Primeiro romance do psiquiatra Augusto Cury, O Futuro da Humanidade oferece uma rara oportunidade de repensar a sociedade e o rumo de nossas vidas. Com mais de 8 milhões de livros vendidos no Brasil, Cury nos presenteia com uma saborosa ficção que ilustra os ensinamentos presentes em seus livros e se apoia na sua vasta experiência profissional.
O Futuro da Humanidade conta a trajetória de Marco Polo, um jovem estudante de medicina de espírito livre e aventureiro como o do navegador veneziano do século XIII, em quem seu pai se inspirou ao escolher seu nome.
Ao entrar na faculdade cheio de sonhos e expectativas, Marco Polo se vê diante de uma realidade dura e fria: a falta de respeito e sensibilidade dos professores em relação aos pacientes com transtornos psíquicos, que são marginalizados e tratados como se não tivessem identidade. Indignado, o jovem desafia profissionais de renome internacional para provar que os pacientes com problemas psiquiátricos merecem mais atenção, respeito e dedicação – e menos remédios. Acreditando na força do diálogo e da psicologia, ele acaba causando uma verdadeira revolução nas mentes e nos corações das pessoas com quem convive. Uma história de esperança e de luta contra as injustiças, este livro é a saga de um desbravador de sonhos, de um poeta da vida, de um homem disposto a correr todos os riscos em nome daquilo que ama e acredita. Cheios de expectativa e tensão, os calouros da faculdade de medicina ficam chocados ao encontrar, em sua primeira aula de anatomia, a triste cena de corpos sem identificação, estendidos sobre o mármore branco. Marco Polo, um brilhante e audacioso aspirante a psiquiatra, não consegue aceitar a frieza com que os professores se referem aos corpos, dizendo que ali a identidade não importa.
À procura de informações sobre esses personagens aparentemente sem passado, Marco Polo se depara com um mundo de sonhos frustrados, futuros desfeitos e esperanças perdidas. Quem o guia nessa jornada é o excêntrico Falcão, um mendigo que conhece a fundo a mente humana. Apesar da difícil situação em que vive, Falcão recupera a sua alegria inata ao conviver com o jovem sonhador.
Estimulado pelo novo amigo, o recém-formado Marco Polo lança-se numa arriscada batalha contra professores e médicos de renome internacional para tentar mudar a abordagem clássica da psiquiatria, criticando os paradigmas da medicina, a indústria do preconceito e o sistema social. Tendo a vida de Marco Polo como fio condutor desta comovente e vibrante narrativa, O Futuro da Humanidade nos leva a uma fascinante viagem pelo mundo da psicologia, introduzindo conceitos da ciência de forma simples e nos fazendo refletir sobre o rumo que a sociedade está tomando.
Marco Polo representa o que grande parte das pessoas gostaria de ser. Um personagem corajoso, dotado de uma imensa paixão pela vida e pelas pessoas, que faz reacender em nós a vontade de mudar, de renascer, de recuperar os sentimentos de humanidade e solidariedade tão esquecidos nos dias de hoje.
Augusto Jorge Cury (Colina, 2 de outubro de 1958) é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor de literatura psiquiátrica brasileiro. Desenvolve em Espanha pesquisa em Ciência da Educação e, após a construção da teoria de Inteligência Multifocal, continua a desenvolver estudos sobre as dinâmicas da emoção e da construção dos pensamentos. Dirige a Academia da Inteligência no Brasil, um instituto de formação para psicólogos, educadores e outros profissionais, e actualmente os seus livros são usados em pesquisas de pós-graduação nas mais diversas áreas das Ciências Humanas. À sua actividade, alia ainda a participação em congressos e conferências em diversos pontos do mundo, onde os seus livros estão publicados.
