Camise
Paquistão: 1200 km de Karakoran Highway
Índia: a sombra de Portugal em Goa
Indonésia: cabanas flutuantes e um céu único
Oceano Pacífico: vidas embarcadas
NORTE
Estados Unidos: Nova Iorque - San Diego em autocarro
Sauternes: as vindimas de uvas podres
Languedoc: a origem dos trovadores
Génova: pelas ruas antigas até ao porto quinhentista
Roménia: memórias que o tempo não apagou
Registei duas frases do livro que achei marcantes:
"Uma viagem é uma coisa muito séria: ninguém regressa igual a casa."
"A melhor percepção do mundo é-nos dada pelos nossos passos."
OCIDENTE
México: bolero
Guatemala: Lago Atitlán
El Salvador: A pobreza de La Libertad
Caraíbas: Travessia do mar
Perú: a subir os Andes
Bolívia: a música aquece a noite gélida de quem atravessa Salar
Uruguai: a influência portuguesa
Patagónia: o fim do mundo
SUL
África do Sul: Cabo da Boa Esperança
Botsuana: a aventura no Delta do Okavango
Angola: os 1000 km da "Route 66" até Luanda
Congo: corrupção na alfândega
Gabão: terra vermelha africana
Níger: atravessar o Sara no Ramadão
ORIENTE
Turquia: subida ao monte do Dilúvio
Afeganistão: Shalwar Camise
Paquistão: 1200 km de Karakoran Highway
Índia: a sombra de Portugal em Goa
Indonésia: cabanas flutuantes e um céu único
Oceano Pacífico: vidas embarcadas
NORTE
Estados Unidos: Nova Iorque - San Diego em autocarro
Sauternes: as vindimas de uvas podres
Languedoc: a origem dos trovadores
Génova: pelas ruas antigas até ao porto quinhentista
Roménia: memórias que o tempo não apagou
Registei duas frases do livro que achei marcantes:
"Uma viagem é uma coisa muito séria: ninguém regressa igual a casa."
"A melhor percepção do mundo é-nos dada pelos nossos passos."
November 17, 2014
Não valorizo mais este livro por se tratar de um conjunto de cronicas soltas...e algumas delas já as tinha lido noutros livros dele... Mesmo assim é vale sempre a pena voltar a ler muitas das suas aventuras.
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