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Vu de droite #1-3

Vu de droite: anthologie critique des idées contemporaines

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Paperback

Published January 1, 2001

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Alain de Benoist

191 books191 followers
Depuis plus de trente ans, Alain de Benoist poursuit méthodiquement un travail d'analyse et de réflexion dans le domaine des idées. Ecrivain, journaliste, essayiste, conférencier, philosophe, il a publié plus de 50 livres et plus de 3000 articles, aujourd'hui traduits dans une quinzaine de langues différentes.

Ses domaines de prédilection sont la philosophie politique et l'histoire des idées, mais il est aussi l'auteur de nombreux travaux portant notamment sur l'archéologie, les traditions populaires, l'histoire des religions ou les sciences de la vie.

Indifférent aux modes idéologiques, récusant toute forme d'intolérance et d'extrémisme, Alain de Benoist ne cultive pas non plus une quelconque nostalgie «restaurationniste». Lorsqu'il critique la modernité, ce n'est pas au nom d'un passé idéalisé, mais en se préoccupant avant tout des problématiques postmodernes. Les axes principaux de sa pensée sont au nombre de quatre : 1) la critique conjointe de l'individuo-universalisme et du nationalisme (ou de l'ethnocentrisme) en tant que catégories relevant l'une et l'autre de la métaphysique de la subjectivité ; 2) la déconstruction systématique de la raison marchande, de l'axiomatique de l'intérêt et des multiples emprises de la Forme-Capital, dont le déploiement planétaire constitue à ses yeux la menace principale qui pèse aujourd'hui sur le monde ; 3) la lutte en faveur des autonomies locales, liée à la défense des différences et des identités collectives ; 4) une nette prise de position en faveur d'un fédéralisme intégral, fondé sur le principe de subsidiarité et la généralisation à partir de la base des pratiques de la démocratie participative.

Alors que son oeuvre est connue et reconnue dans un nombre grandissant de pays, Alain de Benoist reste largement ostracisé en France, où l'on se borne trop souvent à associer son nom à celui de la « Nouvelle Droite », expression dans laquelle il ne s'est jamais véritablement reconnu.


Biography in English at Wikipedia: https://en.wikipedia.org/wiki/Alain_d...

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Profile Image for Duarte Branquinho.
Author 7 books14 followers
October 18, 2016
Este foi um dos livros que mais me marcaram. Considero-o até uma pedra basilar na formação do meu pensamento. "Vu de droite. Anthologie critique des idées contemporaines", publicado pela Copernic em 1977 e que ganhou o Grande Prémio do Ensaio da Academia francesa no ano seguinte, recebeu no nosso país o título "Nova Direita Nova Cultura – Antologia crítica das ideias contemporâneas" e foi publicado por "Fernando Ribeiro de Mello/Edições Afrodite" em 1981. Li-o avidamente na adolescência e reli-o parcialmente em diversas ocasiões. Ainda hoje recorro a esta excelente obra inúmeras vezes. Para aguçar a curiosidade, reproduzo abaixo uns extractos da Introdução (os títulos são meus):

Direita?
«De direita? Ora vamos ver. Um Chefe de Estado francês disse que os nossos concidadãos queriam ser governados «ao centro». Mas ao centro de quê? Ao centro da esquerda? E como pode haver uma esquerda sem que haja uma direita? Para os homens de esquerda, a recusa em se dizer de direita é um dos traços característicos do homem de direita. O título deste livro parece escapar à regra. Na realidade, isso apenas é verdade até um certo ponto. Pessoalmente, a questão de saber se sou ou não de direita é-me absolutamente indiferente. Por agora, as ideias que esta obra defende estão à direita; mas não são, necessariamente, de direita. Posso imaginar perfeitamente situações em que elas poderiam estar à esquerda. Não seriam as ideias que teriam mudado, mas sim a paisagem política que teria evoluído. Veremos o que o tempo terá para nos dizer. Por outro lado, é impossível permanecer perpetuamente suspenso no tecto. Aceitemos, pois, o termo de direita; ao fim e ao cabo, as palavras não são as coisas. E até por que em França, nestes fins dos anos setenta, numa época em que toda a gente (ou quase toda) se diz de esquerda, ser «de direita» é ainda a melhor forma de estar em qualquer lado.»

O livro
« (…) Este livro tenta fazer um balanço do movimento de ideias, desde o início dos anos setenta. Mais precisamente, ele tem em conta a maioria dos debates que aqui e ali se desenvolveram, depois da queda da grande voga do estruturalismo (que se seguiu à que, nos anos cinquenta, teve o existencialismo). Claro está que, apesar das suas dimensões, ele não cobre a totalidade dos debates. De Montherland a Cioran, passando por Dumézil, Mircea Eliade, Raymond Aron, etc., ele tem muitas «falhas» que lamento não ter superado. Trata-se de uma antologia, não de uma verdadeira enciclopédia – ainda que nele se manifeste um anseio bastante comparável, ao fim e ao cabo, ao dos enciclopedistas do séc. XVIII. Mas não fui eu que escolhi inteiramente os temas sobre que me debrucei. Muitas vezes, eles foram-me ditados pela actualidade. Fundamentei-me, essencialmente, sobre livros publicados no decurso destes últimos anos e que me pareceram ser os que mais significativos, quer os mais indicados para elaborar uma construção susceptível de servir uma direita deste tempo.
Ao longo das páginas, ver-se-á expressa uma dupla crítica: crítica ideológica da esquerda, crítica metodológica da direita. Neste textos, procurarei esboçar o rosto de uma direita possível. Não pretendo – e não o desejo – que todo o homem de direita se possa nele reconhecer. Pretendi, sobretudo, contribuir para clarificar um debate, para sair da confusão, para trazer um juízo sobre as ideias e os homens – para além das palavras e das etiquetas – à luz de um mesmo estilo e de uma mesma sensibilidade. Esforcei-me para apresentar «aberturas». Pistas a seguir. Este livro apresenta elevado número de argumentos e, apesar disso, ele não procura, verdadeiramente convencer. Não acredito que quem quer que seja possa ser «convencido». Não acredito – sem com isso pretender afirmar que as desenho – nas grandes construções intelectuais que apenas se dirigem à razão. Não se cria uma sensibilidade mas pode-se, por vezes, despertá-la. Tal é o objectivo desta obra: despertar uma certa forma de sensibilidade, fazer nascer a consciência de uma certa filiação natural, dar a ler um texto em que alguns possam reconhecer a forma daquilo que, inconscientemente, jamais deixaram de aspirar.»
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