Ainda sou jovem, não li muitos livros em minha breve existência. Contudo, escrevo essa resenha para ajudar os que pretendem ler esse livro ou até mesmo os que já o leram e querem uma opinião diferente. Antes de iniciar "O Futuro da Humanidade", aconselho-te a ler "O Código da Inteligência", assim terá as ideias de Augusto Cury sintetizadas de forma mais explícita. Não vou me prolongar muito na descrição da relação entre as duas obras, afinal esse não é o objetivo deste texto. Ao que me parece, Cury prefere dar belas lições de vida para o leitor de forma até mesmo, em alguns trechos, infantilizadas, a produzir uma rica obra literária, a qual me parece que ele seria capaz. Utilizando-se de personagens com características diferentes, com a intenção de expor as várias formas que conflitos psíquicos podem materializar-se, o autor sintetiza vários cenários - melancólicos ou alegres, tristes ou felizes, motivadores ou desestimulantes - para bridar-nos com lindas mensagens éticas, morais, amorosas etc. O problema é que essa fórmula torna-se deveras cansativa após 251 páginas. Nem mesmo a adição de novos personagens, sub-enredos e conflitos é capaz de dar fôlego novo. Não se torna nada ao ponto do insuportável, mas no mínimo cansativo ao ponto que chega-se ao evidente desfecho. Enfim, Cury é um bom escritor, porém, na minha humilde visão, deixou a desejar nessa obra. Ainda sim, se quiseres um livro sem nada de muito interessante no campo literário, mas com uma linda lição de vida e, vez ou outra, conselhos de um doutor em psiquiatria para com o cuidado de seu campo psíquico, é a pedida perfeita. Meu voto é 6/10 (3/5).
Augusto Cury é um conhecido médico e psiquiatra, um pensador, que partilha os seus conhecimentos com o público em geral. Já li outro livro dele, mas este é diferente. É escrito sob a forma de romance, embora em termos literários não será dos melhores, já que a escrita e o próprio enredo, para além das passagens em que se transmite conhecimento ligado à psicologia e filosofia, são pobres. A obra vale pelo conhecimento transmitido, por fazer o leitor pensar sobre a Humanidade e sobre a forma doentia como as pessoas vivem actualmente. Fez-me lembrar a obra "O Alienista", de Machado de Assis, em que o protagonista, um psiquiatra, chega a uma altura em que pensa se é ele o louco e os doentes saudáveis ou o inverso. Nesta obra, Marco Polo (nome dado pelo pai da personagem em homenagem ao aventureiro do século XII), é um estudante de medicina, que depois ingressa no estudo da Psiquiatria, ao conhecer um mendigo que lhe transmite mais conhecimento da vida e das emoções humanas que muitos professores e grandes pensadores. Chega a trabalhar num hospital psiquiátrico e parece duvidar também, tal como o Alienista, se é ele ou louco ou os seus doentes.
Ficam algumas citações interessantes:
"A agressividade gerava agressividade, revelando o inestinguível ciclo de violência. As sociedades modernas vivem tempos insanos. A serenidade é um artigo de luxo." - cap. 4
"-A sabedoria de um ser humano não é definida pelo quanto ele sabe, mas pelo quanto ele tem consciência de que não sabe..." - cap. 10
"A humanidade é uma família vivendo numa complexa teia. Somos uma única espécie. Deveríamos amá-la e cuidar dela mutuamente, caso contrário não sobreviveremos. Para o jovem pensador, somos todos responsáveis inevitavelmente, em maior ou menor proporção, pela prevenção do terrorismo, da violência social, da fome mundial. "- cap 11
Que história LINDA. Sério, esse é daqueles livros que posso dizer que mudaram a minha vida, por mais clichê que soe. A teoria da co-dependência traz uma visão de vida tão reveladora e filosófica...aliás, que belo livro para se filosofar e conhecer-se um pouco mais. E, por mais que você pense que o livro vai ser previsível, feito apenas para passar uma ideia, ele muda de rumo e você percebe que é um livro mesmo, não apenas uma desculpa para auto-ajuda que poderia ser escrito em um parágrafo. É uma lição de vida, uma celebração da felicidade.
Abandonei em 80%, apesar de ter sim algumas lições validas, o livro é raso, trata de forma irresponsável diversos topicos complexos, a exemplo do ultimo capitulo que li, e que motivou a desistencia, onde o protagonista resolve os problemas da vida da moça (anna) com uma conversa simplista sobre suicidio, um dos temas mais complexos da psique humana, e pra coroar, proclama um poema horrivel e beija a menina, na boa, nao consigo recomendar a ninguem
Andava à procura de livros em português no meu Kindle, e acho que descarreguei este porque o título era muito cativante... Não sei porque me torturo a ler este tipo de ficção — misturada com psicologia da 4. ª classe que ainda fala de "deus" e se envolve em filosofia barata.
O autor utiliza sempre o mesmo recurso para falar de psicologia, psiquiatria e filosofia: uma pessoa humilde que, por esforço próprio, atingiu o auge na profissão e, por algum motivo traumático, foi internada num hospital psiquiátrico e acabou na rua a conversar e a filosofar. Às vezes pergunto-me porque me torturo a ler livros tão maus, se há livros melhores sobre estes assuntos.
O livro fala de criatividade, de unir a ciência para libertar o conhecimento e a mente... mas o autor recorre sempre ao mesmo estereótipo dos marginalizados pela sociedade para expressar as suas ideias. Como se este recurso fosse novo e ele o repetisse em todos os seus livros!!!!
Para algumas pessoas distraídas, o livro vai parecer maravilhoso, para o resto de nós parece uma completa estupidez. Mistura a religião com a ciência, apresentando a pseudociência que propõe como uma verdade que refuta o estabelecido, quando na verdade é um completo absurdo. É certo que as empresas farmacêuticas enganam os doentes, mas há livros melhores como os de Ben Goldacre, Bad Pharma: How Drug Companies Mislead Doctors and Harm Patients: Includes PDF: Library Editionque fazem uma análise mais profunda e com informação, não com fantasias.
Parece que o autor vasculhou todos os livros e filmes com estereótipos e criou esta monstruosidade e plágio, que coisa má.
A única explicação que encontro para este autor vender 8 milhões de exemplares é que as pessoas são estúpidas o suficiente para acreditar em "deus" e deixarem-se enganar pela extrema-direita e pelos seus media cooptados com discurso de ódio, quando não passam de cães de guarda da mansão que ladram para os outros enquanto dormem sempre no exterior, explica muito bem, Jessé Souza, O pobre de direita: A vingança dos bastardos.
Mais uma leitura que eu jamais faria se não tivesse ganhado o livro, e que para a minha IMENSA surpresa acabou me conquistando. O livro é uma gracinha! Apesar de não saber de algum dia vou ser capaz de perdoar o autor por escolher "Marco Polo" como nome do protagonista, adorei a leveza da escrita e aquele sentimento, praticamente indescritível, de suspiro na alma que acontece quando terminamos de ler um livro cheio de emoções positivas e encorajamento. Nunca pensei que diria isso, mas é a verdade: recomendo muitíssimo essa leitura, especialmente para quem sofre de depressão, transtorno bipolar ou esquizofrenia, e mal posso esperar pra ler os outros livros do autor que ganhei!
" Ter inimigos fora de si é perturbador, dentro da própria mente é apavorante. A sensação de ser invadido no único lugar em que devemos ser livres me assombrava."
"Por detestar a dor, a medicina, tal qual a sociedade moderna, especializou-se em tratar o sofrimento do ser humano, e não o ser humano que sofre."
Aqui nos conseguimos notar o porque de o escritor (Augusto Cury) ser tão famoso,a trama te prende do começo ao fim dando mais e mais curiosidade para saber o que Vai vir na proxima pagina,o Conhecimento aqui passando tambem e algo valioso e unico juntamente com a historia que merece no minimo um 10/10,o melhor ponto e notar como as peças se encaixaram no tabuleiro dos futuros livros,os personagens tambem foi algo Bem marcante sendo cada um mais unico do que o outro... Todo mundo deveria dar uma chance a essa obra de arte para conseguir entender um pouco sobre si mesma e aos outros,a empatia tambem foi algo muito Bem abordado sendo algo necessario porem pouco usado na Nossa sociedade atual,o final do livro tambem foi algo que foi sastifatorio valendo a pena a leitura NOTA:10/10
Meu queridinho, leitura fluída, muito reflexiva e satisfatória que me fez ter uma visão completamente nova em várias questões. Aborda a filosofia, ciência e religião em conjunto e harmonia, te faz ver o mundo de outra forma e passa um sentimento bom conforme a leitura flui. Em vários momentos essa leitura abriu uma janelinha na minha cabeça e me deu a sensação de entender algo que nunca tinha refletido sobre.
Uma leitura sem dúvidas muito gostosa que, como de costume quando se trata de Augusto Cury, traz problemas que nós geralmente ignoramos e nos faz refletir sobre o quanto nós temos e o quão pouco refletimos sobre o mundo a nossa volta.
Livro com linguagem leve e que envolve! Eu particularmente sou fã das literaturas que envolvem psicologia e reflexões/lições de vida! Recomendo a leitura se gosta de temas de psicologia com lições de vida.
18/12/2011 19% (49 de 256) "“Eis uma plateia de servos gregos! Sorriem das misérias alheias porque escondem suas misérias debaixo das suas vestes. Vocês não sabem filosofar, só sabem ser comandados. Servos!“" Nota: 5
18/12/2011 18% (47 de 256) "Os professores são heróis anônimos, meu amigo. Trabalham muito, ganham pouco. Semeiam sonhos numa sociedade que perdeu sua capacidade de sonhar." Nota: 5
18/12/2011 17% (44 de 256) "Pai, Desculpe-me pelas atitudes impensadas. Eu sei que o feri pelas minhas críticas precipitadas. Perdi tanto tempo julgando-o. Eu tenho a impressão de que não o conheço interiormente, embora tenha vivido com você num pequeno espaço durante tantos anos. Fomos estranhos morando na mesma casa. Gostaria de saber quem você é, quais foram as lágrimas que você não chorou, quais foram os dias mais tristes da sua história e quais foram seus desafios que nunca teve coragem de me contar?! Pai, se eu pudesse retroceder no tempo, não apenas pediria que você voltasse a me contar as belas histórias de aventura, mas principalmente que me contasse a sua própria história, falasse dos seus projetos, dos seus sonhos, das suas derrotas. Tenho certeza de que ela é fascinante. Eu tenho muitos defeitos, mas gostaria de ter uma nova chance de ser seu amigo." Nota: 5
18/12/2011 11% (29 de 256) "A amizade de um aluno de medicina com um homem que vive sua liberdade na periferia da sociedade sem rumo e sem planos para seu futuro, vive seu presente sem preocupação após ter sofrido perante o sistema que corroí seus protagonistas." Nota: 5
Confesso que sempre trouxe certa aversão a livros que me soassem como alto-ajuda, o que me fez "correr" de Augusto Cury por um tempo, até que cedi. No fim das contas minha impressão foi boa, gostei da maneira como o tema foi abordado e da história desenvolvida para trazer tal reflexão, de modo a induzir o leitor à conclusão de que a felicidade só depende do modo como vemos o mundo.
"As sociedades modernas vivem tempos insanos. A serenidade é um artigo de luxo."
" Sentiu na pele que a justiça é forte para com os fracos e frágil para com os fortes ... "
" Por ser exímio observador, analisava alguns paradoxos das sociedades modernas que o perturbavam. Para ele, nunca a indústria do lazer - a TV, os videogames, a Internet, o esporte, a musica, o cinema - foi tão expandida e, no entanto, o ser humano nunca teve um humor tão triste e ansioso. Nunca as pessoas viveram tão adensadas nos escritórios, nos elevadores, nas salas de aula, e nunca foram tão solitários e calados sobre si mesmos. Nunca o conhecimento se multiplicou tanto em sua época, mas nunca se destruiu de tal maneira a formação de pensadores. Jamais a tecnologia deu saltos tão grandes e, contraditóriamente, jamais o Homo Sapiens desenvolveu tantos transtornos psíquicos e teve e tanta dificudade de se tormar autor da sua própria história. "
" Quando o mundo nos abandona, a solidão é suportável, mas quando nós mesmos nos abandonamos, a solidão é intolerável."
" A felicidade não existe pronta, não é uma herança genética , não é privilégio de uma casta social. A felicidade é uma eterna constução."
Grande Livro. Sujestão de um jovem desconhecido há muito tempo. Mas de um amigo para ler o Autor (Neo). Neste livro Augusto Cury numa junção de poesia e filosofia, conta as aventuras de um jovem estudante de psiquiatria. Durante o livro temos oportunidade de aprender um pouco da diferençá entre a psiquiatria e a psicologia, Augusto Cury apresenta alguns problemas que ameaçam o futuro da humanidade neste ramo, tudo ligado a ganancia do homem.
Livro inspirador, que me fez repensar em várias atitudes já tomadas. A literatura prendeu minha atenção, me emocionou e me fez compartilhar com meus amigos. Durante o período de leitura, a cada decisão que tomei, eu pensava como se fizesse parte do meu dia a dia os fatos do livro.
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Um livro com conteúdo maravilhoso, embora o estilo de escrita de Augusto Cury não me agrade muito. A obra é fenomenal e nos capacita a olhar criticamente para a maneira como vivemos - em especial nossos valores e medos, lembrando-nos de que "a felicidade em si não existe: ela deve ser construída".
this is a simple storie and give to a simple message. But we're living at a time witch one simples actions and emotions are dying and became unusual or absent. I recommend it.